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sexta-feira, 25 de agosto de 2023

Projeto de lei que tipifica o crime de zoofilia é aprovado por deputados. Agora é com o Senado!


Vitória para os animais! A Câmara dos Deputados aprovou recentemente um Projeto de Lei que tipifica o crime de zoofilia na Lei de Crimes Ambientais, o PL 1494/21. Na prática, a aprovação do projeto deve levar a um endurecimento das penas para quem pratica o delito.

 

A zoofilia é um ato de extrema covardia e o PL, de autoria do deputado Fred Costa, segundo ele, é mais um passo "em direção ao reconhecimento dos animais como seres sencientes e sujeitos de direitos, como publicado pela Agência Câmara de Notícias e pela CNN Brasil.

 

É necessário atenção para o próximo desafio: a votação no Senado. O Projeto de Lei segue para ser apreciado pelos senadores. Caso seja aprovado no Senado, o projeto é enviado para as mãos do presidente da República, para sancioná-lo ou vetá-lo. Só então é que a lei entrará em vigor.

 

Atualmente, a legislação brasileira prevê pena de três meses a um ano para quem praticar abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, aponta a CNN Brasil.

 

Pelo novo PL aprovado na Câmara, a zoofilia também entrará no rol de crimes praticados contra animais previsto na Lei de Crimes Ambientais. A pena deste tipo de delito passará a ser de dois anos a seis anos de detenção, além de multa e proibição da guarda do animal.

 

Caso o animal seja morto, a pena pode ser aumentada em até duas vezes, de quatro a 12 anos de prisão. O Fórum Animal entende que este Projeto de Lei é um avanço essencial em relação às normas atuais.

Continuaremos vigilantes em prol dos direitos dos animais. 

A batalha ainda não terminou!

 

Fonte: Fórum Animal

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Búfalas de Brotas – crueldade com animais expõe a realidade da indústria de laticínios.




O caso teve início há pouco mais de uma semana, em Brotas (SP), quando um fazendeiro da pecuária de leite desistiu da atividade por questões, meramente, financeiras, trocando a atividade por produção de milho e soja para alimentar animais tidos como de produção. O fato é que ele, simplesmente, abandonou seu rebanho, nada menos que 1000 búfalas, sentenciando os animais à morte, lenta e dolorosa.

Como o fazendeiro foi arrendando a propriedade para o cultivo, acabou por encurralar as búfalas em um pequeno espaço de terra, sem que as mesmas tivessem qualquer fonte de alimento ou água. Com a apuração da polícia, presume-se que tal situação já perdura por quatro meses!

Por conta de serem fêmeas explorados para o leite e seus derivados, como o queijo de búfala, a maioria delas está grávida, o que agrava ainda mais a terrível situação a que foram submetidas.

Búfalas vieram a óbito com seus bebês no ventre, outras deram à luz e não sobreviveram, bem como muitos dos filhotes.

Assim que tomaram conhecimento do caso, um coletivo de protetores se organizou, junto ao grupo do Santuário Vale da Rainha. Eles tiveram autorização judicial para adentrar na propriedade. Patrícia, que junto ao esposo são os mantenedores do santuário, relatou que no primeiro momento a cena era desoladora, com várias carcaças, odor pútrefo e evidências do desespero dos animais, ao constatar as cascas das árvores arrancadas, como uma tentativa de alimentação. Estava evidente que além de um crime contra os direitos dos animais, também um crime ambiental estava ali configurado.

O proprietário da fazenda foi preso no dia 11/11 e liberado após pagamento de fiança. Foi autuado por maus tratos e irá responder por cada animal encontrado.

Foi, então, montado um hospital de campanha para atender os animais, lhes prestando os primeiros socorros, para evitar mais mortes em agonia. Porém, o fazendeiro proibiu, no último fim de semana, a entrada dos protetores para prestar esse serviço voluntário para salvar os animais. O que só foi revogado ao final deste domingo.

Hoje, com representação jurídica, junto à OAB, na pessoa de Reynaldo Velloso, medidas cabíveis serão adotadas para responsabilizar, criminalmente, o fazendeiro e auxiliar os protetores para que possam dar seguimento ao trabalho de salvar vidas.

O caso tem gerado forte comoção pela situação de total abandono e agonia a que essas búfalas foram submetidas, em estado de prenhes.

Faço minhas as palavras de vários protetores, inclusive Patrícia, que mesmo diante de toda dor que presenciou, enfatizou que não se trata de demonizar o fazendeiro. Sim, ele tem de ser responsabilizado pelo crime de negligência que cometeu, inclusive crime ambiental. Muitos desses animais que morreram nem mesmo foram enterrados, pois ali há um lençol freático para o qual há risco de contaminação.

Para além desse crime hediondo, é fundamental que todos nós façamos uma revisão de consciência sobre nossas escolhas. Qual o impacto que elas geram? Quanta dor e sofrimento geram a outras vidas? Quanta degradação moral e ambiental a impactar o planeta?

O consumo de leite, queijo e outros derivados financia esse sistema cruel que é a pecuária leiteira. Animais são tratados como mercadoria e, quando não se tem mais interesse, são descartados.

Nas prateleiras dos supermercados estão os produtos dessa abjeta exploração e cabe a cada um de nós escolher aqueles livres de crueldade, para que não sejamos cúmplices do fazendeiro.

 

Agradecemos a todos os protetores que estão, com amor e coragem, cuidando desses animais.

A quem tocar o coração, peço que compartilhe esse artigo para que o caso ganhe mais visibilidade.

Para seguir acompanhando, acesse @bufalas_de_brotas

Quem puder colaborar com qq valor, o PIX é 14732153/0001-38

 

Imagem do inquérito publicada por Reynaldo Velloso

Informações a partir do relato de ativistas e de Patrícia, mantenedora do Santuário Vale da Rainha.


💗

ATUALIZAÇÃO: Presidente da ONG ARA, Alex Parente ficou como fiel depositário de todos os animais da Fazenda Água Sumida em Brotas, SP. Agora, cabe ao judiciário manter essa decisão.

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Dia do Fogo! A Amazônia não é fazenda do agronegócio, é patrimônio mundial. E você está disposto a desarmar o gatilho?




O "Dia do Fogo" foi disparado por fazendeiros na região Amazônica. São mais de duas semanas de incêndios florestais sem controle, onde equipes de guarda florestal não dispõem de água nem recursos para conter as chamas.

O entorno da estrada nacional BR-163, no estado do Pará, registrou mais de 300 focos de incêndio apenas nos dias 10 e 11 de agosto. Também foram registradas grandes extensões de terra em chamas em Rondônia e na Chapada dos Guimarães, dentre outras localidades.

Sem o apoio da polícia, o Ibama não tem como fazer a fiscalização nos locais e áreas de preservação ambiental onde os humanos não tem permissão para entrar e que estão a servir para a criação de gado.

Além do gado, a produção de soja (que tem mais de 90% de seu consumo destinado a ração de animais de corte) junto à desflorestação são as principais responsáveis hoje pela degradação da região Amazônica.

Você incomoda-se mesmo com a destruição ambiental e social na Floresta Amazônica?

Ver as cenas de devastação ambiental, com milhares de árvores sendo consumidas em chamas, e de animais desesperados, sendo queimados vivos, é profundamente doloroso, mas mais do que lamentar, é preciso engajar-se e deixar de compactuar com essas práticas de degradação.
Há uma única razão para todo esse sofrimento, senão a ganância pelo lucro fácil e indiscriminado.

Nossas escolhas pessoais diárias estão a ditar esse mercado cruel do agronegócio, que de agro (prefixo de agricultura, aquilo que se planta) não tem nada, é, na verdade, o mercado da morte. A indústria pecuária, maior vetor de devastação da Amazônia, que degrada rios, solos e florestas. 

Que mata bilhões de animais “de produção” destinando a eles os cereais que poderiam alimentar milhares de pessoas com fome; que aniquila toda vida selvagem nos incêndios.  Atinge e desampara as populações indígenas, que são verdadeiros protetores das reservas naturais. E adoece inúmeras pessoas que vivem nas grandes cidades por conta da poluição. Está tudo interligado!

Temos a escolha de retirar a mão do gatilho e deixarmos de compactuar com essa inescrupulosa indústria da morte, retirando a carne do prato. Aliás, na era tecnológica em que vivemos, não nos é tirado nem mesmo esse capricho do paladar. Hoje, já é produzida carne idêntica à animal a base de vegetais. Saiba mais http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com/2019/08/destaque-para-anuncios-nos-jornais-de.html

Quando se pensa apenas no lucro desenfreado, saem todos prejudicados. A Amazônia não é fazenda do agronegócio, é patrimônio mundial. Pulmão do mundo! Podemos viver sem carne, só não podemos viver sem ar, nem água. Precisamos das florestas para continuar existindo.


Dizy Ayala
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quinta-feira, 7 de março de 2019

Zoofilia: por que fingir que isso não existe?




Quatro em cada dez brasileiros da zona rural já mantiveram relações sexuais com animais, indica estudo.


O abuso sexual de animais é uma prática comum nas áreas rurais do Brasil e tida como uma questão cultural. Muitas vezes considerada brincadeira ou afirmação de virilidade, a zoofilia é um crime, onde homens de diferentes idades abusam da vulnerabilidade de inocentes animais de criação ou companhia.

O hábito pode ser passageiro, quando na juventude, ou durar várias décadas, mesmo depois que o homem já está casado. Seja como for, é mais uma relação de exploração, no caso sexual, em que o homem sujeita o animal a sua vontade. Uma perversão comparável à pedofilia ou estupro de vulnerável. E infelizmente, muitas mulheres são coniventes com a prática de seus parceiros, fazendo “vista grossa”.

A prática pode provocar câncer de pênis que costuma provocar mutilações terríveis. Quando células cancerosas atingem a virilha e o abdome, a amputação parcial ou total do pênis é quase inevitável.

O primeiro estudo completo sobre o assunto, um trabalho inédito no mundo, foi coordenado pelo urologista Stênio de Cássio Zequi, do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. O artigo científico foi aceito para publicação pelo The Journal of Sexual Medicine, o periódico mais respeitado nessa área.

O estudo reuniu 118 pacientes com câncer de pênis e 374 homens sadios entre 18 e 80 anos. Todos cresceram na zona rural. As entrevistas foram realizadas pessoalmente.

A pesquisa revelou que 31,6% dos homens sadios e 44,9% daqueles com câncer de pênis tiveram uma ou mais relações sexuais com animais a partir da adolescência.

Várias espécies foram citadas: éguas, mulas, vacas, cabras, ovelhas, porcas, cadelas etc. A maior parte (59%) dos homens declarou ter feito sexo com animais por um período de um a cinco anos. A frequência das relações variou: podendo ser uma vez na vida ou se maneira recorrente.

“As taxas que encontramos nesse estudo são alarmantes, mas verdadeiras”, diz Zequi. “Essa prática ainda é comum nas áreas rurais, mesmo entre a população jovem”. “Na nossa amostra, vimos que transar com animais dobra o risco de desenvolver câncer de pênis”, diz Zequi.

O trabalho reuniu pesquisadores de 16 centros que tratam câncer em 12 cidades brasileiras (São Paulo, Campinas, Barretos, Itapevi, Carapicuíba, Curitiba, Belo Horizonte, Teresina, São Luís, Natal, João Pessoa, Rio Branco).

 “Se estamos observando um comportamento cultural que causa danos à saúde das pessoas, as autoridades e os agentes de saúde precisam orientar a população”, diz Zequi. “É preciso dizer a esse público: lave o pênis, não tenha fimose, não transe com animal, use camisinha”.

Transar com animais não é um hábito exclusivo da pobreza. A internet ajudou a disseminar a prática também nos países desenvolvidos. Seja por curiosidade, busca por prazer, seja por doença psiquiátrica.

É preciso encarar a prática como abuso sexual com os animais, sendo a zoofilia configurada como crime ambiental. É imprescindível reportar as ocorrências e não se calar, de modo a coibir novos casos, e romper com essa prática abusiva que ainda é considerada por alguns como um costume popular. 

É inadmissível que para uma sociedade civilizada seja socialmente aceito o abuso de vulnerável, seja ele humano ou não humano. Alguém que abusa sexualmente de um animal, também é capaz de fazê-lo com uma criança, uma mulher.


Dados da pesquisa: Cristiane Segatto.


Dizy Ayala

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segunda-feira, 10 de julho de 2017

A caça é uma desgraça!


A caça é uma desgraça!


Animais de várias espécies são caçados, todos os dias, por esporte, por um capricho do paladar, bem como por suas peles. O fato de esta prática estar presente ainda nos dias atuais, não a faz menos cruel, diante de um mundo dito civilizado e evoluído. Com o uso de artefatos e emboscadas que geram muita dor e sofrimento, a caça é uma verdadeira desgraça!

 








Animais como este na foto são vítimas de armadilhas que os prendem para que, depois de muita dor e sofrimento, a pele do animal morto seja vendida para aqueles que, ainda nos dias de hoje, têm coragem de usar!

Embora a maioria dos animais mortos por sua pele tenham origem de terríveis indústrias e fazendas para obtenção de peles, todos os anos as armadilhas matam 10 milhões de animais tais como guaxinins, coiotes, lobos, castores, lontras, raposas, chinchilas e muitos outros.

Há vários tipos cruéis de armadilhas, desde as que ficam submersas na água até armadilhas de metal, as mais usadas, que prendem e esmagam a pata do animal. Este dispositivo simples, mas cruel tem sido banido em 88 países e em vários estados dos Estados Unidos como a Califórnia, Flórida, Rhode Island, New Jersey, Massachusetts e Washington. 


Conheça o Manifesto da Rede Animalista do Brasil contra o PL 6268/2016 de autoria do Dep. Federal Valdir Colatto - PMDB-SC que pretende liberar a caça de animais silvestres e a sua eutanásia em centros de triagem.
Dê seu apoio e assine a petição pela proteção aos animais e à vida selvagem! 


divulgação Acapra https://www.facebook.com/direitosanimaissc/


Dê seu apoio à campanha em Portugal

Assine a Petição: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT84351Movimento pela Abolição da Caça à Raposa





Armadilha mais utilizada para prender o membro do animal. 
Conhecida como legholder. 


Quando um animal pisa em uma armadilha, as garras da armadilha se fecham e prendem a perna esmagando-a. O animal irá freneticamente lutar sentindo uma indescritível dor à medida que a armadilha adentra e corta a sua carne, geralmente até o osso, mutilando a pata ou perna. 
Alguns animais, principalmente as mães desesperadas para voltar para seus filhotes, lutam tão vigorosamente que chegam a tentar torcer ou mastigar seu membro perdido para tentar fugir. Esta luta pode durar horas. No final, o animal sucumbe à exaustão e morre.

 
 



Coiote preso em armadilha



 Se os animais presos em armadilhas não morrem com a perda do sangue, infecção ou gangrena, eles provavelmente serão mortos por caçadores ou predadores. Vítimas das armadilhas submersas na água, incluindo os castores, podem levar até 20 minutos afogando-se.

Já que muitos animais presos são mutilados por seus predadores antes que os responsáveis pelas armadilhas retornem, armadilhas suspensas são normalmente usadas. Esta armadilha funciona como a armadilha que prende a pata ou a perna do animal, só que os animais presos a ela são puxados para cima e ficam pendurados pelo seu membro preso à armadilha até morrerem ou até a chegada da pessoa, que matará o animal se ainda estiver vivo.

Outros tipos de armadilhas para pegar os ursos normalmente esmagam o pescoço, aplicando uma pressão de muitos quilos sobre o animal. Os animais levam de 3 a 8 minutos para morrerem sufocados com esta armadilha.
     

Armadilhas nem sempre matam

Para aqueles animais que não morrem na armadilha, mais torturas aguardam por eles quando os caçadores de peles retornam. Para evitar estragar a “pele”, os caçadores normalmente batem no animal até que eles morram. A forma mais comum de matar é esmagar a cabeça do animal com um pé e, com o outro, apertar a área peitoral (bem perto do coração) por vários minutos, sufocando o animal até a morte.

"Vítimas Acidentais"

Todos os anos, cachorros, pássaros, gatos e outros animais, incluindo aqueles com perigo de extinção, são encurralados ou mortos por estas armadilhas. Os caçadores chamam estes animais de “lixo” porque não têm valor econômico. 

 
   





Cachorro "lixo" preso em armadilha

Preocupações Ecológicas

De fato, as armadilhas e suas consequências desequilibram as populações de vida selvagem: matando animais saudáveis, necessários para manter as espécies fortes e as populações que sofrem com a perda de animais que, sendo mãe ou pai, ao morrerem em emboscada, deixam seus filhotes vulneráveis a predadores e caçadores.

Caçar animais é um ato motivado por ganância e ignorância.


Você pode desencorajar estes atos cruéis não usando casacos de pele.
Abaixo, a lista de animais necessários para se fazer apenas 01 casaco de pele de comprimento médio:

125 arminhos 
100
chinchilas 
70
martas-zibelinas (passam em média 3.000 horas na armadilha)
50
martas canadianas (passam em média 3.000 horas na armadilha)
30
ratos almiscarados (passam em média 1.500 horas na armadilha)
30
sariguéias 
30
coelhos 
27
guaxinins (passam em média 2.400 horas na armadilha)
14
lontras (passam em média 1.200 horas na armadilha)
11
raposas douradas (passam em média 2.520 horas na armadilha)
11
linces (passam em média 1.080 horas na armadilha)
9
castores (passam em média 225 horas na armadilha)
16
coiotes (passam em média 960 horas na armadilha)

Fonte: http://www.uniblog.com.br/mundoanimalma/

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https://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/search?q=sem+peles+animais




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