quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Além da Superbom, Goshen e VidaVeg aumentam as opções de queijos veganos no mercado


Além da Superbom, Goshen e VidaVeg  aumentam as opções de queijos veganos no mercado 


Por Dizy Ayala

Com a crescente aceitação e procura do público por produtos sem ingredientes de origem animal, inclusive na linha de leites e laticínios, as marcas Goshen, já conhecida por sua linha de embutidos vegetais (salsichas e glutadela) e VidaVeg, responsável pela linha de iogurtes vegetais juntam-se à pioneira empresa Superbom, na produção de queijos vegetais.

Para conhecer as empresas e sua rede de distribuição, acesse: 

Goshen http://goshen.com.br/ 
VidaVeg http://www.vidaveg.com.br/
Superbom http://www.superbom.com.br/




Saiba por que o leite de origem animal e seus derivados não são uma opção saudável.

Laticínios não fazem parte de uma alimentação saudável afirma estudo da Universidade de Harvard

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2015/06/laticinios-nao-fazem-parte-de-uma.html







Dizy Ayala
Defensora dos Direitos dos Animais, 
Formanda em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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terça-feira, 20 de setembro de 2016

Tradições Cruéis – A doma do cavalo - O sofrimento não deve fazer parte de nossas tradições!


Tradições Cruéis – A doma do cavalo - O sofrimento não deve fazer parte de nossas tradições!

Por Dizy Ayala

Para se domar um cavalo se usa algo chamado biqueira, que é uma haste de madeira com uma rodela de couro presa na haste, onde se amarra o beiço do cavalo, que é a parte mais sensível dele e se vai torcendo. Mesmo a língua sendo o músculo mais forte no corpo, torcem até certo ponto, que a dor do animal é insuportável, a ponto de lhe render. É quando acontece a chamada quebra de espírito. O animal altivo cede lugar a um cativo, que por mais que resista, quando submetido ao uso dos arreios, não só sentirá a dor fisica como a psicológica. E há quem diga que “o cavalo é o melhor amigo do gaúcho” ou que “trato o cavalo como trato meu filho.

É preciso que se revisem vários aspectos já enraizados da cultura humana, que se acostumou a ver-se com supremacia sobre as outras espécies. E por isso acaba por banalizar o sofrimento e a dor desses seres. Se somos capazes de discutir a igualdade de raças, de sexo, é chegado o momento de discutir os direitos animais, seres sencientes que sentem e sofrem como a gente.

Como um dia já foi a relação dos índios norte-americanos com seus cavalos, ela se dava pela cooperação e não pela sujeição, seus cavalos eram montados sem arreios, não haviam esporas, nem chicotes.  A Escola de Doma Indiana no Rancho de San Luis (Argentina) mostra que isso é bem possível. Lá, os instrutores ensinam como domar um cavalo usando movimentos da ioga. As imagens são bem inusitadas. Vale a pena conferir!


"Pelo método o cavalo é domado de acordo com a sua natureza, evitando medo e dor e ganhando a sua lealdade e a sua confiança", explica o site da escola argentina.
Cabe ressaltar  que consideramos arbitrárias práticas de rodeios, corridas (turfe), extensas cavalgadas e hipismo, tendo em vista que animais não foram feitos para o entretenimento e nessas circunstâncias estão expostos a sofrimento, exploração e maus-tratos. Evidentemente, o mesmo se aplica ao uso de cavalos em carroças e carruagens. 
A possibilidade da doma do cavalo sem tortura serve apenas na relação entre cavaleiro e seu cavalo e em determinados trabalhos de equitação onde assim como com os cães, os cavalos são maravilhosos potenciais de integração e mesmo tratamento físico, por parte da postura na montaria, inclusive de crianças com deficiência ou transtorno psicológico.

 João na mangueira, em pelo, sem freio, nem buçal, montado no cavalo tordilho, afirmando estar domando o cavalo melhor.

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Quando a compaixão evolui a tradição




Dizy Ayala
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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Marcas tradicionais lançam produtos para público vegano


Marcas tradicionais lançam produtos para público vegano


Por Dizy Ayala

Mudança no comportamento do público consumidor gera nova demanda por parte do mercado, inclusive das marcas tradicionais.

O consumidor está mais atento às questões de saúde e tem demonstrado um maior interesse por uma alimentação mais saudável, onde o alimento é tido como fator de prevenção de doenças e qualidade de vida.

Esse perfil consumidor não se deixa envolver apenas por apelos publicitários, ele busca certificar-se daquilo que procura e tem preferências específicas nas escolhas de compra. Há toda uma nova oferta de produtos inovadores, de novas marcas que estão a ocupar as prateleiras, bem como os e-commerces, que intencionam atender esse novo público consumidor.

Um exemplo disso é o aumento significativo da preferência pelos leites vegetais e o investimento de marcas tradicionais como a Nestlé que criou uma linha própria de leites vegetais, a Nesfit, que publica receitas de bebidas, smothies, shakes e pastinhas na plataforma Instagram, diariamente.


Em face uma maior informação do público consumidor sobre os malefícios do leite bovino e o crescente número de casos de intolerância à lactose, pesquisas apontam um declínio de 47% no consumos de leite de vaca. Saiba mais em Pesquisas apontam queda no consumo de leite de vaca.
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2016/05/pesquisas-apontam-queda-no-consumo-de.html

Sorvete Soy da Trivially é mais um exemplo de opção sem leite de vaca.
Receita caseira de sorvete http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2015/12/sorvete-instantaneo-de-banana-facil-de.html


Massas da tradicional marca Mossmann, uma das únicas a ter opções sem ovos e sem leite, bem como a marca Orquídea, ampliou sua linha de produtos com grãos integrais, incluindo quinoa, aveia e arroz em substituição ao trigo. O que permite mais opções também aos celíacos (pessoas intolerantes ao glúten).


Cookies do Carrefour tem opções nos sabores baunilha e gotas de chocolate,  sem leite e sem ovos.


A Dr. Otker lançou uma linha de gelatina, Meu Lanchinho, de origem vegetal, alga carragena, sem ingrediente de origem animal com mesma consistência e sabor da tradicional. A gelatina tradicional é feita a partir do descarte do que resta da indústria de carnes: cartilagens, vísceras e tendões.


A Superbom, indústria brasileira de alimentos orgânicos e de origem vegetal, com seus bifes vegetais enlatados ganharam as prateleiras da rede Carrefour e Bourbon de supermercados.
Aguardamos ansiosamente pela linha de queijos veganos!


A água de coco concorre na preferência pelos refrigerantes. Segundo pesquisa realizada pela Nielsen em maio deste ano, a água de coco caiu nas graças do consumidor e é  considerado o novo básico nas compras. A Obrigado! investiu recentemente em campanha com a modelo e atriz Grazi Massafera, e ampliou sua distribuição por todo território nacional, atendendo à preferência nacional.



Também do ponto de vista do consumo cruelty free, a marca Natura assumiu este mês, compromisso público de que seus produtos não fazem testes em animais. Aguardamos a certificação junto à ANVISA como garantia. Saiba quais as marcas que não testam em animais e marcas veganas
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2016/04/lista-de-produtos-nao-testados-em.html

A procura por produtos veganos só faz crescer. Cada vez mais pessoas tem tomando consciência sobre a importância de uma alimentação saudável, de diminuir impactos ambientais e preservar a vida em suas variadas formas. Experimente você também!


Dizy Ayala


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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Natura assume compromisso público de que não testa em animais

Natura assume compromisso público de que não testa em animais


Por Dizy Ayala
15 de setembro de 2016

Na manhã de hoje, através da rede social Twitter a empresa brasileira de cosméticos Natura publicou um vídeo institucional que afirma que a empresa não testa seus produtos em animais, há uma década e cita a influência dos movimentos de proteção aos direitos animais como um dos fatores da iniciativa da empresa.

O vídeo é explicativo demonstrando como são feitos os testes alternativos para certificação dos produtos quanto à eficácia e a segurança, usando métodos modernos disponíveis a partir de sistemas computacionais, os chamados testes in silico, e testes dermatológicos feitos em tecido humano produzidos em laboratório.

Assista o video
https://twitter.com/natur…/status/776430171956150272/video/1


A princípio, a Natura está assumindo um compromisso público de não realizar testes com animais, o que permite a exigência do consumidor quanto a esse compromisso. Creio que o próximo passo é constar no rótulo o selo Cruelty free. A iniciativa é bem-vinda para 2/3 da população brasileira que se importa e define seu ato de compra a partir dessa certificação.

Saiba mais sobre a determinação da ANVISA para produção de cosméticos com disposição de 17 métodos alternativos ao uso de animais.

Lista completa atualizada de produtos não testados em animais e veganos (versão atualizada)



 Saiba o que diz a ciência sobre os testes em animais (Declaração de Cambridge)

Dizy Ayala


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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Não se trata "apenas" de dó do bichinho.

Não se trata "apenas" de dó do bichinho.


Por Dizy Ayala

O sentimento de compaixão pelos animais é o mesmo em relação às pessoas. Aquelas que tem na indústria da morte, o seu ofício.

Enquanto é cômodo para as pessoas que frequentam os supermercados visitar suas prateleiras e adquirir os produtos fatiados nas bandejas, outras estão diariamente com as mãos e os corpos manchados do sangue de inocentes, que lutam e se debatem por suas vidas.

O quanto é conveniente pagar o preço para um outro alguém cumprir a malfadada tarefa de matar? 
A linha de produção atroz que transforma homens em potenciais assassinos como diversos estudos já apontam. A relação desse perfil de pessoas que, habituados ao ato de matar, estão mais propensos à prática desse mesmo ritual de morte com seres humanos.

Quantos casos abafados de demência. Também os humanos tem tempo determinado dentro da linha de produção. Quando começam a pifar estão fora da linha de montagem.

Enquanto isso confortavelmente em sua "inconsciência", o público consumidor se seduz pelos anúncios do capricho do paladar. A associação não é com a linha de produção, senão apenas com as fatias de bacon tostando ou a ostentação de fartos hambúrgueres.

Objetos de consumo tem sua linha de produção aberta à visitação como no caso dos carros, roupas e cosméticos, apesar destes últimos, em alguns casos, também conterem casos de crueldade, mas o que dizer da linha de produção da indústria da morte? Quantos de nós são capazes de acompanhar a produção na jornada de trabalho dos matadouros e seus matadores.

Nas paredes celadas, nunca mostradas, senão pelos vídeos dos que tem dó de bichinho, os gritos ecoam, há luta corporal, sangue e excrementos de fundem e contaminam os leitos dos rios e solos, bem como as almas e corpos de seus algozes.

Quem vê apenas o produto da morte tem uma visão entorpecida da realidade.
A coisificação que desassocia vida animal de objeto de desejo, no caso comida.

E ainda que a crítica seja a linha industrial e a opção seja pelo abate nas propriedades, quem de nós seria capaz de matar um animal?
Mais uma vez é destinado a outro alguém a tarefa de matar. O animal criado próximos às famílias, até mesmo com estima, até o dia da sentença.

É bem verdade que a todos que vivem nas cidades é dada a comodidade de consumir sem produzir.
Toda linha de produção de alimentos é feita por alguns produtores, desde grãos até verduras e frutas. Porém, quando você perceber a diferença de visitar uma horta e um matadouro, você vai entender o porque de ser vegetariano.



Pode interessar

Do ponto de vista da saúde 
Programa My Plate recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e FAO (Organização para Alimentação das Nações Unidas)

Do ponto de vista ambiental

Do ponto de vista animal
Declaração de Cambridge, Stephen Hockins e Philip Low

Sobre Comportamento Social


Dizy Ayala
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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Ser veterinário e o despertar de almas compassivas


Ser veterinário e o despertar de almas compassivas

"Ser Veterinário não é só cuidar de animais.
É sobretudo amá-los, não ficando somente nos padrões éticos de uma Ciência Médica.
Ser Veterinário é acreditar na imortalidade da natureza e querer preservá-la sempre mais bela.
Ser Veterinário é ouvir miados, mugidos, balidos, relinchos e latidos, mas principalmente entendê-los e amenizá-los.
É gostar de terra molhada, de mato fechado, de luas e chuvas.
Ser Veterinário é não se importar se os animais pensam, mas sim, se sofrem.
É dedicar parte de seu ser à arte de salvar suas vidas.
Ser Veterinário é aproximar-se de instintos.
É perder medos.
É ganhar amigos de pêlos e penas, que jamais irão decepcioná-lo.
Ser Veterinário é ter ódio de gaiolas, jaulas e correntes.
É perder tempo apreciando rebanhos e vôos de gaivotas.
É permanecer descobrindo, através dos animais, a si mesmo.
Ser Veterinário é ser capaz de entender rabos abanando, arranhões carinhosos e mordidas de afeto. É sentir cheiro de pêlo molhado, cheiro de almofada com essência de gato, cheiro de baias, de curral, de esterco.
Ser Veterinário é ter coragem de penetrar em um mundo diferente e ser igual.
É ter a capacidade de compreender gratidões mudas, mas, sem dúvida alguma, as únicas sinceras.
É adivinhar olhares, é lembrar de seu tempo de criança, é querer levar para casa todos os cães vadios sem dono.
Ser Veterinário é conviver lado a lado com ensinamentos profundos sobre o amor e a vida.
'Todos podemos nos formar em Veterinária, mas nem todos nós seremos Veterinários'. " 

[Autor Desconhecido] 

Dizy Ayala
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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Capitalismo Consciente - Muito Além do Lucro


Capitalismo Consciente 

- Muito Além do Lucro -


Por Dizy Ayala

O capitalismo consciente proposto pelo guru indiano Rajendra Sisodia é um movimento que propõe uma economia de mercado que visa o bem-estar e felicidade e não apenas o lucro. Ao oferecer um produto ou serviço, empresta-lhe um valor além do material.
   
   O capitalismo tradicional está focado no produto e no lucro como resultado enquanto que o capitalismo consciente visa a satisfação do cliente, inclusive em suas aspirações por colaborar com um mundo mais sustentável e obtém o lucro como consequência natural e não o objetivo fim.

   O paradoxo é que o fato de o capitalismo consciente não estar focado no lucro e sim em agregar valor para o cliente, meio ambiente e sociedade, tem obtido melhores resultados do que o sistema tradicional. Tendo em vista que a satisfação do cliente, nesse modelo, se dá sob um ponto de vista mais abrangente, cada vez mais pessoas estão interessadas em contribuir com um consumo consciente e estão aderindo às empresas que têm adotado essa prática.


        O capitalismo consciente se baseia em quatro pilares que são: propósito, cultura, liderança e público-chave.

Propósito - criar valores que vão além do lucro e que inspirem empresários, funcionários e também consumidores. Ex. Whole Foods, maior empresa de orgânicos do mundo tem o propósito de ensinar os consumidores a se alimentarem de forma mais saudável e com isso ter uma qualidade de vida melhor.

Cultura – engajar os membros da equipe e seus investidores, em uma relação de confiança. Ex. SouthWest, companhia aérea, tem na cultura da motivação, o incentivo ao plano de carreira dos funcionários alinhado às metas da empresa.

Liderança – buscar o que há de melhor nos funcionários, promovendo ações transformadoras que agregam valor para os consumidores e investidores. Ex. Patagonia, empresa de vestuário esportivo, prima por parceiros locais na produção de sua matéria-prima, o algodão, de forma sustentável e destina 10% do seu lucro para cooperativa de proteção do meio ambiente.

Público-chave – manter todos os envolvidos no negócio a par dos resultados para que estejam engajados. Ex. Grupo Pão de Açúcar, maior varejista brasileiro, entende que há “muito além do lucro”, nas palavras de seu diretor Abílio Diniz, e é preciso estar atento ao que acontece à sua volta e ter orgulho do que faz, agregando valores de bem-estar e felicidade às empresas e seus serviços.

No Brasil, o conceito de Capitalismo Consciente está constituído desde 2013, como um movimento que vem agregando lideranças conscientes e o fomento de empresas alinhadas com a proposta. Há também um incentivo ao ensino em universidades para preparar e formar profissionais para essa nova proposta, visão e missão.

       O novo sistema operacional para as empresas é centrado nas relações humanas. Com inspiração em Martin Luther King e Gandhi, apresenta o amor como valor para engajar as pessoas. Propõe um ambiente onde o amor e o respeito são o mais importante. Em uma empresa consciente, todos são importantes à sua maneira.

Dizy Ayala
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