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quinta-feira, 12 de março de 2026

França determina o fim de animais selvagens em circos

 


Uma nova lei determina o fim definitivo do uso de animais selvagens em circos itinerantes até 2028. A mudança acontece de forma gradual: desde 2023, os circos já não podem comprar nem reproduzir novos animais.

A medida busca proteger espécies que sofrem com viagens constantes, confinamento, barulho e pressão dos espetáculos. Para defensores dos direitos dos animais é um passo necessário rumo a um entretenimento mais ético e responsável.

Do outro lado, artistas e trabalhadores do circo expressam preocupação com empregos, tradição e o futuro dos animais que ainda vivem sob seus cuidados.

O governo afirma que oferecerá apoio financeiro, alternativas de espetáculos e soluções seguras para realocação dos animais.

Mais do que uma lei, essa decisão levanta uma reflexão importante: até que ponto nossa diversão pode justificar o sofrimento de outras vidas?


Fonte: Dapatapet


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

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quinta-feira, 20 de junho de 2024

Exploração de animais em circos chega ao fim na Espanha


A Lei de Bem-Estar Animal entrou em vigor na Espanha, inaugurando um marco, como a primeira legislação estadual a regular os direitos e a situação dos animais no país. Além de estabelecer diretrizes, para o cuidado de animais domésticos, ela proíbe a guarda de animais selvagens em cativeiro e sua participação em espetáculos.

 

Aos circos, em particular, foi concedido um período de seis meses, para se adequarem à lei, com o prazo encerrando-se em 29 de março de 2024.

 

O primeiro circo a iniciar essa transição, voluntariamente, foi o Circo Europa, liderado por Francisco Cristo, parente direto do famoso treinador Angel Cristo, e sua família. Antes da mudança, o Circo Europa apresentava leões, tigres, cavalos, pôneis, lhamas, búfalos e cobras em seus espetáculos.

 

Contudo, decidiram doar todos esses animais para um centro de proteção animal em Villena, reconhecendo que os animais não teriam mais lugar nos circos. Outros circos seguiram esse exemplo, optando por uma nova forma de entretenimento, sem animais.

 

O Circo do País das Maravilhas, uma instituição conhecida nacionalmente, também decidiu entregar seus animais, incluindo tigres, leão e elefante ao centro de proteção animal.

 

A transição, para espetáculos sem animais, foi desafiadora, mas esses circos encontraram novas formas de entretenimento, preservando a essência do circo tradicional, sem exploração animal.

 

Fonte: ANDA


Dizy Ayala

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quinta-feira, 29 de junho de 2023

Espanha põe ponto final aos circos com animais selvagens

 


Aprovação da nova Lei de Proteção dos Direitos e Bem-estar dos Animais, na Espanha, determina a proibição total do uso e exploração de animais silvestres em circos.

 

O trabalho constante de organizações locais deu origem ao InfoCircos, uma iniciativa cujo objetivo era cobrar ações concretas do governo, para acabar com a utilização de animais selvagens em circos em todo o país.

 

Há uma crescente e forte oposição do público ao uso de animais selvagens em circos, o que tem levado cada vez mais países europeus a adotar proibições, ajudando a eliminar, gradualmente, esse setor obsoleto e cruel que explora o comércio de animais selvagens, como grandes felinos, que, muitas vezes, acabam sendo vendidos como animais de estimação exóticos.

 

A nova legislação, também, inclui planos para introduzir um sistema de lista "positiva" de espécies, que restringiria as espécies que podem ser mantidas como animais de estimação exóticos na Espanha.

 

Infelizmente, diversos países, inclusive na Europa, adotaram ou estão em processo de implementação de "listas positivas", permitindo a criação e manutenção de algumas espécies em cativeiro para comercialização.

 

Esse sistema pretende reduzir ou limitar o comércio e criação de animais exóticos, além de adotar uma abordagem preventiva, o que é bom, mas, ainda, o permite a algumas espécies.

 

Contudo, qualquer espécie incluída em uma lista positiva deve atender a critérios relacionados ao bem-estar animal, à conservação, à saúde humana e animal, à segurança e aos riscos ambientais.

 

Desse modo, esse exemplo da Espanha é, parcialmente, positivo, uma vez que impede a exploração de animais em circos, mas, ainda, prevê a manutenção de uma lista de animais silvestres, mantidos em cativeiro, para fins comerciais.

 

No Brasil, a proibição de animais em circos, ainda, carece de legislação federal. Dos 26 estados, apenas 12 possuem legislação que proíbe a prática.

 

Precisamos avançar na consideração moral dos animais e entender que nenhum silvestre merece viver em cativeiro, somente, para satisfazer interesses humanos.

 

Os animais nasceram para ser livres!

 

Fonte: Fórum Animal

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Expedia, empresa líder em viagens, proíbe turismo de exploração animal

A Expedia não venderá mais pacotes de férias que incluam shows de golfinhos e baleias em cativeiro. Faz parte de uma política de bem-estar animal recentemente atualizada pela gigante de viagens, que se diz ser a “mais poderosa” do mundo. 

Política de bem-estar animal da Expedia

As novas diretrizes para animais se concentram em seis áreas principais: nutrição, meio ambiente, saúde, comportamento, escolha e controle, e estados afetivos ou mentais. 

A Expedia agora proíbe interações ou apresentações de golfinhos, baleias e outros cetáceos. Santuários à beira-mar são permitidos, desde que sejam credenciados e não ofereçam interações ou apresentações. 

Da mesma forma, a empresa de viagens não permite contato físico intencional com outros animais selvagens e exóticos , incluindo elefantes, ursos, grandes felinos, primatas e répteis. Também proíbe apresentações de animais selvagens que sejam “degradantes” e “antinaturais”. Isso inclui um circo ou show de mágica. 

Além disso, a Expedia não vende atividades com animais oferecidas por locais que não sejam reconhecidos pela Associação Mundial de Zoológicos e Aquários (WAZA), incluindo cafés exóticos para animais de estimação e zoológicos itinerantes.

A política de bem-estar animal da Expedia também diz que não apoia atrações que criam animais para fins comerciais. Além disso, a empresa não oferece suporte a locais que vendam produtos derivados de animais selvagens, como crocodilos, tartarugas e cobras. 

Atrações que usam animais como atrações, como para selfies, também não são permitidas. 

E a Expedia não permite nenhuma atividade baseada em ferir ou matar animais. Isso inclui caça de troféus, caça enlatada, isca de ursos, luta de animais e caça submarina. Brigas de touros, cães e galos são proibidas, assim como qualquer experiência que envolva a alimentação ou uso de animais vivos para provocar outros animais.

Atividades animais permitidas 

Interações com animais domesticados – como cavalos, vacas, cães e gatos – são permitidas via Expedia, mas “limitadas”. 

Por exemplo, passeios de animais, zoológicos e interações com papagaios são permitidos. E a Expedia continua a trabalhar com alguns zoológicos e aquários credenciados. 

Além disso, ainda promove corridas de trenós puxados por cavalos e cães. 

“Uma política é tão forte quanto o sistema que a aplica, e temos processos automáticos e intervenções manuais para isso”, escreve a Expedia em seu site. “Sempre que atualizamos nossas políticas de bem-estar animal, damos aos nossos fornecedores 30 dias para cumprir a política atualizada ou remover o rosto do site”.

Fonte: Plant Based News

Nota do Blog: Um grande avanço! Que tais condutas sejam premissa de outras companhias de turismo e cabe ao público consumidor, o turista, deixar de compactuar com atrações que exploram os animais. Não há diversão no sofrimento animal.

Há que banir também o uso de animais como tração em locais turísticos, como no caso de charretes ou como montaria.

Inclusive, corridas de cavalos ou cães puxando trenós, como ainda é admitido pela Expedia.

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

África do Sul irá acabar com a reprodução de leões em cativeiro para caça e turismo interativo

 


Foto: Blood Lions

A Ministra do Departamento de Silvicultura, Pesca e Meio Ambiente da África do Sul, Barbara Creecy, anunciou que planeja acabar com a indústria multibilionária de criação de leões em cativeiro. 

A decisão veio após a publicação dos resultados de um estudo de dois anos, que resultou em um relatório de quase 600 páginas. Desenvolvido por um comitê consultivo especial nomeado pelo governo, o objetivo era revisar as políticas, legislações e práticas do país quanto à reprodução, à caça, ao comércio e ao manejo de elefantes, leões, leopardos e rinocerontes.

"O comitê identificou que a indústria de leões em cativeiro é um risco para a sustentabilidade da conservação de leões selvagens", disse a Barbara Creecy. "A recomendação é que a África do Sul não crie, reproduza ou mantenha leões e outros felinos em cativeiro para fins comerciais. Por isso, solicitei ao Departamento que tome as medidas necessárias para garantir que isso aconteça", acrescentou a ministra.

Esse passo é crucial para mudar a vida de milhares de leões que são criados em cativeiro no país. 

Atualmente, existem entre 8.000 e 12.000 leões e milhares de outros grandes felinos - incluindo tigres e chitas -  que são reproduzidos e mantidos em cativeiro, em mais de 350 fazendas na África do Sul. Em contrapartida, existem apenas 3.500 leões que vivem livres, na natureza.


Nessa indústria, os animais são reproduzidos e explorados, exclusivamente, para fins comerciais para alimentar a demanda do turismo interativo (como acariciar filhotes e tirar selfs com grandes felinos), da "caça enlatada" ("canned hunting", em inglês) - que nada mais é do que uma caça injusta de animais em cativeiro, que ficam em uma área cercada, sem conseguir escapar -, do comércio de venda de ossos de leão e da exportação de animais vivos.

"Milhares de leões nascem em cativeiro na África do Sul e enfrentam uma vida inteira de sofrimento. Esse movimento do governo africano é corajoso e é o primeiro passo para que se comprometam com uma mudança significativa e duradoura. É uma vitória para a vida selvagem", comentou Edith Kabesiime, nossa gerente de campanha de animais silvestres da África.

Uma vitória compartilhada

A parceira Blood Lions tem feito campanha contra a indústria de leões em cativeiro na África do Sul há muitos anos. 

Em 2020, a Animal World Protection juntou-se a eles e outras organizações para disponibilizar, ao comitê, evidências científicas, escritas e orais, que provassem o quão cruel e antiética tem sido essa indústria.

"Lutar contra essa indústria tem sido uma longa jornada. Nosso objetivo final sempre foi acabar com a reprodução de leões em cativeiro. Depois de tantos contratempos, finalmente, sentimos uma importante mudança de atitude. Aplaudimos a Ministra, seu Departamento e o comitê. No futuro, esperamos poder ajudá-los a fechar essa indústria ", comentou Ian Michler e Pippa Hankinson, diretores da Blood Lions.

Entre os motivos listados que justificavam o fim da criação comercial de leões em cativeiro, estão: o risco de zoonoses, preocupações com bem-estar animal, a falta de regulamentação da indústria, as políticas fragmentadas do setor, além de danos ao turismo da África do Sul e ameaças à população de leões selvagens devido à caça furtiva.

"Trabalhando juntos, podemos garantir que os leões permaneçam no local a que pertencem: a natureza. Estamos prontos para oferecer nossa experiência, trabalhando em colaboração com governos, ONGs e a indústria do turismo, para encontrar soluções práticas para a África do Sul", disse Edith Kabesiime.

Ao implementar a proibição de criar leões e outros felinos em cativeiro, em conjunto com a proibição de reproduzir e o fim imediato de todas as atividades que envolvem leões criados em cativeiro, o Departamento de Silvicultura, Pesca e Meio Ambiente da África do Sul irá, efetivamente, assumir a liderança em direção a um país mais verde e responsável.

Nós, a Proteção Animal Mundial e a Blood Lions parabenizamos a Ministra Barbara por essas medidas.


Matéria World Animal Protection

 Dizy Ayala

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sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Colômbia proíbe caça desportiva em todo o território nacional

 

 

Esse tipo de 'esporte' é, sem dúvida, uma forma de agressão aos animais que não tem raízes culturais, muito menos religiosas. Também se tornou uma atividade "incompatível" com a constituição da República da Colômbia, segundo o tribunal superior.

Para essa transição, foi estabelecido um prazo de um ano para que as pessoas 'atingidas' pudessem buscar alternativas sustentáveis para a nova situação. Felizmente, o prazo terminou em 21 de agosto do ano de 2020, o que significa que esta medida entrará em vigor sem mais atrasos.

A Setença C-045/19 proíbe a caça de animais silvestres em todo o território nacional, de acordo com o Tribunal Constitucional depois que diversos advogados e organizações de defesa dos animais no país impuseram uma série de medidas que buscavam o que hoje é uma realidade.

Entre os animais mais afetados por essa prática estão espécies ameaçadas de extinção, como onças, veados, tatus, pecaris (porco do mato), antas, várias espécies de primatas e pássaros, e até lebres e coelhos.

Os animais estão ganhando força na Colômbia. Esse tipo de ação é digna de comemoração e um caminho claro para a conservação de animais em perigo de extinção.

Fonte: El Tierrero


Dizy Ayala

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quinta-feira, 2 de abril de 2020

Cidade chinesa proibe o consumo de cães e gatos após coronavírus



O consumo de cães e gatos será proibido na cidade chinesa de Shenzhen, junto a uma ampla restrição do consumo de animais silvestres, a partir do surgimento do coronavírus.

Até o momento, as informações a respeito da epidemia é de que o vírus contaminou seres humanos a partir de animais, tendo tido as primeiras infecções reportadas em pessoas que frequentavam o mercado de animais silvestres na cidade de Wuhan, onde diversos animais são vendidos, inclusive cobras e morcegos.

A proibição deverá entrar e vigor a partir de 1º maio, de acordo com autoridades do centro de tecnologia no sul da China. A campanha para suspender o consumo de animais selvagens foi bem vinda por grupos de bem-estar animal.

“Governos provinciais e municipais de todo o país estão adotando a decisão, mas Shenzhen é mais categórica ao estender a medida a cães e gatos.

“Proibir o consumo de cães e gatos e outros animais de estimação é prática comum em países desenvolvidos, inclusive Taiwan e Hong Kong”, disse o governo municipal, em uma determinação publicada na quarta-feira.

“Shenzhen é a primeira cidade do mundo a levar a sério as lições aprendidas com esta pandemia e fazer as alterações necessárias para evitar outra pandemia”, disse Teresa M. Telecky, vice-presidente do departamento de vida selvagem da Humane Society Internacional.

“Essa proibição também responde à demanda e consciência da civilização humana”.

Fonte: Portal Terra

Nota do blog: Iniciativa muito bem vinda. Um passo civilizatório importante.
Ainda assim, deixo a reflexão de que animais selvagens, assim como cães e gatos, e animais tidos como de produção são todos seres sencientes. O consumo de animais é cultural e passível de revisão. Não precisamos consumir animais. E a história, ao longo dos anos, tem mostrado inúmeras epidemias decorrentes desse consumo. Dê preferência a uma alimentação de origem vegetal, sem dor, nem sofrimento. Já há várias opções de carnes vegetais no mercado em substituição as de origem animal.



Dizy Ayala
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