terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Estado de Santa Catarina promulga lei que considera cães, gatos e cavalos como seres sencientes


Estado de Santa Catarina promulga lei que considera cães, gatos e cavalos como seres sencientes

O Código Estadual de Proteção aos Animais de Santa Catarina acaba de ganhar um novo artigo, que confere status legal diferenciado a cachorros, gatos e cavalos. A partir de agora, eles passam a ser considerados sencientes, ou seja, seres dotados de sistema neurossensitivo, capazes de sentir dor e angústia. 

Até então, eles eram classificados pelo direito brasileiro como semoventes, coisas que se movem por si próprias. De acordo com o autor da Lei 17.485/2018, Deputado Fernando Agustini Coruja (PMDB), a nova classificação garante mais segurança nas decisões jurídicas que envolvam esses animais. Também pode auxiliar no afastamento dos tutores em casos de maus-tratos.

  Saiba mais: bit.ly/lei17485-2018

Via Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina)

Que chegue logo o dia que todos os animais sejam considerados como iguais perante a lei, assim como já o são por sua natureza.


Reconhecida senciência e até mesmo consciência animal

Dizy Ayala

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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Elegante? O couro é o braço direito da indústria da carne e do leite.

Elegante? O couro é o braço direito da indústria da carne e do leite.


Por Dizy Ayala

O sucesso econômico dos matadouros e da Indústria de laticínios está diretamente ligado à venda de couro. Você já pensou que ao comprar um novo par de sapatos, uma bolsa, uma carteira ou um cinto de couro, estará contribuindo diretamente com a pecuária? 

A pecuária é a indústria que mais mata animais no mundo e também é a que mais degrada o meio ambiente, por conta de dejetos como sangue e fezes, bem como pela emissão de gases do efeito estufa por conta dos animais. Também o desflorestamento para abrir novas zonas de pastagens e degradação das já existentes.

Aliás, do ponto de vista ambiental, o couro provoca a poluição de rios e solos com mais de 50 elementos químicos diferentes, no processo de produção nos curtumes.

Muitos pensam que não é tão grave usar couro para o vestuário (roupas, calçados e acessórios), porque afinal os animais já foram mortos e, portanto o couro parece ser apenas um descarte a ser aproveitado. Mas, as coisas não são bem assim... 

O couro costuma vir da pele de vacas, porcos, cavalos, cabras e ovelhas; bem como de animais exóticos como jacarés, avestruzes e cangurus; e também de cães e gatos, originário de países asiáticos onde esses animais são abatidos para consumo. Ou seja, a origem do couro, seja de qual animal for, está intimamente ligado à exploração de animais para o consumo, o que torna incongruente que pessoas vegetarianas façam uso de couro.

De acordo com um relatório do Departamento de agricultura dos Estados Unidos (o mesmo acontece na Europa e no resto do mundo), a pele dos animais representa "o subproduto economicamente mais importante" da indústria da pecuária intensiva. O que significa que é um grande ganho para os pecuaristas, não um produto de desvio.

Quando a produção de leite das vacas diminui, as vacas são assassinadas e a sua pele é manufaturada. As peles dos vitelos, criados para a "carne branca", são transformadas em couro cru. 

Outras espécies de animais são caçadas e mortas exclusivamente para a produção de couro e peles, incluindo as zebras, búfalos, javalis, elefantes, alces, tubarões, golfinhos, focas, morsas, sapos, tartarugas, crocodilos, lagartos e cobras. O que representa um dano significativo à vida selvagem, particularmente pela forma brutal como muitos desses animais são assassinados.




Você pode comprar produtos cruelty free de modo a evitar o desnecessário sofrimento animal e degradação ambiental... Então, por que não fazê-lo?


Saiba mais sobre alternativas ao couro de origem animal, com várias opções sintéticas e de origem vegetal nos links abaixo:

A Revolução do Couro Vegetal e as Grifes de Ponta

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2015/08/a-revolucao-do-couro-vegetal-e-as.html

Matéria-prima vegetal vira tendência na indústria

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2017/01/couro-vegano-vira-tendencia-na-industria.html

Marcas de calçados e acessórios em material sintético

Campanha para renovar o guarda-roupa

Alguns sites que recomendo
Vegano Shoes
confira a resenha
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2017/01/vegano-shoes-na-trilha-do-bom-gosto-e.html

Insecta Shoes
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2017/03/insecta-shoes-vegana-criativa-e.html

La Loba
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2018/03/la-loba-e-primeira-empresa-de-moda-no.html

Dizy Ayala

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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Governo suíço proíbe o preparo de lagostas vivas em água fervente, devido à dor que lhes provoca.



Governo suíço proíbe o preparo de lagostas vivas 
em água fervente, devido à dor que lhes provoca.

A cruel prática culinária é usual no mundo todo.

A lei vai entrar em vigor a partir de março e dita que os crustáceos deverão ser atordoados antes de serem mortos, seguindo os métodos do choque elétrico ou da "destruição mecânica" do cérebro da lagosta, segundo adianta a imprensa local.

A decisão, no âmbito da nova legislação sobre os direitos dos animais, surge na sequência de alguns estudos que concluem que as lagostas sentem dor devido ao sistema nervoso complexo que possuem.

"Os crustáceos vivos, incluindo a lagosta, não podem ser transportados em gelo ou água gelada. As espécies aquáticas devem ser mantidas no seu ambiente natural. De agora em diante, os crustáceos devem de ser atordoados antes de serem mortos", estabelece a lei, transcrita pela agência Reuters.

A legislação dos direitos dos animais da Suíça prevê ainda outras alterações, como a proibição de aparelhos automáticos que punem os cães quando ladram e a proibição do comércio ilegal de cães, e pretende implementar novos regulamentos em relação ao abate de animais doentes e responsabilizar os organizadores de eventos públicos pelo bem-estar dos animais.

Os suíços não são os únicos a tentar proteger as lagostas. Em junho de 2017, o governo italiano proibiu que esses animais fossem mantidos em gelo nas cozinhas dos restaurantes, devido ao sofrimento injustificável que a temperatura lhes causa antes de serem mortos.

Uma vez que se reconhece a dor dos animais, por que não deixar de comê-los?
Há inúmeras opções de alimentos vegetais, saborosos, saudáveis, sem dor, nem crueldade.

Saiba mais sobre uma alimentação saudável sem carne em 

Sobre a senciência dos animais


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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

TOP LIST BURGERS VEGETAIS


TOP LIST BURGERS VEGETAIS

Por Dizy Ayala

Burger de Proteína de Soja 
Soy Burger

Prepare 100g de proteína de soja refogada com alho, cebola e orégano e adicione água, na medida para cobrir, com molho de tomate (shoyu). Tempo de cozimento em torno de 10 minutos até que fique sem caldo.

Adicione ½ xícara de aveia em farinha ou flocos finos (farinha de trigo), azeite de oliva, sal e tempero a gosto.
Divida a massa em porções menores em formato de burguinhos.
Frite em um fio de óleo na frigideira ou em assadeira no forno.
(receita própria)


Burger de Grão de Bico 
Chickpea Burger

Junte 1 xícara de grão de bico cozido, ½ xícara de cenoura ralada, 1 xícara de milho, 1 cebola picada, 1 dente de alho picado, 1 colher de sopa de azeite, ½ xícara de água do cozimento do grão de bico, tempero verde, ½ xícara de farinha de grão de bico ou de aveia, 1 pitada de cúrcuma e sal a gosto. Bata tudo no liquidificador.
Separe a massa em pequenas porções para o preparo dos burgers. Prepare conforme sua preferência, frito ou assado.
(receita adaptada do canal Brincando de Ana Maria)


Burger de Lentilha

Temperar uma porção de 150g de lentilha cozida, sem caldo, com manjericão, gergelim, salsinha e cebolinha picados. Ou o tempero de sua preferência.
Acrescentar uma colher de sopa de óleo, preferencialmente de oliva ou girassol e sal a gosto. 

Adicionar ½ xícara de farinha de trigo integral para dar liga.
Separe a massa em 5 a 6 porções e, com as mãos untadas, modele os burguinhos com uma espessura em tono de 1cm e meio.
Coloque os burgers em uma forma untada e deixe na geladeira por aproximadamente 30 minutos. Para fritar coloque um fio de óleo na frigideira e deixe dourar.  (receita adaptada do canal Presunto Vegetariano)


Burger de Feijão - Bean Burger

Acrescente a uma porção de 100g de feijão preto (carioca, fradinho, branco...) cozido, sem caldo e moído, alho e uma pitada de gengibre refogados, tomate e salsinha picados, duas colheres de sementes de linhaça moídas e um fio de azeite.
Adicione uma colher de molho de tomate, orégano e sal a gosto. E por fim, farinha de trigo ou de rosca.
(receita adaptada do canal A Cozinha Verde)





Burger de Batata

Prepare um pire de batatas (três batatas médias) e acrescente uma cenoura ralada, 1 xícara de farinha de trigo ou de milho e reserve por 10 minutos. Se preferir, pode acrescentar champignon, milho, ervilha, espinafre à massa.


Depois de dividir a massa, forme burguinhos e frite em um fio de óleo.
Sugestão de molho para acompanhar: 5 colheres de azeite de oliva, 2 colheres de sumo de limão e 1 colher de sopa de Tahine (pasta de gergelim).
(receita adaptada do Programa Hoje em Dia)


Burger de Berinjela 

Refogar 2 beringelas médias picadas em 1 colher de azeite de oliva e um dente de alho picado. Acrescentar uma colher de molho shoyu ou molho de tomate. Sal e pimenta a gosto e aveia, em farinha ou flocos finos. 
Bater tudo no liquidificador ou processador. Separar a massa em porções individuais para fritar ou assar no forno, até dourar.
(receita adaptada de truluv.com)

Burger de Quinoa

Preparar 100g de quinoa com cozimento de em torno de 30 minutos, até ficar cozida no ponto de papa, sem caldo. Adicionar 2 col farinha de mandioca, 2 col azeite de oliva, 1 pimenta dedo de moça (pra quem gosta de pimenta), sal a gosto, tempero verde, manjericão e tomilho. Dividir a massa e moldar os burguinhos e fritar em um fio de óleo.

Sugestão de molho para acompanhar: maionese de abacate.
Fazer um pire da polpa de um abacate e adicionar 100 ml leite de castanha, 4 col azeite de oliva, sumo de 1 limão e sal a gosto.
(receita da chef Rita Taraborelli)


Burger de Rama de Beterraba 

Refogar cebola e alho no azeite, acrescentar 3 xíc de folhas e talos de beterraba picados e deixar cozinhas com um 1 xícara de água por 10 minutos. Tempere a gosto.
Depois de pronto, liquidificar para então adicionar farinha de rosca ou de trigo para formar os burgers. 
Servir frito ou assado.
(receita adaptada da original do trabalho de conclusão de estudantes do curso de Meio Ambiente de Rio Grande/RS, exibida no JA).


Burger de Ervilha

Colocar 1 xícara de ervilha de molho  por 12 horas (de preferência de um dia para o outro) e escorra. Dourar uma porção de alho e cebola e acrescentar a ervilha com uma pitada de sal. Refogar por 3 minutos e acrescentar 1 xícara e ½ de caldo de legumes. Deixar cozinhar até que fique macia, sem caldo e sem desmanchar. 

Após o cozimento adicionar tempero a gosto, como salsinha, orégano e 1 colher de sumo de limão. Misturar bem e deixar esfriar.
Acrescentar 1 xícara de farinha de aveia para o preparo da massa. Dividir em porções menores, em formato de burger. 
Reservar na geladeira por aproximadamente 1 hora para então fritar.

Sugestão de molho para acompanhar: Maionese de castanha de caju.
Deixar uma xícara de castanha de caju de molho em água, por quatro horas. Escorrer e triturar no liquidificador com ½ xíc de água e 1 dente de alho. Adicionar uma colher de sumo de limão, 1/2 xícara de salsinha picada, ¼ xíc de azeite de oliva e sal a gosto. Acrescentar aos poucos mais ¼ de xíc de água até obter uma consistência cremosa.
(receita canal Presunto Vegetariano)

Burger de Trigo, Castanha de Caju e Semente de Girassol 

Bater 1 xíc de trigo hidratado (já frio) com 1 xíc de castanha de caju já processada no liquidificador e 1 xíc semente de girassol também processada como farinha. Adicionar ½ xícara de água, sal e tempero a gosto. 

Misturar tudo até formar uma massa homogênea e preparar os burguinhos. Levar ao refrigerador por aproximadamente ½ hora até que fique firme. Depois é só fritar em um fio de óleo e está pronto.
É possível fazer variações, combinando diferentes tipos de castanha e substituindo a semente de girassol por gergelim ou linhaça.



Para todas as receitas acima, pode-se fazer inúmeras combinações entre os ingredientes como proteína de soja com abóbora, bem como várias possibilidades de burgers vegetais, como o de cenoura, abobrinha, espinafre, batata doce, sozinhos ou combinados com proteína ou grãos. 

Vale experimentar usando a criatividade e os gostos pessoais.
Tudo saudável, saboroso e sem crueldade!




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