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terça-feira, 14 de setembro de 2021

Por que o Brasil está queimando? Campanha revela dados alarmantes e tem participação do ator global Mateus Solano.

Junte-se à campanha, assine o abaixo assinado e compartilhe

https://animalequality.org.br/par.../o-brasil-esta-em-perigo

 

Campanha da Animal Equality Brasil revela dados alarmantes sobre incêndios florestais no país e suas causas.

O vídeo da campanha tem locução e participação do ator global Mateus Solano. Confira aqui https://fb.watch/7-JueGNyu1/


Os investigadores da Animal Equality viajaram para o estado do Mato Grosso para monitorar o recorde de queimadas nas regiões do Pantanal e do Cerrado. Mais uma vez, descobriram que o desmatamento e os incêndios nestas regiões são consequência da indústria da carne do Brasil.

Entrevistas com bombeiros e ativistas locais, que frequentemente tentam combater os incêndios, revelaram que os fazendeiros estão ateando fogo ilegalmente para limpar a terra para criar vacas para produção de carne e plantar soja, em sua maioria para alimentar animais de produção.

Em 2020, 29% do Bioma Pantanal foi queimado, o equivalente a 6 milhões de campos de futebol.

Os responsáveis por esses incêndios ilegais, muitas vezes, ficam impunes. Alimentar as chamas é o resultado da demanda global por carne, levando-os a limpar cada vez mais terra. São em torno de 1000 focos de incêndio por dia.

Como o maior produtor e exportador de carne do mundo, a carne proveniente das terras desmatadas do Brasil estão indo para as mesas de consumidores de todos os países. A pecuária é responsável por mais de 80% do desmatamento no Brasil.

50% do Cerrado já foi desmatado, uma área equivalente ao tamanho de Espanha, Portugal, Itália e Inglaterra juntos.

Esses incêndios não regulamentados estão causando a destruição em massa de ecossistemas vitais ao nosso planeta e o sofrimento de milhões de animais. Só em 2020, 44 milhões de bois foram abatidos.

E sendo 99% do desmatamento da Amazônia ilegal, também a atividade pecuária não é fiscalizada e o abate dos animais é, muitas vezes, realizado nos chamados abatedouros clandestinos, onde acontecem as práticas mais cruéis.

A produção cada vez maior de carne e de soja para ração de animais de fazenda é a maior causa da destruição dos biomas brasileiros.

Por tudo isso, junte-se à campanha para que o Congresso Nacional tome ações específicas para responsabilizar a indústria da carne por seus crimes. Assine a petição https://animalequality.org.br/par.../o-brasil-esta-em-perigo

Você também pode ajudar a quebrar esse ciclo deixando os animais fora do seu prato.

 

Dados compilados a partir do vídeo produzido pela Animal Equality Brasil, da campanha:

Por que o Brasil está queimando? 

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

sábado, 19 de setembro de 2020

ONGs e agronegócio se unem contra desmatamento na Amazônia

 

Foto ClimaInfo

Grupo apresenta propostas ao governo Bolsonaro para uma redução rápida e permanente do desmatamento da Floresta Amazônica, argumentando que perdas para o Brasil são ambientais e econômicas. Desmatamento na Amazônia chegou a 1.359km2 em agosto.

   

Uma coalizão formada por 230 organizações não governamentais (ONGs) e empresas ligadas ao agronegócio enviou na última terça-feira (15/09) ao governo federal um conjunto de propostas para combater o desmatamento na Amazônia.


O documento foi encaminhado ao presidente Jair Bolsonaro, ao vice-presidente Hamilton Mourão, aos ministérios da Agricultura, do Meio Ambiente, da Economia e da Ciência e Tecnologia, a líderes e parlamentares do Congresso Nacional, do Parlamento Europeu e a embaixadas de países europeus.

 

O grupo afirmou que uma redução rápida no desmatamento – em alguns meses – é fundamental não apenas por motivos ambientais, mas também econômicos. "Há uma clara e crescente preocupação de diversos setores da sociedade nacional e internacional com o avanço do desmatamento”.

 

De um lado, o grupo conta com organizações de proteção ambiental como WWF Brasil, World Resources Institute (WRI), Imazon e Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). Do outro, estão algumas das maiores empresas do mundo nos seus setores, como JBS, Marfrig, Amaggi, Bayer, Danone, Natura e Unilever.

 

O grupo lista seis propostas ao governo Bolsonaro para reduzir de forma rápida e permanente o desmatamento na maior floresta tropical do mundo.

 

A primeira pede a "retomada e intensificação" da fiscalização por parte dos órgãos oficiais, que tiveram recursos cortados pelo governo, com punição pelos crimes ambientais identificados.

 

A segunda defende a suspensão de novas inscrições de propriedades no Cadastro Ambiental Rural porque "incidem sobre florestas públicas" e são, portanto, "irregulares e devem ser suspensas".

 

O grupo propõe, como terceira e quarta medidas, destinar uma área protegida de 10 milhões de hectares para proteção e uso sustentável em regiões com altos índices de desmatamento e também que a oferta de financiamentos passe a adotar critérios socioambientais.

 

Na quinta medida, as empresas e associações pedem total transparência e eficiência por parte das autoridades relativamente à permissão de qualquer alteração na cobertura vegetal da Amazônia.

 

Por último, a coalizão requer que sejam suspensos todos os processos de regularização das terras onde se tenha registrado desmatamento a partir de julho de 2008.

 

Fonte: DW Notícias


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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sexta-feira, 31 de julho de 2020

Moby alerta sobre desmatamento resultante da indústria pecuária na Amazônia no clipe de "My Only Love".



O produtor e ativista Moby lançou, nesta quinta-feira (30), o clipe animado de seu novo single My Only Love, parte integrante de seu mais recente projeto em estúdio All Visible Objects.

O vídeo clipe foi desenvolvido pelo estúdio de animação brasileiro Zombie, através do BlinkInk de Londres e narra a separação comovente de um leopardo e seu filhote em meio ao desmatamento da Amazônia gerado pela indústria de carne e laticínios.

Moby também anuncia a realização de um evento ao vivo no Twitch, no dia 5 de agosto, às 17h (horário de Brasília), onde se juntará aos produtores do vídeo e a outros convidados para discutir o desmatamento e as consequências decorrentes da exploração animal.

"Trabalhar com alguém que sempre admirei é uma oportunidade incrível. Tornou-se ainda melhor quando a tarefa que ele dá é enviar uma mensagem ao mundo sobre o problema do desmatamento crescendo rapidamente em meu país de origem, o Brasil. Muitos artistas deram o seu melhor para que este videoclipe acontecesse. Música linda, efeitos visuais fortes, narrativa incrível", explica Paulo Garcia, diretor da Zombie.

Assista aqui 



O alerta enfatizado no vídeo, de acordo com Moby, é o de que: "Parece que somos confrontados com novas catástrofes quase que diariamente, mas enquanto lidamos com esses horrores, a emergência climática fica cada vez pior. E sem as florestas tropicais, nosso planeta se tornará rapidamente um deserto devastador e inabitável”.

“Espero que a partir desse vídeo aumente a consciência dos horrores em curso por conta da emergência climática e que 90% do desmatamento das florestas tropicais é resultado da produção de carne e laticínios".


Infos a partir do perfil pessoal de Moby, no Instagram, canal Youtube e Portal Terra.


Nota do Blog Ação: 
É preciso agir de modo a coibir o desmatamento e as mudanças climáticas, a partir da nossa mudança de hábitos, dando preferência a uma alimentação à base de plantas e não compactuando com modos de produção que degradam o meio ambiente.


Dizy Ayala

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sábado, 24 de agosto de 2019

Todos pela Amazônia! Manifestação, junto a outras capitais, em Porto Alegre, RS, Brasil




Junto a outras capitais em todo Brasil e no mundo, Porto Alegre manifestou hoje, 24/08/19, em prol da defesa da Amazônia. Foram várias tribos com diferentes motivações, mas todos conscientes da importância da preservação de seu bioma, suas florestas e animais. Contra as queimadas, geradas pelo setor agropecuário, que devasta a mata nativa para torná-la área de pasto para o gado e lavoura de soja, que serve, em mais de 90%, para alimentação desses animais tidos como de produção.

Foram entoadas diversas palavras de ordem, como: “Ô, Bolsonaro, assim não dá, no teu governo não dá nem pra respirar”; “1,2,3,4,5 mil ou param as queimadas ou paramos o Brasil”, dentre outras. O ato contou com grande participação, em torno de 3.000 pessoas na Redenção (Parque Farroupilha), e segui u com a adesão de mais e mais participantes no percurso até o Monumento dos Açorianos.

Enquanto animais são mortos para o consumo de carne, também os silvestres são aniquilados por conta do desflorestamento e queimadas. A pecuária é o maior vetor de devastação da Amazônia. Um ciclo que devasta, polui e contribui para as mudanças climáticas.

Situação que não é inédita, mas que gerou o clamor nas redes sociais e nas ruas por conta da absurda elevação dos focos de incêndio em cinco dos nove estados da Amazônia, ato divulgado pelos fazendeiros como o Dia do Fogo. Ao que houve omissão do governo no combate às chamas, durante as duas últimas semanas.

Tamanha devastação além de gerar imagens comoventes da perda irreparável de áreas de preservação, suas árvores centenárias e animais sendo queimados vivos, espalhou pela atmosfera a fumaça decorrente dos incêndios, o que foi fortemente sentido pelos estados vizinhos e atingiu até mesmo o sudeste, em cidades como São Paulo, até o sul do país.

Preocupação para Brasil e também para o exterior em um momento em que cada vez mais se discute a necessidade premente de adotar medidas de preservação do meio ambiente. Diante da omissão do governo e o desmantelamento dos órgãos fiscalizadores, como o Ibama, Inpe, ICMBio, maior o temor quanto ao destino de nossas florestas. Algo que tem gerado a instabilidade nas relações internacionais ao ponto de o Brasil ter sido ameaçado com sanções diplomáticas, tendo em vista que a Amazônia é patrimônio mundial.

Por conta de todo esse cenário, é relevante se posicionar nas manifestações, bem como nas nossas escolhas diárias de consumo, deixando de compactuar com modos de produção que degradam o meio ambiente e optar por uma alimentação à base de plantas, tendo em vista que, na era tecnológica que vivemos, temos a opção de alimentos similares à carne animal de origem vegetal. Essa é uma maneira prática e efetiva de cada um nós colaborar diretamente com o fim das queimadas na Amazônia.

Grata à iniciativa da manifestação Salvem a Amazônia, à participação de todos, particularmente o Movimento de Voluntários Greenpeace PoA, o Movimento Abolicionista (na pessoa de Gelcira Telles), junto ao grupo Ação pelos Direitos dos Animais - na presença de Dizy Ayala, Juarez Rodolpho e Marise Jalowitzki - ativistas independentes e ambientalistas.













Crédito das imagens Juarez Rodolpho (Ação pelos Direitos dos Animais)


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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Dia do Fogo! A Amazônia não é fazenda do agronegócio, é patrimônio mundial. E você está disposto a desarmar o gatilho?




O "Dia do Fogo" foi disparado por fazendeiros na região Amazônica. São mais de duas semanas de incêndios florestais sem controle, onde equipes de guarda florestal não dispõem de água nem recursos para conter as chamas.

O entorno da estrada nacional BR-163, no estado do Pará, registrou mais de 300 focos de incêndio apenas nos dias 10 e 11 de agosto. Também foram registradas grandes extensões de terra em chamas em Rondônia e na Chapada dos Guimarães, dentre outras localidades.

Sem o apoio da polícia, o Ibama não tem como fazer a fiscalização nos locais e áreas de preservação ambiental onde os humanos não tem permissão para entrar e que estão a servir para a criação de gado.

Além do gado, a produção de soja (que tem mais de 90% de seu consumo destinado a ração de animais de corte) junto à desflorestação são as principais responsáveis hoje pela degradação da região Amazônica.

Você incomoda-se mesmo com a destruição ambiental e social na Floresta Amazônica?

Ver as cenas de devastação ambiental, com milhares de árvores sendo consumidas em chamas, e de animais desesperados, sendo queimados vivos, é profundamente doloroso, mas mais do que lamentar, é preciso engajar-se e deixar de compactuar com essas práticas de degradação.
Há uma única razão para todo esse sofrimento, senão a ganância pelo lucro fácil e indiscriminado.

Nossas escolhas pessoais diárias estão a ditar esse mercado cruel do agronegócio, que de agro (prefixo de agricultura, aquilo que se planta) não tem nada, é, na verdade, o mercado da morte. A indústria pecuária, maior vetor de devastação da Amazônia, que degrada rios, solos e florestas. 

Que mata bilhões de animais “de produção” destinando a eles os cereais que poderiam alimentar milhares de pessoas com fome; que aniquila toda vida selvagem nos incêndios.  Atinge e desampara as populações indígenas, que são verdadeiros protetores das reservas naturais. E adoece inúmeras pessoas que vivem nas grandes cidades por conta da poluição. Está tudo interligado!

Temos a escolha de retirar a mão do gatilho e deixarmos de compactuar com essa inescrupulosa indústria da morte, retirando a carne do prato. Aliás, na era tecnológica em que vivemos, não nos é tirado nem mesmo esse capricho do paladar. Hoje, já é produzida carne idêntica à animal a base de vegetais. Saiba mais http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com/2019/08/destaque-para-anuncios-nos-jornais-de.html

Quando se pensa apenas no lucro desenfreado, saem todos prejudicados. A Amazônia não é fazenda do agronegócio, é patrimônio mundial. Pulmão do mundo! Podemos viver sem carne, só não podemos viver sem ar, nem água. Precisamos das florestas para continuar existindo.


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