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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Ricky Gervais faz doação para salvar os últimos 150 ursos no Vietnã, usados para extração de bile

 


Como parte de sua notável contribuição beneficente de £ 2,43 milhões da turnê Mortality, Ricky Gervais provou mais uma vez que sua compaixão pelos animais é tão profunda quanto seu talento para a comédia.

Entre as 22 instituições de caridade para animais que ele apoiou, uma poderosa doação de £ 150.000 foi destinada à Animals Asia — uma força líder na luta para acabar com a prática cruel da criação de ursos para extração de bile no Vietnã.

Por décadas, a criação de ursos para extração de bile submeteu milhares de ursos a sofrimentos inimagináveis, confinados em pequenas gaiolas e explorados para a medicina tradicional chinesa.

A Animals Asia tem estado na vanguarda do resgate desses ursos, reabilitando-os e pressionando por mudanças legislativas permanentes para fechar a indústria de vez.

A contribuição de Gervais alimenta diretamente esses esforços — financiando missões de resgate, cuidados em santuários e trabalho contínuo de defesa no Vietnã.

Este não é um gesto isolado. Gervais tem usado consistentemente sua plataforma para se manifestar contra a crueldade animal, muitas vezes, amplificando campanhas que muitos prefeririam ignorar.

O que torna este momento, especialmente, impactante é a escala — não apenas financeira, mas simbólica. Ao vincular os ganhos de sua turnê de comédia a mudanças significativas, ele está transformando o entretenimento em um veículo para conscientização e ação global.

Os fãs que vieram para dar risada podem não ter percebido que também estavam contribuindo para algo muito maior. Cada ingresso vendido se tornou parte de uma missão maior — uma que vai muito além das luzes do palco e chega às florestas e santuários, onde ursos resgatados finalmente recebem uma segunda chance na vida.

Em um mundo onde as manchetes são frequentemente dominadas por controvérsias, esta história serve como um lembrete: a influência pode ser usada para o bem.

E, às vezes, o impacto mais forte não vem das palavras, mas daquilo que você escolhe defender.

Fonte: Nature

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

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segunda-feira, 4 de maio de 2026

Sanciona, Lula! Projeto que proíbe o foie gras aguarda sanção presidencial

 


O foie gras (termo francês para "fígado gordo") é uma iguaria gastronômica caríssima, obtida através da engorda intensiva do fígado de patos ou gansos.

A alimentação das aves é feita cinco vezes por dia, via gavage — alimentação forçada com tubo no esôfago, injetando altas quantidades de ração para causar hipertrofia hepática.

Assim, o órgão atinge um tamanho muito superior ao normal, gerando debates éticos devido ao sofrimento animal, já que o tubo lacera o esôfago e colapsa a ave.

No Brasil, o PL 90/2020 avança para proibir a produção e venda da iguaria, com penas previstas na Lei de Crimes Ambientais.

Fonte: Animal Equality

Dizy Ayala

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Coreia do Sul acaba com a exploração de ursos para extração de bile

 


A Coreia do Sul anunciou que, a partir do início deste ano, 2026, está, oficialmente, proibida a criação de ursos e a extração de sua bile no país.

A medida decorre de uma revisão da legislação de proteção aos direitos dos animais e representa um avanço relevante em uma região onde essa prática cruel ainda persiste sob o argumento da "medicina tradicional".

A extração de bile de ursos é uma das formas mais brutais de exploração animal ainda existentes na Ásia.

Os animais são mantidos por anos, muitas vezes até décadas, em jaulas extremamente pequenas, sujas e inadequadas, que impedem qualquer movimento natural.

Durante toda a vida, são submetidos a procedimentos invasivos e dolorosos para retirada da bile da vesícula, causando sofrimento físico crônico e danos psicológicos irreversíveis.

Não existe qualquer base científica que justifique essa prática. O principal composto ativo da bile, o ácido ursodesoxicólico (é esse nome mesmo!), é sintetizado em laboratório há décadas, com segurança, baixo custo e eficácia comprovada.

Apesar do anúncio do governo sul-coreano, a situação ainda é preocupante. Apenas 21 ursos foram resgatados e transferidos para um santuário público. Outros 199 continuam presos em 11 fazendas, enquanto autoridades e criadores discutem compensações financeiras.

Organizações de defesa animal alertam para a falta de estruturas adequadas e cobram apoio estatal para a criação de santuários privados.

Hoje, mais de 20 mil ursos seguem confinados legalmente em fazendas de bile na China, além de milhares explorados ilegalmente em outros países asiáticos.

Mesmo onde a prática foi banida, como no Vietnã, desde 2005, o comércio ilegal ainda resiste.

Nota do Blog: É preciso erradicar essa prática cruel e pessoas que fazem uso desse composto têm de se assegurar da procedência e exigir que seja sintético.

Não é possível ser cúmplice da crueldade, ainda mais numa era tecnológica, com outros recursos.

Dizy Ayala

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sábado, 21 de fevereiro de 2026

Indonésia proíbe passeios de elefante em todo o país

 


Vitória! Indonésia proíbe passeios de elefante em todo o país - um marco para o turismo ético de vida selvagem

O governo indonésio anunciou, oficialmente, a proibição dos passeios de elefante, encerrando uma das práticas mais exploratórias enfrentadas por elefantes em cativeiro.

A medida nacional se aplica a todos os zoológicos, centros de conservação e instalações turísticas, incluindo o Zoológico de Bali, e proíbe o uso de elefantes em atrações de montaria.

A World Animal News há muito denuncia a crueldade por trás dos passeios de elefante. Esses animais são submetidos a treinamentos dolorosos, confinamento e ao esforço constante de carregar pessoas nas costas, apesar de suas colunas não serem feitas para suportar peso excessivo. As condições frequentemente resultam em lesões crônicas e estresse severo.

Fonte Olhar Animal

Dizy Ayala

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terça-feira, 7 de outubro de 2025

Conheça a história daquele que um dia matou por aplausos e que agora luta pela compaixão

 


No meio de uma tourada, o matador Álvaro Múnera fez algo que ninguém esperava.

A multidão estava rugindo, o touro pulou de fúria, e Álvaro levantou sua capa para o ataque final. Então, ele parou. Em vez de terminar a luta, ele se abaixou no chão e simplesmente sentou. O silêncio caiu sobre a arena.

Mais tarde, ele explicou: "Eu não via mais perigo nos chifres. Só olhei nos olhos dele. Eles não estavam cheios de raiva, mas sim de inocência. Ele não estava atacando, ele estava implorando pela sua vida. Isto não foi uma luta... Foi crueldade".

Naquele momento, Múnera largou a espada. E afastou-se das touradas para sempre. Mas a transformação dele não terminou aí.

Álvaro tornou-se um ativista franco contra a crueldade animal. Ele falou nas escolas, escreveu e juntou-se a organizações para defender animais. Ele ensinou que a empatia é mais forte do que a tradição, e que a verdadeira coragem é recusar-se a prejudicar, mesmo quando o mundo espera que você o faça.

Os críticos chamaram-no de traidor da sua cultura, mas ele manteve-se firme. Hoje, a sua história inspira milhares. O matador que um dia matou por aplausos, agora, luta pela compaixão, mostrando que um momento de reconhecimento, um olhar nos olhos de outro ser, pode mudar tudo. 


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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segunda-feira, 25 de agosto de 2025

Assine pela Proibição de Conteúdos de Violência Animal em Ambiente Digital


O PL 2628/2022, recentemente aprovado pela Câmara dos Deputados e em tramitação no Senado, tem como objetivo a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais. Entretanto, o texto não contempla uma das formas mais disseminadas e nocivas de violência online: os conteúdos de crueldade, tortura e abuso contra animais.

Assine a petição aqui
https://chng.it/kGf6xTv8Vg

Esses conteúdos circulam livremente em plataformas digitais, muitas vezes monetizados pelas próprias Big Techs, e chegam facilmente a crianças e adolescentes. Vídeos de animais sendo espancados, torturados, usados em experimentos cruéis ou colocados em situações de sofrimento extremo são consumidos como "entretenimento", incentivando a normalização da violência e até comportamentos sádicos.

Pesquisas internacionais já demonstraram a relação direta entre maus-tratos a animais e crimes violentos cometidos por adolescentes e adultos (Ascione, 2001; Robson et al, 2021). Ou seja, além de representar uma violação ética grave contra seres sencientes, a circulação desses conteúdos também coloca em risco a segurança da sociedade.

Inspirados no Online Safety Act, recentemente aprovado no Reino Unido, pedimos que o Senado Federal inclua no texto do PL 2628/2022 uma emenda que:

Proíba expressamente a veiculação de conteúdos que exibam crueldade, tortura e abuso contra animais em plataformas digitais;

Estabeleça a responsabilidade legal das plataformas digitais em identificar, bloquear e remover esse tipo de conteúdo;

Garanta mecanismos de denúncia e transparência sobre a moderação de conteúdos envolvendo crueldade animal.

Com esta emenda, o Brasil terá a oportunidade de ser vanguarda na proteção de animais no ambiente digital, criando um marco legal que poderá inspirar o mundo.

Assine e ajude a pressionar os senadores para que os animais também sejam protegidos nesta lei!

Silvana Sita
Autora da petição


Assine aqui
https://chng.it/kGf6xTv8Vg


Dizy Ayala

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segunda-feira, 16 de junho de 2025

Suíça irá exigir que práticas dolorosas constem nas embalagens de produtos de origem animal

 


A partir de julho de 2025, embalagens de produtos de origem animal na Suíça deverão informar se os animais foram submetidos a práticas dolorosas sem anestesia.

A medida, imposta pelo Conselho Federal, vale para alimentos como carne, leite, ovos e foie gras, e tem como objetivo oferecer mais transparência aos consumidores sobre os métodos de produção.

Com a nova regulamentação, práticas como castração, retirada de chifres, corte de rabo e dentes em porcos, ou o corte das coxas de rãs - todas realizadas sem anestesia precisarão ser claramente indicadas nos rótulos dos produtos.

Também será obrigatória a rotulagem de alimentos derivados da gavagem (alimentação forçada com tubo para engordar artificialmente gansos e patos), como o foie gras, o figado e a carne desses animais.

Esse método, proibido na Suíça há mais de 40 anos, ainda é permitido em outros países e continuará sendo identificado nas importações.

Um período de transição de dois anos está previsto para a adaptação completa.

Trata-se, sem dúvida, de um avanço importante. No entanto, ao focar na dor física, causada pela falta de anestesia, a nova regra deixa de fora outras práticas também cruéis, que seguem invisibilizadas, como o confinamento de animais em espaços minúsculos e escuros, a separação precoce entre mães e filhotes, o engordamento forçado de frangos, até que mal consigam andar, e a total privação de comportamentos naturais.

Importante frisar que todos os animais têm o desejo e direito de viver, sem exploração, sem sofrimento e sem serem mortos.

Via Carne Nunca Mais

Dizy Ayala

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quinta-feira, 3 de agosto de 2023

Brasil: Apelo pelo fim do abate de vacas grávidas é negado. Entenda o caso e assine a petição pelo fim dessa crueldade.

 


Campanha junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) pede a proibição do abate de vacas grávidas.

Clique aqui para assinar

https://animalequality.org.br/participe/abate-vacas-prenhes

Iniciamos essa campanha após nossa investigação de campo ter identificado o abate de vacas em estado avançado de prenhez e após denúncias de fiscais agropecuários, que não se conformam com o aumento do número de animais gestantes abatidos, desde a mudança no RIISPOA.


Até 2017, o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA) só permitia o abate de animais antes do terço final da gestação, proibindo e descartando as carcaças dos abatidos fora da norma. O descarte inibia o envio de vacas em estágio avançado para os matadouros, pois desta maneira, os fazendeiros ficavam com o prejuízo.

A atualização do Regulamento de 2017, flexibilizou a utilização das carcaças, permitindo o aproveitamento dos animais em boas condições de saúde, o que resultou em um aumento significativo do número de fêmeas gestantes abatidas.

De acordo com fiscais da Associação dos Fiscais Agropecuários do Rio Grande do Sul (Afagro), entre 2017 e 2020, o número de animais gestantes abatidos aumentou 1200%.

 

Em 2021, o MAPA emitiu o Regulamento Técnico de Manejo Pré-abate e Abate Humanitário e os métodos de insensibilização autorizados (Portaria 365/2021), no qual são estabelecidos os parâmetros de abate humanitário.

O artigo 7º trouxe um retrocesso na questão de animais gestantes, pois o abate e utilização da carne in natura daqueles em estágio avançado de prenhez, para fins de alimentação humana, passaram a ser permitidos, além de estender o tempo permitido do terço final para 90% da gestação.

Em setembro de 2021, Animal Equality, Fórum Animal, Alianima, Sinergia Animal e a Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins (CNTA) entraram com uma Ação Civil Pública na 11ª Vara Federal da Justiça Federal de Curitiba, pedindo que a suspensão do artigo 7º e, consequentemente, o fim do abate de animais em estágio avançado de gestação.


Em 17 de julho de 2023, o TRF do Paraná publicou a decisão de indeferimento da Tutela antecipada, que solicitava a suspensão imediata do artigo 7º. A argumentação foi: "Aludido material (fetal serum bovine – FBS) possui larga aplicação na indústria farmacêutica e bioquímica, por conta do seu uso como suplemento de cultura de células, sendo também utilizado em medicamentos veterinários".


Embora tenha indeferido o pedido, o Juiz "ressalvou nova análise do tema no momento subsequente à realização de diligências probatórias, a fim de que as questões equacionadas na decisão sejam elucidadas".



Entenda porque o abate de vacas grávidas deve ser proibido.

Imagine um animal de 8 ou 9 meses de gestação viajando em pé, sem poder se sentar em momento algum, em um caminhão lotado, sem ventilação adequada, sem alimento e água por mais de 8 horas. É isso o que acontece com vacas grávidas no transporte até o abatedouro.


Quando a mãe morre, logo em seguida, o bezerro sofre asfixia (hipóxia), afinal, é o oxigênio que ela respira que mantém o seu filhote vivo. Assim que cortam o pescoço da vaca, é possível ver o desespero do bezerro dentro da barriga, se debatendo, até que ele, também, acaba morrendo e para de se mexer.

De acordo com os fiscais que trabalham nos frigoríficos, essa prática vem se tornando cada vez mais comum, apesar de ser um desrespeito aos preceitos de bem-estar animal e, por isso, eles se viram obrigados a denunciar este caso que, segundo eles, é uma situação que envolve maus-tratos.

Precisamos exigir que o Ministério da Agricultura imponha que o abate, bem como o transporte de vacas grávidas seja proibido. Assine e compartilhe a petição para impedir esse terrível abuso animal!

https://animalequality.org.br/participe/abate-vacas-prenhes

Quais são os próximos passos


A decisão do Juiz ainda não é definitiva em primeira instância. O indeferimento da Tutela Antecipada indica, apenas, que ele não julgou que existem informações suficientes para ter a certeza do mérito do pedido, mas ainda está pendente a decisão final sobre a ação. Será apresentado um recurso à decisão defendendo que a produção de soro bovino fetal não será, significativamente, afetada com a proibição, pois, afinal de contas, a proibição do abate de animais gestantes era a regra até 2017.


O que é o soro bovino fetal?


O soro bovino fetal é um subproduto do abate de animais gestantes, produzido a partir do sangue de bezerros não nascidos (fetos), que é utilizado para o cultivo de células com a finalidade de pesquisa e produção de medicamentos. Ele é produzido em condições muito específicas e não são todos os frigoríficos que atendem os requisitos técnicos para sua produção. Mas, a Portaria 365/2021 autoriza o abate em todos os frigoríficos, logo, podemos constatar que há uma grande parte de animais gestantes abatidos que não são utilizados para a produção de soro bovino fetal.

 
Como você pode ajudar?


Você pode ajudar compartilhando a nossa petição para que mais pessoas tomem conhecimento desse problema e façam uma transição alimentar, deixando de consumir alimentos de origem animal e adotando opções ricas e variadas em vegetais que, além de salvá-los, contribui para a boa saúde.

Apesar de ser uma decisão não favorável, ainda acreditamos no parecer final positivo. Vamos continuar cobrando.

PS: O TRF do Paraná publicou decisão de indeferimento da suspensão imediata do abate de vacas grávidas. Porém, o Juiz ressalvou que 'nova análise do tema' precisa ser feita, nos dando esperança de um parecer final favorável. Sua assinatura em nossa petição é um argumento para pressionar nesta decisão. Clique aqui para assinar.

https://animalequality.org.br/participe/abate-vacas-prenhes

Fonte: Animal Equality. A 
Animal Equality é uma organização internacional que trabalha com a sociedade, governo e empresas para acabar com a crueldade contra animais criados para alimentação.


Nota do Blog Ação pelos Direitos dos Animais

Com toda certeza, toda a bárbarie cometida contra os animais terá um fim se as pessoas não financiarem a exploração animal. A começar pela preferência por uma alimentação à base de plantas.

Também esteja atenta ao seu cosmético e certifique-se de que é vegano. A indústria cosmética, no geral, faz uso de muitas substâncias oriundas da exploração e crueldade com animais. Não seja cúmplice!

Do mesmo modo, a concepção de que há algum proveito no uso de substâncias obtidas a partir do intenso sofrimento animal para medicamentos, sem nenhuma comprovação científica.

A Medicina Tradicional Chinesa é um exemplo disso, por considerar animais como recurso, os explorando das maneiras mais hediondas para obtenção, por exemplo, de bile (de ursos), do eijão (dos jumentos), sêmen (das baleias), soro bovino fetal (sangue de bezerros), barbatanas (dos tubarões), entre outros.

Faça sua parte, retirando-se do ciclo da violência, fazendo escolhas conscientes e compassivas.

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
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