segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Intoxicação alimentar é responsável pela morte de mais de mil bois no Mato Grosso do Sul.


Intoxicação alimentar é responsável pela morte de mais de mil bois no Mato Grosso do Sul.


Intoxicação alimentar é responsável pela morte de mais de mil bois neste mês em uma fazenda do Mato Grosso do Sul, conforme anúncio da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal do mato Grosso do Sul).

"A fazenda produz 80% dos animais da categoria de novilho precoce, colaborando para produzir no estado a melhor carne do Brasil", diz o comunicado, assinada por Persio Ailton Tosi.

*Leia-se “novilho precoce”: bezerro. Hoje, na indústria um bovino com idade média de seis meses segue para o abate, conforme descrição acima, por conta da maciez da carne. Ou seja, uma interferência total no ciclo de vida do animal, que na natureza, viveria 25 anos.

Tudo indica que os animais morreram por botulismo, que é uma toxinfecção, causada pela ingestão de toxinas produzidas por uma bactéria presente na ração. A toxina atua na musculatura, causando paralisia e levando à morte. Os sintomas aparecem até duas semanas após a ingestão do alimento contaminado. Há ocorrência de casos de botulismo também em aves e suínos.

Seja feita a ressalva que a dieta natural de bovinos é o pasto e não ração de milho, altamente modificado e, nesse caso, ainda com problemas de armazenagem, o que ativa potencial toxicológico. O mais alarmante é a informação de que essa doença não é rara entre os bovinos, conforme O departamento de saúde Animal (DSA), ligado ao MAPA. Como vivem em confinamento e tem seus hábitos alimentares alterados, estão mais propensos a desenvolver doenças.

Apenas, “este chamou a atenção, devido ao grande número de animais mortos”. O Departamento diz, no entanto, que como não se trata de uma doença transmissível, "não é desencadeada uma ação de emergência. Somente a propriedade fica interditada até solução do problema".

O fato é que os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul já se caracterizaram por atividades de pecuária extensiva com bovinos, em um passado recente, o que incorreu em sérios danos ambientais. Porém, a opção pelo confinamento acaba por gerar outros problemas.

Cabe refletir sobre o porquê de seguir explorando animais para o consumo diante de tantos revezes, somados ao sacrifício animal, que revelam reais problemas do ponto de vista da saúde animal e humana. Qual o nível de intoxicação de animais de produção que não vem a óbito? As carcaças que foram rapidamente enterradas em vala comum, como que pretendendo empurrar pra debaixo do tapete a ocorrência destes episódios que eventualmente tomam maior proporção, mas que não são exceção, senão a regra, nas fazendas de produção intensiva.

Uma alimentação saudável, saborosa e sem crueldade é possível com a vasta variedade de alimentos vegetais, incluindo industrializados, com substituições de carnes vegetais.


Saiba mais em
Modelo de Alimentação Saudável, sem carne, recomendado pelo Departamento de Saúde da ONU

Dizy Ayala

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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Escândalo sobre contaminação de ovos atinge 17 países da Europa.



Escândalo sobre contaminação de ovos atinge 17 países da Europa.

O alerta sobre a contaminação de ovos em quinze países da União Europeia (EU), Suíça e Hong Kong foi feito hoje, pela Comissão Europeia, através do porta-voz do Executivo, e divulgado pela agência de notícias AFP.

Os países da EU atingidos, segundo o anúncio, são: Bélgica, Holanda, Alemanha, França, Suécia, Reino Unido, Áustria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Polônia, Romênia, Eslováquia, Eslovênia e Dinamarca.

A crise foi provocada pelo uso de fipronil nas granjas – um pesticida usado no controle de piolhos, pulgas e carraptos em cães e gatos – , mas que é proibido para aves.

A Organização Mundial de Saúde o considera “moderadamente perigoso” e se ingerido através de produto contaminado pode causar náuseas, dores de cabeça e estômago. Há risco de infecção nos rins, fígado e tireóide.

Segundo El País, o pesticida foi supostamente importado da Romênia pela empresa belga Poultry-Vision e misturado a outros inseticidas legais para melhorar seus efeitos. A empresa holandesa Chickfriend teria desinfetado as aves com o composto. Em virtude disso, o consumo de ovos foi desaconselhado, pois o Serviço de Segurança Alimentar havia encontrado fipronil em diversas concentrações, algumas delas muito altas, em 28 amostras. Qualificou os ovos como nocivos para as crianças e o alarme nacional foi dado.

Diante da descoberta, cerca de 300 mil galinhas contaminadas já foram abatidas e os criadores holandeses cogitam sacrificar mais de um milhão de aves.


Os ovos suspeitos foram retirados de lojas e supermercados, mas há risco de contaminação em produtos com esse ingrediente, como doces, molhos, saladas e alimentos infantis. Agentes da vigilância sanitária em um trabalho exaustivo pretendem elaborar uma lista desses produtos.

Ainda segundo a publicação, de acordo com os dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o ativo é autorizado para uso inseticida, formicida e cupinicida especialmente para aplicação no solo no cultivo de batatas, cana-de-açúcar e milho. Além da aplicação nas folhas das culturas de algodão, arroz, eucalipto e soja, dentre outros.

Em junho de 2012, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), fez um comunicado restringindo a pulverização aérea de fipronil, bem como os agrotóxicos: imidacloprido, tiametoxam e clotianidina, no controle parasitário agrícola, pois essas substâncias seriam nocivas, também, às abelhas.



Dizy Ayala

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Paul McCartney proíbe a venda de produtos de origem animal em seus shows


Paul McCartney proíbe a venda de produtos de origem animal 
em seus shows.

O cantor e ativista fez essa exigência durante sua atual turnê One on One Tour.

A turnê teve início em abril de 2016 com passagens pela Argentina e por Tóquio. No momento, Paul McCartney tem 15 shows agendados nos Estados Unidos desde 05 de julho até 1º de outubro, mês em que chega ao Brasil.

Paul volta a se apresentar em Porto Alegre no próximo dia 13 de outubro.

E no dia 24, em Medellin, na Colômbia A imprensa local se surpreendeu com a exigência feita pelo artista.

Por meio de um comunicado oficial aos organizadores do show, Paul McCartney solicitou que não seja vendido, durante a sua apresentação, nenhum produto de origem animal. A exemplo do que fez o cantor Morrisey, ex The Smiths, em sua última turnê.

De acordo com a revista Noisey, a exigência do artista vale para todos os países que visitará durante sua turnê.

O cantor inglês Paul McCartney. ex Beatle, de 75 anos, é vegetariano desde os anos 60 e ativista pelos direitos dos animais.





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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Pare com os testes em animais


Pare com os testes em animais

Por Dizy Ayala

No Brasil, já somos dois terços da população brasileira, que desaprova os testes em animais segundo dados da Human Society International.

Nós, como mercado consumidor, não queremos pagar o preço do sacrifício de inocentes, onde 92% de pesquisas feitas em animais não são compatíveis com o modelo humano. Animais humanos e não humanos compartilham boa parte do DNA, porém a fisiologia e o metabolismo variam muito para cada espécie.

Com o crescente avanço da ciência e tecnologia, os métodos substitutivos estão aí, à disposição dos cientistas, laboratórios, universidades, muitos deles produzidos aqui mesmo no Brasil.

Significa substituir testes "in vivo" por "in vitro", com uso de células tronco e tecidos produzidos em laboratório.

O uso de simuladores e protótipos robôs substitui, por exemplo, as cruéis aulas de vivissecção, que significa cortar um animal vivo, para ensino-aprendizagem no conhecimento de órgãos internos e procedimentos cirúrgicos.

Através de softwares é possível validar reações químicas diversas, conforme pesquisa do trio de Nobéis de Química do ano de 2013: Martin Karplus, Michael Levitt e Arieh Warshel.  

Trata-se de um recurso valioso tanto para a pesquisa científica, na produção de produtos de uso pessoal e medicamentos, como para aulas em universidades. 

Talvez as últimas substituições não serão in vitro, mas "in silico": a indústria farmacêutica começa a usar modelos computadorizados de interação dos sistemas orgânicos para estudar os efeitos de drogas.

Esse é o papel de cada um de nós em fazermos o consumo consciente optando por marcas que já se comprometem com essa exigência.

A opinião pública se importa e reivindica esse direito soberano de saber sobre procedência e composição do produto que está adquirindo. Os dois terços da população brasileira que é contra os testes em animais, já se dedica a fazer uso de marcas cruelty free.

Sempre que a informação chega às pessoas ela é muito bem acolhida porque elas não querem fazer uso de produtos presentes no dia a dia, como sabonete, xampu, creme dental, cientes de que animais são torturados e mortos para certificar esses produtos. 

Que se amplie o debate e principalmente as ações que promovam a libertação animal de todo cárcere e sacrifício.

Sou CONTRA o uso de cobaias no ensino e você?
Acesse o link e deixe sua opinião com uma reação e um comentário. 
Confira o abaixo-assinado: change.org/SancionaLeiAnticobaias


Por fim... Queremos uma ciência que promova a vida, a ética e o respeito com outras espécies, de forma que a nossa própria seja mais humana com o avanço na cura com uma ciência sem tortura!

Segue o link com a lista de produtos não testados e sem nenhum ingrediente de origem animal (veganos)

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2016/04/lista-de-produtos-nao-testados-em.html


Dizy Ayala

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segunda-feira, 10 de julho de 2017

A caça é uma desgraça!


A caça é uma desgraça!


Animais de várias espécies são caçados, todos os dias, por esporte, por um capricho do paladar, bem como por suas peles. O fato de esta prática estar presente ainda nos dias atuais, não a faz menos cruel, diante de um mundo dito civilizado e evoluído. Com o uso de artefatos e emboscadas que geram muita dor e sofrimento, a caça é uma verdadeira desgraça!

 








Animais como este na foto são vítimas de armadilhas que os prendem para que, depois de muita dor e sofrimento, a pele do animal morto seja vendida para aqueles que, ainda nos dias de hoje, têm coragem de usar!

Embora a maioria dos animais mortos por sua pele tenham origem de terríveis indústrias e fazendas para obtenção de peles, todos os anos as armadilhas matam 10 milhões de animais tais como guaxinins, coiotes, lobos, castores, lontras, raposas, chinchilas e muitos outros.

Há vários tipos cruéis de armadilhas, desde as que ficam submersas na água até armadilhas de metal, as mais usadas, que prendem e esmagam a pata do animal. Este dispositivo simples, mas cruel tem sido banido em 88 países e em vários estados dos Estados Unidos como a Califórnia, Flórida, Rhode Island, New Jersey, Massachusetts e Washington. 


Conheça o Manifesto da Rede Animalista do Brasil contra o PL 6268/2016 de autoria do Dep. Federal Valdir Colatto - PMDB-SC que pretende liberar a caça de animais silvestres e a sua eutanásia em centros de triagem.
Dê seu apoio e assine a petição pela proteção aos animais e à vida selvagem! 


divulgação Acapra https://www.facebook.com/direitosanimaissc/


Dê seu apoio à campanha em Portugal

Assine a Petição: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT84351Movimento pela Abolição da Caça à Raposa





Armadilha mais utilizada para prender o membro do animal. 
Conhecida como legholder. 


Quando um animal pisa em uma armadilha, as garras da armadilha se fecham e prendem a perna esmagando-a. O animal irá freneticamente lutar sentindo uma indescritível dor à medida que a armadilha adentra e corta a sua carne, geralmente até o osso, mutilando a pata ou perna. 
Alguns animais, principalmente as mães desesperadas para voltar para seus filhotes, lutam tão vigorosamente que chegam a tentar torcer ou mastigar seu membro perdido para tentar fugir. Esta luta pode durar horas. No final, o animal sucumbe à exaustão e morre.

 
 



Coiote preso em armadilha



 Se os animais presos em armadilhas não morrem com a perda do sangue, infecção ou gangrena, eles provavelmente serão mortos por caçadores ou predadores. Vítimas das armadilhas submersas na água, incluindo os castores, podem levar até 20 minutos afogando-se.

Já que muitos animais presos são mutilados por seus predadores antes que os responsáveis pelas armadilhas retornem, armadilhas suspensas são normalmente usadas. Esta armadilha funciona como a armadilha que prende a pata ou a perna do animal, só que os animais presos a ela são puxados para cima e ficam pendurados pelo seu membro preso à armadilha até morrerem ou até a chegada da pessoa, que matará o animal se ainda estiver vivo.

Outros tipos de armadilhas para pegar os ursos normalmente esmagam o pescoço, aplicando uma pressão de muitos quilos sobre o animal. Os animais levam de 3 a 8 minutos para morrerem sufocados com esta armadilha.
     

Armadilhas nem sempre matam

Para aqueles animais que não morrem na armadilha, mais torturas aguardam por eles quando os caçadores de peles retornam. Para evitar estragar a “pele”, os caçadores normalmente batem no animal até que eles morram. A forma mais comum de matar é esmagar a cabeça do animal com um pé e, com o outro, apertar a área peitoral (bem perto do coração) por vários minutos, sufocando o animal até a morte.

"Vítimas Acidentais"

Todos os anos, cachorros, pássaros, gatos e outros animais, incluindo aqueles com perigo de extinção, são encurralados ou mortos por estas armadilhas. Os caçadores chamam estes animais de “lixo” porque não têm valor econômico. 

 
   





Cachorro "lixo" preso em armadilha

Preocupações Ecológicas

De fato, as armadilhas e suas consequências desequilibram as populações de vida selvagem: matando animais saudáveis, necessários para manter as espécies fortes e as populações que sofrem com a perda de animais que, sendo mãe ou pai, ao morrerem em emboscada, deixam seus filhotes vulneráveis a predadores e caçadores.

Caçar animais é um ato motivado por ganância e ignorância.


Você pode desencorajar estes atos cruéis não usando casacos de pele.
Abaixo, a lista de animais necessários para se fazer apenas 01 casaco de pele de comprimento médio:

125 arminhos 
100
chinchilas 
70
martas-zibelinas (passam em média 3.000 horas na armadilha)
50
martas canadianas (passam em média 3.000 horas na armadilha)
30
ratos almiscarados (passam em média 1.500 horas na armadilha)
30
sariguéias 
30
coelhos 
27
guaxinins (passam em média 2.400 horas na armadilha)
14
lontras (passam em média 1.200 horas na armadilha)
11
raposas douradas (passam em média 2.520 horas na armadilha)
11
linces (passam em média 1.080 horas na armadilha)
9
castores (passam em média 225 horas na armadilha)
16
coiotes (passam em média 960 horas na armadilha)

Fonte: http://www.uniblog.com.br/mundoanimalma/

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Por uma sociedade sem peles animais


https://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/search?q=sem+peles+animais




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