segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A Teoria do Centésimo Macaco - Uma reflexão sobre o poder pessoal


A Teoria do Centésimo Macaco

Uma reflexão sobre o poder pessoal


O Centésimo Macaco é o nome de um novo mito. Trata-se de uma estória várias vezes repetida e que serviu de tema literário nos últimos vinte anos. Tem origem muito recente e, no entanto, como os mitos gregos a respeito da Guerra de Tróia, não está claro onde terminam os fatos e começam as metáforas. A estória se baseia em observações científicas sobre colônias de macacos no Japão. A versão mais amplamente difundida foi escrita por Ken Keyes Jr. e é , apresentada a seguir, em forma condensada e parafraseada.

Ao longo da costa do Japão, os cientistas estudam colônias de macacos habitantes de ilhas isoladas, há mais de trinta anos. Para poder manter o registro dos macacos, eles colocavam batatas doces na praia, para que os animas as comessem. Os macacos saíam das árvores para pegar as batatas e, assim, expunham-se a ser observados com total visibilidade. 

Um dia, uma macaca de 18 meses chamada Imo começou a lavar a sua batata no mar, antes de comê-la. Podemos imaginar que seu sabor tornava-se assim mais agradável, pois o tubérculo estava livre da areia e do cascalho e, talvez, ligeiramente salgada. Imo mostrou aos outros macacos de sua idade e à sua mãe como fazer aquilo; os animais jovens mostraram às próprias mães e, aos poucos, mais e mais macacos passaram a lavar as batatas em vez de comê-las com areia e tudo. No princípio, só os adultos que tinham imitado seus filhos aprenderam o jeito novo; gradualmente, outros também adotaram o novo procedimento. 

Certa vez, os observadores perceberam que todos os macacos de determinada ilha lavavam suas batatas doces. Embora isso fosse significativo, o que foi ainda mais fascinante de registrar foi que, quando essa mudança aconteceu, o comportamento dos animais nas outras ilhas também mudou! Todos eles agora lavavam suas batatas, e isso levando em consideração o fato de que as colônias de macacos das outras ilhas não tinham tido contato direto com a primeira.

O Centésimo Macaco é uma alegoria da Nova Era que oferece esperança às pessoas que trabalham para operar mudanças em si mesmas e no planeta, e que às vezes duvidam de seus esforços individuais. E sugere que, afinal de contas, todos podemos sim fazer a diferença!


original blog Vivência em Cura


Dizy Ayala

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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Intoxicação alimentar é responsável pela morte de mais de mil bois no Mato Grosso do Sul.


Intoxicação alimentar é responsável pela morte de mais de mil bois no Mato Grosso do Sul.


Intoxicação alimentar é responsável pela morte de mais de mil bois neste mês em uma fazenda do Mato Grosso do Sul, conforme anúncio da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal do mato Grosso do Sul).

"A fazenda produz 80% dos animais da categoria de novilho precoce, colaborando para produzir no estado a melhor carne do Brasil", diz o comunicado, assinada por Persio Ailton Tosi.

*Leia-se “novilho precoce”: bezerro. Hoje, na indústria um bovino com idade média de seis meses segue para o abate, conforme descrição acima, por conta da maciez da carne. Ou seja, uma interferência total no ciclo de vida do animal, que na natureza, viveria 25 anos.

Tudo indica que os animais morreram por botulismo, que é uma toxinfecção, causada pela ingestão de toxinas produzidas por uma bactéria presente na ração. A toxina atua na musculatura, causando paralisia e levando à morte. Os sintomas aparecem até duas semanas após a ingestão do alimento contaminado. Há ocorrência de casos de botulismo também em aves e suínos.

Seja feita a ressalva que a dieta natural de bovinos é o pasto e não ração de milho, altamente modificado e, nesse caso, ainda com problemas de armazenagem, o que ativa potencial toxicológico. O mais alarmante é a informação de que essa doença não é rara entre os bovinos, conforme O departamento de saúde Animal (DSA), ligado ao MAPA. Como vivem em confinamento e tem seus hábitos alimentares alterados, estão mais propensos a desenvolver doenças.

Apenas, “este chamou a atenção, devido ao grande número de animais mortos”. O Departamento diz, no entanto, que como não se trata de uma doença transmissível, "não é desencadeada uma ação de emergência. Somente a propriedade fica interditada até solução do problema".

O fato é que os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul já se caracterizaram por atividades de pecuária extensiva com bovinos, em um passado recente, o que incorreu em sérios danos ambientais. Porém, a opção pelo confinamento acaba por gerar outros problemas.

Cabe refletir sobre o porquê de seguir explorando animais para o consumo diante de tantos revezes, somados ao sacrifício animal, que revelam reais problemas do ponto de vista da saúde animal e humana. Qual o nível de intoxicação de animais de produção que não vem a óbito? As carcaças que foram rapidamente enterradas em vala comum, como que pretendendo empurrar pra debaixo do tapete a ocorrência destes episódios que eventualmente tomam maior proporção, mas que não são exceção, senão a regra, nas fazendas de produção intensiva.

Uma alimentação saudável, saborosa e sem crueldade é possível com a vasta variedade de alimentos vegetais, incluindo industrializados, com substituições de carnes vegetais.


Saiba mais em
Modelo de Alimentação Saudável, sem carne, recomendado pelo Departamento de Saúde da ONU

Dizy Ayala

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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Escândalo sobre contaminação de ovos atinge 17 países da Europa.



Escândalo sobre contaminação de ovos atinge 17 países da Europa.

O alerta sobre a contaminação de ovos em quinze países da União Europeia (EU), Suíça e Hong Kong foi feito hoje, pela Comissão Europeia, através do porta-voz do Executivo, e divulgado pela agência de notícias AFP.

Os países da EU atingidos, segundo o anúncio, são: Bélgica, Holanda, Alemanha, França, Suécia, Reino Unido, Áustria, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Polônia, Romênia, Eslováquia, Eslovênia e Dinamarca.

A crise foi provocada pelo uso de fipronil nas granjas – um pesticida usado no controle de piolhos, pulgas e carraptos em cães e gatos – , mas que é proibido para aves.

A Organização Mundial de Saúde o considera “moderadamente perigoso” e se ingerido através de produto contaminado pode causar náuseas, dores de cabeça e estômago. Há risco de infecção nos rins, fígado e tireóide.

Segundo El País, o pesticida foi supostamente importado da Romênia pela empresa belga Poultry-Vision e misturado a outros inseticidas legais para melhorar seus efeitos. A empresa holandesa Chickfriend teria desinfetado as aves com o composto. Em virtude disso, o consumo de ovos foi desaconselhado, pois o Serviço de Segurança Alimentar havia encontrado fipronil em diversas concentrações, algumas delas muito altas, em 28 amostras. Qualificou os ovos como nocivos para as crianças e o alarme nacional foi dado.

Diante da descoberta, cerca de 300 mil galinhas contaminadas já foram abatidas e os criadores holandeses cogitam sacrificar mais de um milhão de aves.


Os ovos suspeitos foram retirados de lojas e supermercados, mas há risco de contaminação em produtos com esse ingrediente, como doces, molhos, saladas e alimentos infantis. Agentes da vigilância sanitária em um trabalho exaustivo pretendem elaborar uma lista desses produtos.

Ainda segundo a publicação, de acordo com os dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o ativo é autorizado para uso inseticida, formicida e cupinicida especialmente para aplicação no solo no cultivo de batatas, cana-de-açúcar e milho. Além da aplicação nas folhas das culturas de algodão, arroz, eucalipto e soja, dentre outros.

Em junho de 2012, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), fez um comunicado restringindo a pulverização aérea de fipronil, bem como os agrotóxicos: imidacloprido, tiametoxam e clotianidina, no controle parasitário agrícola, pois essas substâncias seriam nocivas, também, às abelhas.



Dizy Ayala

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Paul McCartney proíbe a venda de produtos de origem animal em seus shows


Paul McCartney proíbe a venda de produtos de origem animal 
em seus shows.

O cantor e ativista fez essa exigência durante sua atual turnê One on One Tour.

A turnê teve início em abril de 2016 com passagens pela Argentina e por Tóquio. No momento, Paul McCartney tem 15 shows agendados nos Estados Unidos desde 05 de julho até 1º de outubro, mês em que chega ao Brasil.

Paul volta a se apresentar em Porto Alegre no próximo dia 13 de outubro.

E no dia 24, em Medellin, na Colômbia A imprensa local se surpreendeu com a exigência feita pelo artista.

Por meio de um comunicado oficial aos organizadores do show, Paul McCartney solicitou que não seja vendido, durante a sua apresentação, nenhum produto de origem animal. A exemplo do que fez o cantor Morrisey, ex The Smiths, em sua última turnê.

De acordo com a revista Noisey, a exigência do artista vale para todos os países que visitará durante sua turnê.

O cantor inglês Paul McCartney. ex Beatle, de 75 anos, é vegetariano desde os anos 60 e ativista pelos direitos dos animais.





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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Pare com os testes em animais


Pare com os testes em animais

Por Dizy Ayala

No Brasil, já somos dois terços da população brasileira, que desaprova os testes em animais segundo dados da Human Society International.

Nós, como mercado consumidor, não queremos pagar o preço do sacrifício de inocentes, onde 92% de pesquisas feitas em animais não são compatíveis com o modelo humano. Animais humanos e não humanos compartilham boa parte do DNA, porém a fisiologia e o metabolismo variam muito para cada espécie.

Com o crescente avanço da ciência e tecnologia, os métodos substitutivos estão aí, à disposição dos cientistas, laboratórios, universidades, muitos deles produzidos aqui mesmo no Brasil.

Significa substituir testes "in vivo" por "in vitro", com uso de células tronco e tecidos produzidos em laboratório.

O uso de simuladores e protótipos robôs substitui, por exemplo, as cruéis aulas de vivissecção, que significa cortar um animal vivo, para ensino-aprendizagem no conhecimento de órgãos internos e procedimentos cirúrgicos.

Através de softwares é possível validar reações químicas diversas, conforme pesquisa do trio de Nobéis de Química do ano de 2013: Martin Karplus, Michael Levitt e Arieh Warshel.  

Trata-se de um recurso valioso tanto para a pesquisa científica, na produção de produtos de uso pessoal e medicamentos, como para aulas em universidades. 

Talvez as últimas substituições não serão in vitro, mas "in silico": a indústria farmacêutica começa a usar modelos computadorizados de interação dos sistemas orgânicos para estudar os efeitos de drogas.

Esse é o papel de cada um de nós em fazermos o consumo consciente optando por marcas que já se comprometem com essa exigência.

A opinião pública se importa e reivindica esse direito soberano de saber sobre procedência e composição do produto que está adquirindo. Os dois terços da população brasileira que é contra os testes em animais, já se dedica a fazer uso de marcas cruelty free.

Sempre que a informação chega às pessoas ela é muito bem acolhida porque elas não querem fazer uso de produtos presentes no dia a dia, como sabonete, xampu, creme dental, cientes de que animais são torturados e mortos para certificar esses produtos. 

Que se amplie o debate e principalmente as ações que promovam a libertação animal de todo cárcere e sacrifício.

Sou CONTRA o uso de cobaias no ensino e você?
Acesse o link e deixe sua opinião com uma reação e um comentário. 
Confira o abaixo-assinado: change.org/SancionaLeiAnticobaias


Por fim... Queremos uma ciência que promova a vida, a ética e o respeito com outras espécies, de forma que a nossa própria seja mais humana com o avanço na cura com uma ciência sem tortura!

Segue o link com a lista de produtos não testados e sem nenhum ingrediente de origem animal (veganos)

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2016/04/lista-de-produtos-nao-testados-em.html


Dizy Ayala

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