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segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Pão de Açúcar se une à indústria vegana para delivery

 

Imagem divulgação Pão de Açúcar

O grupo Pão de Açúcar é uma empresa de comércio varejista brasileira, controlada pelo grupo francês Casino, dona de várias das principais marcas do setor no Brasil, sendo integrantes de seu portfólio negócios como o Pão de Açúcar, o Extra, o Compre Bem e o Assaí.

Em mais um passo, atendendo à crescente tendência do veganismo, o Pão de Açúcar, que já disponibiliza produtos veganos em sua rede de supermercados, vai anunciar uma parceria com a empresa de comida vegana Fazenda Futuro para delivery.

Por meio da Cheftime, marca de gastronomia da rede, a dupla vai lançar uma linha de refeições prontas no restaurante digital. O projeto começa nesta semana em São Paulo e Rio de Janeiro.

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

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segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Destaque para anúncios nos jornais de maior circulação do país: O Globo, Valor e Folha de S. Paulo. O futuro já chegou!



Duas páginas, duas propagandas. De um lado, o anúncio da Marfrig, empresa brasileira que está entre as maiores do mundo em abates de animais e em produção de carne, mas com um objetivo: lançar ainda em 2019 a sua versão de hambúrguer 100% vegetal. Para tal, afirma que: “Só a maior produtora de hambúrguer do mundo, que atende os clientes mais exigentes, pode produzir em escala hambúrguer vegetal com sabor animal”.

Do outro, a também brasileira Fazenda Futuro, empresa vegana que já lançou os seus burgueres vegetais, idênticos aos de origem animal, que são vendidos nos principais supermercados do país. A Futuro utilizou os mesmos jornais, mais precisamente a folha ao lado do anúncio da Marfrig, para dizer o seguinte:

"MAIOR PRODUTORA DE HAMBÚRGUER ANIMAL DO MUNDO, BEM-VINDA.
Essa é uma mensagem do futuro. E viemos contar como está tudo por aqui. Aqui no futuro, você não precisa ser o maior produtor de hambúrguer animal para lançar um hambúrguer vegetal. Aqui, o mundo não pertence só aos gigantes, mas aos transformadores. Aqui no futuro, não é sobre "diversificar os negócios". É sobre preservar a diversidade do planeta. Aqui no futuro, não adianta falar em desenvolvimento sustentável, matando boi e usando mais recursos naturais. Porque se você é parte do problema, você não pode ser a única solução. Aqui no futuro, não importam suas ações da bolsa de valores, mas suas ações e valores. Venha de coração aberto. O futuro é mágico e exigente. Com carinho, Fazenda Futuro".

Verdade seja dita, o futuro já chegou! Estamos vivendo um momento único e transformador de transição. As motivações são diversas, assim como os públicos. O que importa é que o mercado de carnes vegetais idênticas às animais está se multiplicando, nos casos descritos acima, da Futuro Burger e Mafrig, como nas versões das também brasileiras Superbom e JBS – através da marca Seara – Behind The Foods e da norte-americana Beyond Meat que está chegando ao Brasil. E assim, vidas animais são poupadas e também o meio ambiente.

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Crescimento do veganismo expande mercado de produtos lácteos a base de vegetais no Brasil, seguindo tendência mundial.


Dizy Ayala
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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Crescimento do veganismo expande mercado de produtos lácteos a base de vegetais no Brasil, seguindo tendência mundial.



O mercado de produtos lácteos à base de vegetais é a nova grande aposta da indústria vegetariana do Brasil. Após a consolidação dos produtos à base de plantas que imitam o sabor e a textura da carne animal, como hambúrgueres e embutidos, agora é a vez dos leites vegetais. O grande diferencial neste caso é o perfil da demanda, que cresce com a mesma velocidade do surgimento de doenças e intolerâncias associadas ao consumo do leite animal – direcionando um público enorme para os leites alternativos.
Embora não exista um cálculo específico sobre o tamanho do mercado brasileiro de produtos livres de proteína animal, a Associação Brasileira de Supermercado (Abras) avalia que a demanda por produtos vegetarianos é maior do que a oferta no país e responde por boa parte dos R$ 55 bilhões faturados pelo segmento de produtos naturais, anualmente.
Empresários estimam ainda que o mercado vegano tenha crescido a uma taxa anual de 40%, nos últimos anos, em média.
Os dados refletem um fenômeno social: atualmente, 14% da população se declara vegetariana, segundo pesquisa divulgada pelo Ibope Inteligência, em abril de 2018. Em grandes capitais como São Paulo, Recife, Curitiba e Rio de Janeiro, esse percentual sobe para 16% — o que representa um crescimento de 75% da população vegetariana nessas regiões, nos últimos seis anos. A mesma pesquisa do Ibope Inteligência mostra que 55% dos brasileiros consumiriam mais produtos veganos, se existissem indicações sobre os produtos no ponto de venda.
De olho nesse mercado em ebulição, empresas como a brasileira Vida Veg apostam alto no Brasil. A companhia está prestes a inaugurar a maior e mais moderna fábrica de substitutos lácteos do País, o que irá causar um grande impacto no segmento de produtos veganos, nos próximos anos. O portfólio de produtos 100% vegetal oferece aos consumidores iogurtes, shakes, queijos e a nova linha de leites vegetais frescos nos sabores de coco, amêndoas e castanha de caju. Anderson Rodrigues, diretor executivo da Vida Veg, afirma que os lácteos de origem vegetal produzem menor impacto ambiental em comparação com os produtos de origem animal. “A produção de cada litro de leite de amêndoas ou de coco demanda 70% menos água em comparação ao leite de vaca, além de não precisar explorar nenhum animal”, explica.
A multinacional de origem grega Violife também enxerga o atual momento como oportunidade. O desembarque dos produtos está previsto para setembro e deverá contemplar uma linha completa de queijos do tipo mozzarela, prato, provolone, parmesão, entre outros. Os queijos veganos da Violife estão entre os mais consumidos nos Estados Unidos e ficaram entre as 20 marcas de queijo mais vendidas no Reino Unido em 2018 – sendo o primeiro do tipo vegano a aparecer na tradicional pesquisa da The Grocers. “O queijo Violife é unanimidade entre as pessoas que já experimentaram. No teste cego, é muito comum confundirem os produtos com o queijo de origem animal”, explica Paulo Treu, diretor da Global Picks Brasil, empresa responsável pela venda no País.
MERCADO AMERICANO
O fenômeno observado atualmente no mercado brasileiro já foi presenciado nos Estados Unidos, há alguns anos. O mercado por lá está mais consolidado e com fôlego cada vez maior. De acordo com dados da Consultoria Nielsen, o mercado varejista de leites vegetais nos Estados Unidos apresentou crescimento de 20% no volume de vendas, em comparação a 2017. As receitas destes produtos cresceram 9% no mesmo período, atingindo US$ 1,6 bilhão e representando um percentual de 13% do mercado total de leites. Os iogurtes (+55%), queijos vegetais (+43%) ocuparam lugar de destaque, seguidos pelas carnes vegetais (+24%) e ovos/maioneses (+16%). Um detalhe em comum que pode ser observado é o crescimento na casa dos dois dígitos.
Mais do que um simples movimento ou tendência, o vegetarianismo e o veganismo se tornaram hoje um grande reflexo do comportamento veggie que tomou conta do Brasil.
Matéria publicada pela Revista Exame com dados da Vida Veg.

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Dizy Ayala



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