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segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

ANVISA determina que animais não precisam mais ser usados em testes de vacinas


Boa nova para os defensores dos animais! A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de inaugurar um capítulo de esperança na 7a edição da Farmacopeia Brasileira, ao introduzir um novo método que substitui o uso de animais nos testes de segurança de medicamentos injetáveis e vacinas. Esta conquista não só evita o sofrimento de muitos animais em experimentos desnecessários, como também se ergue como um marco significativo na luta por um futuro mais ético e compassivo.

A Farmacopeia Brasileira, que regula e assegura os mais altos padrões de qualidade para insumos farmacêuticos e produtos de saúde, agora inclui um avanço inovador: o "Teste de Ativação de Monócitos (MAT)", um método que recorre a células humanas, substituindo o uso de animais.

Bianca Marigliani, Estrategista Senior de Pesquisa e Toxicologia da Humane Society International (HSI) Brasil, expressa sua alegria com essa inclusão, que, em sua visão, reafirma o compromisso do Brasil em abandonar os testes obsoletos em animais, para a liberação de vacinas, produtos derivados do sangue e outros medicamentos.

Ela ressalta, ainda, a importância da colaboração entre órgãos diversos para essa vitória. "Desde 2022, temos trabalhado com o CONCEA [Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal], o BRACVAM [Centro Brasileiro para Validação de Métodos Alternativos) e empresas biofarmacêuticas locais. Esta união de forças tem sido essencial para chegarmos até aqui. Seguiremos lutando por mais avanços, expandindo essa transformação para outras áreas da avaliação de segurança de produtos biológicos e medicamentos".

Esse é sem dúvida um passo de grande importância para a ciência, a ética e o bem-estar dos animais!


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quinta-feira, 31 de maio de 2018

VEGANISMO, ÉTICA E MOVIMENTOS SOCIAIS


VEGANISMO, ÉTICA E MOVIMENTOS SOCIAIS

Por Dizy Ayala
Movimentos, com base em questões éticas, culturais e ideológicas, deram início a reivindicações quanto aos direitos humanos bem como quanto aos direitos dos animais.

A evolução do pensamento que, de acordo com Naconecy (2006), está associada ao “progresso da civilização humana sob a forma de um círculo em expansão da consciência moral”.

A partir dos anos 60, passaram a ser discutidos o racismo, o sexicismo e o especismo, entre outros. Momento em que aflorou o clamor por justiça, igualdade e compaixão em contraponto à discriminação e às atrocidades cometidas na 2ª Guerra e Guerra do Vietnã.

Surgiram diversos movimentos: pela paz, pela igualdade racial, os movimentos feministas, dos homossexuais, ambientalistas e pelos direitos dos animais, entre outros. Inspirados em ícones como: Mahatma Gandhi que tornou-se um exemplo do uso da ação não-violenta, em suas manifestações pela Independência da Índia.

Martin Luther King Jr., cuja filosofia inspirada em Gandhi, defendia que todos deviam ser tratados com amor e respeito – ele que passou a ser um representante do amor universal e incondicional, valores defendidos também pelos defensores dos animais.

Inclusive, o filho, Dexter, e Corretta, esposa do Dr. King, tornaram-se veganos, ainda nos anos 90. Ou seja, a família King, e também vários de seus apoiadores, veganos, reconheceram as interseções dos direitos humanos e animais, e seus objetivos comuns.

"O veganismo me deu um nível mais elevado de consciência e espiritualidade porque a energia associada à alimentação mudou para outras áreas". Dexter declarou ao Vegetarian Times em 1995.

Em 1968, a chamada Revolución, desencadeada por estudantes franceses, chega a outros países e envolve as chamadas minorias políticas. Nessa época, o movimento feminista adota a palavra de ordem “o corpo é nosso” em alusão à independência feminina, lema que passou a ser uma bandeira inclusive para o movimento feminista vegano.

O ecofeminismo, a partir dos anos 70, passou a evidenciar a forte ligação entre a exploração da natureza e das mulheres, demonstrando a analogia entre sexismo e especismo. Na perspectiva do veganismo, “animais não existem para serem explorados pelos humanos, assim como o negro não existe para servir o branco, nem a mulher para o homem”, conforme declarou Alice Walker, autora do livro A Cor Púrpura, e feminista.

Nesta mesma época, Peter Singer, publica o livro Libertação Animal, (1975). Que destaca a discussão do especismo, a discriminação de uma espécie para outra, e propõe que os animais são dignos de igual consideração. E Tom Regan, também filósofo, autor de Jaulas Vazias (2006) defende que os animais possuem direitos, pois são “sujeitos-de-uma-vida” e que devem ser considerados como “agentes morais”.

Os dois defendem que TODOS os animais são seres sencientes, capazes de vivenciar diversas emoções, e por isso a sociedade tem o dever moral de os defender. Ambos são grandes referências para o movimento de defesa dos animais.  

Segundo Naconecy (2006), a maior parte do sofrimento a que os animais são expostos pela mão humana não ocorre pela crueldade e sim pelo uso sistêmico, considerado normal e socialmente aceito.

Exemplo disso é relatado por Alex Hershaft, sobrevivente do campo de extermínio de Auschwitz, que tornou-se ativista pelos direitos dos animais e fundador da FARM (Movimento dos Direitos Animais de Fazenda nos EUA):

"Notei muitas semelhanças entre a forma como os nazistas nos trataram e como nós tratamos os animais, especialmente aqueles criados para alimentação. Entre elas estão o uso de vagões para transporte; o tratamento cruel diante ao iminente abate, a eficiência de processamento, destacamento emocional dos autores, e as pilhas de partes do corpo sortidas".

De acordo com ele a opressão de qualquer ser vivo senciente deve ser erradicada ”onde quer que eleve sua cabeça feia” tanto para seres humanos como não humanos. “É tudo parte da mesma luta”.

Por certo que nos dias de hoje ainda presenciamos, infelizmente, manifestações retrógradas quanto às diferenças. Principal causa, no passado e, ainda hoje, dos mais terríveis conflitos que a história nos conta. Também o especismo permanece. Sempre que haja a crença em uma “superioridade” para justificar a crueldade infligida ao oprimido.


“Os melhores reformadores”, todos os que primeiro se opuseram ao tráfico de escravos, a guerras nacionalistas, à discriminação de mulheres e à exploração do trabalho de crianças, - “todos foram considerados excêntricos” por aqueles que tinham interesses na exploração. (SINGER, 2004).

Na última década, houve uma grande mudança quanto à formação de dezenas de novos grupos de Defesa dos Animais, o que aumentou e muito, a consciência das pessoas com relação a “imensa e sistemática crueldade praticada na produção intensiva, nos laboratórios, nos circos, nos zoológicos e na caça”.

Particularmente, com o advento das mídias digitas é possível comunicar campanhas em defesa dos animais, o empreendedorismo, com novos produtos, alimentação saudável e eventos culturais a um número cada vez maior de pessoas. Para o movimento pelos direitos dos animais, a contribuição de cada pessoa é relevante, de variadas formas.

Vários grupos constroem movimentos sociais com valores que vão gerar consciência e reflexão acerca das nossas escolhas. Escolhas que irão movimentar a cidadania, a cultura, a economia e novas diretrizes mundiais com impactos globais.

Dizy Ayala

Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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Uma Escolha pela Vida
Ação pelos Direitos dos Animais  

Faça parte você também da construção de um mundo mais compassivo, 
com maior qualidade de vida, respeito ao meio ambiente 
e as outras espécies que o dividem conosco.

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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Não se trata "apenas" de dó do bichinho.

Não se trata "apenas" de dó do bichinho.


Por Dizy Ayala

O sentimento de compaixão pelos animais é o mesmo em relação às pessoas. Aquelas que tem na indústria da morte, o seu ofício.

Enquanto é cômodo para as pessoas que frequentam os supermercados visitar suas prateleiras e adquirir os produtos fatiados nas bandejas, outras estão diariamente com as mãos e os corpos manchados do sangue de inocentes, que lutam e se debatem por suas vidas.

O quanto é conveniente pagar o preço para um outro alguém cumprir a malfadada tarefa de matar? 
A linha de produção atroz que transforma homens em potenciais assassinos como diversos estudos já apontam. A relação desse perfil de pessoas que, habituados ao ato de matar, estão mais propensos à prática desse mesmo ritual de morte com seres humanos.

Quantos casos abafados de demência. Também os humanos tem tempo determinado dentro da linha de produção. Quando começam a pifar estão fora da linha de montagem.

Enquanto isso confortavelmente em sua "inconsciência", o público consumidor se seduz pelos anúncios do capricho do paladar. A associação não é com a linha de produção, senão apenas com as fatias de bacon tostando ou a ostentação de fartos hambúrgueres.

Objetos de consumo tem sua linha de produção aberta à visitação como no caso dos carros, roupas e cosméticos, apesar destes últimos, em alguns casos, também conterem casos de crueldade, mas o que dizer da linha de produção da indústria da morte? Quantos de nós são capazes de acompanhar a produção na jornada de trabalho dos matadouros e seus matadores.

Nas paredes celadas, nunca mostradas, senão pelos vídeos dos que tem dó de bichinho, os gritos ecoam, há luta corporal, sangue e excrementos de fundem e contaminam os leitos dos rios e solos, bem como as almas e corpos de seus algozes.

Quem vê apenas o produto da morte tem uma visão entorpecida da realidade.
A coisificação que desassocia vida animal de objeto de desejo, no caso comida.

E ainda que a crítica seja a linha industrial e a opção seja pelo abate nas propriedades, quem de nós seria capaz de matar um animal?
Mais uma vez é destinado a outro alguém a tarefa de matar. O animal criado próximos às famílias, até mesmo com estima, até o dia da sentença.

É bem verdade que a todos que vivem nas cidades é dada a comodidade de consumir sem produzir.
Toda linha de produção de alimentos é feita por alguns produtores, desde grãos até verduras e frutas. Porém, quando você perceber a diferença de visitar uma horta e um matadouro, você vai entender o porque de ser vegetariano.



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Programa My Plate recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e FAO (Organização para Alimentação das Nações Unidas)

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Do ponto de vista animal
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Sobre Comportamento Social


Dizy Ayala
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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Circos com Animais e a Tirania do Riso

Circos com Animais e a Tirania do Riso


Por Dizy Ayala


Animais existem por suas próprias razões e não foram feitos para o entretenimento. Animais em circos são privados de seu direito inerente de viver em liberdade, de acordo com a sua natureza e peculiaridade.Retirados de seu habitat natural são diariamente açoitados, humilhados, privados de qualquer vestígio de dignidade. Para que um espetáculo aconteça diante do público, muita dor e sofrimento acontecem no bastidor.



Os animais de circo são submetidos a viver uma vida inteira em carretas, tendo seus membros e colunas atrofiados, pela falta absurda de espaço, bem como expostos ao superaquecimento e falta de condições adequadas de higiene. Os raros momentos em que estão livres das jaulas é quando estão expostos e subjugados no picadeiro.



Elefantes são condicionados desde bebês, quando são separados de suas mães, com correntes, feridos a golpes em suas extremidades, com barras de ferro com ganchos em suas pontas, os “bullhooks” e recebem choques nas orelhas, boca, genitais e ânus.







Para que animais como os leões sejam subjugados a realizar os números circenses, eles têm seus dentes e garras arrancados e o ritual da queima do leão, que consiste em marcar a fogo a testa do animal para que ele condicione seu escape à roda de fogo.











Ursos e macacos, alguns deles, grandes primatas, costumam ser espancados regularmente, muitas vezes, mantidos suspensos por alavancas, enquanto atingidos.




Os espetáculos circenses forçam os animais a cometer atos dolorosos, não naturais, consistindo em uma manifestação de abuso, humilhação e tortura. Essas práticas arcaicas criam condições para que a violência repercuta entre os humanos. Não é possível continuar a referir-se à prática de maus-tratos como entretenimento.




Se faz necessário definir qual o tipo de convívio com a natureza e com a própria sociedade que se pretende adotar e ensinar para as crianças.

E essa verdade é uma libertação, pois podemos nos libertar da violência, agora mesmo e deixar de ser cúmplices do cárcere, maus-tratos e morte infligidos a tantos irmãos animais. É hora de se questionar e mudar!



Sejamos guiados por bons princípios, movidos pela compaixão por toda criação!

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Pelo Fim dos Zoológicos e Aquários no Mundo
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2015/10/pelo-fim-dos-zoologicos-e-aquarios-no.html


Dizy Ayala
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

EXISTE UMA FORÇA MAIOR QUE O ACASO. A ESCOLHA.

EXISTE UMA FORÇA MAIOR QUE O ACASO. A ESCOLHA.

Por Dizy Ayala


Liberdade é ter escolha. E quando se é condicionado a fazer tudo igual sem pensar, sem ponderar, somos levados a pensar que não temos escolha. 
Mas há sim!

"A questão da escolha não é entre as opções que se têm diante de si; trata-se na verdade de decidir quais são nossos valores mais profundos, porque em ultima análise, é isso que motivará nossa decisão final. E quando se tem claros os valores, a decisão é consequência". (Liz Greene)

Podem as circunstâncias não serem as melhores, quando tomamos para nós as decisões sobre nossas escolhas, com consciência, seremos livres. 
Na prática, vivemos em uma sociedade de consumo que procura estabelecer o valor de cada um de nós por aquilo que temos ou o que somos capazes de ter como consumidores.

O quanto você está disposto a enxergar?

O mundo está erigido no valor do dinheiro e as grandes corporações estão dispostas a fazer qualquer coisa para obter lucro. Elas devastam a natureza, sacrificam vidas humanas e animais e até mesmo fomentam conflitos mundiais para render ganhos com armamentos e a fome.

Sim, as mesmas empresas que dominam o mercado de alimentos são também as que fomentam o mercado farmacêutico. Quando o alimento deixa de ser o seu medicamento, como dizia o filósofo grego Hipócrates e as pessoas se alimentam da dor de animais assassinados e subprodutos da indústria, produtos tóxicos e nocivos à saúde, a farmácia passa a ser a extensão da mesa e um negócio bastante rentável.
Quando a população mundial está sedenta e com fome, ela está sujeita e submissa aos que detém o poder do capital.

Existem milhares de pessoas no mundo que hoje estão reféns de líderes mundiais por se tratarem de refugiados de guerra, nações desoladas por epidemias e fome, aquelas mesmas que são o maior potencial de recursos para diversas indústrias.

Por outro lado, há pessoas, como nós, em condições de se alimentar, morar em domicílio fixo, estudar e trabalhar. Especialmente ao nosso grupo de pessoas que dispõe dessa condição e esclarecimento, recai o compromisso de fazer escolhas conscientes que questionam a procedência de produtos e serviços. Porque se você compra dessas corporações você está financiando as práticas de exploração. É o seu dinheiro quem paga.

QUEM TEM DIREITO DE ESCOLHA PODE FINANCIAR PRÁTICAS QUE SEJAM COOPERATIVAS PARA O PLANETA E SEUS RECURSOS NATURAIS E DEFENDER POPULAÇÕES LOCAIS DE INÚMEROS PAÍSES QUE POR ATIVIDADES EXTRATIVISTAS,TENDEM A SER EXPLORADOS POR EMPRESAS MILIONÁRIAS E SEM ESCRÚPULOS.

No que diz respeito aos animais tidos como de produção, vale a mesma premissa! Quem são as pessoas contratadas para fazer o serviço sujo para que as bandejas de supermercado estejam abastecidas?  Pessoas, em sua maioria,  sem instrução e sem perspectiva. Ou aqueles mesmos exilados de guerra, que estão à mercê da economia de outros países.

A esmagadora maioria das pessoas que compra no supermercado não teria coragem de matar animais para comer, porém sente-se confortável com a ideia de financiar o crime fazendo com que pessoas façam de seu ofício, o ato de matar, exaustiva e doentiamente,  todos os dias!

Cabe refletir e agir fora da matrix! Valendo-se de valores éticos e morais!


Isso porque a ética convida os indivíduos a problematizar os significados dos valores morais. Esses tendem a ser naturalizados pela sociedade uma vez que são anteriores aos indivíduos e dão forma aos costumes (CHAUÍ, 2012, p.386). Ao tencioná-los, descortina-se a possibilidade de agir eticamente e não apenas em função de padrões ou leis de conduta. Por essa razão, para Arendt (2004), quando um indivíduo, ante uma situação controversa, é capaz de dizer “não devo” em lugar de “não posso” ou “não quero”, efetivamente tem-se uma ação ética. Dizer “não posso” pressupõe o veto de alguma lei ou norma enquanto “não quero” se resume à arbitrariedade dos desejos. Não obstante, “não devo” delata a existência de uma consciência moral e o caráter de pessoas que são capazes de privilegiar uma escolha ética a uma escolha meramente baseada nos limites das leis ou nos apetites dos seus desejos.

SEJAMOS A MUDANÇA QUE QUEREMOS VER NO MUNDO! (Gandhi)



Dizy Ayala
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