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quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Dinamarca compra últimos elefantes de circos para libertá-los e cuidar deles


A Dinamarca está propiciando o justo e merecido descanso a animais que passaram uma vida inteira sendo explorados.

A Dinamarca gastou quase um milhão e meio de euros na compra dos quatro últimos elefantes que trabalhavam nos circos do país, para que possam se aposentar em um local adequado para eles, onde possam finalmente encontrar a felicidade.
A medida está enquadrada junto a outras diretrizes que entrarão em vigor, em breve, para dar alguns passos na luta pelo bem-estar animal no país. Dentre elas, a mais importante é a lei que proíbe animais selvagens em circos.
Espera-se que as leis entrem em vigor o mais rápido possível, para que mais animais sejam impedidos de passar uma vida sendo explorados e, muitas vezes, sofrendo maus-tratos.
Os empresários donos de circos se dizem tristes por terem que dizer adeus a esses animais, mas, por outro lado, ficam felizes por saberem que eles vão se aposentar.
O lugar certo dos animais selvagens é a natureza, ao lado de outros da sua espécie. Um animal usado em espetáculos de circo é um animal infeliz, que foi separado de sua família e de seu habitat para ser forçado, por meio da violência, a fazer truques completamente diversos de seu comportamento natural.
O circo pode ser um espetáculo maravilhoso por si só, sem fazer uso de animais selvagens para atrair público. Animais existem por seus próprios propósitos e não foram feitos para o entretenimento. Esperamos, sinceramente, que cada vez mais pessoas tomem consciência disso. E que mais animais que já foram explorados tenham a chance, mesmo que tardia, de usufruir da liberdade a que sempre tiveram direito.
***
 Informações de Nation via Conti Outra



Dizy Ayala



Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

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quinta-feira, 25 de junho de 2020

Documentário Elefantes: Em Nome da Liberdade estreia no canal NatGeo



Equipe de resgatistas de elefantes embarcam em uma missão por mais de 720 km através da Tailândia.

Os resgates de elefantes na Tailândia são muito perigosos e totalmente imprevisíveis. O mais comum na região, passado de geração a geração como tradição ou atividade econômica, é caçá-los e vender partes de seus corpos como souvenir no mercado negro ou treiná-los para serem usados ​​como animais de serviço e entretenimento, principalmente como atração para turistas.

A atriz e diretora Ashley Bell, conhecedora dessa espécie,  sabia que queria fazer alguma coisa. Foi assim que teve origem o documentário Elefantes: Em Nome da Liberdade, que estreia no canal National Geographic no próximo sábado, 27 de junho às 21h. 

Bell e uma equipe de resgatatistas de elefantes, liderada pela conservacionista Lek Chailer, embarcam em uma ousada missão por mais de 720 km pela Tailândia para libertar Noi Na, uma elefanta de 70 anos, parcialmente cega, em um santuário.

Confira alguns fatos que inspiraram a criação do documentário:

1-      Embora existam muitas espécies, os elefantes são divididos particularmente em dois tipos principais: africanos e asiáticos. No mundo, existem cerca de 450 mil elefantes africanos, mas apenas cerca de 45 mil elefantes asiáticos e 33% deles estão em cativeiro. Sua existência está em perigo de extinção.

2-      Os elefantes asiáticos costumavam andar livremente em muitos países do continente. Hoje, seu alcance é limitado, pois seu habitat está desaparecendo e sua existência está constantemente ameaçada. Devido ao desmatamento no Camboja, 75% da floresta não existe mais.

3-      Todos os elefantes em cativeiro têm algo em comum: foram vítimas de abusos e maus-tratos por parte de seres humanos. E, tristemente, seus corpos, e suas almas, costumam demonstrar nitidamente tudo o que tiveram de suportar para serem domesticados: cicatrizes, desidratação, lesões oculares, entre outros.

4-      Ao conhecer a conservacionista Lek Chailer, Bell sentiu uma grande admiração. Em seu país, Lek foi ameaçada, criticada e até rejeitada por sua própria família, que lucrava com o turismo selvagem, rompendo, assim, laços com a mesma quando ela iniciou seu ativismo.

Apesar disso, Lek permanece firme em suas convicções. Algumas negociações com os donos de elefantes para libertá-los podem levar mais de 10 anos. Em 20 anos, os tailandeses resgataram mais de 200 elefantes, mas não foi uma tarefa fácil tendo em vista a força de tradições antigas, fortemente arraigadas.

Por seu trabalho, ela recebeu vários prêmios e foi nomeada uma das “Heroínas da Ásia” pela Revista Time, em 2005, e “Heroína do planeta” pela Fundação Ford, em 2001.

5-      No documentário, Bell revela o aspecto mais sombrio do turismo selvagem e visa inspirar novo olhar sobre esta espécie, de modo a sensibilizar o coração dos espectadores, mostrando o que pode ser feito para reverter sua situação atual:

- não fazer passeios de elefante,
- não participar de circos ou shows com animais,
- não comprar produtos feitos de partes de seus corpos

e não se calar, compartilhando informações para aumentar a conscientização de todos, evitando assim os abusos e o risco de extinção.

As reprises do documentário acontecerão quinta-feira, 2 de julho às 19h30, e sábado, 18 de julho às 19h30.


Infos e foto: Coxinha Nerd



Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

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segunda-feira, 22 de junho de 2020

Coronavírus: elefantes são devolvidos à natureza depois de encerradas as atrações turísticas na Tailândia


 Foto via Medita!
Muitos negócios têm sido prejudicados em todo o mundo, por conta da pandemia, principalmente o setor de turismo, que depende da circulação de pessoas. Porém, nesse caso, em que muitos elefantes eram explorados em atrações turísticas na Tailândia, eles foram beneficiados por essa situação, pois puderam voltar a ser livres.

A boa notícia, porém, vinha acompanhada de uma preocupação: eles poderiam morrer de fome, pois viveram durante anos confinados e, talvez, não conseguissem se adaptar à vida em liberdade. Ou ainda, estariam ameaçados a morrer queimados devido aos incêndios florestais no país.

Para que isso não acontecesse, a Fundação Save Elephant interviu junto a empresas de passeios de elefantes para transportá-los em segurança ao seu habitat. De acordo com informações da ANDA (Agência de Notícias dos Direitos Animais), 100 elefantes já foram levados para a região de Mae Chaem, no Norte da Tailândia.

O registro desse momento foi publicado pela fundação no Instagram, onde eles explicaram que o tempo médio de viagem é de 5 dias e que os elefantes passaram a noite na selva acompanhados por pessoas que se encarregaram de transportá-los.

A equipe da Fundação Save Elephant ficou responsável por levar comida, tanto para as pessoas envolvidas na operação, quanto para os elefantes. Essas medidas adotadas durante o transporte dos animais são fundamentais também pelo fato de que há muitas áreas secas ao longo do percurso que sofreram, ou ainda sofrem, com os incêndios.

Por certo que todo esforço valeu a pena, ao conceder a esses magníficos animais a chance de voltar ao seu verdadeiro lar, depois de 20 anos em cativeiro. Parabéns a todos os envolvidos!


Dizy Ayala

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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

O ideal de liberdade de Star Wars: Os Últimos Jedi, inclui os animais.


O ideal de liberdade de Star Wars: Os Últimos Jedi, inclui os animais.

Por Dizy Ayala

Com várias passagens que remontam aos filmes mais antigos, a nova edição enfatiza valores de ética, justiça e compaixão, próprios dos ensinamentos Jedi. Seja no reencontro com Luky Skywalker, Yoda, Chew e seus mais novos amiguinhos Porgs ou na crítica aos “homens mais ricos da galáxia”, que ganham dinheiro com a venda de armas e se divertem em um cassino, com jogos de azar, inclusive com corridas de animais.


Nos estábulos, os tratadores são crianças escravas, que são alimentadas pela esperança ao ter contato com heróis da resistência. E são elas que, em colaboração com eles, libertam os animais. Segue uma sequência que culmina com a cena em que Finn, um dos protagonistas, afirma que tudo valeu a pena e sua parceira de fuga então diz, ao tirar a cela do último animal: “agora sim!”.

Há ênfase quanto a se ter esperança e resgatar valores perdidos, a partir de uma nova geração. Inclusive, na presença marcante da nova jovem Jedi, que não se deixa corromper pelo lado sombrio da força, apesar da empatia que sente por seu antagonista.

Ao final, novamente são animais (raposas de cristal) que guiam os poucos sobreviventes para a liberdade, enfatizando os instintos de sobrevivência e colaboração.


Os efeitos são incríveis, com batalhas interestelares, lutas com sabres de luz e muita ação. Junto a isso, há um caráter profundamente emocional e afetivo no filme, que demonstra a marca de muitas perdas e dor no passado, como um sofrimento que dignifica cada um dos personagens da resistência. E, apesar de tudo, eles resistem e seguem, cada  um, com a Força em si.




Dizy Ayala

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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Circos com Animais e a Tirania do Riso

Circos com Animais e a Tirania do Riso


Por Dizy Ayala


Animais existem por suas próprias razões e não foram feitos para o entretenimento. Animais em circos são privados de seu direito inerente de viver em liberdade, de acordo com a sua natureza e peculiaridade.Retirados de seu habitat natural são diariamente açoitados, humilhados, privados de qualquer vestígio de dignidade. Para que um espetáculo aconteça diante do público, muita dor e sofrimento acontecem no bastidor.



Os animais de circo são submetidos a viver uma vida inteira em carretas, tendo seus membros e colunas atrofiados, pela falta absurda de espaço, bem como expostos ao superaquecimento e falta de condições adequadas de higiene. Os raros momentos em que estão livres das jaulas é quando estão expostos e subjugados no picadeiro.



Elefantes são condicionados desde bebês, quando são separados de suas mães, com correntes, feridos a golpes em suas extremidades, com barras de ferro com ganchos em suas pontas, os “bullhooks” e recebem choques nas orelhas, boca, genitais e ânus.







Para que animais como os leões sejam subjugados a realizar os números circenses, eles têm seus dentes e garras arrancados e o ritual da queima do leão, que consiste em marcar a fogo a testa do animal para que ele condicione seu escape à roda de fogo.











Ursos e macacos, alguns deles, grandes primatas, costumam ser espancados regularmente, muitas vezes, mantidos suspensos por alavancas, enquanto atingidos.




Os espetáculos circenses forçam os animais a cometer atos dolorosos, não naturais, consistindo em uma manifestação de abuso, humilhação e tortura. Essas práticas arcaicas criam condições para que a violência repercuta entre os humanos. Não é possível continuar a referir-se à prática de maus-tratos como entretenimento.




Se faz necessário definir qual o tipo de convívio com a natureza e com a própria sociedade que se pretende adotar e ensinar para as crianças.

E essa verdade é uma libertação, pois podemos nos libertar da violência, agora mesmo e deixar de ser cúmplices do cárcere, maus-tratos e morte infligidos a tantos irmãos animais. É hora de se questionar e mudar!



Sejamos guiados por bons princípios, movidos pela compaixão por toda criação!

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Dizy Ayala
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