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terça-feira, 14 de março de 2023

Alemanha proíbe exportação de animais vivos e pede que medida se estenda à toda União Europeia


A Alemanha proibirá, a partir de 1º de julho de 2023, todas as exportações de animais vivos para países fora da União Europeia (UE), sejam eles destinados à "engorda, abate ou reprodução". O país é o primeiro a tomar essa decisão na Europa.

 

"Não podemos mais ficar parados vendo os animais sofrerem ou morrerem em agonia em longas jornadas", disse o ministro da Agricultura, Cem Özdemir.

 

Assim sendo, o ministro espera que sua medida pressione outros estados membros da UE a seguirem o exemplo, caso contrário, a proibição alemã poderá ser insuficiente.

 

"Para garantir que essas medidas de restrição a nível nacional não possam ser contornadas, precisamos urgentemente de regras comuns na Europa", explica Cem Özdemir.

 

Ativistas pelos direitos dos animais comemoraram a notícia e consideram que seja fundamental a implicação dos outros países para não haver brechas na lei. Eles também desejam ver a Alemanha estender sua decisão aos países da União Europeia.

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

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sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Parlamento Europeu aprova resolução histórica para acabar com TODOS os testes em animais

O Parlamento Europeu aprovou uma resolução histórica para eliminar, progressivamente, os testes em animais. A resolução apela à Comissão Europeia para que lance um plano de ação para acabar com TODAS as experiências com animais.

Atualmente, cerca de 10 milhões de animais são usados ​​em experimentos invasivos em laboratórios da UE todos os anos, de acordo com a Humane Society International. Os cientistas testam em macacos, cães, gatos, coelhos, ratos e camundongos.

A proposta da resolução visa priorizar a mudança para métodos científicos que não envolvam animais, incluindo para pesquisa, testes regulamentares e educação.  Ele, também, pede um maior financiamento para pesquisas sem animais. 

A votação foi praticamente unânime – 667 a 4 – em favor da resolução de testes sem animais. Essa importante decisão decorre de anos de lobby da People for the Ethical Treatment of Animals (PETA).  A organização sem fins lucrativos afirma ter 6,5 milhões de apoiadores em todo o mundo. Como parte desse lobby, a PETA apresentou seu Acordo de Modernização da Pesquisa aos Membros do Parlamento Europeu (MEPs).

O acordo destacou que os testes em animais não preveem com segurança as reações em humanos. Por exemplo, mais de 90% das drogas e vacinas que passam em testes em animais falham durante os testes clínicos em humanos, de acordo com o Centro de Ciências Contemporâneas (CCS).

Assim sendo, os pesquisadores desenvolveram outros métodos, incluindo órgãos humanos cultivados em laboratório, humanos virtuais e modelos de chip humanos. Os cientistas também usam inteligência artificial e impressão 3D de tecidos vivos humanos em testes.

Esses métodos são promissores, pois se baseiam na biologia humana, de acordo com um comunicado do CCS. Eles também podem ser implementados mais rapidamente e a um custo menor do que os experimentos com animais. Rejeitar tais abordagens seria 'ficar para trás cientificamente', afirmou a fundadora da PETA, Ingrid Newkirk. 

Uma nova era

Dra. Aysha Akhtar é a cofundadora e CEO do CCS. Akhtar comentou: “Há uma necessidade científica urgente de abandonar os testes em animais não confiáveis ​​e usar modelos mais preditivos baseados na biologia humana”.

Akhtar acrescentou que esses novos métodos representam uma 'nova era na pesquisa médica' que pode 'revolucionar a saúde humana'. 

“Aplaudimos o Parlamento Europeu por assumir este papel de liderança e encorajamos outras nações, incluindo os EUA, a fazer o mesmo”, acrescentou Akhtar.

O MEP Jytte Guteland disse em um comunicado: “Agora está nas mãos da Comissão Europeia estabelecer este Plano de Ação para toda a UE e esperamos que a Comissão faça disso uma prioridade de alto nível.

“Porque, se a Comissão leva a sério seus compromissos para com os cidadãos da UE, ela precisa iniciar agora o diálogo com todas as partes para coordenar efetivamente o financiamento, a educação e os marcos para acelerar a transição para a ciência não animal”.

Fonte: Plant Based News

Dizy Ayala

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

2021: Surto de gripe aviária é notificado em diversos países da Europa e Ásia

Com rápido avanço, gripe aviária coloca países em alerta


A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) notificou surto de gripe aviária em diversos países da Europa e Ásia, tais como: França, Alemanha, Holanda, Reino Unido, Bélgica, Dinamarca, Irlanda, Suécia, Arábia Saudita, Vietnã, Ucrânia, República Checa, África do Sul, Romênia, Índia, Eslováquia, Hungria e China. 

E, pela primeira vez nesta semana, Croácia, Eslovênia e Polônia, após atingir gravemente Rússia, Cazaquistão e Israel. Os avisos de notificação da organização sobre a ocorrência da doença se acentuaram desde o início do ano.

O vírus identificado foi o H5N8 é considerado altamente contagioso e mortal pelos organismos de saúde, cuja notificação anterior data de junho de 2017. Também foram relatados casos de H5N5 e H5N1. A fonte ou origem da infecção ainda é desconhecida, de acordo com a OIE.

Os casos foram identificados em aves migratórias como também em granjas de criação de galinhas, patos, gansos e codornas. O que já resultou na morte de mais 1,6 milhões de aves.


"O risco de transmissão em granjas e de mais casos entre aves selvagens é maior do que nos últimos dois anos, por causa da aparição maciça de vários vírus da gripe aviária na Europa", disse uma porta-voz do Instituto Friedrich-Loeffler, agência federal de pesquisas de doenças animais da Alemanha.


Embora o risco para humanos seja baixo, a Agência Europeia de Segurança Alimentar (EFSA, na sigla em inglês) disse nesta semana que a evolução do vírus deve ser monitorada de perto. Uma cepa da H5N1 é conhecida por se espalhar para humanos.

Surtos de gripe aviária, como de outras doenças animais, frequentemente levam países importadores a impor restrições comerciais.

"Já está difícil exportar com a Covid, isso pioraria ainda mais", disse a repórters Dennis Lambert, presidente-executivo da LDC, maior grupo avícola da França, na quarta-feira.

Infos Via Portal Terra

 

Mais uma vez fica evidente a urgência em acabar com a exploração e o consumo de animais, e todo sofrimento decorrente que está a gerar toda ordem de doenças.

Retire as pandemias do prato e prefira alimentos saudáveis à base de plantas.

Há várias opções de carnes vegetais ou produzidas em laboratório.

O modelo de exploração de seres vivos está falido e só podemos esperar mais e mais doenças a infectar e matar animais e humanos.

Considere o veganismo.


Acesse https://www.veganuary.com/pt-br/inscreva-se/ 


Dizy Ayala

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segunda-feira, 27 de abril de 2020

Aliança Europeia firma Pacto Verde, com transição agroalimentar, para sair da crise do coronavírus


AFP/Getty Images/MacDougall

UE pretende superar a crise do coronavírus lutando contra a mudança climática em parceria com representantes políticos, diretores de empresas, sindicatos e ONGs.  

A “luta contra a mudança climática” deve ser o “núcleo da estratégia econômica” que a União Europeia deve adotar para sair da crise provocada pela pandemia da Covid-19. E os “investimentos maciços” que serão necessários terão de ser alinhados com os “princípios ambientais”.

Essa é a proposta lançada pela recém-nascida Aliança Europeia para uma Recuperação Verde. Em um manifesto divulgado recentemente, assinado por 180 líderes políticos, diretores de grandes multinacionais, sindicatos, ONGs e especialistas, a aliança pede que a Comissão Europeia utilize o Pacto Verde — que estava em fase de desenvolvimento quando explodiu a pandemia — para sair desta crise econômica, que será “mais forte que a crise de 2008”.

Essa aliança se alinha, assim, com a carta que 13 ministros de Meio Ambiente e Clima da UE enviaram na semana passada a Bruxelas pedindo também que esse Pacto Verde, projetado para ser o plano da Europa para combater a mudança climática e conseguir que a economia comunitária se desconecte dos combustíveis fósseis, não seja deixado de lado devido ao coronavírus. 

Mas, diante da magnitude da crise sanitária e econômica provocada pela pandemia, surgiram vozes dentro da UE, principalmente de países do Leste, mas também de alguns setores econômicos, que põem em dúvida a continuidade de algumas medidas e políticas climáticas.

A carta da semana passada e o manifesto lançado recentemente pela aliança estão assinados por ministros da Alemanha, França, Itália, Suécia, Luxemburgo, Portugal, Áustria, Finlândia e Espanha. A quarta vice-primeira-ministra e ministra da Transição Ecológica da Espanha, Teresa Ribera, foi a encarregada de firmar o documento em nome do Governo espanhol.

Mas a aliança apresentada agora, que foi promovida pelo deputado Pascal Canfin, membro da bancada verde do Parlamento Europeu, vai mais longe. Ela inclui também 79 eurodeputados de 17 países da UE, 37 CEOs de multinacionais e grandes empresas, 28 associações empresariais, confederações e federações sindicais e sete ONGs, além de vários grupos de especialistas. Entre eles estão diretores-executivos de empresas como L’Oréal, Volvo, Danone, Ikea, Enel e Iberdrola, e representantes de ONGs ambientais como WWF, Birdlife e Rede de Ação Climática (conhecida pela sigla em inglês CAN).

Os signatários deixam claro que a luta contra a pandemia é a “principal prioridade” e deve ser feito tudo que for necessário para deter e erradicar o vírus. Mas, olhando para as consequências econômicas da Covid-19, explicam que a Europa deve dar “uma forte resposta econômica coordenada” para superar um golpe mais duro que o da crise de 2008. A forma de dar essa resposta, segundo o documento, é realizar “investimentos maciços” que deverão “desencadear um novo modelo econômico europeu” que gire em torno de “princípios ecológicos”.

Para os signatários, a transição necessária para limpar a economia europeia de gases de efeito estufa, unida à proteção da biodiversidade e à transformação do setor agroalimentar, pode “gerar rapidamente empregos e crescimento” e “melhorar o estilo de vida de todos os cidadãos”.

A aliança lembra que a transformação rumo a uma economia verde não é um caminho que tenha de ser iniciado do zero agora, porque na última década ocorreram importantes avanços: “Dez anos atrás, os veículos sem emissão de poluentes eram apenas um protótipo”, assinala o documento. “A energia eólica era três vezes mais cara do que é hoje e a energia solar, sete vezes mais.”

Os signatários se comprometem a trabalhar juntos, “compartilhar conhecimentos, trocar experiência e criar sinergias” para reunir os investimentos de “recuperação verde” que forem necessários. E endossam explicitamente o Pacto Verde da Comissão Europeia, por ter um “enorme potencial para reconstruir” a economia.


Fonte: El País

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segunda-feira, 1 de julho de 2019

Veganismo em alta atinge fazendas de criação ao diminuir demanda por carne.


Por conta de uma maior conscientização das pessoas quanto à crueldade animal envolvida nas fazendas de criação e os danos do consumo de produtos de origem animal à saúde e ao meio ambiente, a indústria da carne está em declínio no mundo todo.
O exemplo mais recente disso são os produtores de carne em Bristol (Inglaterra) que, de acordo com especialistas, já estão sentindo o impacto causado pela ascensão do veganismo.
Alex Demetriou, diretor administrativo da Regency, que abastece a indústria de carne de Catering, do Reino Unido, diz que a demanda por carne de bovina caiu 5% em relação ao mesmo período do ano passado.
Ele citou vários fatores para o declínio, incluindo o impacto do iminente Brexit (saída da Inglaterra da União Europeia) e a expansão do vegetarianismo e veganismo.

“Parece que isso foi impulsionado pelo movimento vegano, vegetariano e flexitário, que está se tornando cada vez mais popular como uma escolha de estilo de vida, em vez de qualquer tipo de tendência passageira”, disse Demetriou ao Bristol Live.
Produtores de carne no vermelho
De acordo com o periódico do setor de produção, Farmers Weekly, o declínio na produção de carne animal se espalhou para além de Bristol.
Ela afirma que a queda na demanda é resultado do fato de os consumidores receberem “uma variedade de mensagens negativas sobre carne vermelha, incluindo advertências sobre obesidade, câncer e o efeito da criação de animais sobre o meio ambiente”.
Mensagens essas fundamentadas através de inúmeros estudos realizados por especialistas, médicos, nutricionistas, cientistas e pesquisadores.
Ele diz que isso está levando à queda da demanda nos setores de varejo e cita Sam Chesney, presidente do conselho de carne de boi e cordeiro da Ulster Farmers Union: “Eu diria que a maioria dos produtores de carne está definitivamente no vermelho”.

É tempo de considerar alternativas ao consumo de carne animal, com um mercado em ascensão de carnes de origem vegetal, muitas delas com mesmo gosto e aspecto da animal, levando em conta a prevenção de diversas doenças e a preservação do meio ambiente e da vida animal. 
Pode interessar

Nos próximos 20 anos, 60% da carne consumida no mundo não será mais de origem animal.

https://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com/2019/06/nos-proximos-20-anos-60-da-carne.html


As confissões chocantes de um trabalhador de matadouro que se tornou ativista pelos direitos dos animais.

https://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com/2019/06/sobre-maes-e-filhos-as-confissoes.html?spref=fb&fbclid=IwAR3-qvMMBYjlwVLTo0GwRozdqyU4PN-0di5cFIVBIYUVqb4R8TyPvQNf054


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quinta-feira, 27 de junho de 2019

Irlanda será o 15º país na UE a eliminar a prática de confinar e matar animais por suas peles.



Irlanda irá acabar com fábricas de peles, poupando milhares de martas de uma "vida miserável".

O governo irlandês tem enfrentado uma pressão crescente, particularmente dos defensores dos animais, para seguir o exemplo de outros 14 países da UE, da Noruega à Sérvia, que terminaram ou estão pondo fim à produção de peles.

As três fazendas de peles da Irlanda: em Donegal, Kerry e Laois, abrigam cerca de 200.000 martas, amontoadas em minúsculas gaiolas de arame. Os animais são gaseados até a morte e esfolados quando têm seis meses de idade.

Michael Creed, o ministro da Agricultura tem enfrentado pressões de membros do parlamento irlandês, do Partido Trabalhista, do Independents 4 Change, do Partido Verde e dos Social democratas, por um projeto de lei.
Os defensores dos animais congratularam-se com o movimento, junto à Sociedade Irlandesa para a Prevenção da Crueldade contra os Animais, pelo fim do comércio "cruel", aguardado há muito tempo.
Andrew Kelly, chefe da ISPCA (Irish Society for Prevention of Cruelty to Animals), disse que ferimentos e o comportamento estereotipado são comuns em animais criados em fábricas de peles, que nada tem a ver com seu comportamento normal.
·     
Jo Swabe, da Humane Society Europe, afirma: “Com tantos países proibindo a produção de peles, o Reino Unido está sob pressão para proibir a venda de peles e com cada vez mais designers evitando peles animais em suas coleções, esperamos que o sofrimento causado seja logo relegado aos livros de história”.

Ou seja, o pleno progresso quanto a essa prática cruel significaria proibir a venda de peles, não apenas na produção, que poderia mudar para o exterior, mas também a comercialização de peles animais.
Uma pesquisa realizada na Irlanda em outubro mostrou que quatro em cada cinco pessoas apoiam o fim das fazendas de peles.
A criação de peles parou na Inglaterra e no País de Gales em 2000, e na Escócia e na Irlanda do Norte dois anos depois.  
A Lituânia, a Polônia e a Ucrânia estão considerando encerrá-lo, de acordo com a Fur Free Alliance. 
Designers incluindo Gucci, Versace, Jimmy Choo e Chanel estão livres de peles animais. Mas Saint Laurent e Dolce & Gabbana ainda vendem peles.
Infos site The Independent

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Campanha para Renovar o Guarda-roupa
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com/2016/04/campanha-para-renovar-o-guarda-roupa.html



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