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sábado, 29 de novembro de 2025

Semana de Moda de Londres proíbe peles de animais exóticos, a partir de 2025


A partir de 2025, a Semana de Moda de Londres (London Fashion Week) irá proibir o uso de peles de animais exóticos, como crocodilos, jacarés e cobras, nas coleções apresentadas durante o evento.


Essa iniciativa dá continuidade ao banimento das peles tradicionais, prometido em 2018 e implementado, oficialmente, em dezembro de 2023.


Apesar de muitos designers londrinos já evitarem o uso de peles exóticas, a oficialização dessa proibição consolida o posicionamento do evento e evidencia a diferença em relação a outras grandes semanas de moda, como Milão, Paris e Nova York, que ainda permitem essa prática.


Enquanto Londres lidera esse movimento entre as grandes semanas de moda, outros eventos ao redor do mundo também vêm adotando medidas similares.


Melbourne e Copenhague, por exemplo, baniram penas de animais selvagens, enquanto Helsinque proibiu o couro, incentivando o uso de alternativas sustentáveis e éticas.


Embora essa seja uma mudança modesta, no contexto global, é um passo importante na direção certa.


Com a variedade de alternativas livres de exploração animal disponíveis, criar moda sem crueldade é mais viável e acessível do que nunca.


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

 

quinta-feira, 20 de julho de 2023

País de Gales proíbe armadilhas de cola e laço para captura de animais

 


O País de Gales anunciou recentemente a proibição do uso de armadilhas de cola e laço para capturar animais.

 

Armadilhas de cola são recobertas com uma cola extremamente forte e são frequentemente usadas para capturar roedores, insetos e cobras.

 

Já as armadilhas de laço são nós de arame que, geralmente, são amarrados a objetos pesados como estacas ou árvores e são utilizadas para capturar animais maiores, como raposas e coelhos.

 

Ambas têm designs bárbaros, que causam sofrimento prolongado aos animais, resultando em uma morte lenta e extremamente dolorosa, uma vez que os animais lutam para fugir.

 

No ano passado, a Inglaterra, também, introduziu uma proibição ao uso de armadilhas de cola, que entrará em vigor em abril de 2024.

 

No entanto, existem algumas exceções a essa proibição que permitem que controladores de "pragas" licenciados continuem utilizando-as.

 

Em contraste, o País de Gales está prestes a implementar uma proibição completa - a primeira desse tipo no Reino Unido.

 

Todos os animais merecem nossa consideração moral e não devemos tratá-los com crueldade.

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
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sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Malta proíbe criação de animais para produção de peles e foie gras


 

O Ministério da Agricultura de Malta anunciou recentemente a proibição da criação de animais para a comercialização de peles e foie gras com efeito imediato.

 

Malta não é conhecida por nenhuma das duas indústrias e não possui fazendas de peles em operação, mas a proibição é uma medida de precaução que, segundo o Ministério da Agricultura, visa "garantir a proteção desses animais".

 

Embora a proibição impeça os produtores de transferir suas operações para Malta de outros países, ela não proíbe a importação ou venda de foie gras ou peles.

 

Veggy Malta, um grupo de defesa do veganismo, elogiou a nova proibição, acreditando que esse seja um "passo positivo na direção certa".

 

Malta juntou-se agora a catorze outros países da União Europeia, incluindo Áustria, Bósnia e Herzegovina, Bélgica, Croácia, República Checa, Estônia, Luxemburgo, Holanda, Macedônia do Norte, Noruega, Sérvia, Eslováquia, Eslovênia e Reino Unido na proibição da produção de peles.

 

A produção de foie gras também é proibida em vários países, incluindo Dinamarca, Alemanha e Reino Unido. Mas, ultimamente, os ativistas vêm pressionando por mais medidas sobre essa questão.

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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quarta-feira, 28 de setembro de 2022

BMW vai lançar em 2023 seus primeiros veículos totalmente sem couro animal

 


 O grupo BMW planeja lançar seus primeiros veículos com interiores totalmente sem couro de origem animal em 2023, para os modelos MINI e BMW.

 

A marca afirma que a redução das emissões de CO2 ao longo de todo o ciclo de vida de um veículo é seu objetivo central, buscando atingir a neutralidade climática até 2050.

 

A presidente da PETA Ingrid Newkirk celebrou a notícia: "Depois que a PETA Alemanha apontou que os interiores de carros veganos poupam a vida de até oito vacas sensíveis por carro e reduzem as emissões de carbono, a BMW acelerou essa nova alternativa ecológica. A PETA está comemorando este último sinal de que a indústria automotiva está mudando para um futuro sem couro".

 

Este é um avanço importante, porém os interiores ainda terão menos de 1% de materiais de origem animal, como gelatina usada em revestimentos de proteção, lanolina e cera de abelha em tintas e sebo como aditivo em elastomeros.

 

O grupo BMW também afirmou estar trabalhando com startups para desenvolver materiais inovadores de base vegetal. Em comparação com os couros sintéticos, eles resultam em cerca de 45% menos emissões de CO2.

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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segunda-feira, 25 de abril de 2022

Musas e rainhas da Série Ouro trocam penas de origem animal por sintéticas


Egili Oliveira, rainha de Vigário Geral, desfila na Sapucaí — 
Foto: Marcos Serra Lima/g1 

Ainda muito mais por uma questão econômica do que de consciência, várias musas e rainhas do Carnaval 2022, no Rio e em São Paulo, optaram por penas sintéticas.


Em face à pandemia e o afastamento das escolas dos desfiles, nos últimos dois anos, essa foi uma maneira de reduzir custos. 

O fato é que as musas, ao desfilar na avenida, evidenciaram a beleza das penas sintéticas. Algumas delas, inclusive, referenciaram como são mais leves e que permitem adicionar mais enfeites, de maneira segura.

Torcendo, aqui, desde já que vire tendência.

Em se tratando daquela que é considerada a maior festa popular do mundo, mesmo eu não gostando de carnaval, substituir adereços de origem animal das fantasias é expressivo ganho para os animais.

As diversas aves são, cruelmente, exploradas para esse fim, tendo suas penas arrancadas, estando vivas, num ciclo que se repete, várias vezes, por anos, apenas por vaidade. Aliás, assim como o uso de peles, o uso de penas, além de considerado cruel, também, já é tido como brega. Dito isso por algumas das beldades carnavalescas.

“Em outros carnavais”, a escola Águia de Ouro optou por retirar todos os enfeites das fantasias que fossem de origem animal, tendo à frente Luísa Mell como musa do carnaval daquele ano. Por isso, naquela ocasião, a escola foi rebaixada por conta da perda na pontuação quanto ao figurino.

Assim sendo, a atitude do uso de penas e adereços sintéticos é muito bem-vinda. A estética do espetáculo é mantida, sem crueldade e com consciência ecológica.

 "No Carnaval, as pessoas têm uma concepção de que você não está rico se você não usa pena. E as pessoas precisam descontruir isso", afirmou Egili Oliveira, rainha de bateria da Acadêmicos de Vigário Geral. A fantasia com a qual ela cruzou a avenida diante dos ritmistas contou com mil penas sintéticas.


Informações: G1

Dizy Ayala

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quarta-feira, 22 de julho de 2020

Empresa brasileira lança leite vegetal com textura e gosto de leite de vaca


Imagem Pamalani

Pamalani, empresa paulista fundada em 2014, no segmento de bebidas lácteas à base de plantas, lançou recentemente uma versão de leite vegetal com textura e sabor igual ao de vaca.

A linha é chamada de Eco Milk e possui 2 sabores: um neutro e outro de chocolate. Os ingredientes base da nova opção são o inhame e o coco.

Como garantia de que os produtos são livres de qualquer contaminação cruzada, eles possuem a certificação Kosher Parve.

“A bebida também é livre de caseína, colesterol, hormônios e antibióticos”, diz o CEO e fundador da empresa, Márcio Lemos.

Comparado ao leite de vaca, o Eco Milk é sem lactose e tem 25% menos gordura, 50% a menos de sódio e a mesma quantidade de cálcio.

Lemos também destaca que o novo Eco Milk apresenta o que os consumidores mais precisam neste momento. “É um produto excelente para a saúde, porque a sua base é composta de inhame e coco, dois ingredientes reconhecidos por ajudarem na melhora da imunidade do corpo a doenças”.

Além desses produtos, a empresa também conta com outros leites vegetais, de amêndoas, coco, castanhas, avelãs e macadâmia, e também iogurte vegetal, suco de uva, açaí orgânico e pães artesanais.

A linha pode ser encontrada na Casa Santa Luzia e nas redes Marchê, Muffato e Oba.

A Família Pamalani atua no mercado há seis anos, tendo se especializado em alimentos livres de glúten, leite e soja.

Fonte: hiperattivo Linkedin

Para conhecer e adquirir os produtos acesse


Dizy Ayala

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segunda-feira, 1 de julho de 2019

Veganismo em alta atinge fazendas de criação ao diminuir demanda por carne.


Por conta de uma maior conscientização das pessoas quanto à crueldade animal envolvida nas fazendas de criação e os danos do consumo de produtos de origem animal à saúde e ao meio ambiente, a indústria da carne está em declínio no mundo todo.
O exemplo mais recente disso são os produtores de carne em Bristol (Inglaterra) que, de acordo com especialistas, já estão sentindo o impacto causado pela ascensão do veganismo.
Alex Demetriou, diretor administrativo da Regency, que abastece a indústria de carne de Catering, do Reino Unido, diz que a demanda por carne de bovina caiu 5% em relação ao mesmo período do ano passado.
Ele citou vários fatores para o declínio, incluindo o impacto do iminente Brexit (saída da Inglaterra da União Europeia) e a expansão do vegetarianismo e veganismo.

“Parece que isso foi impulsionado pelo movimento vegano, vegetariano e flexitário, que está se tornando cada vez mais popular como uma escolha de estilo de vida, em vez de qualquer tipo de tendência passageira”, disse Demetriou ao Bristol Live.
Produtores de carne no vermelho
De acordo com o periódico do setor de produção, Farmers Weekly, o declínio na produção de carne animal se espalhou para além de Bristol.
Ela afirma que a queda na demanda é resultado do fato de os consumidores receberem “uma variedade de mensagens negativas sobre carne vermelha, incluindo advertências sobre obesidade, câncer e o efeito da criação de animais sobre o meio ambiente”.
Mensagens essas fundamentadas através de inúmeros estudos realizados por especialistas, médicos, nutricionistas, cientistas e pesquisadores.
Ele diz que isso está levando à queda da demanda nos setores de varejo e cita Sam Chesney, presidente do conselho de carne de boi e cordeiro da Ulster Farmers Union: “Eu diria que a maioria dos produtores de carne está definitivamente no vermelho”.

É tempo de considerar alternativas ao consumo de carne animal, com um mercado em ascensão de carnes de origem vegetal, muitas delas com mesmo gosto e aspecto da animal, levando em conta a prevenção de diversas doenças e a preservação do meio ambiente e da vida animal. 
Pode interessar

Nos próximos 20 anos, 60% da carne consumida no mundo não será mais de origem animal.

https://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com/2019/06/nos-proximos-20-anos-60-da-carne.html


As confissões chocantes de um trabalhador de matadouro que se tornou ativista pelos direitos dos animais.

https://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com/2019/06/sobre-maes-e-filhos-as-confissoes.html?spref=fb&fbclid=IwAR3-qvMMBYjlwVLTo0GwRozdqyU4PN-0di5cFIVBIYUVqb4R8TyPvQNf054


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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Natura conquista selo de certificação Cruelty Free International



Natura conquista selo de certificação Cruelty Free International
A Natura é a primeira empresa de cosméticos brasileira a conquistar o selo The Leaping Bunny, da ONG Cruelty Free International, referência na luta pelo fim dos testes em animais e certificação de produtos cosméticos.
A marca dessa forma está certificada como cruelty free através do selo que atesta a abolição de testes em animais na produção de seus produtos.
A natura que conta com 80% dos insumos utilizados na fabricação de seus produtos a partir de vegetais, ainda dispõe de alguns ingredientes de origem animal. Ou seja, ainda não é completamente vegana. De acordo com a empresa, a linha Ekos de sabonetes em barra, shampoos, cremes e hidratantes não tem nada de origem animal, ou seja, veganos.
A Natura afirma não testar em animais desde 2006 e assumiu um compromisso público em 2016 quanto à busca por certificação. Confira http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com/2016/09/natura-assume-compromisso-publico-de.html
Enfim, a conquista do selo é destaque e consta na página oficial. Acesse https://www.natura.com.br/blog/sustentabilidade/natura-conquista-o-selo-leaping-bunny-da-cruelty-free-international
Confira a lista completa de produtos não testados em animais e veganos 
(versão atualizada)


Saiba o que diz a ciência sobre os testes em animais
(Declaração de Cambridge)
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2015/08/a-ciencia-comprova-consciencia-dos.html

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