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quarta-feira, 8 de julho de 2026

Elefanta Julie é a primeira a chegar ao santuário Pangea, em Portugal

 


Depois de 38 anos, Julie, o último elefante de circo em Portugal, é transferida para o santuário, no Alentejo, e já vive em liberdade.

O último elefante de circo em Portugal tornou-se o primeiro residente do santuário da Pangea, no Alentejo, inaugurando aquele que é considerado "o primeiro santuário de grande escala da Europa".

Viva feliz, Julie, e que outros mais tenham essa mesma oportunidade de uma vida digna!

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Portugal irá abrir o primeiro grande santuário de elefantes da Europa


 

Um projeto inédito está sendo criado no Alentejo, em Portugal: o primeiro grande santuário da Europa para elefantes.

A iniciativa é da organização sem fins lucrativos Pangea (@pangea_trust), que adquiriu 402 hectares entre Vila Viçosa e Alandroal, para receber animais provenientes de zoológicos e circos europeus.

Os primeiros abrigos e recintos devem ficar prontos até o final deste ano e o objetivo é oferecer condições adequadas para elefantes idosos ou com longo histórico de confinamento, em um ambiente amplo e livre de exploração comercial.

Estima-se que cerca de 600 elefantes ainda sejam explorados em cativeiro na Europa. Muitos passaram décadas em espaços minúsculos, sem ter suas necessidades básicas atendidas.

A primeira residente será Kariba, uma elefanta capturada ainda filhote no Zimbábue em 1984 e mantida em diversos zoológicos ao longo de 40 anos.

Desde 2012, ela vive na Bélgica e, após a morte da única companheira de recinto, em 2022, permanece sozinha.

Sua chegada ao Alentejo está prevista para o início de 2026, onde receberá cuidados contínuos e terá contato com outros elefantes, algo essencial para a espécie.

O santuário não será aberto ao público, medida considerada necessária pela Pangea para garantir tranquilidade aos animais. Ainda assim, estão previstas ações educativas voltadas para escolas e para a comunidade local.

A expectativa é que, no futuro, entre 20 e 30 elefantes possam ser recebidos, dependendo de estudos de bem-estar e da capacidade do habitat.

Imagens: Pangea Trust (esquerda) e Eurogroup for Animals (direita).


Dizy Ayala

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quinta-feira, 26 de junho de 2025

Bulgária acaba com a última fábrica de peles no país


A Bulgária está agora oficialmente livre de quintas de peles, marcando uma grande vitória para os animais e outro passo poderoso em direção a uma Europa livre de crueldade.

A última fazenda de vison no país está fechada desde o início deste ano. O proprietário antecipou, assim, a proibição nacional da criação de peles, que, esperamos, será aprovada em breve.

Antes mesmo do fechamento, não sobraram animais nas instalações.

Não foram emitidos novos pedidos, licenças ou certificados para quaisquer atividades de criação de peles.

Atualmente, não existem locais ativos ou registados para reprodução de animais, para extração de peles, em qualquer lugar da Bulgária.

Esperamos que a extração de peles seja oficialmente proibida em breve para que a Bulgária possa aderir à lista crescente de países europeus que rejeitam essa crueldade.

Este marco vem graças aos esforços incansáveis dos defensores dos direitos dos animais, à pressão pública e ao apoio generalizado para acabar com esta prática ultrapassada e desumana.

Juntos, estamos a construir não apenas uma Europa sem peles, mas também um futuro sem peles - um país de cada vez.

Via Four Paws

Dizy Ayala

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segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

Assine a petição para tirar o salmão criado em cativeiro do cardápio

 


Fazendas monstruosas estão surgindo ao longo da costa africana, devastando as populações locais de peixes para transformá-los em óleo e pó.

Tudo isso é feito para alimentar os salmões em criadouros superlotados na Europa, para que grandes redes de restaurantes, como a Wagamama, possam manter no cardápio o salmão do Atlântico, cuja população está em declínio.

Peça à Wagamama, com sua rede de mais de 190 restaurantes, que pare de servir salmão criado em cativeiro.

Assine a petição https://actions.eko.org/a/wagamama-tire-os-salmoes-criado-em-cativeiro-do-cardapio/?akid=129581.19323388.bgOivw&rd=1&source=fwd&t=5

As fazendas de salmão são concentrações gigantescas de crueldade animal -- e esses animais são alimentados com peixes retirados da África, deixando milhões de pessoas em risco de desnutrição.

Por isso, um número cada vez maior de restaurantes e chefs vêm se comprometendo a simplesmente deixar de servir salmão criado em cativeiro.

Um dos grandes nomes que ainda está de fora dessa lista é a Wagamama, uma rede com mais de 190 restaurantes em todo o mundo, conhecida por seus pratos à base de macarrão oriental e suas diversas opções vegetarianas e veganas.

Em poucas décadas, o salmão passou de um item de luxo raro para um dos pratos mais disponíveis nos cardápios dos restaurantes, mas sua popularidade tem um custo terrível.

Os pesticidas químicos, as fezes dos peixes e as doenças que surgem nas fazendas de salmão podem ter consequências fatais para outras formas de vida marinha.

E esse não é um problema só dos países que mantêm essas fazendas. O salmão criado em cativeiro é alimentado com peixes extraídos de mares a meio mundo de distância, com consequências devastadoras. Na África Ocidental, em particular, a demanda por esses peixes selvagens causa a pesca excessiva e prejudica os meios de subsistência locais.

A Wagamama pode cortar seus laços com a indústria de criação de salmão, mas ela não fará isso sem um empurrãozinho. É por isso que precisamos nos unir e nos manifestar.

Junto com organizações parceiras, 189.000 membros da Ekō enfrentaram, há pouco tempo, a indústria australiana de salmão, que vinha abatendo lobos-marinhos famintos. Há anos, a comunidade Ekō também apoia protestos locais e investigações sobre fazendas de salmão na Escócia e, mais recentemente, ajudamos a barrar uma grande mina de cobre e ouro no Alasca, que colocaria em risco os 60 milhões de salmões-vermelhos selvagens que chegam à Baía de Bristol todos os anos.

O slogan da Wagamama, "pequenas escolhas para promover grandes mudanças", é ótimo. Agora é hora de cumprir com o que prometem.

Assine a petição https://actions.eko.org/a/wagamama-tire-os-salmoes-criado-em-cativeiro-do-cardapio/?akid=129581.19323388.bgOivw&rd=1&source=fwd&t=5 


Nota do Blog: Com tantas opções de alimentação à base de plantas, inclusive carnes de peixe de origem vegetal, somos a favor de uma alimentação sem sofrimento animal, sejam os animais criados em hediondos cativeiros ou mortos na natureza. 

Dizy Ayala

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quinta-feira, 29 de junho de 2023

Espanha põe ponto final aos circos com animais selvagens

 


Aprovação da nova Lei de Proteção dos Direitos e Bem-estar dos Animais, na Espanha, determina a proibição total do uso e exploração de animais silvestres em circos.

 

O trabalho constante de organizações locais deu origem ao InfoCircos, uma iniciativa cujo objetivo era cobrar ações concretas do governo, para acabar com a utilização de animais selvagens em circos em todo o país.

 

Há uma crescente e forte oposição do público ao uso de animais selvagens em circos, o que tem levado cada vez mais países europeus a adotar proibições, ajudando a eliminar, gradualmente, esse setor obsoleto e cruel que explora o comércio de animais selvagens, como grandes felinos, que, muitas vezes, acabam sendo vendidos como animais de estimação exóticos.

 

A nova legislação, também, inclui planos para introduzir um sistema de lista "positiva" de espécies, que restringiria as espécies que podem ser mantidas como animais de estimação exóticos na Espanha.

 

Infelizmente, diversos países, inclusive na Europa, adotaram ou estão em processo de implementação de "listas positivas", permitindo a criação e manutenção de algumas espécies em cativeiro para comercialização.

 

Esse sistema pretende reduzir ou limitar o comércio e criação de animais exóticos, além de adotar uma abordagem preventiva, o que é bom, mas, ainda, o permite a algumas espécies.

 

Contudo, qualquer espécie incluída em uma lista positiva deve atender a critérios relacionados ao bem-estar animal, à conservação, à saúde humana e animal, à segurança e aos riscos ambientais.

 

Desse modo, esse exemplo da Espanha é, parcialmente, positivo, uma vez que impede a exploração de animais em circos, mas, ainda, prevê a manutenção de uma lista de animais silvestres, mantidos em cativeiro, para fins comerciais.

 

No Brasil, a proibição de animais em circos, ainda, carece de legislação federal. Dos 26 estados, apenas 12 possuem legislação que proíbe a prática.

 

Precisamos avançar na consideração moral dos animais e entender que nenhum silvestre merece viver em cativeiro, somente, para satisfazer interesses humanos.

 

Os animais nasceram para ser livres!

 

Fonte: Fórum Animal

 Dizy Ayala

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segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Cidade britânica se torna a primeira na Europa a se comprometer com o veganismo

  


Uma cidade do Reino Unido acaba de fazer história ao se tornar a primeira da Europa a se comprometer com o veganismo.

 

Haywards Heath, cidade de West Sussex, com uma população de cerca de 34.000 pessoas, assinou o "Plant Based Treaty", uma iniciativa que visa persuadir os líderes mundiais a migrarem da pecuária para a agricultura à base de plantas, devido ao seu enorme impacto ambiental.

 

O acordo da @plantbasedtreaty tem 38 demandas no total, incluindo a transição para refeições à base de plantas em escolas e hospitais, impedir a criação de novas fazendas de exploração animal e subsidiar frutas e vegetais.

 

Haywards Heath disse que não obrigará os moradores a seguir a base do acordo, mas que "vai educar e incentivar a comunidade local a reduzir o desperdício de alimentos e adotar dietas baseadas em vegetais para reduzir as emissões de CO2; atividades que são tão impactantes quanto uma mudança em larga escala para a energia verde".

 

Um de seus primeiros passos na prática será a introdução de prêmios ambientais para empresas e escolas que incentivam a alimentação baseada em vegetais e que reduzem o desperdício de alimentos.

 

Até agora, 17 cidades em todo o mundo endossaram o tratado.

 

Fonte: Plant Based News

Dizy Ayala

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quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Europa está prestes a por fim à era de morte de animais para consumo de carne

 

Comissão Europeia decidiu registrar e aprovar uma Iniciativa de Cidadania Europeia (ICE) chamada “End The Slaughter Age” (Pare a Era do Abate). Trata-se da colhida de assinaturas, que teve início em junho, e que visa eliminar os subsídios à pecuária.

 

Não é uma simples petição para banir as explorações animais e as ajudas financeiras europeias que fomentam a pecuária. É um ato jurídico que visa canalizar esses fundos para alternativas mais verdes e sustentáveis que não envolvam a matança de animais.

 

Para alcançar o objetivo proposto, a organização internacional “End The Slaughter Age” pretende coletar, em um ano, pelo menos um milhão de assinaturas de sete estados membros da União Europeia, quantidade mínima necessária para que a Comissão Europeia inicie o movimento.

 

Sendo a pecuária uma das atividades que mais emitem gases de efeito estufa na atmosfera, a iniciativa visa fomentar a transição para uma nova era: a das práticas éticas, sustentáveis ​​e saudáveis, buscando o benefício de todos: animais, humanos e o planeta.

 

O presidente da organização Nicolas Micheletti declarou que “Carne vegetal e carne cultivada produzem 90% menos emissões de gases de efeito estufa, para a mesma quantidade de carne produzida, e requerem muito menos recursos, ou seja, terra, água etc.”.

 

Estudos recentes dizem que a carne de laboratório está em desvantagem em termos de redução de CO2, uma vez que os laboratórios de fabricação precisam ser super esterilizados, o que requer altos custos energéticos.

Além disso, a carne de laboratório não coloca fim na exploração e sofrimento animal, já que alguns animais continuarão sem liberdade, presos para retirada de suas células que se tornarão base para a fabricação de tais carnes.

 

Ou seja, carnes à base de plantas são a melhor opção, sem dor, nem sofrimento, para a saúde humana, para o meio ambiente e para poupar inocentes vidas de animais.

 

Conteúdo ANDA

Dizy Ayala

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Alemães querem reduzir uso de animais para alimentação em 50% até 2040

 


“Embora consideremos a alimentação à base de vegetais como a solução perfeita para muitos dos problemas do mundo, reconhecemos o potencial da agricultura celular", afirma a Proveg, organização internacional, não governamental, que trabalha no segmento da mudança do sistema alimentar. A organização atua em quatro continentes, nos países: Alemanha, Holanda, Reino Unido, Polônia, Espanha, China, África do Sul e Estados Unidos.

A alemã ProVeg International, conhecida por seus projetos voltados a ampliar a produção, distribuição, divulgação e acesso a alimentos veganos na Europa, está apostando também em um projeto de agricultura celular, intitulado CellAg (CAP).

De acordo com a entidade, que mantém uma incubadora de startups veganas, o objetivo do projeto é ampliar sua atuação de modo que possa contribuir, o máximo possível, para reduzir o uso de animais como alimentos.

“Embora consideremos a alimentação à base de vegetais como a solução perfeita para muitos dos problemas do mundo, reconhecemos o enorme potencial da agricultura celular e carne cultivada, assim como ovos, laticínios, peixes e frutos do mar cultivados. Tudo isso faz parte de uma estratégia complementar em nossa missão de reduzir a produção animal em 50% até 2040”, informa a ProVeg.

A organização avalia que os produtos desenvolvidos a partir de células de animais, que depois de replicadas não dependerão mais do uso de animais, estão destinados a representar uma parte substancial do setor de proteínas nos próximos anos.

A conclusão é baseada em uma pesquisa da empresa de consultoria Kearney, que aponta que a carne cultivada pode responder por até 35% do consumo global de carne até 2040.

O Projeto CellAg (CAP) foi criado pela ProVeg em 2019, a partir de uma equipe oriunda de vários departamentos da organização. “Atualmente nos concentramos em aumentar a conscientização e aceitação da agricultura celular, construindo uma rede intersetorial e incentivando a colaboração dentro do setor, a fim de promover essa nova e promissora abordagem”.

Assim sendo, a incubadora da organização também está aberta a startups voltadas à produção de carne cultivada, assim como de outras proteínas alternativas à carne de origem animal. Inclusive, seus eventos mais importantes promovem a agricultura celular – como a New Food Conference.

Na ONG, o departamento encarregado desse setor é o de Indústria de Alimentos e Varejo. “Apoiamos os esforços para trazer alternativas de proteínas cultivadas para o mercado, e que têm o potencial de ajudar na transição para um mundo com um sistema alimentar mais sustentável, saudável e justo”.

Dizy Ayala

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