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segunda-feira, 16 de junho de 2025

Suíça irá exigir que práticas dolorosas constem nas embalagens de produtos de origem animal

 


A partir de julho de 2025, embalagens de produtos de origem animal na Suíça deverão informar se os animais foram submetidos a práticas dolorosas sem anestesia.

A medida, imposta pelo Conselho Federal, vale para alimentos como carne, leite, ovos e foie gras, e tem como objetivo oferecer mais transparência aos consumidores sobre os métodos de produção.

Com a nova regulamentação, práticas como castração, retirada de chifres, corte de rabo e dentes em porcos, ou o corte das coxas de rãs - todas realizadas sem anestesia precisarão ser claramente indicadas nos rótulos dos produtos.

Também será obrigatória a rotulagem de alimentos derivados da gavagem (alimentação forçada com tubo para engordar artificialmente gansos e patos), como o foie gras, o figado e a carne desses animais.

Esse método, proibido na Suíça há mais de 40 anos, ainda é permitido em outros países e continuará sendo identificado nas importações.

Um período de transição de dois anos está previsto para a adaptação completa.

Trata-se, sem dúvida, de um avanço importante. No entanto, ao focar na dor física, causada pela falta de anestesia, a nova regra deixa de fora outras práticas também cruéis, que seguem invisibilizadas, como o confinamento de animais em espaços minúsculos e escuros, a separação precoce entre mães e filhotes, o engordamento forçado de frangos, até que mal consigam andar, e a total privação de comportamentos naturais.

Importante frisar que todos os animais têm o desejo e direito de viver, sem exploração, sem sofrimento e sem serem mortos.

Via Carne Nunca Mais

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

segunda-feira, 5 de agosto de 2024

Indústria da carne e laticínios age para distrair, atrasar e inviabilizar transição alimentar, aponta relatório.

 


Relatório divulgado em julho de 2024, pela organização holandesa Changing Markets Foundation, revela o que, exatamente, seriam as principais práticas empregadas, sistematicamente, pelos gigantes mundiais da carne e dos laticínios, que resultam em distração, atraso e inviabilização da transição alimentar, no enfrentamento da crise climática.

 

Intitulado “Os novos comerciantes da dúvida”, a pesquisa analisou as ações de 22 das maiores empresas de carne e laticínios do mundo, em quatro continentes – incluindo a brasileira JBS.

 

Segundo o relatório, o setor tem inviabilizado ações climáticas significativas a nível global, por meio de lobby junto a políticos, investimentos maciços em publicidade, para públicos mais jovens, e uso de ciência enganosa, para minimizar o impacto que suas atividades têm nas emissões de metano e disseminar falsas alegações climáticas.


Documentos obtidos via leis de acesso à informação revelam, por exemplo, o extraordinário acesso que o setor tem a políticos. Somente na última década, representantes dessas indústrias, tiveram mais de 600 reuniões de alto nível com a Comissão Europeia.

 

“Memorandos internos revelam como o principal grupo europeu da indústria láctea celebrou a manutenção do metano fora da legislação sobre qualidade do ar e está a preparar-se para mantê-lo assim nas próximas revisões da lei previstas para 2025”, diz trecho do relatório.

 

Fazendo uma comparação às táticas usadas pelas indústrias do tabaco (quem viveu os anos 80 lembra muito bem da mídia usada pela indústria tabagista) e dos combustíveis fósseis, o relatório também revela que as grandes empresas do setor empregam táticas como a intimidação e o medo sobre consumidores e pequenos agricultores, ao alegarem que leis mais restritivas, por exemplo, implicariam em prejuízos para tais públicos.

 

Investigação

A pesquisa envolveu mais de 15 investigadores especializados e jornalistas de investigação, entre fevereiro de 2023 e junho de 2024. A investigação mostra que as grandes indústrias do setor estão, especialmente, preocupadas com as gerações mais jovens, que consomem menos carne e laticínios do que as gerações anteriores.

 

Elas visam, diz o documento, a “Geração Z” (nascidos entre 1995 e 2010, com campanhas publicitárias enganosas no TikTok e no Instagram, promovendo falsamente a carne e os laticínios como escolhas sustentáveis ​​e mais saudáveis ​​em países de alto consumo como os EUA e o Reino Unido, contra as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

Os sistemas alimentares contribuem para aproximadamente um terço das emissões globais, sendo 60% provenientes da pecuária – a maior fonte de metano produzido pelo homem. No entanto, apenas 15 das 22 grandes empresas de carne e laticínios têm uma meta de emissões líquidas zero e nenhuma cumpre as normas da ONU. A Danone é a única empresa com uma meta específica de metano.

 

“Tivemos as Grandes Indústrias do Tabaco, tivemos as Grandes Petrolíferas, agora temos as Gigantes Carnes e Laticínios. ‘Os novos comerciantes da dúvida’ é uma exposição impressionante das táticas das grandes empresas de carne e laticínios. O relatório descreve exemplos específicos e flagrantes de campanhas de desinformação, greenwashing e interferência política. E esclarece como a indústria manipula o preço e os tipos de alimentos que comemos”, diz o pesquisador Paul Behrens, Professor Associado de Mudanças Ambientais na Universidade de Leiden, na Holanda.

 

Nossas escolhas

Na prática, em nosso dia a dia, o que podemos fazer? Afinal, estamos diante das gigantes indústrias que buscam, literalmente, moldar nossas escolhas de consumo. Mas sejamos honestos. Nós humanos precisamos tomar leite de vaca, para sobreviver? É óbvio que não! Na verdade, já temos disponíveis no mercado, inúmeras opções de leite vegetais, que são mais saudáveis e que contribuem para o meio ambiente, afinal, o leite da vaca é para o bezerro!


Nessa mesma linha de raciocínio, precisamos comer carne de animais? Não! A natureza nos dá uma variedade enorme de alimentos, muito mais ricos em vitaminas e nutrientes. Inclusive, hoje, dispomos de carnes vegetais no mercado.

 

Fazendo isso, reduzimos o consumo de água no planeta, reduzimos o desmatamento e reduzimos, de maneira substancial, os gases do efeito estufa. E mais, se podemos acabar com o sofrimento e morte de animais, por que não fazê-lo?


Assim sendo, a mudança está em nossas mãos e não nas dos Comerciantes da Dúvida.


Pense nisso e mude hoje, para contribuir com o nosso amanhã.


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

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segunda-feira, 1 de julho de 2024

O que é o soro bovino fetal?

 


O soro bovino fetal é um subproduto do abate de vacas grávidas, produzido a partir do sangue de bezerros não nascidos (fetos), que é utilizado para o cultivo de células, com a finalidade de pesquisa e produção de medicamentos.

 

Ele é produzido em condições muito específicas e não são todos os frigoríficos que atendem os requisitos técnicos para sua produção. Mas, a Portaria 365/2021 do Ministério da Agricultura autoriza o abate em todos os frigoríficos, logo, podemos constatar que há uma grande parte de animais gestantes abatidos, que não são utilizados para a produção de soro bovino fetal.

 

Em 17 de julho de 2023, o TRF do Paraná publicou a decisão de indeferimento da Tutela antecipada, que solicitava a suspensão imediata do artigo 7º. A argumentação foi: "Aludido material (fetal serum bovine – FBS) possui larga aplicação na indústria farmacêutica e bioquímica, por conta do seu uso como suplemento de cultura de células, sendo também utilizado em medicamentos veterinários".

 

O artigo 7º trouxe um retrocesso na questão de animais gestantes, pois o abate e utilização da carne in natura daqueles em estágio avançado de prenhez, para fins de alimentação humana, passaram a ser permitidos, além de estender o tempo permitido do terço final para 90% da gestação.

Em setembro de 2021, Animal Equality, Fórum Animal, Alianima, Sinergia Animal e a Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins (CNTA) entraram com uma Ação Civil Pública na 11ª Vara Federal da Justiça Federal de Curitiba, pedindo pela suspensão do artigo 7º e, consequentemente, o fim do abate de animais em estágio avançado de gestação.

 

Entenda porque o abate de vacas grávidas deve ser proibido

Imagine um animal de 8 ou 9 meses de gestação viajando em pé, sem poder se sentar, em momento algum, em um caminhão lotado, sem ventilação adequada, sem alimento e água, por mais de 8 horas. É isso o que acontece com vacas grávidas, no transporte até o abatedouro.


Quando a mãe morre, logo em seguida, o bezerro sofre asfixia (hipóxia), afinal, é o oxigênio que ela respira, que mantém o seu filhote vivo. Assim que cortam o pescoço da vaca, é possível ver o desespero do bezerro dentro da barriga, se debatendo, até que ele, também, acaba morrendo e para de se mexer.

De acordo com os fiscais, que trabalham nos frigoríficos, essa prática vem se tornando cada vez mais comum, apesar de ser um desrespeito aos preceitos de bem-estar animal e, por isso, eles se viram obrigados a denunciar este caso que, segundo eles, é uma situação que envolve maus-tratos.

Precisamos exigir que o Ministério da Agricultura imponha que o abate, bem como o transporte de vacas grávidas, seja proibido. Assine e compartilhe a petição, para impedir esse terrível abuso animal!

https://animalequality.org.br/participe/abate-vacas-prenhes


Dizy Ayala

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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Banco Interamericano de Desenvolvimento CANCELA empréstimo à gigante da pecuária brasileira Marfrig

 


 

O Banco Interamericano de Desenvolvimento abandonou os planos de investir 43 milhões de dólares na gigante brasileira de carne bovina Marfrig por meio do IDB Invest. No site do banco, agora, o projeto do empréstimo consta como "inativo".

 

A decisão vem a público depois que mais de 200 grupos ambientalistas, de proteção animal, direitos humanos e de promoção de desenvolvimento enviaram uma carta ao quadro de diretores do banco, mencionando as potenciais violações às políticas do BID e denunciando o empréstimo pelo papel que poderia ter no aumento do desmatamento, da grilagem de terras e da crise climática.

 

A campanha "Divest Factory Farming", que pede o desinvestimento da pecuária intensiva, a força motora por trás dessa oposição da qual a Sinergia Animal faz parte, também, realizou uma campanha nas redes sociais contra o empréstimo, em novembro do ano passado.

 

É muito incomum que o BID interrompa um empréstimo em um estágio tão avançado das negociações. Por isso, parabenizamos a instituição por sua decisão. Agora, esperamos que esse exemplo envie uma forte mensagem aos bancos públicos de desenvolvimento: seus investimentos não devem ser destinados a operações de pecuária intensiva. Iniciativas como essa são incompatíveis com os compromissos com o Acordo de Paris e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

 

Fonte: SINERGIA ANIMAL

INTERNATIONAL ACCOUNTABILITY PROJECT

Friends of the Earth

Proteção Animal Mundial


 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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terça-feira, 14 de setembro de 2021

Por que o Brasil está queimando? Campanha revela dados alarmantes e tem participação do ator global Mateus Solano.

Junte-se à campanha, assine o abaixo assinado e compartilhe

https://animalequality.org.br/par.../o-brasil-esta-em-perigo

 

Campanha da Animal Equality Brasil revela dados alarmantes sobre incêndios florestais no país e suas causas.

O vídeo da campanha tem locução e participação do ator global Mateus Solano. Confira aqui https://fb.watch/7-JueGNyu1/


Os investigadores da Animal Equality viajaram para o estado do Mato Grosso para monitorar o recorde de queimadas nas regiões do Pantanal e do Cerrado. Mais uma vez, descobriram que o desmatamento e os incêndios nestas regiões são consequência da indústria da carne do Brasil.

Entrevistas com bombeiros e ativistas locais, que frequentemente tentam combater os incêndios, revelaram que os fazendeiros estão ateando fogo ilegalmente para limpar a terra para criar vacas para produção de carne e plantar soja, em sua maioria para alimentar animais de produção.

Em 2020, 29% do Bioma Pantanal foi queimado, o equivalente a 6 milhões de campos de futebol.

Os responsáveis por esses incêndios ilegais, muitas vezes, ficam impunes. Alimentar as chamas é o resultado da demanda global por carne, levando-os a limpar cada vez mais terra. São em torno de 1000 focos de incêndio por dia.

Como o maior produtor e exportador de carne do mundo, a carne proveniente das terras desmatadas do Brasil estão indo para as mesas de consumidores de todos os países. A pecuária é responsável por mais de 80% do desmatamento no Brasil.

50% do Cerrado já foi desmatado, uma área equivalente ao tamanho de Espanha, Portugal, Itália e Inglaterra juntos.

Esses incêndios não regulamentados estão causando a destruição em massa de ecossistemas vitais ao nosso planeta e o sofrimento de milhões de animais. Só em 2020, 44 milhões de bois foram abatidos.

E sendo 99% do desmatamento da Amazônia ilegal, também a atividade pecuária não é fiscalizada e o abate dos animais é, muitas vezes, realizado nos chamados abatedouros clandestinos, onde acontecem as práticas mais cruéis.

A produção cada vez maior de carne e de soja para ração de animais de fazenda é a maior causa da destruição dos biomas brasileiros.

Por tudo isso, junte-se à campanha para que o Congresso Nacional tome ações específicas para responsabilizar a indústria da carne por seus crimes. Assine a petição https://animalequality.org.br/par.../o-brasil-esta-em-perigo

Você também pode ajudar a quebrar esse ciclo deixando os animais fora do seu prato.

 

Dados compilados a partir do vídeo produzido pela Animal Equality Brasil, da campanha:

Por que o Brasil está queimando? 

Dizy Ayala

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Governo da Espanha libera recursos para produção de carne vegetal impressa em 3D

 

“Com esse investimento, poderemos acelerar o lançamento de nossa tecnologia que vai além das impressoras em 3D, produzindo milhares de quilos de cortes de carne vegetal por hora com máquinas industriais de microextrusão”, anunciou o diretor de desenvolvimento de negócios da Nova Meat, Alexandre Campos.

 

A empresa de alimentos espanhola Nova Meat comemorou a liberação de um valor equivalente a pouco mais de R$ 1,6 milhão por parte do governo espanhol para ampliar sua produção de carne impressa em 3D.

 

“Se quisermos acelerar a transição para um sistema de abastecimento alimentar sustentável e ético, as carnes à base de vegetais não podem ser apenas tão boas quanto as dos animais, elas devem proporcionar uma experiência sensorial superior e benefícios nutricionais”, declarou o fundador e CEO da NovaMeat, Dr. Giuseppe Scionti.

E acrescentou: “Para os consumidores, o fato de serem melhores para o meio ambiente e para o bem-estar animal deve ser um diferencial”.

As carnes vegetais da empresa têm sido criadas a partir de proteínas de ervilha, arroz e algas e não são se limitam a substituir a carne bovina, mas também de porco e salmão. O objetivo é disponibilizar produtos que desestimulem o consumo de alimentos de origem animal e o direcionar para uma alternativa sustentável e amiga dos animais.

Inclusive, a meta é também licenciar a tecnologia para que os produtos sejam fornecidos para empresas alimentícias que queiram revendê-los sob suas próprias marcas.

Dizy Ayala

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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Estudo mostra que galinha atual é símbolo do impacto do homem na natureza


Animal foi domesticado há 8 mil anos, mas a criação em larga escala para o comércio alterou a morfologia da espécie.

O ser humano alterou completamente a morfologia das galinhas de criação em apenas algumas décadas, algo que se manifesta em corpos enormes, patas deformadas ou corações enfraquecidos, afirma um estudo publicado na revista Royal Society Open Science.

"A galinha de criação moderna é irreconhecível em comparação com seus ancestrais ou seus congêneres selvagens", explica à AFP Carys Bennett, da Universidade de Leicester, na Inglaterra, coautora da pesquisa, que destaca "o esqueleto superdimensionado, uma composição química dos ossos e uma genética distintas".

Oriundo do sudeste asiático, o animal foi domesticado há quase 8.000 anos, mas foi apenas a partir dos anos 1950, com a busca por ritmos de crescimento mais elevados, que começaram a formar uma nova espécie morfológica, aponta o estudo.

"Bastaram algumas décadas para produzir uma nova forma de animal, quando geralmente são necessários milhões de anos", afirmou Jan Zalasiewicz, também da Universidade de Leicester e coautor do estudo.

Apreciada por sua carne e seus ovos, a galinha é a carne mais consumida do mundo na atualidade. Hoje, o mundo tem 23 bilhões destes animais. "A massa total de galinhas domésticas é o triplo de todas as espécies de aves selvagens reunidas", destaca Carys Bennett.

Embora alimentem boa parte da humanidade, as galinhas de criação também representam um bom exemplo da forma como nós modificamos os organismos vivos que se desenvolvem na Terra e "um marcador potencial do Antropoceno", o período atual, marcado pela influência do homem nos processos terrestres, destacam os pesquisadores.

"Uma evolução trágica se consideramos as consequências para estas aves", afirma Carys Bennett. 


Via Estado de Minas Internacional

Nota do Blog Ação:

Convém salientar que das condições insalubres a que estão expostos e das alterações genéticas efetuadas nesses animais decorrem diversas doenças que os atingem e, por consequência, lhe são administradas vacinas e antibióticos para minimizar seus efeitos. Esse é o ambiente propício para o surgimento das super bactérias e a carne derivada de seu abate carrega consigo toda essa carga química e de potenciais doenças infecciosas para aqueles que a consomem.

Galinhas de produção têm vírus 100 vezes pior que o coronavírus, alerta cientista norte-americano.


O consumo de animais é fator de risco para a saúde humana, ambiental, uma vez que todos os dejetos dos animais são despejados no solo e rios próximos às propriedades, e ainda causa dor e sofrimento a milhares de animais sencientes, sem a menor necessidade. Podemos ter uma alimentação saudável e sustentável ao preferir alimentos de origem vegetal.

Dizy Ayala


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sexta-feira, 31 de julho de 2020

Moby alerta sobre desmatamento resultante da indústria pecuária na Amazônia no clipe de "My Only Love".



O produtor e ativista Moby lançou, nesta quinta-feira (30), o clipe animado de seu novo single My Only Love, parte integrante de seu mais recente projeto em estúdio All Visible Objects.

O vídeo clipe foi desenvolvido pelo estúdio de animação brasileiro Zombie, através do BlinkInk de Londres e narra a separação comovente de um leopardo e seu filhote em meio ao desmatamento da Amazônia gerado pela indústria de carne e laticínios.

Moby também anuncia a realização de um evento ao vivo no Twitch, no dia 5 de agosto, às 17h (horário de Brasília), onde se juntará aos produtores do vídeo e a outros convidados para discutir o desmatamento e as consequências decorrentes da exploração animal.

"Trabalhar com alguém que sempre admirei é uma oportunidade incrível. Tornou-se ainda melhor quando a tarefa que ele dá é enviar uma mensagem ao mundo sobre o problema do desmatamento crescendo rapidamente em meu país de origem, o Brasil. Muitos artistas deram o seu melhor para que este videoclipe acontecesse. Música linda, efeitos visuais fortes, narrativa incrível", explica Paulo Garcia, diretor da Zombie.

Assista aqui 



O alerta enfatizado no vídeo, de acordo com Moby, é o de que: "Parece que somos confrontados com novas catástrofes quase que diariamente, mas enquanto lidamos com esses horrores, a emergência climática fica cada vez pior. E sem as florestas tropicais, nosso planeta se tornará rapidamente um deserto devastador e inabitável”.

“Espero que a partir desse vídeo aumente a consciência dos horrores em curso por conta da emergência climática e que 90% do desmatamento das florestas tropicais é resultado da produção de carne e laticínios".


Infos a partir do perfil pessoal de Moby, no Instagram, canal Youtube e Portal Terra.


Nota do Blog Ação: 
É preciso agir de modo a coibir o desmatamento e as mudanças climáticas, a partir da nossa mudança de hábitos, dando preferência a uma alimentação à base de plantas e não compactuando com modos de produção que degradam o meio ambiente.


Dizy Ayala

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