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quarta-feira, 4 de junho de 2025

Justiça determina suspensão do transporte e abate de fêmeas prenhes no RS, Brasil

 



A Princípio Animal ingressou com Ação Civil Pública em desfavor do Estado do Rio Grande do Sul, objetivando a efetiva fiscalização e proibição do transporte e abate de fêmeas em estado avançado de gestação.

O Ministério Público opinou pela procedência da ação judicial e proferiu a sentença. A juíza da Vara Regional do Meio Ambiente, Patricia Antunes Laydner, determinou a suspensão do transporte e o abate de fêmeas gestantes no Rio Grande do Sul, com determinação de emissão e apresentação de "atestado de não prenhez" aos abatedouros, para fêmeas de todas as espécies. O Estado foi condenado, ainda, a fiscalizar e proibir o transporte e o abate de fêmeas, sob pena de multa.

Na decisão, a magistrada ressalta que "ao longo da história, imperou nos sistemas jurídicos ocidentais, o paradigma da objetificação dos animais, tratados apenas como instrumento e propriedade do homem. No entanto, o estatuto jurídico de coisa já não é mais uma realidade, tendo em vista as revelações científicas no campo da senciência animal e da consequente ascensão do paradigma ético de sua proteção, enquanto indivíduos dotados de uma personalidade natural única e de dignidade própria".

A juíza evidenciou, ainda, que "os episódios bárbaros relatados nesta demanda, envolvendo as fêmeas gestantes destinadas ao abate, exigem efetiva atuação estatal consubstanciada na fiscalização para o impedimento e na adoção de todas as medidas cabíveis e legais para a repressão da crueldade contra os animais. Não encontra amparo constitucional e legal a conivência estatal com as práticas perpetradas por abatedouros, transportadores e produtores no Estado do RS, ao deixar de aplicar o disposto na Lei Estadual nº 15.363/2019, sob o argumento de falta de regulamentação".

A decisão é um marco na construção dos direitos animais, por efetivar o direito das fêmeas gestantes de todas as espécies.

Artigo Princípio Animal

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quarta-feira, 30 de abril de 2025

Cavalo Caramelo, símbolo da resistência nas enchentes do RS, seguirá para santuário

 


Cavalo Caramelo, símbolo de resistência e esperança, durante a histórica enchente que atingiu o Rio Grande do Sul, em 2024, irá, enfim, ser encaminhado a um santuário, para viver ao ar livre, com liberdade e segurança.

A Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), que o acolheu, logo após seu resgate, em Canoas (RS), anunciou a criação de um espaço não só dedicado ao Caramelo, mas, também, a outros equinos.

O projeto do santuário será instalado na fazenda escola da Ulbra, uma área de aproximadamente 10 hectares.

A proposta é oferecer um espaço amplo, natural e sem restrições, para que Caramelo e outros animais possam conviver em segurança, com a supervisão constante de veterinários e estudantes do curso de medicina veterinária.

A universidade busca parcerias para viabilizar a construção do santuário, reforçando o compromisso com o bem-estar animal.

Desde que foi levado ao Hospital Veterinário da Ulbra, Caramelo passou por uma rápida e impressionante recuperação. Em seu novo lar, recebeu tratamento intensivo, ganhou cerca de 80 quilos e hoje aproveita uma rotina tranquila e cheia de cuidados pela universidade.

Querido por milhares de brasileiros, Caramelo está 100% recuperado e também integra atividades acadêmicas, como aulas de observação para estudantes de veterinária, mas sem ser explorado para montaria ou práticas que comprometam seu bem-estar.

Sem o uso de freios ou selas, ele vive de forma livre, cercado de cuidados, atenção e carinho.

Além disso, Caramelo também tem recebido visitas de crianças de escolas da região, que foram afetadas pelas enchentes.

Para a Ulbra, adotar o cavalo, definitivamente, e construir o santuário são formas de garantir que ele tenha uma vida digna e saudável, depois de tudo que passou.

Matéria via ANDA

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
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Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

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segunda-feira, 3 de março de 2025

Uma visita ao santuário Amor que Salva

  


Meu sentimento é de profunda gratidão!
Há muito vinha acompanhando perfis de santuários na Internet. Sempre me encanto com a amorosidade envolvida na relação humano animal nesses locais abençoados e sempre quis ter a oportunidade de visitar algum deles. Muitos estão localizados fora do país, mas também temos santuários em território nacional.

Há algum tempo, entre outros, sigo o Santuário Amor que Salva no Instagram e mais recentemente me tornei madrinha.

Colabore e apadrinhe você também um animal do santuário. Acesse o perfil @santuarioamorquesalva e o link da bio para mais informações.

Os vídeos publicados pelo perfil @santuarioamorquesalva emanam tanto amor e ternura, que impressionam, cativam e nos fazem vibrar nessa mesma frequência de amor e compaixão, na relação com nossos irmãos animais.

Eis que chegou o dia, depois de algumas semanas de tratativas, com a querida Luiza, de conhecer, pessoalmente, o santuário.

Luiza é um anjo de luz, como seu próprio nome sugere. Ela dedica sua vida, energia e amor a todos eles. São mais de cem animais no santuário. Todos com seus respectivos nomes e personalidades únicas, muito respeitadas e valorizadas pelo trabalho incansável de Luiza, sua mãe, sua irmã e demais colaboradores. Gratidão imensa a essas pessoas por tanto!

Assim que chegamos no Santuário Amor que Salva, Luiza estava à nossa espera. Não sem sua fiel escudeira, a cachorrinha Pin.

Assim que adentramos as baias, logo fomos recepcionados pela porquinha Mariana. Ela me surpreendeu profundamente pela sua docilidade. Logo ela que passou por tantas circunstâncias difíceis, inclusive um ataque de cachorros que lhe rendeu muitas cicatrizes na cabeça, inclusive a perda das orelhinhas. Muito fofa, adorou receber alguns afagos e algumas maçãs. Próximo a ela está um porquinho acamado. Ele já não consegue se levantar, mas, no santuário, ele tem uma baia com feno e serragem limpinhos, ventilador e musiquinha no rádio. Ele também ganhou maçãs.

Em seguida, chegou Salvador, um lindo cavalo, retirado de carroça, que hoje consegue caminhar livre e imponente pelo santuário. Um animal de grande porte e portador de muita docilidade. Ainda mais com a oferta de algumas maçãs.

Dali, seguimos para conhecer os outros porquinhos. São 46 ao total. Alguns adultos, grandes, e, outros, porquinhos jovens, ainda de pequeno porte. Na interação com esses anjos, cheguei à conclusão que são todos manteguinhas! Se derretem com afagos na barriga. São cãezinhos com tomadinhas!

Importante frisar que porcos são animais altamente inteligentes e sociáveis. E poder ver a tranquilidade com vivem, em um ambiente de paz e amor, é muito gratificante. Não há estresse, não há gritos de horror nem a luta fuga pela sobrevivência. Apenas o desfrute de abóboras (também melancias, maçãs,...) e banhos de lama. O que os mantêm fresquinhos, especialmente, nesses dias de intenso calor. Destaque para os alojamentos desses queridos, todos com palha, serragem e ventiladores. Ali, se acomodam, fresquinhos e confortáveis. Gratidão por eles, Santuário Amor que Salva!

Foi aí que ele surgiu! Nos avistou de longe e, então, a passos largos e lentos, chegou até nós. Noah, um lindíssimo touro zebu. Enorme em tamanho e gentileza! Eu o havia visto em vídeo e, por maior que fosse meu encanto, jamais imaginei que ficaria tão próxima a ele. E, ainda mais, interagir com ele. Foi uma honra! Gratidão, querido Noah, por esse encontro tão único e especial!

Claro que tudo se deu sob a supervisão da Luiza, que é quem convive, diariamente, com todos eles e conhece o comportamento de cada um. Aliás, por estarmos em companhia da Luiza é que tivemos credibilidade diante dos queridos animais e a chance de conhecê-los melhor.

Logo, conhecemos outros touros e vaquinhas. Destaque para Cecília e ... , que também gostam muito de carinho. Quanto contentamento em não contribuir com a exploração de nenhum boi ou vaquinha, por carne, leite, derivados e queijo. Há uma infinidade de deliciosas opções vegetais ao nosso dispor, sem crueldade animal. Que mais e mais corações já despertos, que optaram pelo vegetarianismo, sejam capazes desse passo fundamental rumo ao veganismo. Afinal, o leite também mata!

Eu, pessoalmente, fui vegetariana minha vida inteira, pelos animais. Desconhecia a crueldade da indústria do leite e dos ovos. Mas vivemos tempos de acesso à informação e, assim que tomei conhecimento, migrei para o veganismo. Às vésperas de completar 11 anos como vegana, meu único arrependimento foi não ter aderido antes. Só faltava a informação.

Se você já sabe, é momento de agir. Ao nos tornarmos veganos, não perdemos nada. Pelo contrário, um mundo de opções se revela diante de nós, com muito mais sabor e qualidade. Sem contar o quanto nos elevamos em energia e vibração. Tudo está interligado, corpo, mente e coração. Não há como falar em paz e amor, se nos alimentamos de sofrimento e morte.

Por fim, chegamos à ala dos cabritinhos. Todos tão lindinhos, curiosos e espertos! Apesar de grandes chifres, são de uma docilidade ímpar. Tive o privilégio de interagir com o querido Gael, que me acompanhou durante o tempo todo em que estivemos no recinto. Luiza e sua mãe trouxeram bananinhas para que déssemos a eles. Foi um delicioso lanche coletivo! Se achegaram também as galinhas, patos e até coelhinhos.

Foi, então, que a Luiza me alcançou uma galinhazinha para eu pegar no colo. Ela teve a sensibilidade de me proporcionar esse momento, após, lá no início da visita, ter ouvido meu relato sobre a perda de meu bichinho de estimação, na infância, que foi uma galinha. Já resgatamos um galo e uma galinha, anteriormente. Mas esse foi um momento especial de redenção!

Já em clima de despedida, visualizamos os vários cãezinhos amparados pelo santuário e ainda pudemos dar cenouras para o querido cavalo Salvador. E esse foi o encerramento perfeito para essa jornada pelo Santuário Amor que Salva! E é disso que se trata. Amar e respeitar a vida em todas as suas formas. Os animais são nossos iguais. Somos todos seres da criação. Sejamos cada um de nós agentes de Amor e Compaixão!

Gratidão, querida Luiza, por existir! Você é Luz, na escuridão da exploração animal, como um farol a nos lembrar que um outro mundo é possível, onde os animais são respeitados e merecedores de uma vida digna, sem sofrimento, sem dor e sem morte.

Com certeza, carrego essa experiência incrível comigo, no meu coração! Um mundo de Paz, Amor e Compaixão é possível! E ele começa pelo nosso prato! Podemos salvar vidas animais, colaborar com o meio ambiente e com nossa própria saúde, a cada refeição. Somos agentes de mudança, a partir de nossas escolhas diárias. Escolha o veganismo e faça parte da mudança!


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Covid-19: ONGs clamam pela proibição de queimar e enterrar animais em abatedouros nos EUA.


Foto: Bloomberg
Como o coronavírus força muitos fazendeiros a abater seus animais na fazenda, enterrar animais em poços sem revestimento ou queimar em piras ao ar livre pode representar um risco para o público, argumentam os ativistas. (Além de ser extremamente cruel com os animais).
Publicado por The Guardian (Sophie Kevany)

Os poluentes emitidos durante a incineração ao ar livre incluem 'compostos cancerígenos associados a problemas reprodutivos, de desenvolvimento e do sistema imunológico'.

À medida que a briga pelo abate de animais em massa nos EUA continua, ONGs de saúde pública e ambiental pedem ao governo que proíba dois métodos de descarte de carcaças de animais - enterrando em poços sem revestimento e queimando em piras ao ar livre - até que a pandemia de Covid-19 seja “resolvida”.
Os riscos dos métodos para o público, dizem os grupos, incluem o aumento de poluentes no ar, como compostos cancerígenos, ou matéria bacteriana e fecal que vaza para as vias locais da água.
A crise do coronavírus atingiu particularmente os maiores matadouros dos EUA. Como resultado, há uma falta de capacidade de abate e os fazendeiros estão sendo forçados a abater seus animais na fazenda.
Cerca de 10 milhões de galinhas já foram mortas e a indústria de suínos alertou em maio que 10 milhões de porcos poderiam morrer até setembro.

Estimativas mais recentes, disse Dal Grooms, porta-voz da Iowa Pork Producers Association, sugerem que o número de porcos é alto demais.

No entanto, Jim Monroe, porta-voz do Conselho Nacional de Produtores de Carne Suína (NPPC), convocou a petição, apresentada ao Departamento de Agricultura dos EUA e Serviço de Inspeção de Sanidade Animal e Vegetal (USDA-APHIS), em 29 de junho por ONGs, incluindo o Center for Biological DiversityA Earthjustice e o Conselho de Defesa dos Recursos Naturais (NRDC), “uma tentativa dos grupos ativistas da agricultura antimecânica de usar uma crise sem precedentes para atacar os agricultores que trabalham duro durante um período muito desafiador”.

Monroe disse: "Os produtores de carne de porco seguem todos os protocolos ambientais e de saúde humana adequados para descarte seguro e têm trabalhado com autoridades federais e estaduais para lidar com essa crise desde o início".
Ele acrescentou que o NPPC "não estava ciente de nenhuma incineração de animais despovoados". Em vez disso, ele disse: “Alguns estimam que até 1 milhão de porcos do mercado ter ido para renderizar [para a gordura, a alimentação do gado ou alimento para animais], o que seria uma proporção significativa de animais despovoadas”.

As ONGs temem que “o descarte de animais sub-regulamentado e mal monitorado durante a pandemia” criará sérios riscos à saúde pública. Onde os animais são incinerados nas fazendas, a "incineração no local por pira" corre o risco de agravar a poluição do ar, que é "um fator associado a taxas mais altas de mortalidade por Covid-19".
Os poluentes emitidos durante a incineração ao ar livre, segundo ele, incluem "compostos cancerígenos associados a problemas reprodutivos, de desenvolvimento e do sistema imunológico".
Para enterros sem forro, onde não há barreira entre as carcaças de animais e o solo, "existem riscos à saúde de bactérias e matéria fecal vazando para o lençol freático", disse Hannah Connor, advogada sênior do Centro de Diversidade Biológica.

O principal método de abate de galinhas é o uso de espuma, que pode conter produtos químicos nocivos. 
Para tornar mais fácil para as pessoas descobrirem se as carcaças estão enterradas ou queimadas perto de casas ou suprimentos de água, a petição pede ao APHIS para criar um "banco de dados pesquisável e classificável eletronicamente".
Os métodos de descarte antes do descarte são outro problema. "Depende muito de como os animais são abatidos [em termos de impacto ambiental]", disse Connor. "Se os porcos são abatidos, há preocupações sobre a entrada de chumbo no meio ambiente e na água".
Para as galinhas, disse Connor, um dos principais métodos de abate é a formação de espuma. “A espuma pode ter PFAS, essa é a família de produtos químicos que inclui PFOA e PFOS. Os produtos químicos PFAS estão ligados a uma série de problemas de saúde, incluindo cânceres, problemas renais e sistemas imunológicos suprimidos”.

Substâncias per e polifluoroalquil, ou PFAS, às vezes são chamadas de "produtos químicos para sempre". Um filme recente, Dark Water, inspirado em uma história verdadeira, retrata os danos causados ​​pelo PFOS às pessoas na cidade de Parkersburg, na Virgínia Ocidental, a partir da década de 1950. O PFOS, ou C8, foi usado na fabricação de Teflon.

"Esses produtos químicos são prejudiciais, mesmo em níveis extremamente baixos e muito persistentes no meio ambiente", disse a advogada sênior do NRDC, Valerie Baron.
Nem a American Medical Veterinary Association (AVMA), que publica diretrizes de despovoamento, nem o USDA-APHIS responderam a perguntas sobre PFAS em espumas usadas para despovoamento. Também não houve resposta imediata do setor de comércio de frango, a Delmarva Poultry Industry (DPI). O DPI anteriormente não respondeu a perguntas sobre abates e métodos.
                                     
Anna Reade, cientista da equipe do NRDC, disse que “nada impede que produtores de animais industriais usem espuma contendo PFAS, que é espuma de combate a incêndios, para despovoamento de aves, e ouvimos relatos de que isso está acontecendo. A maioria das espumas no mercado dos EUA contém PFAS”.
O porta-voz do USDA-APHIS confirmou que recebeu a petição. Eles disseram que o departamento “analisará isso. No momento, essas são todas as informações que temos disponíveis”.
A petição concede ao USDA-APHIS sete dias para responder. Se nada for feito até então, Connor disse que as ONGs vão considerar ir a tribunal.
Em um desenvolvimento separado dos EUA, 12 ativistas de animais estão enfrentando acusações, incluindo roubo e delitos relacionados a uma recente investigação em vídeo secreta de um abate em massa de porcos em Iowa, usando um método de abate aprovado chamado Ventilator Shutdown Plus (VSD +). O método envolveu o desligamento da ventilação de porcos e a introdução de vapor para causar a morte por hipertermia.
Em 19 de junho, um jornal local de Iowa, o Des Moines Register, informou que o produtor de suínos onde a organização de direitos animais DxE disse que filmava o abate de VSD havia parado de usar o método. O produtor não respondeu a perguntas ou chamadas por email.

No Brasil, a Fórum Animal tem negociado há meses com as principais empresas do setor para a criação de um plano de contingência para os animais de fazenda, com inclusive uma petição para pressionar os principais dirigentes nesse sentido, infelizmente sem respostas.

No estado do Rio Grande do Sul, um dos estados com maior foco do coronavírus advindo de matadouros, muitos animais tem sido abatidos em caráter emergencial, sem qualquer tipo de regulação que vise minimizar o sofrimento animal e os impactos ambientais. Ou seja, é possível perceber similaridades que corroboram para uma realidade mundial de muito dano, ainda, pela frente, mesmo pós pandemia, como efeito dessas ações.


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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