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quinta-feira, 10 de junho de 2021

Veganos têm 73% menos chance de contrair sintomas graves da Covid-19

 Um estudo recém publicado pela revista BMJ Nutrition Prevention & Health, caso-controle, envolvendo participantes de 6 países, mostrou que o padrão de alimentação vegetariana estrita com alimentos naturais e integrais (plant based diet), proporcionou 73% menos chances de manifestação de sintomas moderados a severos de COVID-19 quando comparados com os que seguiam as demais dietas.



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A avaliação também foi feita frente aos que seguiam a dieta plant based comparando com os que seguiam a lowcarb e high protein (dieta baixa em carboidrato e elevada em proteína). O risco de apresentar sintomas moderados a severos de COVID-19 foi quase 4 vezes maior nos que seguiam a lowcarb/high protein.

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Sobre o estudo:
Foram avaliados 2884 participantes (94,8% eram médicos e 5,2% enfermeiras e assistentes) que trabalhavam na linha de frente contra o COVID-19 em 6 países (França, Alemanha, Itália, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos da América), frente ao número de contaminações, severidade e duração da infecção, ocorridas entre 17 de julho e 25 de setembro de 2020.

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Foram avaliados 568 casos e 2316 controles.
Os casos foram considerados sintomáticos quando os indivíduos apresentavam, de forma persistente, febre, tosse, fadiga, perda de paladar e olfato. Eram assintomáticos quando não havia sintoma, mas os anticorpos ou o exame de PCR eram positivos. Os indivíduos que entraram no grupo controle eram os que não tiveram sintomas e também tinham os exames de sangue negativos para detecção de contato com COVID-19.

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Foi também avaliado o perfil alimentar dos participantes, sendo computados 11 perfis: alimentação integral, plant based, dieta vegetariana, pesco-vegetariana, mediterrânea, cetogênica, paleolítica, low fat (baixa em gordura), low carb (baixa em carboidrato), high protein (alta em proteína) e nenhuma das anteriores.


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A redução de risco no padrão plant based foi avaliada ajustando os demais possíveis confundidores, como o IMC (índice de massa corporal) e comorbidades.


Fonte: SVB Sociedade Vegetariana Brasileira
Por Dr Eric Slywitch (CRM 105231) @drericslywitch


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Mais de 500 mil pessoas adotam dieta vegana para combater pandemias e mudanças climáticas

 

Imagem PETA

Veganuary, a iniciativa global que promove o veganismo em janeiro e pelo resto do ano de 2021, lançou uma carta conjunta assinada por superastros internacionais, ambientalistas, políticos, acadêmicos, ONGs e empresas, apelando para que as pessoas ajudem a combater o caos climático e a prevenir futuras pandemias, por meio de mudanças na sua dieta alimentar.

Astros do rock como Paul Mcartney, Johnny Marr, Jeff Beck e Bryan Adams estão entre as mais de 100 personalidades, nacionais e internacionais, que endossam o documento. Acesse aqui https://veganuary.com/pt-br/carta/

A carta estabelece uma conexão muito clara entre as mudanças climáticas, pandemias globais e o consumo de produtos de origem animal. Mas também oferece esperança para um futuro melhor, convocando todos a entrarem 2021 com positividade e a determinação de fazer todo o possível para proteger nosso planeta, seus espaços naturais, fauna, flora, rios, e a saúde e bem-estar de todos os seus habitantes. Para isso, devemos mudar nossas dietas.

Toni Vernelli, Diretora Internacional de Comunicações de Veganuary, diz: “2020 trouxe muitas dificuldades e angústias, mas também nos deu a oportunidade de mudar e construir um futuro melhor. Nossa mensagem coletiva é de esperança, mas nós devemos agir agora”. A carta termina com uma chamada direta à ação: “Hoje, pedimos a todos que ajudem a construir um futuro melhor inscrevendo-se para experimentar o veganismo com Veganuary neste mês de janeiro. Juntos, podemos criar um mundo mais compassivo e seguro para todos.”

Jane Goodall, signatária da carta, alerta sobre o papel massivo que a pecuária desempenha na crise climática: “Se todos comessem menos carne, ou de preferência nenhuma carne, isso não só reduziria a crueldade, mas também teria um enorme impacto, um impacto positivo sobre o meio ambiente.”

Mais de 500.000 pessoas se inscreveram oficialmente para participar de Veganuary este ano. A inscrição no desafio de 31 dias experimentando o veganismo neste janeiro pode ser feita gratuitamente pelo link: www.veganuary.com/pt-br/inscreva-se

 

Redação radiorock.com.br


Dizy Ayala

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sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Maior casa de leilões de peles do mundo vai fechar as portas

É o fim da fútil e cruel indústria de peles

A descoberta de uma nova mutação do Covid-19 na Dinamarca levou o país a ordenar o abate de todos os visons. Ainda que a sentença tenha sido revogada, após a morte de 14 dos 17 mil animais previstos, esta medida afetou o negócio e vai levar ao fechamento da maior casa de leilões de peles do mundo, a Kopenhagen Fur.

A empresa dinamarquesa de 90 anos tem ainda peles suficientes para realizar leilões ao longo do próximo ano, todavia irá começar a liquidar o negócio depois disso, segundo um comunicado divulgado no seu site. Tage Pedersen, dona da Kopenhagen Fur, disse à Bloomberg que a decisão do governo não pode ser anulada e ignorada pela indústria. "Mesmo que alguns “criadores” sobrevivam de alguma forma, não há futuro", reforçou Pedersen à Bloomberg.

Esta decisão tomada pela primeira-ministra Mette Frederiksen surpreendeu a indústria das peles. Frederiksen justifica a sentença afirmando que esta nova mutação do vírus poderia colocar em risco os esforços realizados contra a Covid-19.

Os donos e criadores dos visons receberam incentivos financeiros para abaterem rapidamente esta espécie animal. A principal organização dos defensores dos direitos dos animais da Dinamarca, Dyrenes Beskyttelse, se manifestou contra a decisão do governo, alegando que se trata de um ato "cruel".

O alerta da Dinamarca, de que a nova mutação do vírus poderia colocar em risco a eficácia de uma vacina, foi contestado por Anthony Fauci, o maior perito em doenças infeciosas dos Estados Unidos. De acordo com as declarações de Fauci à Bloomberg, a mutação encontrada não compromete as vacinas em desenvolvimento, mas há quem acredite no contrário.

Já o Centro Europeu para Prevenção e Controle de Doenças disse no último dia 12 de novembro que a mutação do vírus encontrada no vison dinamarquês "pode afetar o nível de eficácia geral das vacinas em desenvolvimento". Contudo, também apontou para a "alta incerteza" e disse que "mais investigações são necessárias sobre a natureza dessas mutações e as suas implicações em questões como a eficácia da vacina", apurou a Bloomberg.

As incertezas inflamam a indústria das peles. Vários países europeus já relataram contaminações em quintas de visons, além da Dinamarca, nos Países Baixos, Polônia, Suécia e Grécia, França e também casos isolados na Itália e Espanha. Assim como nos EUA.

O governo de Frederiksenn espera agora que a lei seja aprovada pela maioria e quer que, segundo apurou a Bloomberg, toda a criação de visons seja proibida na Dinamarca até 2022. O que significa que a criação destes animais será extinta, fechando efetivamente a indústria para sempre.


Fonte: Jornal de Negócios e C/Lusa

Foto: Wikimedia Commons

Dizy Ayala

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segunda-feira, 20 de julho de 2020

“O mundo está a tratar os sintomas não a causa das pandemias”, alerta ONU.



O mundo está somente a tratar os sintomas de saúde e econômicos da pandemia do novo coronavírus, mas não a causa ambiental, defendem os autores do mais recente relatório da ONU, alertando para um possível fluxo constante de doenças que podem ser transmitidas pelos animais aos seres humanos, no decorrer dos próximos anos.

Este relatório, noticia o ‘The Guardian’, vem mostrar que o número destas epidemias, designadas como “zoonóticas” está a aumentar, recordando surtos como o de Ebola ou o Sars, ou ainda do vírus do Nilo Ocidental até à febre do Vale do Rift, os quais, aponta o documento, tiveram como causa principal a destruição da natureza pelos humanos e a crescente procura por carne.

Nos últimos anos, antes da pandemia da Covid-19, dois milhões de pessoas morreram de doenças zoonóticas, principalmente nos países mais pobres.

“O surto do novo coronavírus era altamente previsível, acusam os especialistas, acrescentando que “a Covid-19 pode ser o pior, mas não é o primeiro”, frisou o responsável pela área do Ambiente da ONU, Inger Andersen.

Quanto a custos, os maiores recaem sobre os países ricos, atingindo cerca de 9 mil milhões de dólares devido à Covid-19 em dois anos, segundo o economista-chefe do FMI.

O relatório acrescenta ainda que uma abordagem unicamente de “Saúde”, unindo a saúde humana, animal e ambiental, “é vital” e deverá incluir muito mais vigilância e pesquisa sobre ameaças de doenças e os sistemas alimentares que as levam até as pessoas.

“Houve muita resposta à Covid-19, mas grande parte tratou-a como um desafio médico ou um choque econômico”, disse Delia Grace, principal autora do relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep) e do Instituto Internacional de Pesquisa Pecuária (Ilri).

“Mas as suas origens estão no meio ambiente, sistemas alimentares e saúde animal. É como ter alguém doente e tratar apenas os sintomas e não tratar a causa subjacente, e existem muitas outras doenças zoonóticas com potencial pandêmico”, alerta a especialista.

Os especialistas ressalvam ainda que a vida selvagem e o gado são a fonte da maioria dos vírus que infetam os seres humanos, e o relatório cita uma série de fatores causadores de surtos, incluindo a crescente procura por proteína animal, agricultura mais intensiva e insustentável, maior exploração da vida selvagem, viagens globais crescentes e a crise climática.

Acrescente o fato de muitos agricultores, regiões e nações evitarem declarar surtos por medo de prejudicar o comércio.

Assim sendo, esse relatório revela-se como o mais recente aviso de que os governos devem enfrentar a destruição do mundo natural para evitar futuras pandemias, que deve ser entendido como um “sinal de SOS para a espécie humana”.

Por Sonia Bexiga 
Fonte: Executive Digest

Dizy Ayala

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sexta-feira, 17 de julho de 2020

Covid-19: ONGs clamam pela proibição de queimar e enterrar animais em abatedouros nos EUA.


Foto: Bloomberg
Como o coronavírus força muitos fazendeiros a abater seus animais na fazenda, enterrar animais em poços sem revestimento ou queimar em piras ao ar livre pode representar um risco para o público, argumentam os ativistas. (Além de ser extremamente cruel com os animais).
Publicado por The Guardian (Sophie Kevany)

Os poluentes emitidos durante a incineração ao ar livre incluem 'compostos cancerígenos associados a problemas reprodutivos, de desenvolvimento e do sistema imunológico'.

À medida que a briga pelo abate de animais em massa nos EUA continua, ONGs de saúde pública e ambiental pedem ao governo que proíba dois métodos de descarte de carcaças de animais - enterrando em poços sem revestimento e queimando em piras ao ar livre - até que a pandemia de Covid-19 seja “resolvida”.
Os riscos dos métodos para o público, dizem os grupos, incluem o aumento de poluentes no ar, como compostos cancerígenos, ou matéria bacteriana e fecal que vaza para as vias locais da água.
A crise do coronavírus atingiu particularmente os maiores matadouros dos EUA. Como resultado, há uma falta de capacidade de abate e os fazendeiros estão sendo forçados a abater seus animais na fazenda.
Cerca de 10 milhões de galinhas já foram mortas e a indústria de suínos alertou em maio que 10 milhões de porcos poderiam morrer até setembro.

Estimativas mais recentes, disse Dal Grooms, porta-voz da Iowa Pork Producers Association, sugerem que o número de porcos é alto demais.

No entanto, Jim Monroe, porta-voz do Conselho Nacional de Produtores de Carne Suína (NPPC), convocou a petição, apresentada ao Departamento de Agricultura dos EUA e Serviço de Inspeção de Sanidade Animal e Vegetal (USDA-APHIS), em 29 de junho por ONGs, incluindo o Center for Biological DiversityA Earthjustice e o Conselho de Defesa dos Recursos Naturais (NRDC), “uma tentativa dos grupos ativistas da agricultura antimecânica de usar uma crise sem precedentes para atacar os agricultores que trabalham duro durante um período muito desafiador”.

Monroe disse: "Os produtores de carne de porco seguem todos os protocolos ambientais e de saúde humana adequados para descarte seguro e têm trabalhado com autoridades federais e estaduais para lidar com essa crise desde o início".
Ele acrescentou que o NPPC "não estava ciente de nenhuma incineração de animais despovoados". Em vez disso, ele disse: “Alguns estimam que até 1 milhão de porcos do mercado ter ido para renderizar [para a gordura, a alimentação do gado ou alimento para animais], o que seria uma proporção significativa de animais despovoadas”.

As ONGs temem que “o descarte de animais sub-regulamentado e mal monitorado durante a pandemia” criará sérios riscos à saúde pública. Onde os animais são incinerados nas fazendas, a "incineração no local por pira" corre o risco de agravar a poluição do ar, que é "um fator associado a taxas mais altas de mortalidade por Covid-19".
Os poluentes emitidos durante a incineração ao ar livre, segundo ele, incluem "compostos cancerígenos associados a problemas reprodutivos, de desenvolvimento e do sistema imunológico".
Para enterros sem forro, onde não há barreira entre as carcaças de animais e o solo, "existem riscos à saúde de bactérias e matéria fecal vazando para o lençol freático", disse Hannah Connor, advogada sênior do Centro de Diversidade Biológica.

O principal método de abate de galinhas é o uso de espuma, que pode conter produtos químicos nocivos. 
Para tornar mais fácil para as pessoas descobrirem se as carcaças estão enterradas ou queimadas perto de casas ou suprimentos de água, a petição pede ao APHIS para criar um "banco de dados pesquisável e classificável eletronicamente".
Os métodos de descarte antes do descarte são outro problema. "Depende muito de como os animais são abatidos [em termos de impacto ambiental]", disse Connor. "Se os porcos são abatidos, há preocupações sobre a entrada de chumbo no meio ambiente e na água".
Para as galinhas, disse Connor, um dos principais métodos de abate é a formação de espuma. “A espuma pode ter PFAS, essa é a família de produtos químicos que inclui PFOA e PFOS. Os produtos químicos PFAS estão ligados a uma série de problemas de saúde, incluindo cânceres, problemas renais e sistemas imunológicos suprimidos”.

Substâncias per e polifluoroalquil, ou PFAS, às vezes são chamadas de "produtos químicos para sempre". Um filme recente, Dark Water, inspirado em uma história verdadeira, retrata os danos causados ​​pelo PFOS às pessoas na cidade de Parkersburg, na Virgínia Ocidental, a partir da década de 1950. O PFOS, ou C8, foi usado na fabricação de Teflon.

"Esses produtos químicos são prejudiciais, mesmo em níveis extremamente baixos e muito persistentes no meio ambiente", disse a advogada sênior do NRDC, Valerie Baron.
Nem a American Medical Veterinary Association (AVMA), que publica diretrizes de despovoamento, nem o USDA-APHIS responderam a perguntas sobre PFAS em espumas usadas para despovoamento. Também não houve resposta imediata do setor de comércio de frango, a Delmarva Poultry Industry (DPI). O DPI anteriormente não respondeu a perguntas sobre abates e métodos.
                                     
Anna Reade, cientista da equipe do NRDC, disse que “nada impede que produtores de animais industriais usem espuma contendo PFAS, que é espuma de combate a incêndios, para despovoamento de aves, e ouvimos relatos de que isso está acontecendo. A maioria das espumas no mercado dos EUA contém PFAS”.
O porta-voz do USDA-APHIS confirmou que recebeu a petição. Eles disseram que o departamento “analisará isso. No momento, essas são todas as informações que temos disponíveis”.
A petição concede ao USDA-APHIS sete dias para responder. Se nada for feito até então, Connor disse que as ONGs vão considerar ir a tribunal.
Em um desenvolvimento separado dos EUA, 12 ativistas de animais estão enfrentando acusações, incluindo roubo e delitos relacionados a uma recente investigação em vídeo secreta de um abate em massa de porcos em Iowa, usando um método de abate aprovado chamado Ventilator Shutdown Plus (VSD +). O método envolveu o desligamento da ventilação de porcos e a introdução de vapor para causar a morte por hipertermia.
Em 19 de junho, um jornal local de Iowa, o Des Moines Register, informou que o produtor de suínos onde a organização de direitos animais DxE disse que filmava o abate de VSD havia parado de usar o método. O produtor não respondeu a perguntas ou chamadas por email.

No Brasil, a Fórum Animal tem negociado há meses com as principais empresas do setor para a criação de um plano de contingência para os animais de fazenda, com inclusive uma petição para pressionar os principais dirigentes nesse sentido, infelizmente sem respostas.

No estado do Rio Grande do Sul, um dos estados com maior foco do coronavírus advindo de matadouros, muitos animais tem sido abatidos em caráter emergencial, sem qualquer tipo de regulação que vise minimizar o sofrimento animal e os impactos ambientais. Ou seja, é possível perceber similaridades que corroboram para uma realidade mundial de muito dano, ainda, pela frente, mesmo pós pandemia, como efeito dessas ações.


Dizy Ayala

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sexta-feira, 10 de julho de 2020

Associação ambiental alerta para agravamento da poluição dos oceanos na pandemia

Imagem BBC
Preocupa o descarte de objetos de proteção individual, como máscaras e luvas.

A associação ambiental Quercus alerta o agravamento da poluição marinha com a pandemia de Covid-19, em particular o descarte de objetos de proteção individual, como máscaras e luvas.

Em comunicado, a Quercus sublinha que os oceanos enfrentam várias ameaças, sendo a mais mencionada nos últimos anos a poluição por plásticos, que já compromete a qualidade da água e a vida marinha, e que veio agravar-se com a pandemia.

“Se por um lado a pandemia de Covid-19 demonstrou ao mundo que quando algumas atividades humanas param, a saúde do nosso planeta melhora, o mesmo não podemos dizer sobre os nossos Oceanos”.

No entendimento da Quercus, a “falta de civilidade e educação agravou de forma visível a poluição marinha, com o descarte de objetos de proteção individual nas ruas que acabam por ter como destino final o fundo dos mares e oceanos”.

Para a associação ambientalista, é fundamental que as pessoas percebam, que “quando pensam em jogar fora, esse fora não existe”.

“Tudo o que descartamos acaba, de algum modo, prejudicando o ambiente”.

AGÊNCIA LUSA /PORTUGAL


Dizy Ayala


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quinta-feira, 2 de julho de 2020

Covid-19: confirmados surtos em matadouros e aviários na Europa



Em vários países europeus, as atenções das autoridades de saúde estão agora centradas em matadouros e aviários, onde estão a surgir novos surtos de Covid-19.

O maior matadouro da Europa, em Munique, na Alemanha, é o principal foco de contágio, com 1.300 casos, ou seja, 20% dos trabalhadores infectados. Há funcionários internados, alguns sob cuidados intensivos.

Os surtos locais na Alemanha fizeram disparar a taxa de contágio no país, que está nos 2.88, acima de 1, valor máximo para controlar a doença.
Países Baixos, Espanha e Reino Unido são outros países onde também há registro de surtos em vários matadouros, considerado um ambiente propício para focos de coronavírus em todo o mundo.


Fonte: SIC Notícias


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