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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Índia está substituindo elefantes reais por robóticos em cerimônias

 


Templos na Índia estão substituindo elefantes reais por elefantes robóticos em suas cerimônias, evitando assim o abuso de animais.

Em alguns templos de Kerala, na Índia, os elefantes usados ​​em cerimônias não são mais animais de verdade. São robôs em tamanho real, capazes de mover os olhos, as orelhas, o rabo e até mesmo a tromba.

Esses elefantes mecânicos são feitos de materiais como fibra de vidro, ferro e borracha e foram projetados para imitar a presença dos enormes animais que, por gerações, fizeram parte dos festivais e rituais hindus.

Organizações de proteção animal afirmam que elefantes de verdade podem sofrer estresse, ferimentos, em longos períodos acorrentados, durante grandes celebrações. Elas também apontam que debandadas e ataques fatais já ocorreram, ocasionalmente.

Por isso, a PETA Índia e outras organizações financiaram cerca de 40 elefantes robóticos, avaliados em cerca de US$ 6.000 cada, para templos que desejam parar de usar elefantes de verdade.

Mas nem todos estão convencidos. Alguns sacerdotes e tradicionalistas acreditam que um robô pode copiar a aparência e os movimentos, mas nunca será capaz de substituir o significado espiritual e cultural de um elefante de verdade.

Os defensores argumentam que as cerimônias podem ser preservadas, sem submeter os animais ao cativeiro.

A questão já divide muitos devotos: manter uma tradição exige preservar o animal real, ou um elefante robótico pode preservar o ritual, sem causar sofrimento?

Nota do blog: Ainda mais em se tratando de rituais religiosos, que pretendem elevação espiritual, o sofrimento animal JAMAIS deveria ter sido considerado viável.

Trata-se de uma contradição e crueldade.

Rituais devem SEMPRE ter um caráter simbólico, onde vidas sejam respeitadas e liberadas do sofrimento.

Fonte: Dateundat0

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

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terça-feira, 25 de agosto de 2026

Reino Unido proíbe ferver lagostas e outros crustáceos vivos, após reconhecer sofrimento animal


A medida foi baseada em estudos científicos que indicam que esses seres não apenas reagem a estímulos, mas também são capazes de sentir dor, de forma prolongada.

Pesquisas apontam que lagostas possuem um sistema nervoso mais complexo do que se imaginava, capaz de processar sofrimento, por períodos consideráveis.

Esse reconhecimento da senciência levou à criação de novas diretrizes na cozinha, exigindo métodos mais humanizados antes do cozimento.

Técnicas como o atordoamento adequado passaram a ser recomendadas para reduzir ao máximo o sofrimento, alterando práticas tradicionais que eram comuns há décadas.

A mudança faz parte de um conjunto mais amplo de leis voltadas à proteção animal no país, ampliando direitos e estabelecendo padrões mais rigorosos para o tratamento de diferentes espécies.

Mais do que uma simples regra culinária, a iniciativa representa uma transformação cultural, incentivando chefs, restaurantes e consumidores a repensarem suas escolhas e a relação com os animais.

Trata-se de um avanço que reforça a importância de alinhar tradição, ciência e respeito à vida.

Dando sempre preferência por deixar os animais fora do prato, afinal, animal não é comida!

Dizy Ayala

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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Chile aprova projeto de lei que proíbe corridas de cães

 


Chile aprova projeto de lei que proíbe corridas de cães

O Congresso chileno acaba de aprovar o projeto de lei que proíbe as corridas de cães no Chile.

Com 80 votos a favor e 41 contra, o projeto avança para sua segunda etapa legislativa e, dado o apoio maciço que a iniciativa recebeu, o Senado tem o dever de aprovar essa lei essencial.

Por trás dessa votação, estão anos de sofrimento de milhares de cães: treinamento forçado, fraturas, doping e abandono.

A luta continua, mas esse é um passo muito importante para, finalmente, acabar com essa atividade que não representa a grande maioria dos chilenos.

Fonte: Fundação Derecho y Defensa Animal

Países em que as corridas de galgos já foram proibidas

Argentina (2016); Uruguay (2018); Brasil (2021); País de Gales (2026); Escócia (2026); Nova Zelândia (2026).

Agora é a vez do Chile! 

Dizy Ayala

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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Colômbia proíbe touradas, com transição até 2027


O Decreto 0703, de 2026, que regulamenta a contagem regressiva para a proibição total das touradas, na Colômbia, foi assinado.

O fim definitivo desta barbárie será dado em 2027, graças à histórica lei No Más Olé.

Pontos chave desta transição:

1- É proibido o uso de elementos cortadores.

Chega de tortura e morte.

2 - Proibido usar recursos públicos para financiar eventos, infraestrutura ou promover esses shows.

3 - Proíbe a entrada de menores de idade e sua participação, seja como espectadores, seja como toureiros ou novilheiros.

4 - Somente se permite eventos deste tipo em poucos municípios com tradição ininterrupta e comprovada desde 2010.

5 - É permitido inspeções cidadãs e suspensão imediata contra faltas.

O fim da tortura taurina já é um fato irreversível! Uma conquista de diversas pessoas e organizações que tornaram este sonho possível, após décadas de luta.

A lei NO MÁS OLÉ, com autoria da senadora animalista @esmehernandezsi, contou com o respaldo de mais de 150 congressistas da Colômbia.

As tradicionais praças de touros, como a Plaza de La Santa Maria em Bogotá, devem ser transformadas em locais voltados para atividades culturais e esportivas.

O governo, também, estabeleceu um prazo de transição de três anos para oferecer novas alternativas de emprego aos profissionais que dependiam financeiramente do setor.

Uma mudança que parecia impossível, desafiando o poder econômico, político e midiático, daqueles que lucram com o maltrato animal, tornou-se realidade! 

Dizy Ayala

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segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Itália avança para acabar com o abate de pintinhos machos, ainda em 2026

 


A Itália está fazendo uma grande mudança na forma como a indústria de ovos funciona.

O país está se mobilizando para acabar com a prática de triturar pintinhos machos vivos em incubadoras. Isso faz parte de uma nova lei que impulsiona a indústria em direção a métodos mais humanos. O objetivo é interromper, completamente, esse processo ainda em 2026.

Muitas pessoas não sabem, mas, na indústria de ovos, os pintinhos machos são, frequentemente, vistos como inúteis, porque não podem botar ovos. Então, eles são removidos, logo após a eclosão.

Agora, a Itália está buscando um caminho diferente. O foco está mudando para a tecnologia chamada sexagem, que pode identificar o sexo do pintinho, antes da eclosão. Isso significa que os pintinhos machos não precisariam ser mortos após o nascimento, porque só seriam eclodidos ovos de pintinhos fêmeas.

Grupos de bem-estar animal veem isso como um importante passo adiante. Eles dizem que isso reduz o sofrimento e impulsiona a indústria para soluções modernas, em vez de práticas antigas.

Essa mudança não resolve tudo da noite para o dia, mas mostra uma direção. E mais países estão começando a questionar como os animais são tratados na produção de alimentos.

O ideal é que nenhum animal seja considerado alimento e todos sejam poupados da exploração.


Fonte: Vegan Fields

Dizy Ayala

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sexta-feira, 24 de julho de 2026

Agora é lei: o foie gras está oficialmente proibido no Brasil!

 


Vitória história! Presidente Lula sanciona a lei que proíbe a produção e a comercialização de foie gras no Brasil.

País se torna o primeiro da América Latina e o segundo do mundo a proibir venda, compra, importação e exportação de foie gras.


A lei entra em vigor em 180 dias, conforme previsto na legislação.

Foram 6 anos de campanha da Animal Equality com petição com mais de 300 mil assinaturas, investigações em granjas e matadouros, mobilização pública, protestos e pressão política.

Essa conquista só foi possível graças ao engajamento de milhares de pessoas e ao trabalho conjunto de outras organizações de proteção animal que fizeram parte dessa luta.

Todos que assinaram nossa petição e se engajaram pedindo o fim do foie gras são responsáveis por esse momento histórico para os animais.


Agora, milhares de patos e gansos serão poupados do sofrimento da alimentação forçada. Juntos estamos construindo um mundo melhor para os animais.

Fonte: Animal Equality Brasil

Dizy Ayala

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quinta-feira, 26 de junho de 2025

Bulgária acaba com a última fábrica de peles no país


A Bulgária está agora oficialmente livre de quintas de peles, marcando uma grande vitória para os animais e outro passo poderoso em direção a uma Europa livre de crueldade.

A última fazenda de vison no país está fechada desde o início deste ano. O proprietário antecipou, assim, a proibição nacional da criação de peles, que, esperamos, será aprovada em breve.

Antes mesmo do fechamento, não sobraram animais nas instalações.

Não foram emitidos novos pedidos, licenças ou certificados para quaisquer atividades de criação de peles.

Atualmente, não existem locais ativos ou registados para reprodução de animais, para extração de peles, em qualquer lugar da Bulgária.

Esperamos que a extração de peles seja oficialmente proibida em breve para que a Bulgária possa aderir à lista crescente de países europeus que rejeitam essa crueldade.

Este marco vem graças aos esforços incansáveis dos defensores dos direitos dos animais, à pressão pública e ao apoio generalizado para acabar com esta prática ultrapassada e desumana.

Juntos, estamos a construir não apenas uma Europa sem peles, mas também um futuro sem peles - um país de cada vez.

Via Four Paws

Dizy Ayala

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quarta-feira, 4 de junho de 2025

Justiça determina suspensão do transporte e abate de fêmeas prenhes no RS, Brasil

 



A Princípio Animal ingressou com Ação Civil Pública em desfavor do Estado do Rio Grande do Sul, objetivando a efetiva fiscalização e proibição do transporte e abate de fêmeas em estado avançado de gestação.

O Ministério Público opinou pela procedência da ação judicial e proferiu a sentença. A juíza da Vara Regional do Meio Ambiente, Patricia Antunes Laydner, determinou a suspensão do transporte e o abate de fêmeas gestantes no Rio Grande do Sul, com determinação de emissão e apresentação de "atestado de não prenhez" aos abatedouros, para fêmeas de todas as espécies. O Estado foi condenado, ainda, a fiscalizar e proibir o transporte e o abate de fêmeas, sob pena de multa.

Na decisão, a magistrada ressalta que "ao longo da história, imperou nos sistemas jurídicos ocidentais, o paradigma da objetificação dos animais, tratados apenas como instrumento e propriedade do homem. No entanto, o estatuto jurídico de coisa já não é mais uma realidade, tendo em vista as revelações científicas no campo da senciência animal e da consequente ascensão do paradigma ético de sua proteção, enquanto indivíduos dotados de uma personalidade natural única e de dignidade própria".

A juíza evidenciou, ainda, que "os episódios bárbaros relatados nesta demanda, envolvendo as fêmeas gestantes destinadas ao abate, exigem efetiva atuação estatal consubstanciada na fiscalização para o impedimento e na adoção de todas as medidas cabíveis e legais para a repressão da crueldade contra os animais. Não encontra amparo constitucional e legal a conivência estatal com as práticas perpetradas por abatedouros, transportadores e produtores no Estado do RS, ao deixar de aplicar o disposto na Lei Estadual nº 15.363/2019, sob o argumento de falta de regulamentação".

A decisão é um marco na construção dos direitos animais, por efetivar o direito das fêmeas gestantes de todas as espécies.

Artigo Princípio Animal

Dizy Ayala

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