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terça-feira, 19 de novembro de 2024

Romênia proíbe fábricas de peles, a partir de 2027

 


A Romênia deu, recentemente, um passo significativo para acabar com a exploração de animais na produção de peles, ao decidir proibir, a partir de janeiro de 2027, a criação de visons e chinchilas para esse fim.

O Parlamento romeno aprovou a proibição por ampla maioria, após quase dois anos de debates políticos e intensos esforços de grupos de defesa dos direitos dos animais.

A decisão foi impulsionada por uma investigação secreta da HSI/Europa, que revelou as condições terríveis nas fazendas de pele do país.

As imagens mostraram chinchilas confinadas em gaiolas pequenas e insalubres, sendo posteriormente mortas em câmaras de gás ou com os pescoços quebrados.

Atualmente, 22 países europeus já proíbem a criação de animais para a produção de peles, resultando em uma redução drástica no número dessas fazendas.

No entanto, a União Europeia, uma das principais regiões produtoras de peles no mundo, ainda abriga cerca de 1.000 fazendas que criam visons, raposas e cães guaxinim, mantendo aproximadamente 7,7 milhões de animais.

Fonte: Carne Nunca Mais


Triste ainda ter de aguardar mais três anos para que se encerre essa exploração cruel, por um motivo tão fútil. Que nesse período, o quanto antes, se acabem todas as fazendas de peles. Com tantas alternativas tecnológicas, que cesse a exploração de qualquer animal para peles, ou qualquer outro motivo. 


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Itália determina o fim de todas as fazendas de criação e a comercialização de peles de animais


Decisão histórica do Senado da Itália determina que sejam fechadas todas as fazendas de criação de animais, como visons, raposas, chinchilas, lebres e guaxinins, e banida a comercialização de suas peles.

 

Após a aprovação final do Parlamento, o país deve se tornar o 16o na União Europeia a acabar com este mercado.

Há dez fazendas de produção de vison na Itália, que deverão encerrar suas atividades nos próximos seis meses. Os produtores receberão uma compensação financeira de 3 milhões de euros do Ministério da Agricultura.

 

A legislação italiana vai ao encontro de uma nova realidade, já praticada pela maioria das grandes casas de modas do país, entre elas: Valentino, Armani, Gucci, Prada e Versace, que pararam de vender peças feitas com peles animais.

 

Além da crueldade imposta aos animais, essas fazendas representam um grande risco para o aparecimento e disseminação de doenças zoonóticas. Em 2020, mais de 15 milhões de visons foram mortos na Dinamarca sob o pretexto do coronavírus.

 

“Esta é uma vitória histórica para a proteção animal na Itália e a Humane Society está imensamente orgulhosa de que nossa estratégia de conversão de fazendas de peles tenha desempenhado um papel central no desmantelamento dessa indústria cruel e perigosa em nosso país. Existem razões econômicas, ambientais, de saúde pública e, claro, de bem-estar animal muito claras para fechar e proibir fazendas de peles”, destacou Martina Pluda, diretora da entidade na Itália.

 

“A votação reconhece que permitir a criação em massa de animais selvagens para a moda frívola de peles representa um risco não somente para eles, mas às pessoas, e que não pode ser justificado pelos benefícios econômicos limitados que oferece a uma pequena minoria de pessoas envolvidas nessa indústria cruel”.


 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

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sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Maior casa de leilões de peles do mundo vai fechar as portas

É o fim da fútil e cruel indústria de peles

A descoberta de uma nova mutação do Covid-19 na Dinamarca levou o país a ordenar o abate de todos os visons. Ainda que a sentença tenha sido revogada, após a morte de 14 dos 17 mil animais previstos, esta medida afetou o negócio e vai levar ao fechamento da maior casa de leilões de peles do mundo, a Kopenhagen Fur.

A empresa dinamarquesa de 90 anos tem ainda peles suficientes para realizar leilões ao longo do próximo ano, todavia irá começar a liquidar o negócio depois disso, segundo um comunicado divulgado no seu site. Tage Pedersen, dona da Kopenhagen Fur, disse à Bloomberg que a decisão do governo não pode ser anulada e ignorada pela indústria. "Mesmo que alguns “criadores” sobrevivam de alguma forma, não há futuro", reforçou Pedersen à Bloomberg.

Esta decisão tomada pela primeira-ministra Mette Frederiksen surpreendeu a indústria das peles. Frederiksen justifica a sentença afirmando que esta nova mutação do vírus poderia colocar em risco os esforços realizados contra a Covid-19.

Os donos e criadores dos visons receberam incentivos financeiros para abaterem rapidamente esta espécie animal. A principal organização dos defensores dos direitos dos animais da Dinamarca, Dyrenes Beskyttelse, se manifestou contra a decisão do governo, alegando que se trata de um ato "cruel".

O alerta da Dinamarca, de que a nova mutação do vírus poderia colocar em risco a eficácia de uma vacina, foi contestado por Anthony Fauci, o maior perito em doenças infeciosas dos Estados Unidos. De acordo com as declarações de Fauci à Bloomberg, a mutação encontrada não compromete as vacinas em desenvolvimento, mas há quem acredite no contrário.

Já o Centro Europeu para Prevenção e Controle de Doenças disse no último dia 12 de novembro que a mutação do vírus encontrada no vison dinamarquês "pode afetar o nível de eficácia geral das vacinas em desenvolvimento". Contudo, também apontou para a "alta incerteza" e disse que "mais investigações são necessárias sobre a natureza dessas mutações e as suas implicações em questões como a eficácia da vacina", apurou a Bloomberg.

As incertezas inflamam a indústria das peles. Vários países europeus já relataram contaminações em quintas de visons, além da Dinamarca, nos Países Baixos, Polônia, Suécia e Grécia, França e também casos isolados na Itália e Espanha. Assim como nos EUA.

O governo de Frederiksenn espera agora que a lei seja aprovada pela maioria e quer que, segundo apurou a Bloomberg, toda a criação de visons seja proibida na Dinamarca até 2022. O que significa que a criação destes animais será extinta, fechando efetivamente a indústria para sempre.


Fonte: Jornal de Negócios e C/Lusa

Foto: Wikimedia Commons

Dizy Ayala

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