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terça-feira, 7 de outubro de 2025

Conheça a história daquele que um dia matou por aplausos e que agora luta pela compaixão

 


No meio de uma tourada, o matador Álvaro Múnera fez algo que ninguém esperava.

A multidão estava rugindo, o touro pulou de fúria, e Álvaro levantou sua capa para o ataque final. Então, ele parou. Em vez de terminar a luta, ele se abaixou no chão e simplesmente sentou. O silêncio caiu sobre a arena.

Mais tarde, ele explicou: "Eu não via mais perigo nos chifres. Só olhei nos olhos dele. Eles não estavam cheios de raiva, mas sim de inocência. Ele não estava atacando, ele estava implorando pela sua vida. Isto não foi uma luta... Foi crueldade".

Naquele momento, Múnera largou a espada. E afastou-se das touradas para sempre. Mas a transformação dele não terminou aí.

Álvaro tornou-se um ativista franco contra a crueldade animal. Ele falou nas escolas, escreveu e juntou-se a organizações para defender animais. Ele ensinou que a empatia é mais forte do que a tradição, e que a verdadeira coragem é recusar-se a prejudicar, mesmo quando o mundo espera que você o faça.

Os críticos chamaram-no de traidor da sua cultura, mas ele manteve-se firme. Hoje, a sua história inspira milhares. O matador que um dia matou por aplausos, agora, luta pela compaixão, mostrando que um momento de reconhecimento, um olhar nos olhos de outro ser, pode mudar tudo. 


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

 

quarta-feira, 8 de março de 2023

Primeiro santuário para animais resgatados de touradas é inaugurado na Colômbia

  


O primeiro santuário animal do mundo dedicado à proteção dos animais explorados em touradas acaba de ser fundado na Colômbia.

 

De acordo com Miguel Aparicio, fundador do Reserva Toro Bravo, à medida que o Congresso colombiano caminha para a proibição das touradas, milhares de touros correm o risco de serem enviados para matadouros. E seu objetivo é evitar que isso aconteça.

 

Atualmente, o santuário já acolhe 7 touros e vacas e continua trabalhando para oferecer a mesma oportunidade a outros animais.

 

Todos os anos, aproximadamente, 180 mil touros são mortos em touradas em todo o mundo, com muitos outros mortos ou feridos em eventos de festa de touros, de acordo com a Humane Society International.

 

Embora muitos países já tenham banido esses eventos cruéis, existem aqueles onde essa prática ainda ocorre, como Espanha, França, Portugal e alguns da América Latina.

 

Especificamente na Colômbia, o Senado votou recentemente um projeto de lei para proibir as touradas em todo o país. A legislação é apoiada pelo presidente eleito do país, Gustavo Petro, mas ainda precisa ser aprovada pela Câmara dos Representantes.

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

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terça-feira, 19 de julho de 2022

A Praça de Touros de Duitama na Colômbia se tornará um centro cultural sem touradas

Imagem Touro Ferdinando da Disney

A praça de touros da cidade de Duitama, na Colômbia, agora se tornará um centro cultural e esportivo onde não haverá touradas.

 

Para isso, o espaço também mudará de nome, pois César Rincón era um toureiro que passou sua vida a torturar os animais por dinheiro e fama.

 

David Ortega, prefeito de Duitama, disse: "Deixamos para trás todo o tipo de práticas relacionadas com as touradas para gerar um cenário relacionado com a cultura, economias criativas, esportes e eventos que gerem valor na sociedade duitamense".

 

A empresa responsável pela organização dos eventos no espaço disse que nas próximas semanas começarão a ter os primeiros shows, dando prioridade a artistas locais.

 

Infelizmente, o monumento de César Rincón continuará no local, o que as autoridades disseram ser um símbolo de que as práticas tauromáquicas estão no passado.

 

Em alguns lugares da Colômbia as touradas ainda acontecem. Porém, isso pode acabar em breve caso seja aprovado um projeto de lei que tramita no senado colombiano que busca banir essa exploração animal.

 

Vegan News 

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Touradas são proibidas em cinco estados do México como parte de reformas pelo bem-estar animal

Estima-se que 250.000 touros sejam abatidos em todo o mundo, a cada ano, como parte do 'esporte'.

A ação ocorre depois que uma pesquisa revelou que cerca de três quartos dos cidadãos mexicanos discordam da tradição cruel. 

Sinaloa classificou as touradas como crueldade animal e, recentemente, se tornou o quinto estado do México a bani-las. 

Mazatlán é a única cidade do estado que ainda mantém as lutas.

Os ativistas estão comemorando a decisão que foi aprovada. por unanimidade, pelo Congresso de Sinaloa. 

Sinaloa se junta a Sonora, Guerrero, Coahuila e Quintana Roo para proibir a prática cruel. Ainda há um longo caminho a percorrer - as touradas ainda são legais em 27 estados mexicanos.

O senso de importância do bem-estar animal aumentou nos últimos anos com mudanças na lei e multas mais altas, agora impostas, por atos de crueldade.

A Humane Society International/México enviou uma declaração à PBN sobre a notícia. O gerente do programa de crueldade animal, Felipe Marquez, explicou: 

“Esta é uma reforma importante no México. Porque reflete as opiniões e sentimentos da maioria dos cidadãos mexicanos que acreditam que as touradas devem ser proibidas”. 

“Não podemos esperar enfrentar a violência em nossa sociedade se ainda permitirmos que animais sejam esfaqueados até a morte para nosso entretenimento”.

O comentário veio à luz a partir de um estudo de quase uma década que revelou que 73% dos mexicanos são a favor da proibição das touradas.

Touradas pelo mundo

Globalmente, cerca de 250.000 touros ainda são mortos em touradas, todos os anos.

Ao lado de grande parte do México, a indústria ainda opera na Espanha, França, Portugal, Colômbia, Venezuela, Peru e Equador.

Felizmente, a indústria parece estar com seus dias contados. Esta última proibição surge dois anos depois de toureiros espanhóis pedirem ao governo 700 milhões de euros para salvar o “esporte” em meio à pandemia de COVID-19.

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Unesco recusa tourada como patrimônio cultural imaterial da humanidade

 


Já é impressionante que a tourada ainda exista em 2020 e, ainda por cima, que haja quem proponha que esta prática cruel seja incluída no patrimônio cultural imaterial da humanidade. 

 

Felizmente, a UNESCO não aceitou.


Nem é preciso lembrar a crueldade das touradas, onde um homem, na figura do toureiro, deflagra golpes com lanças contra um touro, até a sua morte. O que é, cada vez, menos aceito como espetáculo, tendo em vista o crescente número de pessoas sensíveis ao bem-estar animal.

 

Durante esses meses de pandemia, as touradas sofreram várias interdições para evitar a aglomeração de pessoas, e centenas de touros foram salvos. Porém, neste período, a Asociación Intergubernamental de la Tauromaquia enviou um pedido à Unesco apelando para a “situação de emergência” que vivia a tourada na Espanha.

 

Pedido que foi prontamente combatido por algumas associações internacionais, reunidas na plataforma La Tortura No Es Cultura (LTNEC) e, também, pelo ativismo virtual  com o uso da hashtag #NoTauromaquiaEnUnesco que se tornou tendência nas redes sociais de Espanha, Portugal, Colômbia, Equador e Peru.

 

A Unesco, que deveria discutir o assunto em setembro, decidiu adiar para a reunião de outubro, onde o tema não fazia parte da pauta e, consequentemente, as touradas não foram incluídas entre “dossiês em curso de 2021”, examinado pelo Comitê agora em dezembro.

 

Assim comentou Marta Esteban, presidente da Ltnec:


 “Seria incompreensível que enquanto órgão das Nações Unidas, o Comitê dos Direitos da Criança, urge para proteger os jovens da violência das touradas, outro órgão das Nações Unidas, neste caso a UNESCO, o classifique como um patrimônio imaterial da humanidade a ser transmitido a essas mesmas crianças e jovens e subsidiado com dinheiro público. Nestes tempos difíceis em que vivemos, é fundamental defender as expressões culturais que promovem a vida, não a morte, e que facilitam a coesão da sociedade, e não o confronto entre os cidadãos, que é o protagonista do debate sobre as touradas”.

 

Na verdade, as touradas nem mesmo foram consideradas entre os possíveis ativos intangíveis protegidos pela UNESCO. E como poderia ser diferente, o sofrimento e a violência não podem, em caso algum, ser considerados patrimônios da humanidade!

 

Fontes: El Mundo/El diario

Imagem: filme animado O Touro Ferdinando  


Dizy Ayala

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quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Peru proíbe touradas e rinhas de galo em espaços públicos

 

 


Em Lima, capital do Peru, La Plaza de Toro de Acho, uma das mais antigas e famosas das Américas, inaugurada em 1776, não será mais palco de touradas, nem arenas públicas serão palcos de rinhas.

 

No mês de setembro de 2020 foi aprovado Projeto de Lei que proibi assinatura de contratos e convênios com a prefeitura para que tais espaços sejam usados para eventos com tortura de animais.

 

“Ficou muito claro que a supremacia da vida sobre o abuso de animais é a política deste governo municipal, e isso foi demonstrado hoje pelo Conselho de Lima ao aprovar, por esmagadora maioria multipartidária, que seus funcionários e representantes perante conselhos de administração garantam que suas propriedades não serão usados ​​em shows públicos onde a tortura é exercida contra animais. Sem dúvida, um passo importante para uma cidade mais humana”, escreveu Muñoz.

 

A iniciativa foi promovida pelo conselheiro Carlo Ángeles e na votação houve apenas duas abstenções e um voto contra. Em sua conta no Twitter, o citado conselheiro considerou "este é um passo decisivo para a extinção das touradas em Acho".

 

Fonte: Vox Vegan

Dizy Ayala

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