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segunda-feira, 20 de março de 2023

Universidade de Cambridge vota a favor da transição baseada em plantas

 


Estudantes de Cambridge votaram a favor do início das negociações para remover todos os produtos de origem animal de seus serviços de alimentação.

 

A moção foi proposta pelos organizadores da campanha Plant Based Universities (PBU). A iniciativa exige uma alimentação "sustentável e 100% vegetal" nos cafés universitários por razões ambientais.

 

Em votação realizada em 20 de fevereiro deste ano, 72% dos representantes estudantis, sem abstenção, votaram a favor da moção. A PBU Cambridge, apoiada pelo sindicato estudantil de Cambridge, agora entrará em diálogo com os Serviços de Catering da Universidade. Eles esperam chegar a um plano para fazer a transição dos cafés universitários para longe dos produtos de origem animal o mais rápido possível.

 

"A campanha Plant Based Universities foi criada como uma resposta direta a um enorme ponto cego na sustentabilidade universitária: sua alimentação", disse o co-fundador da campanha, Nathan McGovern, ao Plant Based News (PBN).

 

"Particularmente em Cambridge, uma instituição líder mundial, esta decisão foi tomada como um sinal claro de que os tempos estão mudando e os jovens estão tomando as medidas necessárias".

 

A Universidade de Cambridge é uma das universidades mais prestigiadas do mundo. Acredita-se que haja cerca de 24.000 alunos matriculados atualmente. A maioria dos estudantes que votaram foi a favor de um impulso à base de plantas.

 

No passado, a universidade removeu cordeiro e carne bovina de seus cardápios em meio a preocupações ambientais. Desde então, a Plant Based Universities elogiou sua decisão de dar o próximo "passo necessário".

 

Faculdades reprimem a carne

 

A Universidade de Cambridge não é a primeira instalação educacional no Reino Unido a adotar uma alimentação baseada em vegetais.

 

Em novembro do ano passado, o sindicato estudantil da Universidade de Stirling, na Escócia, anunciou que removeria todos os produtos de origem animal de suas lojas de alimentos até 2025. Essa decisão também veio após uma campanha da Plant Based Universities.

 

O custo ambiental da carne

 

A pecuária é uma das indústrias mais destrutivas que existem. É uma das principais causas de perda de biodiversidade e desmatamento e, também, é responsável por pelo menos 14.5% das emissões globais de gases de efeito estufa (embora algumas estimativas coloquem esse número muito mais alto).

 

Vários estudos descobriram que uma mudança para um sistema alimentar baseado em vegetais é essencial para evitar o colapso climático. Isso demanda uma compreensão por parte da população de quão críticas são nossas dietas.

 

Fonte: Plant Based News 

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

terça-feira, 8 de novembro de 2022

250 universidades dos EUA terão 44% do cardápio à base de vegetais até 2025

 


Aramark, o maior fornecedor de serviços de alimentação dos Estados Unidos, planeja fazer com que 44% de suas opções de refeições nas universidades sejam à base de plantas até 2025.

 

Esse plano de três anos vai se estender por 250 universidades de todo o país, e representa um forte aumento nas opções à base de vegetais, que atualmente representam apenas 26-30% do total de ofertas de menu da empresa.

 

Além de oferecer uma gama mais ampla de refeições aos clientes, Aramark diz que as novas metas fazem parte de sua iniciativa de reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 25% até 2030.

 

Essa iniciativa é uma parceria com a Humane Society dos Estados Unidos (HSUS), que vai treinar as equipes em técnicas de culinária à base de plantas, desenvolver novas refeições para os cardápios e ajudar a expandir o marketing para que os clientes estejam cientes das novas opções.

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Pare com os testes em animais


Pare com os testes em animais

Por Dizy Ayala

No Brasil, já somos dois terços da população brasileira, que desaprova os testes em animais segundo dados da Human Society International.

Nós, como mercado consumidor, não queremos pagar o preço do sacrifício de inocentes, onde 92% de pesquisas feitas em animais não são compatíveis com o modelo humano. Animais humanos e não humanos compartilham boa parte do DNA, porém a fisiologia e o metabolismo variam muito para cada espécie.

Com o crescente avanço da ciência e tecnologia, os métodos substitutivos estão aí, à disposição dos cientistas, laboratórios, universidades, muitos deles produzidos aqui mesmo no Brasil.

Significa substituir testes "in vivo" por "in vitro", com uso de células tronco e tecidos produzidos em laboratório.

O uso de simuladores e protótipos robôs substitui, por exemplo, as cruéis aulas de vivissecção, que significa cortar um animal vivo, para ensino-aprendizagem no conhecimento de órgãos internos e procedimentos cirúrgicos.

Através de softwares é possível validar reações químicas diversas, conforme pesquisa do trio de Nobéis de Química do ano de 2013: Martin Karplus, Michael Levitt e Arieh Warshel.  

Trata-se de um recurso valioso tanto para a pesquisa científica, na produção de produtos de uso pessoal e medicamentos, como para aulas em universidades. 

Talvez as últimas substituições não serão in vitro, mas "in silico": a indústria farmacêutica começa a usar modelos computadorizados de interação dos sistemas orgânicos para estudar os efeitos de drogas.

Esse é o papel de cada um de nós em fazermos o consumo consciente optando por marcas que já se comprometem com essa exigência.

A opinião pública se importa e reivindica esse direito soberano de saber sobre procedência e composição do produto que está adquirindo. Os dois terços da população brasileira que é contra os testes em animais, já se dedica a fazer uso de marcas cruelty free.

Sempre que a informação chega às pessoas ela é muito bem acolhida porque elas não querem fazer uso de produtos presentes no dia a dia, como sabonete, xampu, creme dental, cientes de que animais são torturados e mortos para certificar esses produtos. 

Que se amplie o debate e principalmente as ações que promovam a libertação animal de todo cárcere e sacrifício.

Sou CONTRA o uso de cobaias no ensino e você?
Acesse o link e deixe sua opinião com uma reação e um comentário. 
Confira o abaixo-assinado: change.org/SancionaLeiAnticobaias


Por fim... Queremos uma ciência que promova a vida, a ética e o respeito com outras espécies, de forma que a nossa própria seja mais humana com o avanço na cura com uma ciência sem tortura!

Segue o link com a lista de produtos não testados e sem nenhum ingrediente de origem animal (veganos)

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2016/04/lista-de-produtos-nao-testados-em.html


Dizy Ayala

Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Formanda em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
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Uma Escolha pela Vida
Ação pelos Direitos dos Animais  
dizyayala@gmail.com




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e faça você também um consumo consciente 
com maior qualidade de vida, respeito ao meio ambiente 
e às outras espécies que o dividem conosco.

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