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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Jornal Nacional revela conquistas pelo fim do uso de animais em testes desde o caso do Instituto Royal



Jornal Nacional revela conquistas pelo fim do uso de animais em testes desde o caso do Instituto Royal

Há cinco anos, naquele que ficou conhecido como o caso do Instituto Royal, ativistas da causa animal resgataram beagles que eram usados para testes em laboratório neste local.

O que inicialmente foi divulgado como invasão, foi por fim reconhecido como resgate, tendo em vista que o instituto em questão tinha licença como canil e não como laboratório, dentre outras irregularidades.

A comoção diante da divulgação da crueldade e maus-tratos a que os animais, (cães, gatos e ratos), foram expostos foi nacional e internacional.

De lá para cá, muitos institutos de pesquisa, ONGs, entidades e defensores dos direitos dos animais têm promovido encontros de discussão e promoção dos métodos substitutivos pelo fim do uso de animais em testes de laboratório, científicos e ensino.

Como aponta a matéria do Jornal Nacional, sete estados do território nacional já tem leis que proíbem os testes em animais para cosméticos. São eles: Amazonas, Pará, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Em Porto Alegre, capital do RS, também foram proibidos. E no Senado aguarda decisão quanto ao projeto de lei que os proíbe em todo o Brasil.

Confira matéria na íntegra no link

https://www.youtube.com/watch?v=ZUnLPTp5SdI
Crédito do vídeo Portal Vista-se

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Confira a lista atualizada de produtos não testados em animais e veganos
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com/2016/04/lista-de-produtos-nao-testados-em.html
Dizy Ayala

Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Formanda em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Pare com os testes em animais


Pare com os testes em animais

Por Dizy Ayala

No Brasil, já somos dois terços da população brasileira, que desaprova os testes em animais segundo dados da Human Society International.

Nós, como mercado consumidor, não queremos pagar o preço do sacrifício de inocentes, onde 92% de pesquisas feitas em animais não são compatíveis com o modelo humano. Animais humanos e não humanos compartilham boa parte do DNA, porém a fisiologia e o metabolismo variam muito para cada espécie.

Com o crescente avanço da ciência e tecnologia, os métodos substitutivos estão aí, à disposição dos cientistas, laboratórios, universidades, muitos deles produzidos aqui mesmo no Brasil.

Significa substituir testes "in vivo" por "in vitro", com uso de células tronco e tecidos produzidos em laboratório.

O uso de simuladores e protótipos robôs substitui, por exemplo, as cruéis aulas de vivissecção, que significa cortar um animal vivo, para ensino-aprendizagem no conhecimento de órgãos internos e procedimentos cirúrgicos.

Através de softwares é possível validar reações químicas diversas, conforme pesquisa do trio de Nobéis de Química do ano de 2013: Martin Karplus, Michael Levitt e Arieh Warshel.  

Trata-se de um recurso valioso tanto para a pesquisa científica, na produção de produtos de uso pessoal e medicamentos, como para aulas em universidades. 

Talvez as últimas substituições não serão in vitro, mas "in silico": a indústria farmacêutica começa a usar modelos computadorizados de interação dos sistemas orgânicos para estudar os efeitos de drogas.

Esse é o papel de cada um de nós em fazermos o consumo consciente optando por marcas que já se comprometem com essa exigência.

A opinião pública se importa e reivindica esse direito soberano de saber sobre procedência e composição do produto que está adquirindo. Os dois terços da população brasileira que é contra os testes em animais, já se dedica a fazer uso de marcas cruelty free.

Sempre que a informação chega às pessoas ela é muito bem acolhida porque elas não querem fazer uso de produtos presentes no dia a dia, como sabonete, xampu, creme dental, cientes de que animais são torturados e mortos para certificar esses produtos. 

Que se amplie o debate e principalmente as ações que promovam a libertação animal de todo cárcere e sacrifício.

Sou CONTRA o uso de cobaias no ensino e você?
Acesse o link e deixe sua opinião com uma reação e um comentário. 
Confira o abaixo-assinado: change.org/SancionaLeiAnticobaias


Por fim... Queremos uma ciência que promova a vida, a ética e o respeito com outras espécies, de forma que a nossa própria seja mais humana com o avanço na cura com uma ciência sem tortura!

Segue o link com a lista de produtos não testados e sem nenhum ingrediente de origem animal (veganos)

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2016/04/lista-de-produtos-nao-testados-em.html


Dizy Ayala

Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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dizyayala@gmail.com




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e às outras espécies que o dividem conosco.

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