Mostrando postagens com marcador baleias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador baleias. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Parlamento Europeu propõe suspensão de 5 anos da pesca de krill

Após ações diretas na Antártica lideradas por Paul Watson, o Parlamento Europeu propôs uma moratória de 5 anos sobre a pesca de krill no Oceano Austral.

Um passo importante diante do avanço acelerado dessa indústria que ameaça a base de toda a vida marinha na região.

O krill sustenta baleias, focas, pinguins, sustenta o equilíbrio de um dos ecossistemas mais frágeis do planeta.

Sem krill, tudo colapsa.

Na indústria, o krill é usado para alimentar salmão, em fazendas de criação. Uma prática, também, sabidamente prejudicial para o oceano, uma vez que são usados químicos, particularmente o mercúrio, para manter os salmões em cativeiro, no mar. 

A moratória é um passo importante, mas precisamos ser claros: uma moratória temporária não resolve o problema.

Enquanto houver pesca industrial de krill, o risco continua.

A proteção da Antártica não pode ser negociada. A precaução e proteção da vida marinha precisa vir antes da exploração.

Seguimos ao lado da Captain Paul Watson Foundation nessa luta para acabar de vez com a pesca de krill e proteger o Oceano Austral.

O oceano precisa de ação e ela já começou.

Fonte: Sea Sheppard Brasil

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Caribe anuncia criação da primeira reserva de cachalotes do mundo

 


A ilha caribenha de Dominica anunciou que vai criar a primeira reserva de baleias cachalotes do mundo.

 

O primeiro-ministro do país, Roosevelt Skerrit, disse que a pesca comercial e os grandes navios seriam proibidos numa área ao largo da costa ocidental da ilha, localizada no sul do Caribe.

 

A região é um importante local de amamentação e alimentação para mamíferos ameaçados de extinção.

 

"Os cerca de 200 cachalotes que vivem em nosso mar são cidadãos valiosos da Dominica", disse Skerrit.

 

"Seus ancestrais provavelmente habitavam a Dominica antes da chegada dos humanos. Queremos garantir que esses animais majestosos e altamente inteligentes estejam protegidos de perigos e continuem a manter nossas águas e nosso clima saudáveis", acrescentou o primeiro-ministro.

 

As cachalotes (Physeter macrocephalus) — a maior das baleias dentadas e o maior predador do planeta — têm uma das mais amplas distribuições globais de qualquer espécie de mamífero marinho, tendo sido avistados em águas profundas ao largo do Ártico e da Antártica, bem como ao redor do Equador.

Mas o mar ao largo da Dominica é um dos poucos onde a espécie pode ser encontrada durante todo o ano.

 

A pesca comercial não será permitida na reserva, mas a pesca artesanal será permitida, desde que seja sustentável e não coloque as baleias em perigo.

Os turistas poderão observar as baleias em barcos e até nadar com elas, mas o seu número será restringido pelas novas regulamentações.

 

Os grandes navios serão obrigados a utilizar corredores oceânicos designados para evitar perturbar os mamíferos.

 

Com uma área total de 750 km², um pouco superior a Salvador, na Bahia, Dominica tem uma população de cerca de 70 mil pessoas, cujo idioma oficial é o inglês.

 

Fonte: BBC Brasil


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

terça-feira, 22 de agosto de 2023

Islândia suspende caça às baleias e volta atrás

 


Atualização: Nem mesmo setembro chegou ao fim e a Islândia voltou atrás na suspenção à sua caça anual de baleias. 


A medida havia sido tomada depois que um relatório do governo apontou que a caça não está em conformidade com a Lei de Bem-Estar Animal do país.

 

Uma proibição total poderia, eventualmente, ser aplicada, de acordo com o Ministro da Alimentação da Islândia, Svandis Svavarsdottir.


A época de caça à baleia na Islândia vai de meados de junho até setembro e as cotas anuais permitem a caça de 209 baleias.


"Não existe uma maneira humana de matar uma baleia no mar e, por isso, pedimos ao ministro que torne isso uma proibição permanente", disse o diretor executivo da Humane Society International para a Europa, Ruud Tombrock.


Fonte: Veganuary

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

sexta-feira, 4 de agosto de 2023

Lei que proíbe o turismo embarcado é descumprida e baleias filhote aparecem mortas na costa de Santa Catarina



Este é um dos maiores retrocessos jurídicos na causa animal no Brasil


Durante dez anos, Ongs representando as baleias-franca e a sociedade lutaram na Justiça e conquistaram uma decisão judicial no Tribunal (TRF4), que obriga a realização de estudos de viabilidade e o licenciamento da atividade de turismo embarcado de observação de baleias, a serem feitos pelo ICMBio e pelo IBAMA.

 

Mas, duas empresas ingressaram na Justiça para liberar este turismo e a decisão do Tribunal está sendo descumprida por todos, até pelos Juízes da mesma Justiça Federal. Não há mais segurança jurídica nem nas decisões judiciais! Mas, as Ongs estão decididas a continuarem a luta, em todas as esferas. Para tanto, foi elaborada uma carta aberta para esse fim.

 

A legislação brasileira prevê que é crime qualquer forma de molestamento intencional de todas as espécies de baleias e outros cetáceos no litoral. A pena é de 2 a 5 anos de prisão e multa.

 

Fato é que existem alternativas de observação das baleias-franca em mirantes naturais e outros construídos nas principais enseadas do berçário (em Laguna, Imbituba e Garopaba), de forma a não perturbar as baleias.

 

Lembrando que as baleias-franca são listadas como "em perigo" no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção, lançado pelo ICMBio em 2018. E que a costa do trecho Laguna, Imbituba e Garopaba, em Santa Catarina, é hoje o único berçário da baleia-franca no Brasil.

 

O QUE VOCÊ PODE FAZER: Vamos nos manifestar nas redes sociais do @icmbio @trf4_oficial @marinasilvaoficial e @ibamagov PEDINDO O FIM DO TURISMO EMBARCADO.

Fonte: Acapra

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Islândia anuncia o fim da caça às baleias a partir de 2024

 


Foto: Pixabay

Finalmente, a Islândia vai pôr um fim à caça de baleias. O governo do país insular europeu fez o anúncio este mês.

A promessa é encerrar as atividades de caça comercial de baleias a partir de 2024. Assim, a Islândia deixará o grupo dos únicos três países do mundo que ainda permitem o abate de baleias.

Ficarão isolados o Japão e a Noruega que ainda não tomaram providências, mesmo com a forte pressão de entidades internacionais de proteção animal, como a International Whaling Commission (IWC, na sigla em inglês).

Motivo da decisão

O real motivo da decisão sensata da Islândia não é a preservação. É econômico: é que está havendo uma queda na procura por carne de baleia.

“O Japão tem sido o maior comprador de carne de baleia [islandesa], mas seu consumo está diminuindo ano a ano. Por que a Islândia deveria correr o risco de continuar pescando, sem benefícios econômicos?”, disse a ministra da Agricultura e da Pesca, Svandís Svavarsdóttir, a jornais locais.

Desde 2019 o país vem reduzindo a caça de baleias

Primeiro tinha estabelecido uma “cota” que permitia a caça de 209 baleias fin e 217 baleias mink por ano.

Porém, há pouco mais de três anos, pescadores islandeses foram flagrados com uma baleia azul morta.

A Balaenoptera musculus é o maior animal do planeta. Pode pesar até 200 toneladas e ter mais de 30 metros de comprimento. Ela está ameaçada de extinção e estima-se que restem entre 10 mil a 25 mil indivíduos em nossos oceanos.

Com informações da CNN Internacional

Via Só Notícia Boa

Nota do Blog: Pelo absurdo que representa a morte cruel, lenta e dolorosa das gigantes dos mares, torcemos para que, cada vez mais, haja pressão de ambientalistas e opinião pública para que se encerre, por fim, esse triste capítulo da relação exploratória humana para com as baleias. Que se cumpram as resoluções na Islândia, ainda que por interesses, meramente, econômicos e que tenha fim a atividade também, a curto prazo, no Japão e na Noruega.

É tudo uma questão de demanda.

Se as pessoas pararem de comer, eles param de matar.

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Expedia, empresa líder em viagens, proíbe turismo de exploração animal

A Expedia não venderá mais pacotes de férias que incluam shows de golfinhos e baleias em cativeiro. Faz parte de uma política de bem-estar animal recentemente atualizada pela gigante de viagens, que se diz ser a “mais poderosa” do mundo. 

Política de bem-estar animal da Expedia

As novas diretrizes para animais se concentram em seis áreas principais: nutrição, meio ambiente, saúde, comportamento, escolha e controle, e estados afetivos ou mentais. 

A Expedia agora proíbe interações ou apresentações de golfinhos, baleias e outros cetáceos. Santuários à beira-mar são permitidos, desde que sejam credenciados e não ofereçam interações ou apresentações. 

Da mesma forma, a empresa de viagens não permite contato físico intencional com outros animais selvagens e exóticos , incluindo elefantes, ursos, grandes felinos, primatas e répteis. Também proíbe apresentações de animais selvagens que sejam “degradantes” e “antinaturais”. Isso inclui um circo ou show de mágica. 

Além disso, a Expedia não vende atividades com animais oferecidas por locais que não sejam reconhecidos pela Associação Mundial de Zoológicos e Aquários (WAZA), incluindo cafés exóticos para animais de estimação e zoológicos itinerantes.

A política de bem-estar animal da Expedia também diz que não apoia atrações que criam animais para fins comerciais. Além disso, a empresa não oferece suporte a locais que vendam produtos derivados de animais selvagens, como crocodilos, tartarugas e cobras. 

Atrações que usam animais como atrações, como para selfies, também não são permitidas. 

E a Expedia não permite nenhuma atividade baseada em ferir ou matar animais. Isso inclui caça de troféus, caça enlatada, isca de ursos, luta de animais e caça submarina. Brigas de touros, cães e galos são proibidas, assim como qualquer experiência que envolva a alimentação ou uso de animais vivos para provocar outros animais.

Atividades animais permitidas 

Interações com animais domesticados – como cavalos, vacas, cães e gatos – são permitidas via Expedia, mas “limitadas”. 

Por exemplo, passeios de animais, zoológicos e interações com papagaios são permitidos. E a Expedia continua a trabalhar com alguns zoológicos e aquários credenciados. 

Além disso, ainda promove corridas de trenós puxados por cavalos e cães. 

“Uma política é tão forte quanto o sistema que a aplica, e temos processos automáticos e intervenções manuais para isso”, escreve a Expedia em seu site. “Sempre que atualizamos nossas políticas de bem-estar animal, damos aos nossos fornecedores 30 dias para cumprir a política atualizada ou remover o rosto do site”.

Fonte: Plant Based News

Nota do Blog: Um grande avanço! Que tais condutas sejam premissa de outras companhias de turismo e cabe ao público consumidor, o turista, deixar de compactuar com atrações que exploram os animais. Não há diversão no sofrimento animal.

Há que banir também o uso de animais como tração em locais turísticos, como no caso de charretes ou como montaria.

Inclusive, corridas de cavalos ou cães puxando trenós, como ainda é admitido pela Expedia.

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

 

 

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Baleias e a maldição das redes de pesca



A quantidade de baleias jubarte mortas no litoral brasileiro este ano é a maior dos últimos cinco anos. Foram 54 até agora.

 

As baleias jubarte migram para o litoral brasileiro para se reproduzir, sendo a principal área de concentração em Abrolhos, no sul da Bahia, segundo o G1.

 

As baleias franca também migram, particularmente, para o litoral de Santa Catarina, sendo o município de Imbituba berçário para essa espécie.

As áreas de preservação, porém, esbarram num problema presente em nossos oceanos. A indústria pesqueira vem provocando um declínio global nas populações de peixe, levando-as quase à extinção em muitas partes do oceano.

Enormes redes com quilômetros de comprimento varrem as profundezas dos oceanos capturando e sufocando, indiscriminadamente, todos aqueles que encontram no caminho. Tartarugas, focas, golfinhos, baleias e bilhões de peixes. A captura desses animais também ocorre na chamada pesca artesanal.

Viveiros de peixe industriais estão criando zonas mortas. Enormes quantidades de resíduos concentrados provenientes destes viveiros industriais asfixiam o leito oceânico e toda a vida aí existente. É o caso da produção de camarão, com grande quantidade de mercúrio, dentre outros metais pesados, despejada no oceano.

A vida dos oceanos, dos peixes, dos recifes, do ar que respiramos está tudo conectado! Nossa espécie está acabando com a vida marinha do mesmo modo como está a esgotar os nossos próprios recursos de água, comprometendo a qualidade do ar e promovendo as mudanças climáticas que podem vir a extinguir a raça humana. 

Segundo estudos de especialistas, até 2048, todas as zonas de pesca estarão mortas.

Também, o dióxido de carbono, o metano e o óxido nitroso da indústria de gado estão matando nossos oceanos, gerando zonas mortas, acídicas (ácidas) e hipóxicas (baixo teor de oxigênio).

Metade do dióxido de carbono proveniente da criação de animais é retido nos oceanos e ocasiona a chamada acidificação dos oceanos.

Hoje, 90% do peixe pequeno é triturado para servir de alimento para o gado!

As vacas vegetarianas são, atualmente, forçadas pela indústria pecuária, as maiores predadoras dos oceanos. 


Os oceanos estão morrendo. 

"Na realidade criar animais para abate consome tantos recursos naturais que fazer escolhas veganas é uma das coisas mais poderosas que se pode fazer enquanto indivíduo para ajudar a salvar o planeta". Philip Wollen

Os recursos naturais estão se esgotando e se esses negócios são lucrativos é porque há demanda. Portanto, mais uma vez, a que ser dito, que cabe a cada um o comprometimento com a origem de seus alimentos, dando preferência por uma alimentação de origem vegetal, se modo a desacelerar essa corrida para a extinção, promovendo respeito à vida e preservação.

Saiba mais sobre a indústria pesqueira e a chamada 6ª era da extinção

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com/2016/02/oceanos-industria-pesqueira-e-6-era-da.html

Assista o documentário SEASPIRACY no Netflix

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Porque o Japão deixar a Comissão Internacional Baleeira é uma boa notícia, segundo o Sea Sheppeard.


Após 16 anos de intervenção contra o Japão no Santuário de Baleias do Oceano Antártico, vemos isso como um desenvolvimento muito positivo. Isso significa que a guerra das baleias no Oceano Antártico acabou e que nós e as baleias vencemos.

O que temos lutado foi alcançado - o fim da caça às baleias no Oceano Antártico. O Japão deixando a CIB (Comissão Internacional das Baleias) permitirá que a CIB vote e passe a criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul.

Isso significa que todo o hemisfério sul estará livre de baleeiros pela primeira vez na história. Esta é uma conquista notável e maravilhosa. Esta decisão significa que o Japão não será mais capaz de esconder sua caça comercial ilegal por trás da máscara da "caça científica". Eles nunca pararam a caça comercial.

O Japão agora se junta à Noruega, Islândia e Dinamarca como os últimos países baleeiros do planeta e a caça comercial de baleias continua sendo ilegal. Sem o disfarce de "pesquisa", será mais fácil se opor aos japoneses. O Japão vem matando baleias em suas próprias águas há décadas. Nada mudou. Eles não estão retomando a caça às baleias porque nunca pararam de caçar baleias no noroeste do Pacífico.

Em outras palavras, os japoneses, como os noruegueses, dinamarqueses e islandeses, foram levados de volta para suas próprias terras. Os baleeiros do mundo estão em retirada.

Sem a caça às baleias pelágicas, o Japão não construirá um novo navio-fábrica caro. Houve uma grande pressão política no Japão para não construir este navio e, com essa decisão, eles não terão que buscar essa armadilha financeira. Por que o Japão está fazendo isso?

Por cinco razões principais:
1. Pressão diplomática internacional cada vez mais agressiva.
2. Custos de segurança crescentes para evitar a intervenção da Sea Shepherd.
3. Aumento dos custos operacionais com a necessidade de retirar o Nisshin Maru e substituí-lo por um novo navio-fábrica.
4. Diminuição dos mercados de carne de baleia no Japão.
5. Percebeu que a CBI nunca autorizará o retorno da caça comercial de baleias no Oceano Antártico.

O Japão decidiu fazer o que a Islândia e a Noruega fizeram desde 1987 e isso é restringir a matança de baleias em suas próprias águas nacionais. A caça comercial continua, mas sem a pretensa caça à baleia, nossa tarefa de continuar nos opondo à caça à baleia em todo o mundo se torna mais fácil, porque agora não haverá pretensão de legalidade. Toda a caça comercial por qualquer pessoa, em qualquer lugar, é ilegal desde 1987.

A Sea Shepherd continuará a se opor à caça ilegal de baleias com uma diversidade de estratégias e táticas. Mas hoje estamos celebrando uma enorme vitória para as baleias.

O Santuário de Baleias do Oceano Antártico estará em breve seguro e os arpões serão silenciados. Em breve teremos um Santuário de Baleias do Atlântico Sul. A caça às baleias terminou no hemisfério sul.

Não há necessidade de lamentar sobre algo que não mudou. Em vez disso, precisamos celebrar o positivo. Metade deste planeta estará a salvo dos arpões. Todas as nações baleeiras tradicionais do Hemisfério Sul terminaram suas atividades baleeiras, incluindo Austrália, Peru, Chile e África do Sul. O Japão foi a última nação a matar baleias no hemisfério sul. Esta decisão do Japão é bem-vinda pela Sea Shepherd, mas tenha em mente que a luta continua.

A Sea Shepherd interveio contra a caça ilegal de baleias no Santuário de Baleias do Oceano Antártico de 2005 a 2017. A Sea Shepherd enviou mais de mil voluntários em numerosos navios e salvou mais de 6.000 baleias dos arpões. O mais importante é que a Sea Shepherd aumentou consideravelmente os custos operacionais e de segurança japoneses, além de tornar o mundo inteiro, inclusive o público japonês ciente das atividades ilegais do Japão no Oceano Antártico.

Artigo original Sea Sheppeard

Dizy Ayala

Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
Páginas no Facebook
Uma Escolha pela Vida
Ação pelos Direitos dos Animais  


Faça parte você também da construção de um mundo mais compassivo, 
com maior qualidade de vida, respeito à natureza 
e à vida, em todas as suas formas.

Adquira o seu exemplar de Uma Escolha pela Vida 
através do e-mail dizyayala@gmail.com ou 
nas livrarias SARAIVA, CULTURA e VANGUARDA.

Mais infirmações no link