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quinta-feira, 9 de outubro de 2025

Após 70 anos, o Miami Seaquarium encerra suas atividades definitivamente



Após mais de 70 anos de operação, o Miami Seaquarium, nos Estados Unidos, encerrará suas atividades permanentemente no próximo dia 12/10.

A decisão foi tomada após diversas denúncias sobre as precárias condições de vida dos animais no local.

Entre os casos de maus-tratos reportados, o mais famoso é o da orca Lolita, que passou mais de 50 anos confinada em um tanque minúsculo no Miami Seaquarium, considerado um dos menores do mundo para uma orca. Lá, era obrigada a se apresentar em shows para o público.

Durante anos, ativistas lutaram por sua libertação, pedindo que fosse transferida para um santuário marinho. Contudo, ela morreu em 2023, antes que pudesse voltar ao oceano, tornando-se um símbolo internacional do sofrimento causado pelo cativeiro e da urgência em acabar com a exploração de animais marinhos para entretenimento.

Nesse momento, o fechamento é o primeiro passo. Ainda há preocupação quanto ao destino dos animais que vivem hoje no parque aquático.

“Esses animais merecem viver o restante de suas vidas em um santuário à beira-mar e não serem transferidos para outras instalações da Dolphin Company, onde receberiam o mesmo nível de cuidado abaixo do ideal”, disse Emily Lively, advogada e líder das ações pelos mamíferos marinhos da PETA.

A transferência para um santuário marinho é a única opção eticamente aceitável, local onde os animais poderiam, pela primeira vez, experimentar um ambiente mais próximo do seu habitat natural, sem a obrigação de performar.

O Seaquarium e a The Dolphin Company não responderam aos questionamentos sobre o destino das espécies.

Fonte: PETA

 

sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Bélgica proíbe delfinários e a captura de golfinhos no país


Numa vitória histórica para o bem-estar animal, a Bélgica anunciou a proibição definitiva de parques com golfinhos em cativeiro, conhecidos como delfinários.


Esta decisão coloca a Bélgica entre os sete países do mundo, e o quarto na Europa, a proibir permanentemente este tipo de atração.


"Os golfinhos são criaturas sensíveis que não se adaptam bem ao cativeiro. Como uma sociedade civilizada, precisamos tomar decisões claras e corajosas para o bem-estar animal", disse o Ministro Ben Weyts.


A medida afeta diretamente o Boudewijn Seapark, localizado em Bruges, o último delfinário da Bélgica e lar de sete golfinhos-garrafinhos.


Estes animais, que na natureza percorrem grandes distâncias no oceano e vivem em grupos sociais complexos, estão confinados a pequenos tanques artificiais no parque.


O local agora começará melhorias imediatas, incluindo a construção de uma piscina exterior até 2027 para proporcionar um ambiente mais natural.


A decisão também inclui um veto sobre a reprodução e importação de golfinhos, garantindo que, no futuro, apenas abrigos especializados possam receber cetáceos feridos ou doentes - e exclusivamente para reabilitação, sem exposição pública.


Esta mudança reflete anos de luta de organizações de proteção animal, como o Projeto Dolphin e a ONG GAIA, que têm pressionado, por mudanças nas leis belgas, desde o fechamento do delfinário do Zoológico de Antuérpia, em 1999.


Com a proibição, a Bélgica se junta a países como Índia, Costa Rica e Croácia, que já implementaram medidas rigorosas contra o cativeiro de golfinhos. O último delfinário do país, o Boudewijn Seapark, deverá fechar suas portas nos próximos anos.


A GAIA propôs que os golfinhos sejam transferidos para santuários marinhos, garantindo condições dignas e seminaturais de vida para esses animais.


Golfinhos são conhecidos por sua inteligência e sensibilidade. Na natureza, eles nadam até 100 quilômetros por dia, formam laços familiares profundos e caçam em grupos. 


Em cativeiro, eles vivem isolados, privados de liberdade e sujeitos a condições que afetam sua saúde física e psicológica. A decisão da Bélgica é um marco que prioriza a compaixão sobre a exploração econômica, mostrando que é possível evoluir como sociedade.

Fonte: Tempos de Bruxelas


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

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terça-feira, 9 de agosto de 2022

A maioria das tartarugas marinhas estão nascendo fêmeas por causa do aquecimento global

  

Pesquisadores na Flórida constataram um aumento de filhotes de tartarugas fêmeas, resultado das intensas ondas de calor desencadeadas por uma crescente crise climática.

De acordo com o National Ocean Service, se os ovos de uma tartaruga incubarem abaixo de 27°C, os filhotes de tartaruga serão machos. Se os ovos incubarem acima de 31°C, os filhotes serão fêmeas. 

Temperaturas que oscilam entre os dois extremos resultarão em uma mistura de filhotes de tartarugas machos e fêmeas.

 "À medida que a Terra passa por mudanças climáticas, o aumento das temperaturas pode resultar em condições de incubação distorcidas e até letais, o que afetaria as espécies de tartarugas e outros répteis", disse o Serviço Nacional do Oceano.

Melissa Rosales Rodriguez, cuidadora de tartarugas marinhas, disse à Reuters: "Ao longo dos anos, você verá um declínio acentuado em sua população porque simplesmente não temos a diversidade genética... não há a proporção macho-fêmea necessária para poder ter sessões de reprodução bem-sucedidas".


Fonte: The Guardian

 Nota do Blog:

Estudos científicos têm demonstrado que cada indivíduo na natureza atingido pelas mudanças climáticas acaba por afetar todo ecossistema, uma vez que está tudo conectado. E aí que reside a maior gravidade do que vêm acontecendo. Todo o ecossistema é impactado e grandes populações de fauna e flora correm risco de ser extintos. Isso atinge, inclusive, a população humana, uma vez que somos dependentes de recursos naturais para nossa sobrevivência.

Além da necessária e urgente transição energética para energias limpas e renováveis e o uso de plástico biodegradável, a melhor maneira de salvar a vida marinha é aderir ao veganismo. Depois de gás e petróleo, a terceira maior causa do aquecimento global é a indústria da carne e leite, a pecuária. 

Uma alimentação à base de plantas, além de compassiva e mais saudável, é sustentável, com menor impacto ambiental. Gases e dejetos oriundos de animais em sistemas de produção geram forte impacto na poluição, degradando solos e rios, e, na atmosfera, produzindo dióxido de carbono e gás metano, entre outros danos.

Dizy Ayala

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segunda-feira, 6 de junho de 2022

Nova tecnologia de Inteligência Artificial elimina a necessidade de testes em animais marinhos


Em uma grande vitória para os animais, uma nova tecnologia foi desenvolvida usando inteligência artificial (IA) para avaliar se um produto é tóxico para animais aquáticos sem ter que usá-los em testes cruéis.

 

Para evitar catástrofes em larga escala, as empresas precisam testar se seus produtos são tóxicos e, em alguns casos, isso requer testá-los em animais, muitas vezes, colocando uma certa quantidade de produto em um tanque de peixes e esperando para ver quantos deles morrem.

 

As empresas realizam esse tipo de teste há décadas, tendo imensa quantidade de dados sobre o limite tóxico de todos os tipos de produtos químicos e ingredientes.

 

A Smarter Sorting, vencedora do prêmio World Changing Ideas 2022 da Fast Company, usa esses dados para realizar testes de toxicidade precisos, sem matar nenhum animal.

 

Estados como Washington e Minnesota, nos EUA, já aceitaram essas formas de teste e a Smarter Sorting está apresentando um projeto de lei à Câmara da Califórnia que permitiria toxicologia computacional em vez de testes em animais.

Fontes: One Green Planet e Fast Company


Nota do Blog:

Iniciativas como essa da Smarter Sorting são muito bem-vindas. Testes em animais são desnecessários e, cada vez mais, a tecnologia tem de estar a serviço da saúde humana e, sobretudo, ajudando a eliminar práticas cruéis com animais.


Dizy Ayala

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quinta-feira, 21 de abril de 2022

Empresa norte-americana projeta golfinhos robôs para aquários na China

A Edge Innovations, uma companhia norte-americana que tem uma divisão de efeitos especiais e de bonecos animatronics na Califórnia, projetou o golfinho-robô que promete ser a novidade nos aquários da China. A ideia busca evitar que animais marinhos sejam mantidos e criados em cativeiro.

A empresa por trás das animações usadas em filmes como "Free Willy" quer transformar para sempre a experiência de visitar um aquário para turistas do mundo todo.

Na indústria do cinema, desde a década de 1990, o grupo está investindo na criação de animais hiper-realísticos para enviá-los a novos aquários na China, no lugar de golfinhos que foram capturados da vida selvagem.

 Sabemos que ações e construções de políticas reais de proteção dos animais e seus habitats não surgirão de uma hora para outra. Entendemos que existem exceções e inúmeros pontos a serem levados em consideração, porém, retirar um animal que vivia livre para encarceramento e manipulação de sua vida com falsa justificativa conservacionista é errado.

Assim sendo, iniciativas como essa são muito bem-vindas para que animais não vivam em sofrimento em nome do entretenimento dos humanos.

Dizy Ayala

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Islândia anuncia o fim da caça às baleias a partir de 2024

 


Foto: Pixabay

Finalmente, a Islândia vai pôr um fim à caça de baleias. O governo do país insular europeu fez o anúncio este mês.

A promessa é encerrar as atividades de caça comercial de baleias a partir de 2024. Assim, a Islândia deixará o grupo dos únicos três países do mundo que ainda permitem o abate de baleias.

Ficarão isolados o Japão e a Noruega que ainda não tomaram providências, mesmo com a forte pressão de entidades internacionais de proteção animal, como a International Whaling Commission (IWC, na sigla em inglês).

Motivo da decisão

O real motivo da decisão sensata da Islândia não é a preservação. É econômico: é que está havendo uma queda na procura por carne de baleia.

“O Japão tem sido o maior comprador de carne de baleia [islandesa], mas seu consumo está diminuindo ano a ano. Por que a Islândia deveria correr o risco de continuar pescando, sem benefícios econômicos?”, disse a ministra da Agricultura e da Pesca, Svandís Svavarsdóttir, a jornais locais.

Desde 2019 o país vem reduzindo a caça de baleias

Primeiro tinha estabelecido uma “cota” que permitia a caça de 209 baleias fin e 217 baleias mink por ano.

Porém, há pouco mais de três anos, pescadores islandeses foram flagrados com uma baleia azul morta.

A Balaenoptera musculus é o maior animal do planeta. Pode pesar até 200 toneladas e ter mais de 30 metros de comprimento. Ela está ameaçada de extinção e estima-se que restem entre 10 mil a 25 mil indivíduos em nossos oceanos.

Com informações da CNN Internacional

Via Só Notícia Boa

Nota do Blog: Pelo absurdo que representa a morte cruel, lenta e dolorosa das gigantes dos mares, torcemos para que, cada vez mais, haja pressão de ambientalistas e opinião pública para que se encerre, por fim, esse triste capítulo da relação exploratória humana para com as baleias. Que se cumpram as resoluções na Islândia, ainda que por interesses, meramente, econômicos e que tenha fim a atividade também, a curto prazo, no Japão e na Noruega.

É tudo uma questão de demanda.

Se as pessoas pararem de comer, eles param de matar.

 Dizy Ayala

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sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Jovem brasileiro inventa filtro para microplásticos que é considerado o melhor do mundo.

 


Gabriel Fernandes Mello Ferreira, de apenas 16 anos, desenvolveu um sistema – simples e barato – para filtrar microplásticos da água e, por sua invenção, deu ao Brasil seu primeiro Stockholm Junior Water Prize, prêmio sueco bastante concorrido que reconhece as melhores iniciativas do mundo, criadas por jovens, para resolver desafios globais relacionados à água.

A inovação vencedora começou a ser desenvolvida por Gabriel depois que ele mergulhou no universo dos microplásticos e descobriu que, semanalmente, um brasileiro ingere – por meio da água que bebe e pelo consumo de sal e peixes – uma quantidade de plástico similar a que existe em um cartão de crédito, por exemplo.

Alarmado, ele recorreu ao Colégio São José, onde estuda, para desenvolver algo que pudesse ajudar a combater o problema e recebeu o apoio de sua professora de Ciências, Fernanda Poleza. Sob sua orientação, Gabriel desenvolveu um sistema de filtragem capaz de reter os microplásticos presentes na água por meio de uma malha de nylon.

A inovação – que se mostrou, por meio de testes, 100% eficiente na retenção de microplástico – custa cerca de R$ 450 para ser instalada em Estações de Tratamento de Água e já foi, inclusive, incorporada com sucesso na Estação de Tratamento de Água da cidade de Itajaí, SC, onde Gabriel mora.

Agora, com o sucesso do Stockholm Junior Water Prize – que Gabriel levou com mais de 26 mil votos populares -, o jovem trabalha no patenteamento da tecnologia e sonha em levá-la para o maior número possível de cidades Brasil afora.

Fonte: The Greenest Post

Nota do Blog: Com certeza que tal iniciativa, além de melhorar a qualidade da água e de vida das pessoas, certamente, irá impactar positivamente também na qualidade da vida marinha, sabidamente vítima de todo o plástico e microplástico descartado na água, a poluir os oceanos.

 Dizy Ayala

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quinta-feira, 2 de setembro de 2021

O Brasil é o maior consumidor no mundo de carne de tubarão, espécie ameaçada de extinção.

Carne de tubarão é vendida como cação e consumo ameaça a espécie.

Se você não sabe que cação é o mesmo que tubarão, você não está sozinho. Em uma pesquisa recente, quase 70% dos brasileiros não sabem que carne de tubarão é vendida como cação. Este que é um peixe bem comum de se encontrar em peixarias.

Essa desinformação, gerada pela falta de rotulagem adequada, compromete a preservação das espécies de tubarões, além de ser um problema para a saúde da população, pois a carne de tubarão pode conter altos níveis de metais pesados. 

O Brasil é o maior importador e consumidor de carne de tubarão do mundo. Esta alta demanda está associada a preços mais acessíveis, o que faz do país uma ameaça para a proteção das espécies.

“Em vez de ser embalada com rotulagem adequada, a carne de tubarão é vendida no Brasil normalmente como cação, um nome ambíguo usado para várias espécies”, relata Nathalie Gil, pesquisadora deste estudo. 

Segundo os dados da pesquisa, o Brasil tornou-se o principal destino de carcaças de tubarão sem barbatanas. As barbatanas são valiosas para o mercado asiático, mas a carne de tubarão é descartada. Tendo em vista que a pesca de tubarão, apenas para a retirada de sua barbatana (finning) é proibida, devido à alta taxa de mortalidade das espécies, o corpo do animal sem a barbatana está sendo exportado, principalmente, para o Brasil, onde o preço da carne é bastante acessível para a população.

“No Brasil, embora tubarões protegidos não possam ser legalmente comercializados por pescadores ou empresários locais, eles são importados sem quaisquer restrições”.

“Além disso, é obrigatório fornecer informações para uma rotulagem adequada apenas se o peixe congelado importado pertencer à família Salmonidae (que inclui o salmão e a truta) ou à família Gadidae (que inclui o bacalhau e a arinca)”, afirmam as pesquisadoras em entrevista à BBC. 


Carne de tubarão oferece risco para saúde humana

O tubarão é um animal de águas profundas, de modo que ele acumula mais metais pesados, como mercúrio e arsênio, do que organismos menores. Este processo, chamado de bioacumulação, também acontece quando se consome esses animais. Essas substâncias tóxicas contidas na carne causam diversos problemas na saúde humana, como danos cerebrais e câncer. 

O limite diário de consumo de mercúrio recomendando pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 0,5 miligramas por quilo. No entanto, em estudos publicados com o tubarão-azul, o mercúrio presente em sua carne excedeu até duas vezes o índice recomendado.


Nota do Blog: Com inúmeras alternativas alimentares à base de plantas, não há a menor necessidade de se consumir tubarões, ou seja lá qual for o peixe, de modo que as vidas animais, a saúde humana e o meio ambiente sejam preservados.

Com informações de BBC Brasil 

Assista Seaspiracy

Dizy Ayala

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segunda-feira, 12 de julho de 2021

Baleias e a maldição das redes de pesca



A quantidade de baleias jubarte mortas no litoral brasileiro este ano é a maior dos últimos cinco anos. Foram 54 até agora.

 

As baleias jubarte migram para o litoral brasileiro para se reproduzir, sendo a principal área de concentração em Abrolhos, no sul da Bahia, segundo o G1.

 

As baleias franca também migram, particularmente, para o litoral de Santa Catarina, sendo o município de Imbituba berçário para essa espécie.

As áreas de preservação, porém, esbarram num problema presente em nossos oceanos. A indústria pesqueira vem provocando um declínio global nas populações de peixe, levando-as quase à extinção em muitas partes do oceano.

Enormes redes com quilômetros de comprimento varrem as profundezas dos oceanos capturando e sufocando, indiscriminadamente, todos aqueles que encontram no caminho. Tartarugas, focas, golfinhos, baleias e bilhões de peixes. A captura desses animais também ocorre na chamada pesca artesanal.

Viveiros de peixe industriais estão criando zonas mortas. Enormes quantidades de resíduos concentrados provenientes destes viveiros industriais asfixiam o leito oceânico e toda a vida aí existente. É o caso da produção de camarão, com grande quantidade de mercúrio, dentre outros metais pesados, despejada no oceano.

A vida dos oceanos, dos peixes, dos recifes, do ar que respiramos está tudo conectado! Nossa espécie está acabando com a vida marinha do mesmo modo como está a esgotar os nossos próprios recursos de água, comprometendo a qualidade do ar e promovendo as mudanças climáticas que podem vir a extinguir a raça humana. 

Segundo estudos de especialistas, até 2048, todas as zonas de pesca estarão mortas.

Também, o dióxido de carbono, o metano e o óxido nitroso da indústria de gado estão matando nossos oceanos, gerando zonas mortas, acídicas (ácidas) e hipóxicas (baixo teor de oxigênio).

Metade do dióxido de carbono proveniente da criação de animais é retido nos oceanos e ocasiona a chamada acidificação dos oceanos.

Hoje, 90% do peixe pequeno é triturado para servir de alimento para o gado!

As vacas vegetarianas são, atualmente, forçadas pela indústria pecuária, as maiores predadoras dos oceanos. 


Os oceanos estão morrendo. 

"Na realidade criar animais para abate consome tantos recursos naturais que fazer escolhas veganas é uma das coisas mais poderosas que se pode fazer enquanto indivíduo para ajudar a salvar o planeta". Philip Wollen

Os recursos naturais estão se esgotando e se esses negócios são lucrativos é porque há demanda. Portanto, mais uma vez, a que ser dito, que cabe a cada um o comprometimento com a origem de seus alimentos, dando preferência por uma alimentação de origem vegetal, se modo a desacelerar essa corrida para a extinção, promovendo respeito à vida e preservação.

Saiba mais sobre a indústria pesqueira e a chamada 6ª era da extinção

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com/2016/02/oceanos-industria-pesqueira-e-6-era-da.html

Assista o documentário SEASPIRACY no Netflix

Dizy Ayala

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sábado, 21 de abril de 2018

De canudos a pratos descartáveis, Reino Unido determina o fim da produção de artigos de plástico para defender oceanos e vida marinha da poluição.

De canudos a pratos descartáveis, Reino Unido determina o fim da produção de artigos de plástico
para defender oceanos e vida marinha da poluição.

 

Por Dizy Ayala

A resolução vem somar forças a um movimento global para reverter a catástrofe ambiental ocorrida nos rios e oceanos, infestados de plástico por todo o mundo. Afora a alteração química da água e de sua oxigenação, o plástico descartado está a matar inúmeras espécies animais marinhas e aves, que o confundem com alimento e são sufocadas por ele, inclusive com elementos menores, como canudos e cotonetes, que adentram nas narinas, olhos e ouvidos dos animais.

A meta é acabar com a produção de artigos descartáveis até 2019 e banir completamente o uso desnecessário do plástico nos próximos 25 anos.  A medida está em curso junto à recente resolução do fim da produção de glitter e afins, com as chamadas micropartículas de plástico, um problema gravíssimo, pois nenhuma barra de contenção é capaz de recolher esse lixo descartável. Tal iniciativa partiu de escolas britânicas na substituição desses materiais amplamente usados em trabalhos infantis.

A determinação inclui os cosméticos. A mundialmente conhecida Lush é uma das marcas que substituiu a composição do glitter na maquiagem por partículas de origem vegetal. Saiba mais em Glitter vegano? Confira a receita e evite o perigo das micropartículas para os oceanos e animais marinhos. http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2018/02/glitter-vegano-confira-receita-e-evite.html

Em outubro de 2017, o Chile pronunciou sua meta de banir plásticos descartáveis (copos, canudos, talheres e embalagens delivery) até 2021. Na sequência ao pronunciamento do Reino Unido, também a União Europeia se manifestou quanto ao plano de ‘limpar’ o continente dessa ‘praga’ até 2030, permitindo apenas o consumo de plásticos reutilizáveis ou recicláveis. Para alcançar essa meta, a EU irá fazer investimentos de cerca de 350 milhões de euros em pesquisas, no sentido de promover uma mudança de comportamento radical na produção e na coleta de plásticos. 

Anualmente, os europeus descartam 25 milhões de toneladas de resíduos plásticos, dos quais menos de 30% é coletado para reciclagem. Um completo absurdo tendo em vista que artigos de plástico “são produzidos em cinco segundos, utilizados por cinco minutos e levam 500 anos para se degradar”, como declarou Frans Timmermans, primeiro vice-presidente da Comissão Europeia. A adição de microplásticos em comésticos e produtos de higiene pessoal também será proibida, como já aconteceu no Reino Unido.

“É somente através da ação conjunta de governos, empresas e sociedade que conseguiremos proteger o meio ambiente para as futuras gerações”, disse Michael Gove, ministro do meio ambiente britânico, em entrevista ao jornal The Guardian.

Uma consulta pública será aberta, nos próximos meses na Inglaterra, para que a população decida sobre a proibição da venda de cotonetes, canudos e plásticos de um só, como colheres de café, talheres e embalagens. A proposta é substituir o plástico na composição desses utensílios por papel e outros elementos biodegradáveis.

Outras medidas que estão sendo analisadas pelo governo britânico são a cobrança por copos de bebidas em cafés, em lojas como Starbucks, por exemplo, já que a grande maioria deles não é reciclável, e a instalação de máquinas de devolução de garrafas e latas de alumínios nos supermercados.

Theresa May divulgou a resolução na semana em que presidentes e primeiros-ministros da Commonwealth participaram de uma reunião em Londres. A chamada Commonweath é uma organização composta por 53 países membros independentes que, no passado, fizeram parte do império britânico. A ideia da primeira-ministra é estimular e influenciar estas outras nações a também tomar medidas no combate ao plástico.

Com informações do The Guardian e The Telegraph via http://conexaoplaneta.com.br

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Projeto Ocean Clean Up promete limpar o lixo dos oceanos até 2020.

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2017/02/projeto-ocean-clean-up-promete-limpar-o.html


Oceanos, a indústria pesqueira e a 6ª era da extinção

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2016/02/oceanos-industria-pesqueira-e-6-era-da.html

Tomar água nos dá vida e tomar consciência nos dará água!

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2016/03/tomar-agua-nos-da-vida-e-tomar.html
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