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sábado, 21 de fevereiro de 2026

Indonésia proíbe passeios de elefante em todo o país

 


Vitória! Indonésia proíbe passeios de elefante em todo o país - um marco para o turismo ético de vida selvagem

O governo indonésio anunciou, oficialmente, a proibição dos passeios de elefante, encerrando uma das práticas mais exploratórias enfrentadas por elefantes em cativeiro.

A medida nacional se aplica a todos os zoológicos, centros de conservação e instalações turísticas, incluindo o Zoológico de Bali, e proíbe o uso de elefantes em atrações de montaria.

A World Animal News há muito denuncia a crueldade por trás dos passeios de elefante. Esses animais são submetidos a treinamentos dolorosos, confinamento e ao esforço constante de carregar pessoas nas costas, apesar de suas colunas não serem feitas para suportar peso excessivo. As condições frequentemente resultam em lesões crônicas e estresse severo.

Fonte Olhar Animal

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

México aprova lei que proíbe shows com golfinhos e outros mamíferos marinhos

  


Com total apoio do Senado e da Câmara dos Deputados, o México aprovou uma lei que proíbe o uso de golfinhos em shows, terapias, entretenimento, pesquisas e qualquer outra atividade não relacionada à conservação. A lei também proíbe a reprodução de golfinhos em cativeiro.


Os golfinhos atualmente mantidos em delfinários e instalações de entretenimento marinho permanecerão em cativeiro, mas devem ser cuidados sob rigorosos padrões de bem-estar até sua morte natural.


As autoridades, agora, são responsáveis ​​por garantir que esses animais vivam suas vidas em condições que atendam às suas necessidades físicas e comportamentais.


Esta vitória legislativa ocorre pouco depois da suspensão dos shows em um polêmico delfinário na Riviera Maya, após indignação pública e pressão de ativistas.


O sofrimento oculto dos golfinhos em cativeiro
Por anos, cientistas, ativistas e organizações de bem-estar animal têm feito campanhas para expor a crueldade por trás do entretenimento com golfinhos.


Nossa investigação "O sofrimento por trás do sorriso" revelou descobertas alarmantes:


Mais de 300 golfinhos foram explorados em instalações mexicanas nas últimas décadas; muitos desses golfinhos nasceram em cativeiro, confinados em tanques artificiais e submetidos a treinamento forçado; golfinhos em cativeiro sofrem de estresse crônico, comportamentos anormais e doenças relacionadas ao confinamento.


A nova lei é uma resposta direta às evidências avassaladoras de sofrimento animal e à crescente demanda pública pelo fim do uso de golfinhos para entretenimento.


A Estrategista de Campanha da Proteção Animal Mundial, Eugenia Mora, celebra essa decisão.


“Este é um enorme avanço para os animais e um marco histórico que outros países devem seguir. Há muito tempo documentamos o sofrimento de golfinhos em cativeiro, não apenas no México, mas também na Espanha e em todo o mundo. Com esta lei em vigor, instamos as autoridades mexicanas a garantir um monitoramento rigoroso dos golfinhos que permanecem em cativeiro e a garantir que sejam mantidos em ambientes que atendam às suas necessidades específicas”.

Em 2022, mais de 100 cientistas, apoiados pela Proteção Animal Mundial, condenaram publicamente o cativeiro de golfinhos, destacando os danos psicológicos e físicos causados ​​pelas indústrias do turismo e do entretenimento.


Progresso na América Latina, mas os desafios permanecem
O México se junta à Costa Rica e ao Chile como um dos três únicos países latino-americanos a proibir espetáculos com golfinhos e a reprodução em cativeiro de cetáceos.


Na Espanha, embora os animais selvagens tenham sido banidos dos circos, os delfinários continuam operando.

 
Em recente protesto, a Proteção Animal Mundial pediu a libertação de golfinhos mantidos em cativeiro no parque marinho Oceanografic, em Valência.


Turismo responsável é a alternativa ética.
Observar animais na natureza é a maneira mais respeitosa e gratificante de vivenciar a vida selvagem.


Ao contrário dos espetáculos em cativeiro, o turismo responsável não causa sofrimento aos animais e contribui ativamente para a conservação do habitat.


Os viajantes podem apoiar experiências éticas, escolhendo operadoras de turismo que priorizem o bem-estar animal e a sustentabilidade. Iniciativas como as Áreas de Patrimônio da Vida Selvagem, incluindo Sítios de Patrimônio de Baleias designados, ajudam a proteger a biodiversidade e, ao mesmo tempo, oferecem encontros inesquecíveis com a vida selvagem.

Fonte: World Animal Protection

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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segunda-feira, 4 de novembro de 2024

Vitória para os animais! Tiradentes (MG) inaugura charretes elétricas para acabar com a exploração de cavalos no turismo


Na última sexta-feira (1), foi inaugurado o protótipo da primeira charrete elétrica de Tiradentes (MG), parte do projeto "Transição Animal para a Inovação".

O objetivo é substituir gradualmente as charretes tradicionais por modelos elétricos, evitando a exploração de cavalos que são forçados a longas jornadas puxando turistas.

Os modelos foram adaptados ao terreno íngreme da cidade e para a condução de turistas, com conforto e segurança.

Com investimento total de R$ 3,6 milhões (R$ 120 mil por unidade), o projeto prevê a entrega de 30 charretes elétricas.

O protótipo foi muito bem recebido na cidade, com o apoio do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que tem colaborado com a Prefeitura de Tiradentes e os charreteiros para a transição.

Os charreteiros terão a opção de manter os animais (exceto para transporte) ou entregá-los a entidades de proteção parceiras.

A iniciativa louvável é fruto de muita dedicação e empenho por parte de entidades de proteção animal, ao longo dos anos, até firmar essa parceria com a iniciativa pública e privada.

Gratidão a todos envolvidos!

Por mais iniciativas como essa.

Animais não são máquinas.

Pelo fim da tração animal!


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Nordeste do Brasil declara o fim do turismo em charretes

Três dos mais populares destinos do Nordeste do Brasil proibiram o uso de animais em passeios turísticos.

 

Jericoacoara, no Ceará, Morro de São Paulo e Boipeba, na Bahia, colocaram fim nas atividades de turismo em charretes, puxadas por cavalos, após diversas denúncias de maus-tratos aos animais.

 

A movimentação para alterar as regras do turismo local vem da pressão de protetores de animais, há anos, que ganhou maior repercussão recentemente a partir da divulgação de um vídeo, que viralizou nas redes sociais, em que a blogueira Luisa Mell repercutiu o caso de um cavalo passando mal na areia.

 

Ela, junto a outros ativistas da causa animal, também, pede que esses passeios sejam suspensos em Caraiva, na Bahia, e em Paraty, no Rio de Janeiro.

 

Pelo fim do uso de cavalos como tração animal.

Animais não são veículos nem entretenimento. 


Dizy Ayala

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sexta-feira, 4 de agosto de 2023

Lei que proíbe o turismo embarcado é descumprida e baleias filhote aparecem mortas na costa de Santa Catarina



Este é um dos maiores retrocessos jurídicos na causa animal no Brasil


Durante dez anos, Ongs representando as baleias-franca e a sociedade lutaram na Justiça e conquistaram uma decisão judicial no Tribunal (TRF4), que obriga a realização de estudos de viabilidade e o licenciamento da atividade de turismo embarcado de observação de baleias, a serem feitos pelo ICMBio e pelo IBAMA.

 

Mas, duas empresas ingressaram na Justiça para liberar este turismo e a decisão do Tribunal está sendo descumprida por todos, até pelos Juízes da mesma Justiça Federal. Não há mais segurança jurídica nem nas decisões judiciais! Mas, as Ongs estão decididas a continuarem a luta, em todas as esferas. Para tanto, foi elaborada uma carta aberta para esse fim.

 

A legislação brasileira prevê que é crime qualquer forma de molestamento intencional de todas as espécies de baleias e outros cetáceos no litoral. A pena é de 2 a 5 anos de prisão e multa.

 

Fato é que existem alternativas de observação das baleias-franca em mirantes naturais e outros construídos nas principais enseadas do berçário (em Laguna, Imbituba e Garopaba), de forma a não perturbar as baleias.

 

Lembrando que as baleias-franca são listadas como "em perigo" no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção, lançado pelo ICMBio em 2018. E que a costa do trecho Laguna, Imbituba e Garopaba, em Santa Catarina, é hoje o único berçário da baleia-franca no Brasil.

 

O QUE VOCÊ PODE FAZER: Vamos nos manifestar nas redes sociais do @icmbio @trf4_oficial @marinasilvaoficial e @ibamagov PEDINDO O FIM DO TURISMO EMBARCADO.

Fonte: Acapra

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Expedia, empresa líder em viagens, proíbe turismo de exploração animal

A Expedia não venderá mais pacotes de férias que incluam shows de golfinhos e baleias em cativeiro. Faz parte de uma política de bem-estar animal recentemente atualizada pela gigante de viagens, que se diz ser a “mais poderosa” do mundo. 

Política de bem-estar animal da Expedia

As novas diretrizes para animais se concentram em seis áreas principais: nutrição, meio ambiente, saúde, comportamento, escolha e controle, e estados afetivos ou mentais. 

A Expedia agora proíbe interações ou apresentações de golfinhos, baleias e outros cetáceos. Santuários à beira-mar são permitidos, desde que sejam credenciados e não ofereçam interações ou apresentações. 

Da mesma forma, a empresa de viagens não permite contato físico intencional com outros animais selvagens e exóticos , incluindo elefantes, ursos, grandes felinos, primatas e répteis. Também proíbe apresentações de animais selvagens que sejam “degradantes” e “antinaturais”. Isso inclui um circo ou show de mágica. 

Além disso, a Expedia não vende atividades com animais oferecidas por locais que não sejam reconhecidos pela Associação Mundial de Zoológicos e Aquários (WAZA), incluindo cafés exóticos para animais de estimação e zoológicos itinerantes.

A política de bem-estar animal da Expedia também diz que não apoia atrações que criam animais para fins comerciais. Além disso, a empresa não oferece suporte a locais que vendam produtos derivados de animais selvagens, como crocodilos, tartarugas e cobras. 

Atrações que usam animais como atrações, como para selfies, também não são permitidas. 

E a Expedia não permite nenhuma atividade baseada em ferir ou matar animais. Isso inclui caça de troféus, caça enlatada, isca de ursos, luta de animais e caça submarina. Brigas de touros, cães e galos são proibidas, assim como qualquer experiência que envolva a alimentação ou uso de animais vivos para provocar outros animais.

Atividades animais permitidas 

Interações com animais domesticados – como cavalos, vacas, cães e gatos – são permitidas via Expedia, mas “limitadas”. 

Por exemplo, passeios de animais, zoológicos e interações com papagaios são permitidos. E a Expedia continua a trabalhar com alguns zoológicos e aquários credenciados. 

Além disso, ainda promove corridas de trenós puxados por cavalos e cães. 

“Uma política é tão forte quanto o sistema que a aplica, e temos processos automáticos e intervenções manuais para isso”, escreve a Expedia em seu site. “Sempre que atualizamos nossas políticas de bem-estar animal, damos aos nossos fornecedores 30 dias para cumprir a política atualizada ou remover o rosto do site”.

Fonte: Plant Based News

Nota do Blog: Um grande avanço! Que tais condutas sejam premissa de outras companhias de turismo e cabe ao público consumidor, o turista, deixar de compactuar com atrações que exploram os animais. Não há diversão no sofrimento animal.

Há que banir também o uso de animais como tração em locais turísticos, como no caso de charretes ou como montaria.

Inclusive, corridas de cavalos ou cães puxando trenós, como ainda é admitido pela Expedia.

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Petra, na Jordânia, começa a substituir tração animal por carros elétricos

Foto: KHALIL MAZRAAWI / AFP

Na cidade histórica, carrinhos elétricos começam a substituir as charretes puxadas a cavalos, enquanto ainda convivem com os passeios a camelo.

Em Petra, na Jordânia, a paisagem milenar de construções esculpidas nas rochas vem ganhando ares mais modernos. O governo local iniciou um processo de substituição de charretes de tração animal por veículos elétricos, em resposta a pressões sofridas por parte de movimentos de defesa dos direitos dos animais e, também, numa tentativa de tornar a visitação mais confortável para os turistas.

Até agora, 12 charretes puxadas por cavalos e mulas saíram de circulação. Em seu lugar, uma frota de dez carrinhos, tipo os de golfe, começaram a transportar os visitantes entre o centro da cidade e o sítio arqueológico.

Há tempos grupos de defesa dos animais, como o PETA, já vinham pressionando as autoridades jordanianas pelo fim do uso de animais como locomoção em Petra, seja puxando charretes, seja carregando pessoas. Ao menos a primeira solicitação começou a ser atendida. Mas, por enquanto, ainda não se fala em substituir os passeios a cavalo ou a camelo por veículos elétricos. Pelo contrário, alega-se que os animais restantes ajudam a preservar o aspecto original do lugar, que é um Patrimônio Mundial pela Unesco.

Para o chefe da Autoridade Regional de Desenvolvimento e Turismo de Petra, Suleiman Farajat, o benefício da mudança vai além do fim da exploração animal. À agência AFP, ele explicou que as charretes puxadas por cavalos e mulas deixavam um grande mau cheiro pelo caminho e suas rodas, frequentemente, batiam contra os paredões da Siq, o corredor rochoso pelo qual se chega à cidade histórica.

Veículo elétrico transporta turistas pelo Siq, o corredor rochoso que leva à cidade histórica de Petra, na Jordânia. Foto: KHALIL MAZRAAWI / AFP

"Era uma experiência desagradável para os turistas, para os cavalos e para nós", disse Farajat, que completou exaltando o aspecto ecologicamente correto dos novos veículos: "Não há poluição ou fumaça".

A novidade foi saudada por muitos turistas, sobretudo os com maior dificuldade de locomoção, como idosos e cadeirantes. E, também, por quem vive do turismo na região. À AFP, o presidente da associação de proprietários de cavalo, Mohammad Amarat, responsável por esses passeios, afirmou que a troca tem sido mais lucrativa para os condutores, já que os carrinhos transportam até cinco passageiros em vez de dois, como as charretes, e levam menos tempo para cumprir o percurso.

O grupo de proteção animal PETA também comemorou a medida, que classificou à AFP como "um grande primeiro passo para proteger os animais que trabalham", e disse que espera poder colaborar junto ao governo local para que haja apenas transporte livre de animais em Petra.

Notícia O Globo 

 Dizy Ayala

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segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

África do Sul irá acabar com a reprodução de leões em cativeiro para caça e turismo interativo

 


Foto: Blood Lions

A Ministra do Departamento de Silvicultura, Pesca e Meio Ambiente da África do Sul, Barbara Creecy, anunciou que planeja acabar com a indústria multibilionária de criação de leões em cativeiro. 

A decisão veio após a publicação dos resultados de um estudo de dois anos, que resultou em um relatório de quase 600 páginas. Desenvolvido por um comitê consultivo especial nomeado pelo governo, o objetivo era revisar as políticas, legislações e práticas do país quanto à reprodução, à caça, ao comércio e ao manejo de elefantes, leões, leopardos e rinocerontes.

"O comitê identificou que a indústria de leões em cativeiro é um risco para a sustentabilidade da conservação de leões selvagens", disse a Barbara Creecy. "A recomendação é que a África do Sul não crie, reproduza ou mantenha leões e outros felinos em cativeiro para fins comerciais. Por isso, solicitei ao Departamento que tome as medidas necessárias para garantir que isso aconteça", acrescentou a ministra.

Esse passo é crucial para mudar a vida de milhares de leões que são criados em cativeiro no país. 

Atualmente, existem entre 8.000 e 12.000 leões e milhares de outros grandes felinos - incluindo tigres e chitas -  que são reproduzidos e mantidos em cativeiro, em mais de 350 fazendas na África do Sul. Em contrapartida, existem apenas 3.500 leões que vivem livres, na natureza.


Nessa indústria, os animais são reproduzidos e explorados, exclusivamente, para fins comerciais para alimentar a demanda do turismo interativo (como acariciar filhotes e tirar selfs com grandes felinos), da "caça enlatada" ("canned hunting", em inglês) - que nada mais é do que uma caça injusta de animais em cativeiro, que ficam em uma área cercada, sem conseguir escapar -, do comércio de venda de ossos de leão e da exportação de animais vivos.

"Milhares de leões nascem em cativeiro na África do Sul e enfrentam uma vida inteira de sofrimento. Esse movimento do governo africano é corajoso e é o primeiro passo para que se comprometam com uma mudança significativa e duradoura. É uma vitória para a vida selvagem", comentou Edith Kabesiime, nossa gerente de campanha de animais silvestres da África.

Uma vitória compartilhada

A parceira Blood Lions tem feito campanha contra a indústria de leões em cativeiro na África do Sul há muitos anos. 

Em 2020, a Animal World Protection juntou-se a eles e outras organizações para disponibilizar, ao comitê, evidências científicas, escritas e orais, que provassem o quão cruel e antiética tem sido essa indústria.

"Lutar contra essa indústria tem sido uma longa jornada. Nosso objetivo final sempre foi acabar com a reprodução de leões em cativeiro. Depois de tantos contratempos, finalmente, sentimos uma importante mudança de atitude. Aplaudimos a Ministra, seu Departamento e o comitê. No futuro, esperamos poder ajudá-los a fechar essa indústria ", comentou Ian Michler e Pippa Hankinson, diretores da Blood Lions.

Entre os motivos listados que justificavam o fim da criação comercial de leões em cativeiro, estão: o risco de zoonoses, preocupações com bem-estar animal, a falta de regulamentação da indústria, as políticas fragmentadas do setor, além de danos ao turismo da África do Sul e ameaças à população de leões selvagens devido à caça furtiva.

"Trabalhando juntos, podemos garantir que os leões permaneçam no local a que pertencem: a natureza. Estamos prontos para oferecer nossa experiência, trabalhando em colaboração com governos, ONGs e a indústria do turismo, para encontrar soluções práticas para a África do Sul", disse Edith Kabesiime.

Ao implementar a proibição de criar leões e outros felinos em cativeiro, em conjunto com a proibição de reproduzir e o fim imediato de todas as atividades que envolvem leões criados em cativeiro, o Departamento de Silvicultura, Pesca e Meio Ambiente da África do Sul irá, efetivamente, assumir a liderança em direção a um país mais verde e responsável.

Nós, a Proteção Animal Mundial e a Blood Lions parabenizamos a Ministra Barbara por essas medidas.


Matéria World Animal Protection

 Dizy Ayala

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