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segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

Congresso da Colômbia aprova proibição de touradas após sete anos de tentativas

 


O Congresso da Colômbia proibiu as touradas, após sete anos de tentativas fracassadas de proibir a atividade, que alguns grupos políticos e sociais prometeram manter, citando seu valor cultural.

O projeto de lei que proíbe as touradas foi aprovado com 93 votos a favor e dois contra. O tribunal constitucional da Colômbia instou o Congresso nos últimos anos a emitir uma regulamentação definitiva sobre o assunto.

O membro do Congresso Juan Carlos Losada agradeceu aos colegas pelo resultado. "Hoje temos um país que diz que nenhuma forma de tortura pode ser considerada cultura neste mundo. A Colômbia é hoje um exemplo para o mundo porque estamos nos transformando em uma sociedade menos violenta e, portanto, mais civilizada", disse Losada.

Nas últimas semanas, manifestantes que apoiavam as touradas afirmaram que a proibição desta atividade afetaria muitos trabalhadores, mas os ativistas dos animais veem este projeto de lei como um passo em direção à paz.

Os eventos de touradas são proibidos por lei em alguns países latino-americanos, como Argentina e Cuba, enquanto são legais na maior parte do México e do Peru.

(Produzido por Camilo Cohecha, Javier Andrés Rojas e Nina Lopez)


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

sexta-feira, 14 de outubro de 2022

Viva o touro! Morram as touradas! Cidade portuguesa acaba com Praça de Touros da Póvoa de Varzim

 


A Póvoa do Varzim, cidade ao norte de Portugal, disse não à tortura animal e aprovou um projeto que irá criar um espaço cultural e realmente útil para a comunidade. Tortura não é cultura e, felizmente, a câmara municipal da Póvoa do Varzim percebeu isso. Não mais entrarão animais nesta arena para serem torturados até à exaustão!

 

Que ações como essa se repitam até não restar mais nenhuma arena de pé por todo o país. E no mundo!

 

AMEAÇADOS DE MORTE

"Vinte e quatro horas após o início da demolição da desativada Praça de Touros da Póvoa de Varzim, foram colocados à entrada do edifício-sede da Câmara Municipal dois envelopes, um dirigido ao Presidente da Câmara, outro ao seu Vice-Presidente.

 

Os conteúdos eram iguais, quer no objeto, quer na dedicatória: uma bala para cada um, acompanhada destes dizeres: "Não é uma ameaça, muito menos um aviso, é uma previsão. Ou uma destas na testa. A vossa escolha é fácil. Não vamos gastar mais munições com envelopes".

 

Ameaça igual recebeu, na sua clínica, o presidente da Assembleia Municipal da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.

 

O que esperar de humanos que obtêm prazer em torturar e ver torturar animais apavorados e encurralados em praças? O que esperar de humanos que chamam de "Cultura" alguém até à morte?

 

Os legisladores de Póvoa do Varzim têm sofrido ameaças nas redes sociais, na rua e, agora, através de envelopes recheados de balas no seu interior, apenas porque tiveram a coragem de não se deixar intimidar pela mentalidade primitiva e arcaica de quem teima em não aceitar evoluir.

 

Por isso, não se deixem enganar por estes humanos que obtêm prazer ao assistir a outros indivíduos sofrer. Não pensem que esse prazer e indiferença se aplica apenas quando a vítima é um animal não-humano. Quem tiver a coragem de querer pôr um fim à violência e brutalidade, ao qual ainda chamam de "tradição", terá de, inevitavelmente, sofrer as consequências de ter de enfrentar o comportamento irracional e medieval dos aficionados. Nunca esperaríamos outra coisa destes idolatradores de sofrimento.

 

Agora, aguardamos que a justiça se cumpra contra os que se sentem intocáveis perante a lei ao cometerem crimes violentos ou de intimidação, para que aprendam de uma vez por todas a respeitar a democracia e a evolução civilizacional.

 

Será que eles nem sequer conseguem entender que ao terem estes comportamentos estão simplesmente a dar mais força à abolição da tauromaquia?

 

As touradas têm os dias contados.... Porque TORTURA NÃO É CULTURA e, finalmente, há humanos que não tem medo ou vergonha de evoluir!

 


Gratidão pela coragem, Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. 

Vocês não estão sozinhos!

 

Redação: Animal Save & Care Portugal


Dizy Ayala

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terça-feira, 19 de julho de 2022

A Praça de Touros de Duitama na Colômbia se tornará um centro cultural sem touradas

Imagem Touro Ferdinando da Disney

A praça de touros da cidade de Duitama, na Colômbia, agora se tornará um centro cultural e esportivo onde não haverá touradas.

 

Para isso, o espaço também mudará de nome, pois César Rincón era um toureiro que passou sua vida a torturar os animais por dinheiro e fama.

 

David Ortega, prefeito de Duitama, disse: "Deixamos para trás todo o tipo de práticas relacionadas com as touradas para gerar um cenário relacionado com a cultura, economias criativas, esportes e eventos que gerem valor na sociedade duitamense".

 

A empresa responsável pela organização dos eventos no espaço disse que nas próximas semanas começarão a ter os primeiros shows, dando prioridade a artistas locais.

 

Infelizmente, o monumento de César Rincón continuará no local, o que as autoridades disseram ser um símbolo de que as práticas tauromáquicas estão no passado.

 

Em alguns lugares da Colômbia as touradas ainda acontecem. Porém, isso pode acabar em breve caso seja aprovado um projeto de lei que tramita no senado colombiano que busca banir essa exploração animal.

 

Vegan News 

Dizy Ayala

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Touradas são proibidas em cinco estados do México como parte de reformas pelo bem-estar animal

Estima-se que 250.000 touros sejam abatidos em todo o mundo, a cada ano, como parte do 'esporte'.

A ação ocorre depois que uma pesquisa revelou que cerca de três quartos dos cidadãos mexicanos discordam da tradição cruel. 

Sinaloa classificou as touradas como crueldade animal e, recentemente, se tornou o quinto estado do México a bani-las. 

Mazatlán é a única cidade do estado que ainda mantém as lutas.

Os ativistas estão comemorando a decisão que foi aprovada. por unanimidade, pelo Congresso de Sinaloa. 

Sinaloa se junta a Sonora, Guerrero, Coahuila e Quintana Roo para proibir a prática cruel. Ainda há um longo caminho a percorrer - as touradas ainda são legais em 27 estados mexicanos.

O senso de importância do bem-estar animal aumentou nos últimos anos com mudanças na lei e multas mais altas, agora impostas, por atos de crueldade.

A Humane Society International/México enviou uma declaração à PBN sobre a notícia. O gerente do programa de crueldade animal, Felipe Marquez, explicou: 

“Esta é uma reforma importante no México. Porque reflete as opiniões e sentimentos da maioria dos cidadãos mexicanos que acreditam que as touradas devem ser proibidas”. 

“Não podemos esperar enfrentar a violência em nossa sociedade se ainda permitirmos que animais sejam esfaqueados até a morte para nosso entretenimento”.

O comentário veio à luz a partir de um estudo de quase uma década que revelou que 73% dos mexicanos são a favor da proibição das touradas.

Touradas pelo mundo

Globalmente, cerca de 250.000 touros ainda são mortos em touradas, todos os anos.

Ao lado de grande parte do México, a indústria ainda opera na Espanha, França, Portugal, Colômbia, Venezuela, Peru e Equador.

Felizmente, a indústria parece estar com seus dias contados. Esta última proibição surge dois anos depois de toureiros espanhóis pedirem ao governo 700 milhões de euros para salvar o “esporte” em meio à pandemia de COVID-19.

 Dizy Ayala

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quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Vitória para os animais! Venezuela proíbe touradas por se tratar de “matança pública”.

 


 O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, anunciou, neste mês de novembro, a suspensão do Festival das Tradições Espanholas da Tauromaquia, uma tourada que ocorreria no próximo dia 11 de dezembro em Maracay, cidade com longa tradição tauromáquica, localizada no centro do país. O responsável referiu-se ao acontecimento como “matança pública” e ordenou a retirada de toda a publicidade relacionada com a atividade. 

O evento seria realizado em uma praça portátil de propriedade do matador venezuelano Erick Cortez, criador de touros bravos e reconhecido por estar há vários anos ligado à tourada no país. Cortez ia fazer parte do cartel das touradas, junto com os convidados espanhóis Manuel Escribano e David Galán. A tourada aconteceria no Shopping Parque Los Aviadores, em Palo Negro, região bastante movimentada daquela cidade.

Esta é a primeira vez que um alto funcionário do Estado venezuelano se posiciona em relação à polêmica internacional sobre a tourada como prática cultural, e uma medida judicial foi emitida para impedi-la. As touradas não são, formalmente, proibidas na Venezuela e continuam a ser organizadas de forma, relativamente, discreta em algumas áreas do país.

 

Embora já tenha desaparecido em Caracas, as touradas, infelizmente, continuam sendo uma festa popular no centro e oeste da Venezuela, especialmente nas cidades de Valência, Maracay, San Cristóbal e Mérida, nas quais fazem parte de uma longa e profundamente enraizada tradição.

No exercício da Procuradoria-Geral da República, desde 2017, Saab especializou-se em penalizar, de forma imediata e como nunca antes na administração da justiça no país, qualquer ocorrência que esteja ligada à situação de maus-tratos ou tráfico de animais.

A chamada festa brava foi uma atividade, extremamente, popular nas primeiras décadas da Venezuela do século 20 e os toureiros espanhóis mais destacados eram os ídolos dos torcedores. No entanto, o festival começou a declinar, vertiginosamente, a partir dos anos 90, na mesma medida em que grupos organizados da sociedade civil e ativistas em defesa dos animais aumentaram os questionamentos sobre o martírio e o destino final dos touros bravos nas praças.

Nota: Pelo fim de todas as tradições cruéis! Multiplica!


Via Olhar Animal

Fonte: El País 


 Dizy Ayala

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terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Unesco recusa tourada como patrimônio cultural imaterial da humanidade

 


Já é impressionante que a tourada ainda exista em 2020 e, ainda por cima, que haja quem proponha que esta prática cruel seja incluída no patrimônio cultural imaterial da humanidade. 

 

Felizmente, a UNESCO não aceitou.


Nem é preciso lembrar a crueldade das touradas, onde um homem, na figura do toureiro, deflagra golpes com lanças contra um touro, até a sua morte. O que é, cada vez, menos aceito como espetáculo, tendo em vista o crescente número de pessoas sensíveis ao bem-estar animal.

 

Durante esses meses de pandemia, as touradas sofreram várias interdições para evitar a aglomeração de pessoas, e centenas de touros foram salvos. Porém, neste período, a Asociación Intergubernamental de la Tauromaquia enviou um pedido à Unesco apelando para a “situação de emergência” que vivia a tourada na Espanha.

 

Pedido que foi prontamente combatido por algumas associações internacionais, reunidas na plataforma La Tortura No Es Cultura (LTNEC) e, também, pelo ativismo virtual  com o uso da hashtag #NoTauromaquiaEnUnesco que se tornou tendência nas redes sociais de Espanha, Portugal, Colômbia, Equador e Peru.

 

A Unesco, que deveria discutir o assunto em setembro, decidiu adiar para a reunião de outubro, onde o tema não fazia parte da pauta e, consequentemente, as touradas não foram incluídas entre “dossiês em curso de 2021”, examinado pelo Comitê agora em dezembro.

 

Assim comentou Marta Esteban, presidente da Ltnec:


 “Seria incompreensível que enquanto órgão das Nações Unidas, o Comitê dos Direitos da Criança, urge para proteger os jovens da violência das touradas, outro órgão das Nações Unidas, neste caso a UNESCO, o classifique como um patrimônio imaterial da humanidade a ser transmitido a essas mesmas crianças e jovens e subsidiado com dinheiro público. Nestes tempos difíceis em que vivemos, é fundamental defender as expressões culturais que promovem a vida, não a morte, e que facilitam a coesão da sociedade, e não o confronto entre os cidadãos, que é o protagonista do debate sobre as touradas”.

 

Na verdade, as touradas nem mesmo foram consideradas entre os possíveis ativos intangíveis protegidos pela UNESCO. E como poderia ser diferente, o sofrimento e a violência não podem, em caso algum, ser considerados patrimônios da humanidade!

 

Fontes: El Mundo/El diario

Imagem: filme animado O Touro Ferdinando  


Dizy Ayala

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quarta-feira, 17 de junho de 2020

Lewis Hamilton gera polêmica ao se manifestar contra touradas na Espanha



 Imagem autoportal

Lewis Hamilton, piloto inglês da Mercedes e hexacampeão da Fórmula 1, voltou a se posicionar em relação a temas polêmicos. Ele que tem voz ativa nas redes sociais, se pronunciou recentemente em protesto pela morte do norte-americano George Floyd e, agora, no último domingo, dia 14, no Instagram, clamou pelo fim das touradas na Espanha.

Segundo Hamilton, a prática é um verdadeiro "massacre de animais".

As tradicionais touradas são consideradas parte da cultura na Espanha. “É realmente nojento, Espanha! As crianças espanholas são ensinadas a torturar e matar touros a partir dos 14 anos. Estamos pedindo ao Ministério da Educação da Espanha, que feche imediatamente as escolas de touradas”, disse Hamilton em seu Twitter.

A própria Organização das Nações Unidas (ONU) declarou que as touradas violam a Convenção dos Direitos da Criança, já que fazem com que os jovens pratiquem atos violentos, enfatizou ele. "É uma tortura mascarada de cultura", afirmou.

Ainda em suas redes sociais, Hamilton pediu para que seus seguidores assinem uma petição, criada pelas Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (Peta), uma das principais organizações internacionais pelos direitos dos animais, que clama pelo fim das escolas de touradas na Espanha.

Essa não é a primeira vez que Louis Hamilton se manifesta em relação a pautas de defesa dos animais. O piloto é vegano desde 2017.

Em resposta, o ministro da cultura da Espanha, José Manuel Rodríguez Uribes, lamentou a manifestação de Hamilton e a classificou como ofensiva. “São palavras ofensivas e atacam as pessoas que têm uma paixão e um sentimento positivo por uma prática que no nosso país é considerado cultural”, disse o político em entrevista à rádio espanhola RNE.

Com essa declaração infeliz, o ministro evidencia o quão é distorcida a visão do que seja paixão por um esporte, uma vez que animais não foram feitos para o entretenimento e que a tourada é uma verdadeira tortura para os animais.

Como falar em paixão e sentimento positivo ao torturar um animal até a morte, espetacularizando a violência, e pior, perpetuando esses valores para crianças, ensinadas desde a infância a crer no poder imposto pela crueldade e sujeição de um vulnerável e considerado inferior.

Como estudos já revelaram, não é à toa que países como a Espanha revelam traços de violência também em suas relações humanas. Veja-se no caso do trato às mulheres, Homens que afirmam sua virilidade e força pela violência estão a construir que legado?

Que mais vozes se levantem contra a infame violência aos animais e crianças, que devem ser ensinadas sobre a força e importância do amor como catalizador de um mundo mais justo e mais humano. E que tenham eco em cada vez mais corações por todo o mundo.

Dizy Ayala
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