Mostrando postagens com marcador aquecimento global. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aquecimento global. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

Possível extinção humana por mudanças climáticas precisa ser estudada, alertam pesquisadores

 

Os cientistas argumentam que o mundo precisa começar a se preparar para a possibilidade do que eles chamam de "resultado final" do aquecimento global.

Eles também fazem um apelo aos cientistas da ONU para que investiguem o risco de mudanças catastróficas no ambiente.

O estudo diz que não foi dada atenção suficiente aos resultados mais extremos das mudanças climáticas.

O relatório diz que as altas temperaturas não são o único problema. Há também os efeitos indiretos, como crises alimentares e financeiras, conflitos e surtos de doenças.

O aquecimento global já está desencadeando efeitos graves para o nosso planeta, tais como: derretimento das calotas polares, desaparecimento de ilhas e de regiões costeiras, além do aumento de eventos climáticos extremos, como tempestades e ondas de calor.

Outro problema que merece atenção, e já pode ser notado atualmente, é a extinção de espécies de animais e plantas.

O ato de comer animais tem uma grande parcela nisso, pois além de contribuir para o aquecimento global ao desmatar áreas imensas de florestas, ainda gera emissões de CO2, gás metano e é uma das causas dos surtos de zoonoses que geram pandemias.

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

terça-feira, 9 de agosto de 2022

A maioria das tartarugas marinhas estão nascendo fêmeas por causa do aquecimento global

  

Pesquisadores na Flórida constataram um aumento de filhotes de tartarugas fêmeas, resultado das intensas ondas de calor desencadeadas por uma crescente crise climática.

De acordo com o National Ocean Service, se os ovos de uma tartaruga incubarem abaixo de 27°C, os filhotes de tartaruga serão machos. Se os ovos incubarem acima de 31°C, os filhotes serão fêmeas. 

Temperaturas que oscilam entre os dois extremos resultarão em uma mistura de filhotes de tartarugas machos e fêmeas.

 "À medida que a Terra passa por mudanças climáticas, o aumento das temperaturas pode resultar em condições de incubação distorcidas e até letais, o que afetaria as espécies de tartarugas e outros répteis", disse o Serviço Nacional do Oceano.

Melissa Rosales Rodriguez, cuidadora de tartarugas marinhas, disse à Reuters: "Ao longo dos anos, você verá um declínio acentuado em sua população porque simplesmente não temos a diversidade genética... não há a proporção macho-fêmea necessária para poder ter sessões de reprodução bem-sucedidas".


Fonte: The Guardian

 Nota do Blog:

Estudos científicos têm demonstrado que cada indivíduo na natureza atingido pelas mudanças climáticas acaba por afetar todo ecossistema, uma vez que está tudo conectado. E aí que reside a maior gravidade do que vêm acontecendo. Todo o ecossistema é impactado e grandes populações de fauna e flora correm risco de ser extintos. Isso atinge, inclusive, a população humana, uma vez que somos dependentes de recursos naturais para nossa sobrevivência.

Além da necessária e urgente transição energética para energias limpas e renováveis e o uso de plástico biodegradável, a melhor maneira de salvar a vida marinha é aderir ao veganismo. Depois de gás e petróleo, a terceira maior causa do aquecimento global é a indústria da carne e leite, a pecuária. 

Uma alimentação à base de plantas, além de compassiva e mais saudável, é sustentável, com menor impacto ambiental. Gases e dejetos oriundos de animais em sistemas de produção geram forte impacto na poluição, degradando solos e rios, e, na atmosfera, produzindo dióxido de carbono e gás metano, entre outros danos.

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Tragédia na Austrália poderia ter sido evitada, conforme alerta dos cientistas.



Desde setembro, a Austrália vem enfrentando incêndios florestais. A estimativa de acordo com a Universidade de Sidney é de meio bilhão de animais mortos, entre mamíferos, dentre eles cangurus e coalas, pássaros e répteis. Um terço da população de coalas está morta.

Nessa estimativa não estão incluídos grupos como morcegos, sapos e insetos. Veterinários estão promovendo cuidados médicos emergenciais. Esse número se torna ainda mais expressivo quando se considera que o país tem um elevado número de espécies endêmicas: 244 das 300 espécies nativas só são encontradas lá!

Entre vidas humanas, foram confirmadas mais de 20 mortes e milhares de pessoas tiveram que sair de suas casas no sudeste do país. Dezenas de milhares de bombeiros e voluntários têm estado em ação desde o princípio dos focos de incêndio e barcos da marinha tem chegado à costa para ajuda humanitária. Em torno de 1000 construções estão destruídas.  
.
A chegada contínua de ondas de calor recorde, que mantêm as temperaturas acima dos 40 graus, deve fazer os focos de incêndio continuar. A seca em 2019, a mais intensa registrada no país nos últimos 120 anos, e as fortes rajadas de vento, que contribuem para o alastramento do fogo, são consequências do aquecimento global. 

O calor e a fumaça liberados na atmosfera pelas chamas também causam impactos na região, evidenciados nas geleiras da Nova Zelândia, já ameaçadas pelo degelo, que ganharam uma cor caramelo. O céu da Austrália está laranja ao invés de azul, o que inclusive dificulta o trabalho dos pilotos para tentar conter as chamas por via aérea.
.
A Austrália teve o ano mais quente e mais seco dos últimos tempos e os cientistas já haviam alertado sobre o que agora está acontecendo.

O primeiro ministro, que esteve em férias no Hawai enquanto os incêndios devastavam a Austrália, disse para os estudantes ativistas pelo clima para voltarem para a escola.

Scott Morrison é conhecido por negar as mudanças climáticas e vem sendo confrontado pela população das cidades mais atingidas por onde passa. Diante de um verdadeiro ecocídio que evidencia os riscos do negacionismo enquanto fenômeno global. Negar a crise climática serve apenas para isentar os governos de frear os lucros das multinacionais, que produzem danos irreversíveis aos biomas locais e ao clima global, com o aumento das secas e poluição.

O primeiro ministro está dando suporte a um desenvolvimento insustentável, ampliando a atividade das termoelétricas (à base de carvão) e da pecuária, que é responsável por 51% de toda emissão de gases do efeito estufa e onde são usados 76 trilhões de galões de água anualmente. As emissões de CO2 são responsáveis pelo aquecimento global, apontado como a principal causa da maior extinção em massa de animais silvestres em 65 milhões de anos.

Esta tragédia é o resultado de uma falha do governo. Sem a atividade da pecuária, hoje chamada “agricultura animal”, nada disso teria acontecido.

Precisamos que os governos assumam o compromisso para a reversão das mudanças climáticas, com o fim das fazendas de produção.
Precisamos que os governos defendam o meio ambiente, a vida dos humanos e dos animais e que se empenhem para que tragédias como essa sejam evitadas. O tempo para agir é agora.

E cabe a cada um de nós mudar os hábitos de consumo para privilegiar o que realmente é vital: água, ar, solo fértil. Ao invés de continuar a consumir, desenfreadamente, recursos naturais e vidas animais. Quer sejam aquelas mortas por um capricho do paladar ou as sacrificadas em seus devastados habitats naturais.




Dizy Ayala
Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
Páginas no facebook
Uma Escolha pela Vida
Ação pelos Direitos dos Animais  
dizyayala@gmail.com



Faça parte você também da construção de um mundo mais compassivo, 
com maior qualidade de vida, respeito ao planeta 
e as outras espécies que o dividem conosco.




Adquira o seu exemplar 
do lançamento Veganismo em Rede
através do perfil @dizyayala ou e-mail dizyayala@gmail.com 
ou Whats App (51) 981085255

Acesse o botão no topo da página à direita



Para maiores informações acesse o link

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Indústria da carne e laticínios está entre as maiores responsáveis pelas mudanças climáticas, segundo o IATP.



Juntas, as cinco maiores empresas de carne e laticínios do mundo já são responsáveis por mais emissões de gases do efeito estufa do que as empresas petrolíferas isoladas, como Exxon-Mobil, Shell ou BP, aponta estudo.

A brasileira JBS e as quatro principais concorrentes já produzem mais gases do efeito estufa do que Exxon ou Shell. Se o consumo de carne aumentar ainda mais, a meta do Acordo de Paris está em risco. É o que afirma um estudo do Instituto de Agricultura e Política Comercial (IATP) e da organização ambiental Grain, que inclui a indústria de carne e laticínios entre os maiores responsáveis pelo aquecimento global.

"O relatório mostra o papel fundamental que essas empresas desempenham na mudança climática", diz Shefali Sharma, diretora do IATP (Instituto para Política Agrícola e Comercial).

Se a indústria da carne não alterar seu curso e continuar a crescer como previsto, sua participação nas emissões globais de gases de efeito estufa aumentará para 27% em 2030 e para quase 80% em 2050, avaliam os pesquisadores.

A brasileira JBS, maior empresa de carnes do mundo, lidera a lista dos maiores produtores de CO2 do estudo, seguida por três corporações americanas: Tyson Foods, Cargill e Dairy Farmers. A maior empresa de laticínios da Alemanha, a DMK, está na posição 21, e a empresa de carnes Tönnies – também alemã – está em 24º lugar.

Segundo o estudo, as metas de crescimento da JBS estão em desacordo com o objetivo do Acordo de Paris, de impedir que a temperatura média global suba mais de 2ºC. A gigante brasileira afirmou a seus acionistas que o consumo de carne global aumentará em 30%, de 37 quilos per capita anuais, em 1999, para 48 quilos de carne por pessoa em 2030.

Estimativas do Greenpeace apontam que o consumo mundial de carne mundial teria que cair para 22 quilos anuais por pessoa até 2030 e até 16 quilos por pessoa até 2050 para impedir que as temperaturas mundiais subam para níveis perigosos.

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) também alerta já há algum tempo para as consequências ambientais negativas do alto consumo de carne e leite.

A IATP e a Grain acusam as principais companhias do ramo de não se interessarem pela proteção climática. A maioria das 35 maiores empresas de carne e laticínios listadas não revela suas emissões de gases de efeito estufa ou o faz apenas de forma parcial.

O estudo argumenta que a emissão de gases nocivos ao clima que ocorre, por exemplo, dentro da cadeia de fornecimento (correspondente por 80 a 90% das emissões totais, segundo o estudo) é frequentemente excluída dos cálculos dessas empresas.

Apenas quatro companhias divulgam estimativas abrangentes de suas emissões: Nestlé (Suíça), Danone (França), Friesland/Campina (Holanda) e NH Foods (Japão), afirma o relatório.

Já a JBS reporta que suas emissões anuais são equivalentes a 8,9 milhões de toneladas de CO2, mas, considerando toda a cadeia de produção, a cifra real seria 30 vezes maior: em torno de 280 milhões de toneladas, de acordo com os pesquisadores.

As emissões humanas de gases do efeito estufa devem ser drasticamente reduzidas para que seja possível atingir a meta de aquecimento de 1,5ºC, estipulada no Acordo de Paris.

"A produção de carne e laticínios deve ser reduzida significativamente nos países em que os 35 maiores gigantes da carne são particularmente ativos", afirmou Devlin Kuyek, da Grain, se referindo aos países da União Europeia, EUA, Canadá, Brasil, Argentina, Austrália, Nova Zelândia e China.

Matéria da Deutsche Welle. A Deutsche Welle é emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.

Dizy Ayala


Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
Páginas no facebook
Uma Escolha pela Vida
Ação pelos Direitos dos Animais  


Faça parte você também da construção de um mundo mais compassivo, 
com maior qualidade de vida, respeito ao planeta 
e as outras espécies que o dividem conosco.

Adquira o seu exemplar de Uma Escolha pela Vida 
através do e-mail dizyayala@gmail.com ou pelo Whats App (51) 981085255

Mais infirmações no link





quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Relatório da ONU aponta grande risco de crise climática até 2040.


Relatório da ONU aponta grande risco de crise climática até 2040.

Representantes de mais de 130 países estiveram reunidos com cerca de 50 cientistas em uma conferência, na Coreia do Sul, para discutir quais são as chances de se manter as mudanças climáticas em um nível moderado e ainda sob controle, no planeta.

O relatório destaca a urgência de diminuir em 45% as emissões de CO2 nos próximos 12 anos, para reter o aquecimento global a 1,5°, de modo a diminuir as alarmantes emissões de dióxido de carbono na atmosfera.

Nas discussões, mais uma vez é considerada a necessidade da mudança de geração de energia a partir de combustíveis fósseis, ou seja, petróleo, gasolina, carvão, para energia limpa (eólica, solar, elétrica). O que não costuma ser considerado, basicamente por interesses comerciais, em boa parte das conferências do clima é que as maiores emissões são as provenientes da indústria da carne, dos animais de “produção” e da poluição decorrente de sua exploração.




O fato é que severos efeitos da mudança climática já vem sendo sentidos nos últimos cinco anos, no mundo todo, por países europeus, africanos, americanos, asiáticos e por países localizados em ilhas, arquipélagos com nações altamente vulneráveis, como a Oceania, e a importância de medidas de proteção são consideradas por todos os países.



Há que se considerar ainda que o dióxido de carbono que já foi emitido está retido na atmosfera, o que torna ainda mais premente a necessidade de reduzir drasticamente novas emissões.

Do contrário, o mundo será fortemente abalado por escassez de alimentos, incêndios florestais graves e recorrentes, tempestades tropicais cada vez mais devastadoras e a perda irreversível de recifes de coral, fauna e flora, entre outros.



É, portanto, premente que os países, suas lideranças e influenciadores, e a população se comprometam com diretrizes alimentares que já vem sendo publicadas para a mudança para uma alimentação de origem vegetal e a implementação do setor público e privado de energias limpas acessíveis para o grande público. No que foi destacado no relatório como a premência em transformar a economia global em escala e velocidade “sem precedentes documentados”.

Redação de Dizy Ayala a partir de informações noticiadas pela rede Globo e jornais Folha de São Paulo, Washington Post e The New York Times.



Dizy Ayala

Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Formanda em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
Páginas no Facebook
Uma Escolha pela Vida
Ação pelos Direitos dos Animais  


Faça parte você também da construção de um mundo mais compassivo, 
com maior qualidade de vida, respeito à natureza 
e à vida, em todas as suas formas.

Adquira o seu exemplar de Uma Escolha pela Vida 
através do e-mail dizyayala@gmail.com ou 
nas livrarias SARAIVA, CULTURA e VANGUARDA.

Mais infirmações no link