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segunda-feira, 19 de junho de 2023

Criador de porcos entrega animais a santuário e passa a cultivar vegetais, na África do Sul


O santuário de animais Greyton, localizado próximo à Cidade do Cabo, anunciou que está trabalhando para ajudar um antigo criador de porcos a transformar sua fazenda em uma plantação de vegetais e flores.

 

O fazendeiro entregou ao santuário as duas últimas porcas que mantinha e assinou um contrato afirmando que nunca mais criará animais.

 

Elize e Sophie, as porquinhas, foram resgatadas de uma situação triste a que nunca deveriam ter sido submetidas. Agora, elas só conhecerão o amor e a segurança pelo resto de suas vidas, podendo desfrutar de muitas frutas frescas, brincadeiras na lama e convívio com outros animais.

 

Através do programa "Pigs to Plants", criado pelo santuário, já foi possível salvar a vida de muitos animais e, também, transformar a vida de diversas famílias.

 

O fazendeiro ficou muito contente com a mudança, de maneira que iniciativas como essa podem impulsionar pessoas que estão dispostas a evoluir para uma economia compassiva, quando recebem ajuda e suporte.

 

Fonte: Carne Nunca Mais 

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Ação Civil Pública em Defesa das Girafas retiradas da África para zoo no Brasil. Assine a petição!

Ação Civil Pública em Defesa das Girafas retiradas da África para zoo no Brasil. Assine a petição!

 

Ajude na defesa desses animais! Assine a petição!

 

https://www.change.org/p/estado-do-rio-de-jaineiro-pelo-fim-da-importa%C3%A7%C3%A3o-comercializa%C3%A7%C3%A3o-e-captura-de-animais-em-vida-livre?utm_source=share_petition&utm_medium=custom_url&recruited_by_id=d31b54d0-bacb-11e6-9246-531dbd3d0933

 

Dezoito girafas importadas da África do Sul, em 11 de novembro de 2021, desembarcaram no aeroporto do Galeão-RJ. Os animais eram livres, ou seja, foram capturados da natureza, comercializados e importados para o Brasil, conforme declarado no procedimento de importação apresentado ao IBAMA.

 

As girafas são espécies ameaçadas de extinção e possuem alto valor no mercado, chegando a custar até 60 mil dólares (um indivíduo).

 

Os animais estão mantidos desde sua chegada em um galpão em Mangaratiba-RJ, minúsculo, de tamanho muito inferior ao preconizado pela Instrução Normativa IBAMA N 7, de 2015, que para o caso das Girafas (Familla Giraffidae) exige um recinto com pelo menos 600 m² de área para cada dois indivíduos, com tipo de piso específico, abrigo coberto e área de comedouro e bebedouro, que está sendo, integralmente, descumprido.

 

Há três animais compartilhando uma baia de 40 m² e, até o momento, sem acesso à área externa, após a fuga de 6 girafas, das quais 3 vieram a óbito após a recaptura.

 

O @forum.animal, juntamente com a @andanews e @amparasilvestre assim que tomaram conhecimento do caso, se mobilizaram para ingressar com uma ação judicial que, entre outros pedidos, solicita tutela provisória de urgência para que iniciem, imediatamente, a construção de recintos com as características exigidas. 


É pedida, também, a condenação dos envolvidos para que não comercializem as Girafas e não importem mais animais de fauna exótica, até que toda a regularidade formal e material dessa importação seja esclarecida, assim como a exibição de toda a documentação referente à importação das girafas, estabelecendo-se pedidos de multa diária em caso de descumprimento.

 

Como animais exóticos são retirados de seu ambiente natural e importados para o Brasil sem haver um plano formal de conservação da espécie?

 

Esperamos que os responsáveis sejam responsabilizados e que esta prática seja, severamente, combatida.

 

Ajude na defesa desses animais! Assine a petição!

 

https://www.change.org/p/estado-do-rio-de-jaineiro-pelo-fim-da-importa%C3%A7%C3%A3o-comercializa%C3%A7%C3%A3o-e-captura-de-animais-em-vida-livre?utm_source=share_petition&utm_medium=custom_url&recruited_by_id=d31b54d0-bacb-11e6-9246-531dbd3d0933


 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

África do Sul irá acabar com a reprodução de leões em cativeiro para caça e turismo interativo

 


Foto: Blood Lions

A Ministra do Departamento de Silvicultura, Pesca e Meio Ambiente da África do Sul, Barbara Creecy, anunciou que planeja acabar com a indústria multibilionária de criação de leões em cativeiro. 

A decisão veio após a publicação dos resultados de um estudo de dois anos, que resultou em um relatório de quase 600 páginas. Desenvolvido por um comitê consultivo especial nomeado pelo governo, o objetivo era revisar as políticas, legislações e práticas do país quanto à reprodução, à caça, ao comércio e ao manejo de elefantes, leões, leopardos e rinocerontes.

"O comitê identificou que a indústria de leões em cativeiro é um risco para a sustentabilidade da conservação de leões selvagens", disse a Barbara Creecy. "A recomendação é que a África do Sul não crie, reproduza ou mantenha leões e outros felinos em cativeiro para fins comerciais. Por isso, solicitei ao Departamento que tome as medidas necessárias para garantir que isso aconteça", acrescentou a ministra.

Esse passo é crucial para mudar a vida de milhares de leões que são criados em cativeiro no país. 

Atualmente, existem entre 8.000 e 12.000 leões e milhares de outros grandes felinos - incluindo tigres e chitas -  que são reproduzidos e mantidos em cativeiro, em mais de 350 fazendas na África do Sul. Em contrapartida, existem apenas 3.500 leões que vivem livres, na natureza.


Nessa indústria, os animais são reproduzidos e explorados, exclusivamente, para fins comerciais para alimentar a demanda do turismo interativo (como acariciar filhotes e tirar selfs com grandes felinos), da "caça enlatada" ("canned hunting", em inglês) - que nada mais é do que uma caça injusta de animais em cativeiro, que ficam em uma área cercada, sem conseguir escapar -, do comércio de venda de ossos de leão e da exportação de animais vivos.

"Milhares de leões nascem em cativeiro na África do Sul e enfrentam uma vida inteira de sofrimento. Esse movimento do governo africano é corajoso e é o primeiro passo para que se comprometam com uma mudança significativa e duradoura. É uma vitória para a vida selvagem", comentou Edith Kabesiime, nossa gerente de campanha de animais silvestres da África.

Uma vitória compartilhada

A parceira Blood Lions tem feito campanha contra a indústria de leões em cativeiro na África do Sul há muitos anos. 

Em 2020, a Animal World Protection juntou-se a eles e outras organizações para disponibilizar, ao comitê, evidências científicas, escritas e orais, que provassem o quão cruel e antiética tem sido essa indústria.

"Lutar contra essa indústria tem sido uma longa jornada. Nosso objetivo final sempre foi acabar com a reprodução de leões em cativeiro. Depois de tantos contratempos, finalmente, sentimos uma importante mudança de atitude. Aplaudimos a Ministra, seu Departamento e o comitê. No futuro, esperamos poder ajudá-los a fechar essa indústria ", comentou Ian Michler e Pippa Hankinson, diretores da Blood Lions.

Entre os motivos listados que justificavam o fim da criação comercial de leões em cativeiro, estão: o risco de zoonoses, preocupações com bem-estar animal, a falta de regulamentação da indústria, as políticas fragmentadas do setor, além de danos ao turismo da África do Sul e ameaças à população de leões selvagens devido à caça furtiva.

"Trabalhando juntos, podemos garantir que os leões permaneçam no local a que pertencem: a natureza. Estamos prontos para oferecer nossa experiência, trabalhando em colaboração com governos, ONGs e a indústria do turismo, para encontrar soluções práticas para a África do Sul", disse Edith Kabesiime.

Ao implementar a proibição de criar leões e outros felinos em cativeiro, em conjunto com a proibição de reproduzir e o fim imediato de todas as atividades que envolvem leões criados em cativeiro, o Departamento de Silvicultura, Pesca e Meio Ambiente da África do Sul irá, efetivamente, assumir a liderança em direção a um país mais verde e responsável.

Nós, a Proteção Animal Mundial e a Blood Lions parabenizamos a Ministra Barbara por essas medidas.


Matéria World Animal Protection

 Dizy Ayala

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

África do Sul aposta em agricultura celular para acabar com abate de animais

 

"Mais de 60 bilhões de animais terrestres são abatidos a cada ano, e a maioria vive em condições de superlotação, insalubridade e são mortos de maneira cruel", aponta a startup Mzansi Meat Company.

Na África do Sul, a  Mzansi Meat,  fundada por Brett Thompson e Jay Van Der Walt, é a primeira do país a investir na agricultura celular com o objetivo de acabar com o abate de animais para consumo, produzindo carne cultivada.

A Mzansi Meat, que tem uma equipe formada por quatro mulheres e dois homens, também destaca que o desenvolvimento de proteínas alternativas à carne de origem animal é uma necessidade urgente em um mundo em que a agropecuária já utiliza mais de 80% das terras cultiváveis e 30% da reserva mundial de água doce.

O uso de antibióticos na produção de carne também é um forte motivo para seguir esse caminho. “Infelizmente, seu uso excessivo tem levado a um aumento de bactérias resistentes a antibióticos. Nosso processo de cultivo, por outro lado, não requer antibióticos e não gera hormônios do estresse, salienta.

E mais: “Nossos métodos de coleta de células são isentos de crueldade e, usando exclusivamente um meio de cultivo, sem soro fetal e fatores de crescimento, você pode ter certeza de que nossos produtos terão um desenvolvimento rápido e sustentável”.

A empresa explica, ainda, que para alcançar esse objetivo tem utilizado uma combinação de biomateriais – como hidrogéis, celulose vegetal e culturas de leveduras para desenvolver os sabores e texturas da carne tradicional.

“Estamos comprometidos em seguir processos moralmente corretos e planejamos ser transparentes em relação aos métodos de cultivo de células. É nossa esperança nos tornarmos um guia para práticas de agricultura celular responsável e de produção de carne cultivada e sustentável na África”.

Eis o futuro da indústria de alimentos!
Produtos à base de plantas e originados da agricultura celular.

Pelo fim da crueldade animal, pela preservação do meio ambiente e pela saúde das pessoas.

Dizy Ayala

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