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quinta-feira, 18 de junho de 2020

#StopYulin Milhões assinam pelo fim do festival de carne de cachorro.




Pesquisa chinesa Horizon, encomendada pelo grupo chinês China Animal Welfare Association, em colaboração com a Human Society International e Avaaz, aponta que a maioria dos cidadãos chineses (64%) quer ver o fim do festival Yulin.

Há apenas alguns dias do infame festival de Yulin, os matadouros de cães da cidade estão cheios de animais aterrorizados, capturados com a finalidade de serem abatidos brutalmente para o consumo de sua carne. Muitos desses animais foram roubados de casas e ruas antes de serem transportados para Yulin. 

O festival de Yulin é um espetáculo sangrento que não reflete os hábitos alimentares da maioria do povo chinês, e sua continuação despreza o sentimento expresso pelo Ministério da Agricultura. O Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China oficializou há três semanas que os cães são companheiros e não "animais" para comer.

Como observou o Ministério: “as atitudes e apetites sobre os cães mudaram e agora é hora dos matadouros de cães de Yulin depor a faca do açougueiro e entregar o festival aos livros de história”.

A declaração oficial do Ministério confirmou o que a maioria das pessoas que participaram do processo de consulta pública manifestou, a oposição a considerar cães como animais de consumo. 

A mesma afirma, ainda, que os cães têm uma longa história de domesticação, tradicionalmente ajudando a proteger a casa da família, passando a ser companheiros e animais de estimação, procurando e resgatando cães policiais, ajudando aqueles com deficiência visual e geralmente tendo um relacionamento íntimo com os humanos. 

Observa, também, que a lista de animais da FAO das Nações Unidas não inclui cães e que, internacionalmente, os cães não são tratados como animais de consumo. (Almejamos pelo dia que TODOS os animais, seres sencientes, saiam do cardápio).

A declaração é concluída refletindo sobre o fato de que os tempos estão mudando e que a conscientização e a dieta das pessoas também, incluindo mudanças em algumas tradições e costumes em relação aos cães.

 Fatos sobre o comércio de carne de cachorro na China

  • Trinta milhões de cães por ano são mortos em toda a Ásia por carne. Estima-se que existam mais de 90 milhões de cães e gatos mantidos como animais de estimação na China. Estima-se que 10 milhões de cães por ano são mortos para o comércio de carne de cachorro na China.

  • A Organização Mundial da Saúde adverte que o comércio de cães espalha raiva e aumenta o risco de cólera.

  • A maioria das pessoas na China não come cães; na verdade, a carne de cachorro é consumida com pouca frequência por menos de 20% da população chinesa. Uma pesquisa de 2017 revelou que, mesmo em Yulin, sede do festival de carne de cachorro, a maioria das pessoas (72%) não come carne de cachorro regularmente, apesar dos esforços dos comerciantes de carne de cachorro para promovê-la. 

  • Em toda a China, uma pesquisa realizada em 2016 pela empresa de pesquisa chinesa Horizon e encomendada pelo grupo chinês China Animal Welfare Association, em colaboração com a Humane Society International e Avaaz, descobriu que a maioria dos cidadãos chineses (64%) quer ver o fim do festival Yulin , mais da metade (51,7%) acha que o comércio de carne de cachorro deve ser completamente proibido e a maioria (69,5%) nunca comeu carne de cachorro.

Dados da Human Society Internacional / China

Dizy Ayala
Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Ambientalista e Defensora dos Animais.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos


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quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Enfim, seguindo tendência de mercado, Avon anuncia fim de testes em animais.




Avon anuncia o fim de testes em animais na fabricação de seus produtos em todos os países onde atua. Em nota oficial, José Vicente Marino, presidente da companhia, disse: "Não acreditamos que os testes em animais sejam necessários para garantir a segurança de um produto". Em abril de 2019, a Avon juntou-se à campanha Be Cruelty Free e solicitou a proibição global de testes em animais. 



A empresa de cosméticos global baniu o experimento até mesmo na China, onde existe uma lei que exige testes em animais para produtos específicos, como protetores solares e desodorantes.


Em anúncio feito em março deste ano, pela Associação Nacional dos Produtos Médicos, da Província de Gansu, foi comunicado o fim da exigência de testes em animais para produção de cosméticos dentro do país e aqueles que são finalizados em território chinês.



Conforme o comunicado oficial da empresa, "a China é um importante mercado para a Avon, um dos maiores e com crescimento mais acelerado no mercado de beleza em todo o mundo".

Por isso, a companhia permanecerá no mercado chinês, mas de forma adaptada, com algumas reformulações nas linhas de produtos e abertura de novos canais de e-commerce que não exijam o cumprimento das leis do país para testes em animais.

De acordo com a Avon, os testes de vários cosméticos já são feitos através de métodos alternativos aos testes em animais há muitos anos em parceria com organizações como o Instituto para Ciências In Vitro, FRAME e a Humane Society International.

Para garantir a qualidade e segurança dos produtos, a empresa afirma que continuará trabalhando com essas e outras organizações para impulsionar a indústria cruelty-free, livre de crueldade, em todo mundo.

Os bichinhos agradecem!

Fonte: Vix.com



Dizy Ayala
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sexta-feira, 19 de abril de 2019

Avon junta-se à campanha Be Cruelty Free e solicita proibição global de testes em animais.



A gigante dos cosméticos, Avon, junta-se à campanha #BeCrueltyFree da Humane Society International para proibir os testes de cosméticos em animais em todos os principais mercados globais de beleza até 2023.

"A Avon está trabalhando para acabar com testes em animais há 30 anos, mas, como indústria, ainda há muito a fazer. É crucial abrimos mais parcerias com outros agentes de mudança para acabar com a prática desnecessária e inaceitável de testes em animais para cosméticos"declara Louise Scott, diretora científica da Avon.

Quando questionada por que a Avon não para de vender na China, mercado em transição, onde não há mais exigência para testes com animais, porém não há ainda lei que a proíba, a empresa respondeu:

"Estamos otimistas de que a influência da Avon como líder mundial em cosméticos possa ajudar a promover a aceitação de métodos de testes alternativos, sem o uso de animais, pelo governo chinês, com o objetivo de encerrar os testes em animais".

"Trabalhamos em parceria com organizações que estão desenvolvendo novas abordagens para avaliação de segurança de produtos que não usam animais, bem como com associações da indústria de produtos de cuidados pessoais".

Dados da matéria a partir de reportagem da Planted Based News.

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China acaba com exigência de testes em animais para cosméticos


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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Austrália aprova lei que proíbe testes em animais para cosméticos.



No último dia 14 de fevereiro, o Senado da Austrália sancionou a Lei de Químicos Industriais, proibindo em todo o país os testes cosméticos em animais.
O governo australiano se comprometeu com a adoção de 11 medidas como garantia de que todos os ingredientes cosméticos sejam livres de experimentação animal. Além disso, vai apoiar o desenvolvimento e a aplicação de testes alternativos, ou seja, sem o uso de animais.
A Humane Research Australia teve papel determinante nessa conquista. A HSI estima que 500 mil animais sejam mortos por ano em testes de segurança de cosméticos e de outros produtos.
"Os compromissos do governo para restringir ainda mais o uso de testes em animais para produção de cosméticos, e reduzir a dependência a esse tipo de teste, vêm como resultado de quase três anos de intensas negociações com a Humane Society International".
Portanto, “esta é uma grande vitória para os animais, consumidores e ciência. No mundo todo, a legislação recente se tornou mais difícil para as empresas, que continuam testando em animais, venderem seus produtos”, destaca Hannah Stuart, gerente da campanha #BeCrueltyFree realizada pela  HSI, na Austrália. 
Recentemente o estado da Califórnia, nos EUA, aprovou a Lei de Cosméticos Livre de Crueldade que proíbe a comercialização de produtos testados em animais a partir do dia 1º de janeiro de 2020.
Dizy Ayala

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