Pode até parecer ficção científica,
mas é um progresso incrível. A Austrália decidiu ir além das jaulas e abrir um
jardim zoológico sem animais físicos.
Jardins zoológicos convencionais, em
que animais selvagens se veem obrigados a permanecer em recintos estreitos,
privados de sua liberdade e de seu habitat natural, são uma verdadeira prisão
para inocentes.
De maneira que o novo jardim
zoológico, em Brisbane, Queensland, uma cidade no nordeste da Austrália, não
expõe animais físicos em jaulas, aquários ou gaiolas. Por sua vez, dá casa a
impressionantes hologramas.
A Austrália é altamente rica em
biodiversidade e o seu território abriga várias centenas de milhares de
espécies diferentes, muitas delas, aliás, em risco de extinção. Como forma de
proteger essas e outras espécies, o país recorreu à tecnologia.
Fonte: Anda
Nota do Blog:
Que essa medida se multiplique por
todo mundo, em nome da libertação animal. Animais não foram feitos para o
entretenimento e o ser humano tem o papel fundamental de não explorar, mas sim
de protegê-los.
Dizy Ayala
Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente. Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda - Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
Autora dos Livros:
Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão
A Edge Innovations, uma companhia norte-americana
que tem uma divisão de efeitos especiais e de bonecos animatronics na
Califórnia, projetou o golfinho-robô que promete ser a novidade nos aquários da
China. A ideia busca evitar que animais marinhos sejam mantidos e criados em
cativeiro.
A empresa por trás das animações usadas em filmes
como "Free Willy" quer transformar para sempre a experiência de
visitar um aquário para turistas do mundo todo.
Na indústria do cinema, desde a década de 1990, o
grupo está investindo na criação de animais hiper-realísticos para enviá-los a
novos aquários na China, no lugar de golfinhos que foram capturados da vida
selvagem.
Sabemos que ações e construções de políticas reais
de proteção dos animais e seus habitats não surgirão de uma hora para outra.
Entendemos que existem exceções e inúmeros pontos a serem levados em
consideração, porém, retirar um animal que vivia livre para encarceramento e
manipulação de sua vida com falsa justificativa conservacionista é errado.
Assim sendo, iniciativas como essa são muito
bem-vindas para que animais não vivam em sofrimento em nome do entretenimento dos
humanos.
Dizy Ayala
Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente. Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda - Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
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A Espanha fez grandes progressos no
reconhecimento dos direitos dos animais, em primeiro lugar, mudando o status
legal de cães e gatos, de objetos para seres vivos e sencientes, e, agora, uma
proposta de lei de direitos dos animais, que banirá zoológicos e lojas de
animais, trará penas de prisão mais duras para os abusadores de animais.
Apesar de tudo isso, as touradas,
inexplicavelmente, permanecem sem controle. O histórico da Espanha quando se
trata de justiça animal nunca foi bom, mas vários movimentos legislativos, nos
últimos meses, podem ser indicativos de uma mudança no cenário político que,
até agora, protegeu a cultura e as tradições manchadas pela exploração animal.
Em dezembro, a Espanha juntou-se a
países como França, Portugal, Alemanha e Áustria ao reconhecer certos animais
como seres vivos e sencientes, em vez de simples objetos, aos olhos da lei. Em
vez de vir de um lugar de pura compaixão, no entanto, essa mudança foi, em
grande parte, mais por conveniência legal, esclarecendo como cães e gatos
seriam tratados em casos de separação familiar - digamos, se um casal se
divorciasse, os cães, agora, seriam considerados semelhantes às crianças em
casos de custódia.
Assim sendo, a Espanha não considera
mais os animais como "objetos" com a aprovação da nova lei de
senciência, mas as touradas continuam. Independentemente disso, para um país
como a Espanha, cuja essência cultural parece estar nas touradas e em
espetáculos rurais de corrida de touros - esta alteração do estatuto jurídico
de alguns animais, tornando-os comparáveis a humanos, é muito importante. Até
porque pode servir de precedente para mais reformas.
A nova legislação foi apresentada
pela imprensa como a primeira "lei de direitos dos animais" da
Espanha. Porém, a redação exata do projeto de lei ainda não foi vista. Segundo
a agência de notícias Reuters, ainda é uma redação prévia decorrente de uma
audiência pública, aguardando outra leitura no gabinete e uma votação
parlamentar, mas, provisoriamente, é pelo menos um passo na direção certa.
Sob a legislação proposta, as lojas
de animais seriam proibidas, os zoológicos e aquários seriam transformados em
centros de recuperação de vida selvagem, apenas para espécies nativas, e
sentenças de prisão para pessoas condenadas por abusar os seus animais de
estimação seriam estendidas para até 18 meses, e 24 meses no caso de morte do
animal. Animais selvagens em circos, também, seriam proibidos, assim como matar
animais de estimação, exceto na necessidade de eutanásia realizada por
veterinários.
Via Leslie Austin
Dizy Ayala
Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente. Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda - Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
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Ministra da Transição
Ecológica na França anuncia diversas medidas para o fim de animais em cativeiro. O Governo francês decretou a
proibição "progressiva" do uso de animais selvagens em circos e o fim
da criação de visons em cinco anos, dentro de uma série de medidas a favor do
bem-estar dos animais.
A reprodução em cativeiro de orcas e
golfinhos, ou a sua introdução em zoológicos ou aquários, também será proibida,
anunciou a ministra da Transição Ecológica, Bárbara Pompili.
Além disso, trabalhará com zoológicos para
melhorar as condições de vida dos animais em cativeiro.
A ministra não detalhou um cronograma preciso
para a implementação da proibição de circos itinerantes e aquários. "Definir a data não resolve todos os
problemas, prefiro iniciar um processo para que termine o mais rápido
possível", explicou a ministra, em conferência de imprensa.
O Governo contribuirá com oito milhões de
euros para a conversão de circos e aquários, com ajudas específicas para a
formação do pessoal afetado para novas profissões.
Pelos cálculos oficiais, os circos mantêm
cerca de 500 animais silvestres em todo o país, para os quais serão estudadas
soluções "caso a caso", uma vez que não podem ser libertados.
Para as orcas e golfinhos dos três aquários
do país, Pompili explicou que estão a estudar a criação de um
"santuário" no qual possam ficar até ao final de suas vidas e
calculou que levará até dez anos para os últimos golfinhos deixarem os
aquários.
A ministra lembrou que mais de 400
localidades em todo o país já proibiram ou limitaram as exibições de animais.
A associação L214, que se opõe à criação de
animais para a utilização das peles, congratulou-se com o anúncio do Governo. A
França atualmente tem quatro locais de criação de visons para produção de
peles. E lembrou que outros países europeus, antes grandes produtores, como
Áustria, Noruega, Holanda ou Bélgica, já proibiram essa prática e outros estão
em processo de legislar no mesmo sentido.
Fonte: Lusa
Dizy Ayala
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Conheça mais sobre o movimento que mais cresce no mundo e faça escolhas conscientes! Por sua saúde, pela preservação do meio ambiente e por compaixão aos animais.
Com o
objetivo de ser o maior aquário da América Latina, mais de 120 milhões de reais foram investidos
para o AquaRio, na cidade do Rio de
Janeiro, Brasil, com o objetivo de manter 8.000 animais de 350 espécies diferentes num
cativeiro de 22 mil m² de área construída e 4,2 milhões de litros de água.
Várias
espécies animais serão aprisionadas e privadas de seu habitat natural e hábitos
próprios, por toda a vida, para satisfazer a curiosidade breve de turistas e
moradores locais. A ação é uma parceria entre o governo brasileiro com empresas
privadas. A maioria dos animais foi capturada ou comprada no comércio
internacional, enquanto outros foram trocados com aquários de todo o mundo.
Foi encarregada da obra, a Kreimer Engenharia (Rio Water Planet, Cidade
do Samba) que tem como principal patrocinadora, a Coca-Cola. A marca investiu cerca de US$ 10 milhões para a construção do
aquário.
Existem atualmente mais de 100 aquários de grande porte ao redor do
mundo. Nesta indústria cruel, 90% dos tanques são abastecidos com animais
capturados.
A infeliz
ideia de criar um aquário na Zona Portuária teve início em 2001, quando a
prefeitura anunciou um plano diretor de revitalização da área. O prédio do antigo
frigorífico da Companhia Brasileira de Armazenamento (Cibrazem) foi cedido ao
AquaRio em 2008, por um prazo de 50 anos. Os investidores são formados pelo
Grupo Cataratas, que faz a gestão dos parques nacionais de Foz do Iguaçu e de
Fernando de Noronha, pela empresa de transporte Bel-Tour e pela Esfeco, empresa
que opera os trens do Corcovado.
O Aquário
Marinho do Rio (AquaRio) tinha previsão de inauguração em julho de 2106. As obras tiveram várias mudanças no
cronograma. Segundo o diretor-presidente do complexo, Marcelo Szpilman, o
processo de quarentena demorarou mais tempo do que foi planejado.
Além de comprar animais, o AquaRio também está recebendo doações de
pescadores amadores. Entre as espécies, estão anchovas, pampos, pargos,
cocorocas, coiós, jaguariças e marias da toca, comuns no litoral fluminense.
— Tudo é aprendizado. Vamos ver se vai dar certo. — afirmou Szpilman,
que, desde outubro de 2015, realiza expedições para povoar o AquaRio. —
O plano é capturar os peixes no nosso litoral mesmo, enquanto alguns terão que
ser comprados de importadores, como o peixe-palhaço, que ficou famoso com o
desenho “Procurando Nemo". Os capturados são peixes comerciais, pescados
diariamente, e que são direcionados para o consumo. Alguns peixes exóticos
estão sendo comprados. Há também peixes de aquário, que são fáceis de comprar e
que são produzidos em cativeiro.
Espécie Mangona (Foto: Daniel Botelho)
Os tubarões chegaram da Indonésia por via
legal, sob os argumentos de cunho educacional e de preservação. Infelizmente o
que se vê é a prática do comércio e tráfico de animais para o entretenimento
que abastece circos, zoológicos e aquários. Os animais que
naturalmente nadam solitários em águas profundas, em linha reta, a longas
distâncias, estarão restritos a poucos metros quadrados, em cubículos, em
presença constante e incessante dos visitantes. Uma verdadeira violação dos
direitos animais.
O AquaRio tem capacidade para receber até dez mil visitantes
nos fins de semana. Em dias úteis, poderá chegar a dois mil. Os animais estarão
constantemente sob estresse por conta da intensa visitação, o que é fator de alteração
do comportamento com dano físico e emocional.
.
Atividades para o público
O AquaRio irá apresentar várias “atrações”
para os visitantes. A principal delas é
o mergulho com tubarões. O público poderá ter contato com diversas espécies e
mergulhar junto com peixes, tubarões e arraias. O chamado Recinto Oceânico e de
Mergulho terá sete metros de profundidade e irá comportar 3,3 milhões litros de
água. “São espécies completamente dóceis, não é uma ameaça de maneira alguma. A
atividade será em um ambiente controlado, com água clara e sem riscos”, afirma o
diretor do projeto, Marcelo Szpilman.
Um túnel de acrílico passará por baixo, para a passagem
dos visitantes. Entre as opções de passeio estarão programas noturnos, para
crianças passarem a noite observando a fauna subaquática. Também serão
realizadas pesquisas marinhas e reprodução em cativeiro.
"Existem cativeiros e cativeiros... Ursos
polares estarão extintos em 2050, temos que prendê-los nos aquários", declara
Marcelo Spilzman, em sua controvertida visão de preservação. (Palestra UFRJ)
“Teremos
uma pareceria com o Centro de Pesquisa de Biologia Marinha daUFRJ.
Lá [no AquaRio] vamos realizar estudos sobre peixes de recife e de coral. Com
isso, o Rio passa a ter um Centro de Pesquisas Cientificas com mestrados,
doutorados e estágios na área”, comentou o biólogo.
— Seremos para lazer e entretenimento, mas o foco do aquário é a
educação, pesquisa e conservação — afirma Szpilman.
O que há é uma mistura de espécies em confinamento que não costumam
conviver habitualmente, os de águas rasas com os de águas mais profundas. O que
descaracteriza qualquer referência ao estudo ou ensino-aprendizagem a partir da
observação desses pobres animais cativos no aquário. Vivemos um momento onde boa parte da população do país tem se manifestado contra a existência de zoológicos e aquários por compreender que se tratam de locais de prisão e maus- tratos, pela privação a que os animais sofrem quando vivendo fora de seu habitat natural e do convívio com seus pares. E que as verdadeiras unidades de preservação para abrigar animais resgatados são os chamados santuários, os quais não tem fins comerciais e os animais, portanto, não estão expostos e nem submetidos à exposição pública, algo não natural, tampouco a violação de seus hábitos, como no caso de visitações diurnas e inclusive noturnas.
Os animais não foram feitos para o entretenimento e tem seus próprios direitos. Há várias unidades de conservação como o projeto Tamar que permitem e incentivam a consciência ambiental. Dispomos hoje de inúmeros recursos tecnológicos interativos que possibilitam locais de exposição, nos grandes centros urbanos, com realidade virtual, sem que nenhum animal seja aprisionado. É compromisso de cada um e suas famílias não compactuar com locais e marcas que patrocinam a exploração. Assim, é possível criar para as novas gerações uma nova cultura de respeito pelas outras especies que dividem o planeta conosco e sua preservação.
Não há diversão no cativeiro!
Exemplo do quadro de depressão a que são expostos os animais em confinamento.
Campanha AquaRio Eu Não Vou
Ativismo GAIA Fontes de dados, informações, imagens e declarações ANDA e O Globo
Todos
os anos, animais são capturados, retirados de seu habitat natural e de seu
grupo familiar. Muitas vezes bebês são separados de suas mães, para viver uma
vida de clausura e privação.
Há
uma intensa discussão quanto à importância dos zoológicos e aquários como
unidades de preservação, entretanto, por própria definição, essas instituições
existem com fins lucrativos e para tanto, precisam do valor dos ingressos de
visitantes para se manter em funcionamento. Uma vez que os animais estão
confinados em lugares estreitos e expostos à visitação já são vítimas de abuso.
Estão sendo violados seus direitos à liberdade e privacidade. Em consequência
disso, os animais ficam sujeitos a uma série de complicações para sua saúde
física e mental. Um exemplo disso são as baleias do Sea World, que já nasciam
com deformação na barbatana por conta do confinamento. R.I.P. Tilikum
A maior orca em cativeiro do
mundo faleceu no Sea World, em Orlando, na última sexta-feira, 06 de janeiro,
2017, devido á uma infecção nos pulmões. Havia causado a morte de três
treinadores, por conta do estresse do confinamento. Como exposto no documentário
Blackfish, disponível no Netflix, a verdadeira razão da violência das chamadas
baleias assassinas é revelada. Tilikum foi capturada ainda filhote e viveu 33
anos, presa na mesma área restrita, sob as vitrines envidraçadas do aquário.
Do
ponto de vista da preservação de espécies ameaçadas, também há controvérsias. Tendo
em vista que animais em cativeiro têm dificuldade em se reproduzir, alguns
indivíduos animais são expostos a sucessivas tentativas de reprodução por parte
dos veterinários e biólogos, estressando a até mesmo adoecendo algumas dessas
possíveis matrizes.
Retirar
indivíduos de espécies ameaçadas de seu habitat natural sob o pretexto de
protegê-los também prejudica os animais que permanecem na natureza, pois a
diversidade genética diminui, comprometendo ainda mais a espécie.
Não
há como argumentar que pelo cuidado com a alimentação, estejam sendo atendidos
todos os requisitos quanto ao bem-estar animal, uma vez que estão sendo
privados de exercer suas funções habituais como percorrer maiores espaços,
refugiar-se e socializar.
Aliás,
socializar é função primordial para manter o equilíbrio e boa saúde dos
animais.
Muitas
espécies vivem em grupos e muitas vezes esses grupos familiares não são
respeitados quando frequentemente zoológicos ou aquários vendem ou enviam
membros da família, em separado, para outras instituições, acabando por
comprometer as relações familiares. É o que acontece, por exemplo, com muitos filhotes,
que atraem visitantes e a atenção da mídia e, portanto, mais dinheiro. Entretanto,
quando o animal cresce, ele pode ser vendido para outras unidades, circos ou
até mesmo podem ser sacrificados.
Marius tornou-se um ícone no apelo pelo fim dos zoológicos. Foi sacrificado em exibição pública em um zoo da Dinamarca, em 2014, na presença de crianças, apenas por não contar material genético importante para pesquisa, segundo biólogos da instituição.
Outro
argumento que não se sustenta é o de cunho educativo. Zoológicos e aquários não
cumprem essa função, muito antes pelo contrário, quando crianças são levadas a
esses locais, elas se deparam com o sofrimento animal e acabam por acreditar
que isso é normal e aceitável. Os pequenos devem ser estimulados a respeitar a
vida em suas variadas formas e entender que espécies selvagens têm seu lugar na
natureza e não no confinamento.
É
certo que muitos animais são vitimados por acidentes, pelo tráfico ou por
situação de maus-tratos e por isso não poderão mais ser inseridos em seu
habitat natural e para acolhê-los é que se fazem necessários espaços que se
aproximem ao máximo do ambiente natural desses animais, como nos santuários.
Os
santuários são formados com a finalidade de acolher exatamente esse perfil de
animais vitimados, jamais animais que sejam retirados da natureza para serem
exibidos para fins comerciais. Eles cumprem com a missão de amparar e
preservar!
No
Brasil, dentre tantos abrigos heroicamente mantidos por recursos próprios,
doações e trabalho de voluntários junto aos profissionais, dedicamos especial
destaque ao primoroso trabalho do Rancho dos Gnomos, que desde 1991 vem
acolhendo inúmeros animais da fauna silvestre, animais vitimados pelos
maus-tratos em circos, com uma reserva para felinos de grande porte e também
animais de fazenda.