Mostrando postagens com marcador Colômbia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Colômbia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Colômbia proíbe touradas, com transição até 2027


O Decreto 0703, de 2026, que regulamenta a contagem regressiva para a proibição total das touradas, na Colômbia, foi assinado.

O fim definitivo desta barbárie será dado em 2027, graças à histórica lei No Más Olé.

Pontos chave desta transição:

1- É proibido o uso de elementos cortadores.

Chega de tortura e morte.

2 - Proibido usar recursos públicos para financiar eventos, infraestrutura ou promover esses shows.

3 - Proíbe a entrada de menores de idade e sua participação, seja como espectadores, seja como toureiros ou novilheiros.

4 - Somente se permite eventos deste tipo em poucos municípios com tradição ininterrupta e comprovada desde 2010.

5 - É permitido inspeções cidadãs e suspensão imediata contra faltas.

O fim da tortura taurina já é um fato irreversível! Uma conquista de diversas pessoas e organizações que tornaram este sonho possível, após décadas de luta.

A lei NO MÁS OLÉ, com autoria da senadora animalista @esmehernandezsi, contou com o respaldo de mais de 150 congressistas da Colômbia.

As tradicionais praças de touros, como a Plaza de La Santa Maria em Bogotá, devem ser transformadas em locais voltados para atividades culturais e esportivas.

O governo, também, estabeleceu um prazo de transição de três anos para oferecer novas alternativas de emprego aos profissionais que dependiam financeiramente do setor.

Uma mudança que parecia impossível, desafiando o poder econômico, político e midiático, daqueles que lucram com o maltrato animal, tornou-se realidade! 

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

terça-feira, 5 de maio de 2026

Bilionário firma acordo com a Colômbia para cuidar de 80 hipopótamos de Pablo Escobar na Índia

 


Após a Colômbia ter anunciado há duas semanas um plano emergencial para sacrificar os chamados hipopótamos de Pablo Escobar, Anant Ambani, fundador do Green Zoological, Rescue and Rehabilitation Center (GZZRC)/Vantara, na Índia, enviou uma carta ao Ministério do Meio Ambiente colombiano se oferecendo para receber 80 dos animais.

"Estes hipopótamos não escolheram onde nasceram, nem criaram as circunstâncias que agora enfrentam", afirmou Ambani. "Eles são seres vivos e sencientes... Se temos a capacidade de salvá-los, por meio de uma solução segura e humana, temos a responsabilidade de tentar".

Na verdade, 80 seria apenas uma parte dos hipopótamos. Estima-se que a população total passe, atualmente, dos 200 indivíduos.

Quatro deles foram importados da África, na década de 80, para fazer parte do plantel do zoológico particular de Pablo Escobar. Depois da morte do traficante de drogas, em 1993, os animais começaram a se reproduzir sem controle.

O Ministério do Meio Ambiente já tinha informado, anteriormente, que tinha avaliado a possibilidade de translocação dos hipopótamos com governos de outros países, incluindo o da Índia - aparentemente Ambani tinha feito a mesma oferta antes. Entretanto, barreiras legais e técnicas inviabilizaram as negociações. Agora, enfim, o governo indiano firmou o acordo.

Certamente esta é uma operação colossal e com sérios riscos: conter e sedar 80 hipopótamos para serem enviados da Colômbia para a Índia. Muito agressivos e de comportamento imprevisível, esses animais podem pesar mais de 3 toneladas.

Anant Ambani é o filho caçula do magnata Mukesh Ambani, considerado o homem mais rico da Índia. Ele se responsabilizou por todos os custos da operação, desde o preparo dos animais, o transporte até o abrigo. Seu zoológico particular não é aberto ao público e abriga cerca de 150 mil animais. Segundo os Ambani, ele é um "dos maiores centros de resgate, cuidados e conservação de vida selvagem do mundo".

Fonte: Conexão Planeta

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

segunda-feira, 21 de abril de 2025

Último chimpanzé em cativeiro na Colômbia começa nova vida no Brasil

 


Após anos de solidão, último chimpanzé em cativeiro na Colômbia é salvo e começa nova vida no Brasil

Yoko, um chimpanzé de 38 anos, que passou a vida em cativeiro na Colômbia, foi transferido para o Santuário de Grandes Primatas em Sorocaba, São Paulo, no Brasil.

A mudança aconteceu após quase dois anos de solidão, desde a morte de seus dois companheiros, Pancho e Chita, mortos a tiros por caçadores.

A transferência foi realizada com apoio da Força Aérea Colombiana, que transportou o animal até Bogotá. De lá, ele seguiu em um avião de carga até o Brasil, onde passará a viver entre outros chimpanzés.

Segundo o Projeto GAP Brasil, Yoko será integrado gradualmente ao grupo e receberá cuidados especializados para adaptação.

O Santuário de Sorocaba, maior da América Latina, abriga 42 chimpanzés, além de outros primatas e aves.

Nos santuários, os animais não são expostos ao público e o manejo é voltado para o bem-estar e recuperação, após uma vida de maus-tratos.

A chegada de Yoko marca um novo capítulo para a causa dos grandes primatas, reforçando a importância dos santuários como espaços de refúgio e bem-estar.

Que sua nova vida seja repleta de paz, liberdade e respeito!

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

Congresso da Colômbia aprova proibição de touradas após sete anos de tentativas

 


O Congresso da Colômbia proibiu as touradas, após sete anos de tentativas fracassadas de proibir a atividade, que alguns grupos políticos e sociais prometeram manter, citando seu valor cultural.

O projeto de lei que proíbe as touradas foi aprovado com 93 votos a favor e dois contra. O tribunal constitucional da Colômbia instou o Congresso nos últimos anos a emitir uma regulamentação definitiva sobre o assunto.

O membro do Congresso Juan Carlos Losada agradeceu aos colegas pelo resultado. "Hoje temos um país que diz que nenhuma forma de tortura pode ser considerada cultura neste mundo. A Colômbia é hoje um exemplo para o mundo porque estamos nos transformando em uma sociedade menos violenta e, portanto, mais civilizada", disse Losada.

Nas últimas semanas, manifestantes que apoiavam as touradas afirmaram que a proibição desta atividade afetaria muitos trabalhadores, mas os ativistas dos animais veem este projeto de lei como um passo em direção à paz.

Os eventos de touradas são proibidos por lei em alguns países latino-americanos, como Argentina e Cuba, enquanto são legais na maior parte do México e do Peru.

(Produzido por Camilo Cohecha, Javier Andrés Rojas e Nina Lopez)


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quarta-feira, 8 de março de 2023

Primeiro santuário para animais resgatados de touradas é inaugurado na Colômbia

  


O primeiro santuário animal do mundo dedicado à proteção dos animais explorados em touradas acaba de ser fundado na Colômbia.

 

De acordo com Miguel Aparicio, fundador do Reserva Toro Bravo, à medida que o Congresso colombiano caminha para a proibição das touradas, milhares de touros correm o risco de serem enviados para matadouros. E seu objetivo é evitar que isso aconteça.

 

Atualmente, o santuário já acolhe 7 touros e vacas e continua trabalhando para oferecer a mesma oportunidade a outros animais.

 

Todos os anos, aproximadamente, 180 mil touros são mortos em touradas em todo o mundo, com muitos outros mortos ou feridos em eventos de festa de touros, de acordo com a Humane Society International.

 

Embora muitos países já tenham banido esses eventos cruéis, existem aqueles onde essa prática ainda ocorre, como Espanha, França, Portugal e alguns da América Latina.

 

Especificamente na Colômbia, o Senado votou recentemente um projeto de lei para proibir as touradas em todo o país. A legislação é apoiada pelo presidente eleito do país, Gustavo Petro, mas ainda precisa ser aprovada pela Câmara dos Representantes.

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Fazenda com 30 anos de atividade torna-se um santuário animal na Colômbia

Uma fazenda leiteira com 30 anos de atividade transformou-se num santuário animal na Colômbia — pela mão de um português.

Miguel Aparício e Nani Ramírez, ele português, ela colombiana, compraram o negócio de um casal de médicos veterinários cada vez menos interessados na produção de leite, cujas vacas agora pastam serenamente pelo terreno nas montanhas de La Calera, ao lado de cabras, cães, galos e ovelhas.

O chamado Santuário Animal Namign é o primeiro projeto que Miguel Aparício quer reproduzir em Portugal. Miguel Aparício quer encontrar, em Portugal, interessados em converter negócios de exploração animal em santuários ou projetos de ecoturismo.

“As indústrias pecuárias têm um impacto ambiental brutal. A ideia é ajudar a fazer esta mudança de uma maneira rentável, mas deixando os animais em paz”, diz Miguel Aparício, que já em Portugal se manifestava pelo fim da exploração animal.

Durante os sucessivos confinamentos para conter a pandemia, com as pessoas fechadas em casa, os movimentos dificultados e as ruas vazias, tornava-se mais difícil ignorar os “animais amarrados aos postes, à espera de serem levados por um caminhão para o matadouro”. Os caminhões poderiam demorar dias para recolhê-los.

“Vejo muitos bezerros machos, sem valor econômico para a indústria leiteira, amarrados nas beiras de estrada”, relata. Miguel Aparício, 41 anos, vive rodeado de fazendas leiteiras que abastecem a Alpina, uma empresa colombiana de lacticínios que vende para a Colômbia, Venezuela, Equador e Estados Unidos.

Mas foi uma ovelha que os desconcertou. “Estava há dias amarrada a chorar”, conta Miguel. Queria saber de quem era e se a podia libertar, embora tenha aprendido que, na zona rural onde vivem, nos arredores da vertiginosa Bogotá, os vizinhos “não gostam muito de perguntas” e menos ainda de atos de ativismo à revelia.

“Chegamos a um acordo. A nossa visão não é atacar, é trabalhar com as pessoas para criar mudanças”, diz o consultor. A ovelha Renata juntou-se aos cães que resgatavam e alimentavam, com a ajuda dos cuidados do médico veterinário Carlos Mario Jaramillo, também produtor de leite.

“Como veterinário estava a tentar resolver um problema que, enquanto produtor, causava”, diz Miguel Aparício. A fundação sem fins lucrativos é “majoritariamente” financiada com os rendimentos de Miguel e Nani, enquanto o projeto de visitas e de ecoturismo não gera mais lucros para cobrir os custos de alimentação, cuidados veterinários e renda da fazenda.

Para fazer face às despesas iniciais (cerca de 25 mil euros), o casal lançou uma angariação de fundos, em 2021, e apela a donativos frequentemente através das redes sociais.

Leva cerca de seis meses para se fazer a transição de uma leitaria para um santuário animal de 55 hectares, onde as instalações da ordenha “são agora usadas como armazém e zonas de recobro”.

Além das vacas e bezerros da antiga fazenda leiteira, o Santuário Animal Namign alberga “animais de todo o país”, incluindo vítimas de maus tratos que as autoridades colombianas lhes entregam, diz Miguel Aparício.

Os casos mais comuns são cavalos mais velhos, acrescenta, à medida que Bogotá avança com a proibição das carroças puxadas por burros e cavalos, conhecidas como “zorras”. Mas o português gostaria ainda de criar santuários para touros de lides e hipopótamos – duas espécies a “precisar de proteção” na Colômbia.

Espera-se que as touradas sejam proibidas no país que elegeu em junho o primeiro Presidente de esquerda, dias antes de uma bancada numa praça de touros ruir e provocar pelo menos quatro mortes.

Ainda enquanto presidente da Câmara de Bogotá, Gustavo Petro revogou em 2012 o contrato de arrendamento da praça de touros Santamaria com a empresa privada que geria a arena na mega-cidade colombiana.

O Governo também tem em mãos uma inusitada herança de Pablo Escobar: 133 hipopótamos, uma espécie que o narcotraficante introduziu na Colômbia e que se reproduziu ferozmente, ao ponto de ser classificada como espécie exótica invasora.

Miguel Aparício e Nani Ramírez criaram uma petição online para pedir ao Ministério do Ambiente da Colômbia que arranje outras formas de ajudar os hipopótamos que descendem de vítimas de tráfico ilegal de animais exóticos.

“São animais tremendos. O Governo anterior parecia querer uma exterminação, mas vamos apresentar um projeto ao novo governo para criar um santuário de hipopótamos, limitando o risco que terminem todos mortos numa caça ao troféu”, diz Miguel.

A petição no change.org recolheu 18 mil assinaturas, contra críticas que dizem ser uma solução econômica e tecnicamente inviável. Para Miguel Aparício, as soluções que funcionam são “vantajosas para todos”. 

“Quando se trata de dar aos animais o respeito que merecem, o veganismo é a resposta, claro, mas precisamos encontrar soluções pragmáticas para ajudar os animais nas atividades de exploração animal e os próprios agricultores”, escreveu, como mote do projeto que, na sua opinião, é uma prova de como uma “mudança tão importante é possível e apoiada pela comunidade dos direitos dos animais”. 

Reportagem jornal público.pt

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

terça-feira, 19 de julho de 2022

A Praça de Touros de Duitama na Colômbia se tornará um centro cultural sem touradas

Imagem Touro Ferdinando da Disney

A praça de touros da cidade de Duitama, na Colômbia, agora se tornará um centro cultural e esportivo onde não haverá touradas.

 

Para isso, o espaço também mudará de nome, pois César Rincón era um toureiro que passou sua vida a torturar os animais por dinheiro e fama.

 

David Ortega, prefeito de Duitama, disse: "Deixamos para trás todo o tipo de práticas relacionadas com as touradas para gerar um cenário relacionado com a cultura, economias criativas, esportes e eventos que gerem valor na sociedade duitamense".

 

A empresa responsável pela organização dos eventos no espaço disse que nas próximas semanas começarão a ter os primeiros shows, dando prioridade a artistas locais.

 

Infelizmente, o monumento de César Rincón continuará no local, o que as autoridades disseram ser um símbolo de que as práticas tauromáquicas estão no passado.

 

Em alguns lugares da Colômbia as touradas ainda acontecem. Porém, isso pode acabar em breve caso seja aprovado um projeto de lei que tramita no senado colombiano que busca banir essa exploração animal.

 

Vegan News 

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Colômbia proíbe caça desportiva em todo o território nacional

 

 

Esse tipo de 'esporte' é, sem dúvida, uma forma de agressão aos animais que não tem raízes culturais, muito menos religiosas. Também se tornou uma atividade "incompatível" com a constituição da República da Colômbia, segundo o tribunal superior.

Para essa transição, foi estabelecido um prazo de um ano para que as pessoas 'atingidas' pudessem buscar alternativas sustentáveis para a nova situação. Felizmente, o prazo terminou em 21 de agosto do ano de 2020, o que significa que esta medida entrará em vigor sem mais atrasos.

A Setença C-045/19 proíbe a caça de animais silvestres em todo o território nacional, de acordo com o Tribunal Constitucional depois que diversos advogados e organizações de defesa dos animais no país impuseram uma série de medidas que buscavam o que hoje é uma realidade.

Entre os animais mais afetados por essa prática estão espécies ameaçadas de extinção, como onças, veados, tatus, pecaris (porco do mato), antas, várias espécies de primatas e pássaros, e até lebres e coelhos.

Os animais estão ganhando força na Colômbia. Esse tipo de ação é digna de comemoração e um caminho claro para a conservação de animais em perigo de extinção.

Fonte: El Tierrero


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

Para mais informações acesse o link

Conheça mais sobre o movimento que mais cresce no mundo e faça escolhas conscientes! Por sua saúde, pela preservação do meio ambiente e por compaixão aos animais.

domingo, 29 de dezembro de 2019

Colômbia aprova lei que proíbe experimentação animal



Câmara dos Deputados diz adeus aos testes em animais no país

É comum que laboratórios usem animais para testes científicos. Na maioria dos casos eles são utilizados para testar produtos de higiene pessoal, de limpeza e cosméticos.

De acordo com estudos, aproximadamente mais de 100 milhões de animais são usados em testes de laboratórios em todo o mundo, para atestar a segurança destes produtos para os seres humanos.

A boa notícia é que a Colômbia aprovou lei que proíbe experimentação animal para cosméticos, graças à iniciativa de Juan Carlos Losada e representantes.

As autoridades governamentais e os laboratórios terão de implementar métodos alternativos para garantir a segurança dos produtos, baseados nos avanços científicos e tecnológicos já disponíveis.

“O principal objetivo do projeto é impedir o sofrimento dos animais na indústria de cosméticos e permitir que empresas colombianas entrem no mercado europeu, uma região que há anos rejeita esses testes”, disse Losada em comunicado oficial.

Fonte: La Voz Del Despertar


Dizy Ayala
Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
Páginas no facebook
Uma Escolha pela Vida
Ação pelos Direitos dos Animais  
dizyayala@gmail.com



Faça parte você também da construção de um mundo mais compassivo, 
com maior qualidade de vida, respeito ao planeta 
e as outras espécies que o dividem conosco.


Adquira o seu exemplar 
do lançamento Veganismo em Rede
através do e-mail dizyayala@gmail.com ou pelo Whats App (51) 981085255