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terça-feira, 5 de maio de 2026

Bilionário firma acordo com a Colômbia para cuidar de 80 hipopótamos de Pablo Escobar na Índia

 


Após a Colômbia ter anunciado há duas semanas um plano emergencial para sacrificar os chamados hipopótamos de Pablo Escobar, Anant Ambani, fundador do Green Zoological, Rescue and Rehabilitation Center (GZZRC)/Vantara, na Índia, enviou uma carta ao Ministério do Meio Ambiente colombiano se oferecendo para receber 80 dos animais.

"Estes hipopótamos não escolheram onde nasceram, nem criaram as circunstâncias que agora enfrentam", afirmou Ambani. "Eles são seres vivos e sencientes... Se temos a capacidade de salvá-los, por meio de uma solução segura e humana, temos a responsabilidade de tentar".

Na verdade, 80 seria apenas uma parte dos hipopótamos. Estima-se que a população total passe, atualmente, dos 200 indivíduos.

Quatro deles foram importados da África, na década de 80, para fazer parte do plantel do zoológico particular de Pablo Escobar. Depois da morte do traficante de drogas, em 1993, os animais começaram a se reproduzir sem controle.

O Ministério do Meio Ambiente já tinha informado, anteriormente, que tinha avaliado a possibilidade de translocação dos hipopótamos com governos de outros países, incluindo o da Índia - aparentemente Ambani tinha feito a mesma oferta antes. Entretanto, barreiras legais e técnicas inviabilizaram as negociações. Agora, enfim, o governo indiano firmou o acordo.

Certamente esta é uma operação colossal e com sérios riscos: conter e sedar 80 hipopótamos para serem enviados da Colômbia para a Índia. Muito agressivos e de comportamento imprevisível, esses animais podem pesar mais de 3 toneladas.

Anant Ambani é o filho caçula do magnata Mukesh Ambani, considerado o homem mais rico da Índia. Ele se responsabilizou por todos os custos da operação, desde o preparo dos animais, o transporte até o abrigo. Seu zoológico particular não é aberto ao público e abriga cerca de 150 mil animais. Segundo os Ambani, ele é um "dos maiores centros de resgate, cuidados e conservação de vida selvagem do mundo".

Fonte: Conexão Planeta

Dizy Ayala

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domingo, 22 de fevereiro de 2026

Cidade indiana é a primeira a proibir o consumo de carne e os matadouros



Cidade indiana de Palitana se torna a primeira do mundo a proibir o consumo de carne e fechar todos os matadouros

A cidade de Palitana em Gujarat tomou uma decisão que fez manchetes globais.

Líderes locais proibiram a venda de carne dentro dos limites da cidade. Os matadouros foram fechados. Os talhos estavam fechados. A lei também inclui peixes e ovos. Animais não podem ser mortos por comida dentro da cidade.

Essa mudança foi fortemente influenciada por seguidores do Jainismo, uma fé que prega a não violência para com todos os seres vivos. Para muitos moradores, não se tratava de política, mas sim de alinhar a cidade com suas crenças mais profundas.

Palitana é considerada uma cidade sagrada para os jainistas. É o lar de centenas de templos e atrai milhares de peregrinos todos os anos.

Moradores argumentaram que uma cidade santa deveria refletir a compaixão em ação. Eles acreditavam que permitir o abate de animais não correspondia àquela visão.

Nem todos apoiaram a decisão. Vendedores e trabalhadores de carne foram diretamente afetados. Alguns negócios tiveram que fechar, mas outros mudaram o que vendem para sobreviver.

E, assim, a cidade avançou com a aplicação das regras. Com o tempo, Palitana tornou-se amplamente conhecida como a primeira cidade legalmente livre de carne do mundo.

Quer concorde ou discorde, Palitana deu um passo que nenhuma outra cidade tinha dado antes. E foi coerente com sua proposta de não violência.

Que mais cidades no mundo despertem para essa possibilidade! Não precisamos de carne para viver. Os animais, sim, merecem viver e desfrutar de suas vidas. Um mundo de respeito e compaixão é possível!

Dizy Ayala

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segunda-feira, 17 de abril de 2023

Nova marca de leite vegano na Índia tem seu próprio santuário para resgatar vacas

Cada caixa de leite vegano Oatish vendida ajudará as vacas na Índia a escapar do setor de laticínios. Laticínios são um grande negócio na Índia e comprometem o bem-estar animal.

A recém-lançada marca de leite vegetal vegano da Índia, Dancing Cow, prometeu remover fisicamente as vacas do setor leiteiro, resgatando-as e realocando-as em seu santuário de fazenda próprio.

Os esforços de resgate estão ligados ao lançamento do primeiro produto da marca: uma combinação de leite, chamado Oatish, que usa aveia, painço e feijão mungo. A cada 10.000 litros vendidos, uma vaca ou búfala leiteira será libertada, mediante indenização legítima e justa. Após sua libertação, elas poderão viver o resto de suas vidas em paz. 

Além disso, para cada 10 litros vendidos, a Dancing Cow adicionará 10 tijolos ao seu santuário, criando assim espaço para mais animais resgatados na Índia.

Juntamente com o resgate de vacas, para cada 100 litros de Oatish vendidos, a Dancing Cow plantará três árvores. Além de doar cinco por cento de todos os lucros para uma organização sem fins lucrativos.

A nova marca vegana na Índia visa erradicar a exploração de animais leiteiros, uma vaca de cada vez.

Os criadores da Dancing Cow fundaram a marca de leite vegan com os princípios orientadores de impactar positivamente o meio ambiente e a saúde humana. Como tal, oferece comparações rígidas com laticínios comuns em seu site. Refere-se a isso como “reclamação de vacas”.

“Acreditamos que cada pessoa tem o poder de fazer a diferença no mundo ao optar por consumir alimentos à base de plantas”, disse Aarohi Surya, fundador da Dancing Cow, em comunicado.

“Nossa nova marca alternativa de lácteos oferece aos consumidores uma escolha deliciosa, saudável e ética que ajuda a proteger os animais, o meio ambiente e a saúde humana".

Dancing Cow diz que Oatish é responsável por 81% menos emissões de gases de efeito estufa do que a produção de leite de vaca. Além disso, 67% menos energia é necessária para produzir o leite vegetal, que contém 60% menos calorias.

A bebida vem em dois sabores: simples extra cremoso e rico em chocolate. Ambos são veganos, sem glúten e enriquecidos para fornecer vitaminas e cálcio.

O Dr. Atmakrui investigou a indústria de laticínios da Índia no filme vegano Maa Ka Doodh

A Índia abriga o maior setor de laticínios do mundo. Na última contagem, mais de 48 milhões de bovinos leiteiros viviam no país. No entanto, apesar da grande população, há pouca proteção previdenciária no local.

No início de março, o novo documentário Maa Ka Doodh expôs a verdade sobre a indústria de laticínios da Índia.

Filmado ao longo de dois anos, ele revelou os impactos multifacetados do aumento da produção de laticínios da Índia.

Em particular, imagens frequentes de animais brutalizados levam a mensagem anti-lácteos subjacente para casa.

Elogiado por sua franqueza e revelações investigativas, Maa Ka Doodh ganhou vários prêmios.


Fonte: Plant Based News

 Dizy Ayala

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segunda-feira, 6 de maio de 2019

Primeira cidade vegetariana do mundo já existe, na Índia.


A cidade de Palitana, na Índia, é conhecida por suas paisagens belíssimas, por uma arquitetura particular e é reconhecida como a cidade dos templos, com mais de 800, que atraem, todos os anos, uma legião de peregrinos. Recentemente, a região ganhou destaque por outro motivo. Palitana se tornou a primeira cidade vegetariana do mundo.
Em decisão do governo do Estado de Gujarat, ficou proibida na localidade a venda de qualquer tipo de carne de animais ou ovos para consumo. Dessa forma, criar animais para abate dentro do município virou crime, mesmo que os produtores tenham a intenção de exportar a carne para outros lugares.
A iniciativa foi decorrente da ação de cerca de 200 monges jainistas que fizeram greve de fome para protestar contra o assassinato de animais na cidade. De acordo com eles, Deus deu o direito à vida a todos os seres vivos e não cabe ao homem decidir matar animais para satisfação de uma vontade sua.
A notícia agradou os cerca de 5 milhões de indianos que são adeptos do jainismo (a religião é uma das mais antigas do mundo e prega a não-violência na relação humana para com todos os seres vivos).
Quem não segue a crença, no entanto, não gostou da medida. Cerca de 65 mil habitantes, dos quais, 25% muçulmanos, juntamente com todos os pescadores da região, discordam da decisão do governo. Eles querem a anulação da medida instituída pelo Estado.
A decisão, entretanto, pode ser vista com efeito ao refletir, na prática, os ensinamentos da doutrina jainista da não violência, seguida pela maioria da população indiana.
Redação própria com informações do Greenest Post
Dizy Ayala

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sexta-feira, 5 de abril de 2019

Na Índia, ‘Compaixão pelos Animais’ é matéria escolar em colégios públicos e privados.



Na Índia, a ideia de que, desde pouca idade, a natureza é fator de descobertas e autoconhecimento é levada a sério. Por conta disso, foi incluída na grade escolar de colégios de todo o país como atividade extracurricular. Por meio do projeto educacional Compassionate Citizen, as crianças aprendem a ter compaixão pelos animais, ampliando seu engajamento com o meio ambiente.
O intuito é desenvolver nas crianças e adolescentes atitudes de respeito, empatia, gentileza e não violência para com os outros seres vivos. Com foco em crianças entre 08 e 12 anos, o programa é uma parceria entre as ONGs Animal Rahat e PETA, que atuam na defesa dos direitos dos animais.
“A maioria das crianças sente naturalmente preocupação e afeição pelos animais, mas elas absorvem o comportamento cruel da sociedade e gradualmente perdem sua compaixão. A falta de respeito por outras espécies pode se traduzir em insensibilidade e crueldade – inclusive para com outros seres humanos”, explica um comunicado oficial sobre o projeto.
Assim sendo, a educação humanizada dentro da escola serve justamente para não abrir essa porta para futuros atos de violência contra os animais e os seres humanos. De modo que todos sejam tratados com respeito, a mensagem se espalha principalmente em comunidades mais remotas, onde por vezes os animais são utilizados como instrumento de trabalho pesado, fazendo com que os pequenos percam a noção de seus sentimentos e de sua importância no mundo.

O impacto de aulas do tipo gerou engajamentos significativos e que colaboram com a formação social dos envolvidos. Na vila de Sawali, por exemplo, os alunos e professores já fizeram até mesmo marchas pacíficas em prol dos animais, espalhando mensagens de amor por toda a comunidade e pedindo para que as pessoas evitem o uso do manja, uma corda de pipa bastante usada na Índia que fere e mata as aves.
O projeto já se espalhou por 21 mil escolas públicas e privadas, impactando o pensamento de 4,3 milhões de crianças e, consequentemente, resultando numa nova geração mais gentil e amorosa.

Fonte: The Greenest Post
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Lei que proíbe pássaros em gaiolas é realidade na Índia
https://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com/2019/01/lei-que-proibe-passaros-em-gaiolas-e.html

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Lei que proíbe pássaros em gaiolas é realidade na Índia.


“Tenho claro em minha mente que todos os pássaros têm os direitos fundamentais de voar nos céus e que os seres humanos não têm o direito de mantê-los presos em gaiolas para satisfazer os seus propósitos egoístas ou o que quer que seja”, declarou o Juiz Manmohan Singh.
A decisão foi tomada na Índia em relação a um caso no qual diversos pássaros foram resgatados de um homem chamado Md Mohazzim, que afirmava ser tutor dos animais, mas a ONG People for Animals indicou que ele mantinha-os em pequenas gaiolas e vendia-os para obter lucro. Após as aves terem sido capturadas, o tribunal de primeira instância devolveu os pássaros para Mohazzim, levando a ONG a apelar da decisão em uma instância superior.
Em outro tribunal foi emitida a decisão de que “esta corte tem a opinião de que realizar o comércio de pássaros é uma violação aos seus direitos. Eles merecem compaixão. Ninguém está se importando se eles foram vítimas de crueldade ou não, apesar de uma lei que diz que as aves têm o direito fundamental de voar e não podem ser engaiolados, e terão de ser soltos no céu. Pássaros têm direitos fundamentais que incluem o direito de viver com dignidade e não podem ser submetidos à crueldade por ninguém, incluindo a reivindicação feita pelo respondente (Mohazzim)”.

As autoridades de Nova Delhi, bem como Mohazzim, foram notificados sobre a decisão do tribunal de sancionar a lei. Esta não é a primeira vez que a Índia age no sentido de reconhecer os animais como seres sencientes com direitos fundamentais. 

O tribunal superior do país baniu os shows com golfinhos cativos em 2013, argumentando que eles têm um alto nível de inteligência que possibilita considerá-los “pessoas não humanas”. A produção de cosméticos testados em animais, o sacrifício de animais em rituais religiosos, o foie gras e as rinhas de cães também são proibidos no país, a fim de proteger os direitos básicos dos animais.


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