domingo, 22 de fevereiro de 2026

Cidade indiana é a primeira a proibir o consumo de carne e os matadouros



Cidade indiana de Palitana se torna a primeira do mundo a proibir o consumo de carne e fechar todos os matadouros

A cidade de Palitana em Gujarat tomou uma decisão que fez manchetes globais.

Líderes locais proibiram a venda de carne dentro dos limites da cidade. Os matadouros foram fechados. Os talhos estavam fechados. A lei também inclui peixes e ovos. Animais não podem ser mortos por comida dentro da cidade.

Essa mudança foi fortemente influenciada por seguidores do Jainismo, uma fé que prega a não violência para com todos os seres vivos. Para muitos moradores, não se tratava de política, mas sim de alinhar a cidade com suas crenças mais profundas.

Palitana é considerada uma cidade sagrada para os jainistas. É o lar de centenas de templos e atrai milhares de peregrinos todos os anos.

Moradores argumentaram que uma cidade santa deveria refletir a compaixão em ação. Eles acreditavam que permitir o abate de animais não correspondia àquela visão.

Nem todos apoiaram a decisão. Vendedores e trabalhadores de carne foram diretamente afetados. Alguns negócios tiveram que fechar, mas outros mudaram o que vendem para sobreviver.

E, assim, a cidade avançou com a aplicação das regras. Com o tempo, Palitana tornou-se amplamente conhecida como a primeira cidade legalmente livre de carne do mundo.

Quer concorde ou discorde, Palitana deu um passo que nenhuma outra cidade tinha dado antes. E foi coerente com sua proposta de não violência.

Que mais cidades no mundo despertem para essa possibilidade! Não precisamos de carne para viver. Os animais, sim, merecem viver e desfrutar de suas vidas. Um mundo de respeito e compaixão é possível!

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Indonésia proíbe passeios de elefante em todo o país

 


Vitória! Indonésia proíbe passeios de elefante em todo o país - um marco para o turismo ético de vida selvagem

O governo indonésio anunciou, oficialmente, a proibição dos passeios de elefante, encerrando uma das práticas mais exploratórias enfrentadas por elefantes em cativeiro.

A medida nacional se aplica a todos os zoológicos, centros de conservação e instalações turísticas, incluindo o Zoológico de Bali, e proíbe o uso de elefantes em atrações de montaria.

A World Animal News há muito denuncia a crueldade por trás dos passeios de elefante. Esses animais são submetidos a treinamentos dolorosos, confinamento e ao esforço constante de carregar pessoas nas costas, apesar de suas colunas não serem feitas para suportar peso excessivo. As condições frequentemente resultam em lesões crônicas e estresse severo.

Fonte Olhar Animal

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Mocidade Independente faz homenagem a Rita Lee, cão Orelha e dispensa adereços de origem animal

A escola de samba carioca (Rio de Janeiro) Mocidade Independente de Padre Miguel fez, no Carnaval 2026, homenagem a Rita Lee, cantora brasileira, defensora dos direitos dos animais, clamando por justiça pelo cãozinho Orelha e dispensando adereços de origem animal em suas fantasias.

A vida de Rita Lee foi marcada pelo ativismo em prol dos animais. E a escola, oportunamente, aproveitou a ocasião para prestar, também, uma homenagem ao cão Orelha, cãozinho comunitário que foi, brutalmente, assassinado por adolescentes e teve o caso divulgado em janeiro deste ano. O ocorrido comoveu o país inteiro, inclusive com repercussão no exterior, que clama por justiça, tendo em vista que os delinquentes são filhos de gente importante e que tem coagido testemunhas e influenciado as investigações.

O amor de Rita Lee pelos animais inspirou a Mocidade Independente de Padre Miguel a dispensar adereços de origem animal em suas fantasias, durante o desfile na Sapucaí, nesta segunda-feira (16/02). As "penas" utilizadas pela escola são, na verdade, um tipo de capim, tingido à mão, um a um. Um processo artesanal que conferiu beleza às fantasias, sem crueldade com animais.

As aves, de diversas espécies, que são, brutalmente, exploradas para as fantasias de Carnaval, têm suas penas arrancadas de si, vivas, uma a uma, ficando em chagas, até que cicatrizem, para que lhes sejam arrancadas novamente. Inúmeras passam por esse tormento, por pura vaidade (des)humana.

A promoção de penas sintéticas ocorreu, também, no mundo da moda, com a estilista Stella McCartney, tendo várias semanas de moda abolido as penas e plumas de origem animal.

O mesmo deveria se aplicar aos travesseiros de pluma de ganso. Cujo processo doloroso e cruel é o mesmo para esses animais.

Que cada vez mais se faça ecoar a defesa dos indefesos animais. Em todas as esferas da sociedade. Sejam os cães e gatos comunitários, os animais explorados para alegorias, vestuário, para o entretenimento, para a tração, em carruagens, rodeios, para testes clínicos e para a alimentação.

Os animais são sujeitos e têm o direito de existir e viver uma vida digna por seus próprios propósitos e não para servir como objeto de exploração, para servir a espécie humana.


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Caso do cão Orelha, um grito por proteção a todos os animais

  


O caso do assassinato brutal do cãozinho Orelha, em SC, comoveu o país inteiro e repercutiu até mesmo no exterior.

Orelha, um cãozinho idoso, dócil, comunitário é a expressão de um serzinho amável, protegido e querido por toda uma comunidade.

O fato de ter sido tão violentamente morto chocou a todos.

São muitos os pontos de reflexão nesse caso:

*Sobre o direito à vida e proteção dos cães comunitários

Cada vez mais tem-se fomentado a ideia de a comunidade amparar cães e gatos que vivem nas ruas. Isso significa que não é porque estão nas ruas que não tem quem olhe por eles. Eles têm casinha, alimento e carinho dos moradores daquele local. Uma guarda compartilhada que atenua o fato de que, diante do número absurdo de animais vivendo nas ruas e outros mais sendo abandonados diariamente, não há lar para todos.

Atentar contra a vida desses anjos é pura crueldade.

O país tem de avançar cada vez mais em projetos de castração em massa, para que menos animais estejam expostos ao abandono e o perigo das ruas.

 

*Sobre o fenômeno de dessensibilização a que os jovens estão expostos na Internet

Assunto recente, mas que ocorre há pelo menos uma década, o ambiente digital é lugar perigoso, mesmo nas plataformas, aparentemente, mais inocentes, com jogos digitais, ali, estão sendo fomentados jogos mortais, em chats (fóruns), que vão desde desafios suicidas até a prática de violência, extrema, com animaizinhos.

Esse é um fenômeno mundial, fortemente, presente na China, onde não há leis de proteção animal, com a produção desse tipo de conteúdo online, que tem sido disseminado por todo o mundo.

Eventualmente, os crimes cometidos no privado, em quartos e banheiros, onde se escondem as fábricas de psicopatas juvenis, extravasa para o mundo real, sendo praticados em praças e parques públicos.

É preciso leis para criminalizar essas plataformas, que permitem esse tipo de conteúdo, e pais vigilantes no que os filhos consomem na Internet.

 

*A reflexão sobre a violência em nossa sociedade

O caso ocorrido com o cãozinho Orelha trouxe à memória outros casos recentes, de ampla repercussão, de animais violentamente mortos, como o caso do cavalo de Bananal que teve as patas decepadas ainda vivo, porque caiu de exaustão.

Lembro que diante da comoção e revolta de todos, o rapaz disse: “Eu não sou um monstro, sou do meio, eu trabalho com gado e cavalos”.

 

E aí está uma importante consideração, incômoda para a maioria!

Se, com razão, nos ressentimos tanto em relação à violência praticada contra um cão, um gato, um cavalo, como somos capazes de tolerar e financiar uma máquina mortífera, a indústria da morte, que “cria” animais, desde o nascimento, com práticas violentas, de apartar das mães, extrair dentes, rabos, parte do bico, castração, TUDO sem anestesia? Para, ainda bebês, seguirem para o matadouro. Sim, na indústria, porcos, bezerros e galinhas são abatidos, em média, com seis meses de vida!

 

ANESTESIADOS ESTAMOS TODOS!

Isso acontece TODOS os dias.

Por você acreditar que alguns animais são pets e outros comida.

TODOS os animais sentem e sofrem da mesma maneira.

Porcos são, cientificamente, mais inteligentes que cães.

Galinhas ronronam assim como os gatos.

Vacas têm vínculos estreitos de amor com seus bezerros.

 

A VIOLÊNCIA, INFELIZMENTE, JÁ ESTÁ INSTITUCIONALIZADA!

ELA FAZ PARTE DA NOSSA SOCIEDADE.

Eventualmente, ela extravasa as paredes dos matadouros e é cometida com pets.

 

E não há argumentos, a carne não é uma necessidade, há proteína nos vegetais.

E não há bem-estarismo que justifique matar um animal que preza pela sua vida e não quer morrer. Não há maneira certa de fazer a coisa errada!

Não, não há Deus no matadouro. Se você o vê ali, não sei quem é o seu Deus!

 

O cachorro protegido no Ocidente é carne pra comer no Oriente.

Mudam as espécies, as culturas. ANIMAIS SÃO TODOS IGUAIS!

 

ENQUANTO A VIOLÊNCIA FIZER PARTE DE NOSSAS ESCOLHAS DIÁRIAS, ESTAMOS FADADOS AO FRACASSO, NÃO SÓ COMO COMO COMUNIDADE, SOCIEDADE, MAS COMO HUMANIDADE.

TODOS OS PRECONCEITOS DECORREM DA IDEIA DE QUE ALGUNS SÃO MELHORES QUE OUTROS. E QUE, POR ISSO, SE TEM AUTORIDADE E PODER PARA SUBJUGAR OS CONSIDERADOS INFERIORES.

É PRECISO RETIRAR A VIOLÊNCIA DO PRATO E ENSINAR AS CRIANÇAS A RESPEITAR OS ANIMAIS. A VIDA HUMANA E ANIMAL, EM TODAS AS SUAS FORMAS.


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

A gripe aviária está acabando com os elefantes marinhos na Antártida

 


A gripe aviária (H5N1) está provocando um grande desastre no sul do mundo. Na ilha Geórgia do Sul, quase metade das fêmeas de elefante-marinho desapareceu devido a este vírus mortal.

Isso significa que cerca de 53.000 exemplares dessa espécie foram perdidos. Como esta ilha abriga a maior colônia do mundo, uma perda tão significativa representa uma séria ameaça.

Os cientistas temem que esta doença contagiosa altere completamente o delicado equilíbrio da vida animal na Antártida.


Nota do Blog: doenças zoonóticas como a gripe aviária são decorrência da atividade de exploração animal, onde milhares de aves são mantidas em confinamento, em ambiente insalubre, privadas de seu habitat natural e expostas ao contágio de doenças.

Além de sacrificar inúmeras galinhas que são, recorrentemente mortas, na tentativa de conter o vírus da gripe aviária, esse é um perigo real de saúde pública, inclusive humana, tendo em vista que ele migra para outras espécies, como os mamíferos. Como é o caso dos elefantes marinhos, dentre outras espécies.

Suas escolhas alimentares podem sacrificar animais considerados de produção como, também, animais selvagens, rompendo com ciclos sutis de equilíbrio da natureza.

Faça escolhas alimentares à base de vegetais e poupe vidas animais, sua saúde e a natureza. 


Dizy Ayala

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Nova Zelândia cultiva “lã sem ovelhas” a partir de queratina fermentada em levedura


LABORATÓRIOS DA NOVA ZELÂNDIA CULTIVAM "LÃ SEM OVELHAS" A PARTIR DE QUERATINA FERMENTADA EM LEVEDURA, POUPANDO 30 MILHÕES DE OVELHAS DA TOSA

Na Nova Zelândia, cientistas estão revolucionando o futuro dos tecidos com uma criação surpreendente: uma "lã sem ovelhas", produzida a partir de queratina cultivada em leveduras.

Essa descoberta biotecnológica pode mudar para sempre a indústria da moda, poupando milhões de animais da tosa e reduzindo o impacto ambiental causado pela pecuária tradicional.

O processo é engenhoso, pesquisadores modificam geneticamente micro-organismos para que eles passem a produzir queratina, a mesma proteína que compõe os pelos e cabelos dos animais. Essa queratina é então purificada, fiada e transformada em um tecido macio, quente e resistente, praticamente idêntico à lã natural.

O impacto positivo é enorme: estima-se que a inovação possa salvar cerca de 30 milhões de ovelhas por ano, além de diminuir o uso de terras, água e energia, tornando a produção têxtil muito mais sustentável.

Mais do que uma invenção científica, essa "lã sintética viva" simboliza uma nova era, em que a inteligência humana e a biotecnologia se unem para criar materiais éticos, regenerativos e inspirados na própria natureza. 

Dizy Ayala

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Canadá constrói passarelas para animais atravessarem rodovias em segurança

 


O Canadá está construindo pontes de vida selvagem para que os animais possam atravessar rodovias com segurança.

Essas estruturas, conhecidas como "ecodutos" ou "wildlife crossings", são cobertas por vegetação e projetadas para se integrar ao ambiente natural, permitindo que ursos, alces, veados, linces e outros animais façam a travessia sem risco de acidentes.

Além de reduzir colisões entre veículos e animais, essas passagens ajudam a manter os ecossistemas conectados, permitindo que espécies se desloquem em busca de alimento, parceiros e novos habitats.

Esse tipo de iniciativa já se mostrou eficaz em lugares como o Parque Nacional de Banff, em Alberta, onde as pontes e túneis para a fauna reduziram drasticamente o número de atropelamentos e aumentaram a preservação da biodiversidade local.


Dizy Ayala

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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Portugal irá abrir o primeiro grande santuário de elefantes da Europa


 

Um projeto inédito está sendo criado no Alentejo, em Portugal: o primeiro grande santuário da Europa para elefantes.

A iniciativa é da organização sem fins lucrativos Pangea (@pangea_trust), que adquiriu 402 hectares entre Vila Viçosa e Alandroal, para receber animais provenientes de zoológicos e circos europeus.

Os primeiros abrigos e recintos devem ficar prontos até o final deste ano e o objetivo é oferecer condições adequadas para elefantes idosos ou com longo histórico de confinamento, em um ambiente amplo e livre de exploração comercial.

Estima-se que cerca de 600 elefantes ainda sejam explorados em cativeiro na Europa. Muitos passaram décadas em espaços minúsculos, sem ter suas necessidades básicas atendidas.

A primeira residente será Kariba, uma elefanta capturada ainda filhote no Zimbábue em 1984 e mantida em diversos zoológicos ao longo de 40 anos.

Desde 2012, ela vive na Bélgica e, após a morte da única companheira de recinto, em 2022, permanece sozinha.

Sua chegada ao Alentejo está prevista para o início de 2026, onde receberá cuidados contínuos e terá contato com outros elefantes, algo essencial para a espécie.

O santuário não será aberto ao público, medida considerada necessária pela Pangea para garantir tranquilidade aos animais. Ainda assim, estão previstas ações educativas voltadas para escolas e para a comunidade local.

A expectativa é que, no futuro, entre 20 e 30 elefantes possam ser recebidos, dependendo de estudos de bem-estar e da capacidade do habitat.

Imagens: Pangea Trust (esquerda) e Eurogroup for Animals (direita).


Dizy Ayala

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