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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Nova Zelândia cultiva “lã sem ovelhas” a partir de queratina fermentada em levedura


LABORATÓRIOS DA NOVA ZELÂNDIA CULTIVAM "LÃ SEM OVELHAS" A PARTIR DE QUERATINA FERMENTADA EM LEVEDURA, POUPANDO 30 MILHÕES DE OVELHAS DA TOSA

Na Nova Zelândia, cientistas estão revolucionando o futuro dos tecidos com uma criação surpreendente: uma "lã sem ovelhas", produzida a partir de queratina cultivada em leveduras.

Essa descoberta biotecnológica pode mudar para sempre a indústria da moda, poupando milhões de animais da tosa e reduzindo o impacto ambiental causado pela pecuária tradicional.

O processo é engenhoso, pesquisadores modificam geneticamente micro-organismos para que eles passem a produzir queratina, a mesma proteína que compõe os pelos e cabelos dos animais. Essa queratina é então purificada, fiada e transformada em um tecido macio, quente e resistente, praticamente idêntico à lã natural.

O impacto positivo é enorme: estima-se que a inovação possa salvar cerca de 30 milhões de ovelhas por ano, além de diminuir o uso de terras, água e energia, tornando a produção têxtil muito mais sustentável.

Mais do que uma invenção científica, essa "lã sintética viva" simboliza uma nova era, em que a inteligência humana e a biotecnologia se unem para criar materiais éticos, regenerativos e inspirados na própria natureza. 

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

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Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

sexta-feira, 14 de março de 2025

Governo da Nova Zelândia proíbe corridas de galgos a partir de 2026

 


A indústria neozelandesa de corridas de galgos é criticada há muito tempo por não fazer o suficiente para proteger o bem-estar dos animais.

"Embora estejam a morrer menos cães, as taxas de lesões, ainda que tenham diminuído ligeiramente, estabilizaram e permanecem inaceitavelmente elevadas", afirmou o Ministro das Corridas, Winston Peters, num comunicado.

A Nova Zelândia, juntamente com os EUA, a Irlanda, a Austrália e a Grã-Bretanha, é um dos únicos cinco países onde as corridas de galgos comerciais ainda são permitidas.

No próximo ano, o executivo neozelandês vai apresentar nova legislação para alterar a existente e proibir as corridas de galgos, afirmou o ministro.

Vale mencionar que foi nomeado um comitê consultivo para gerenciar a adoção de 2.900 cães de corrida do país e o governo neozelandês trabalhará em colaboração com grupos de bem-estar animal para apoiar isso, segundo informado Winston Peters.


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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quinta-feira, 24 de agosto de 2023

Nova Zelândia é o primeiro país a proibir sacolas plásticas

 


Em 2019, a Nova Zelândia começou a banir sacolas plásticas em seus supermercados. Agora a proibição é estendida para os saquinhos plásticos finos usados para pesar frutas e vegetais.

 

Ainda que medidas semelhantes já tenham sido adotadas em diversas cidades e estados, é a primeira vez que um país inteiro proíbe o uso de sacolas plásticas.

 

Outro ponto interessante da iniciativa governamental é não se restringir aos sacos comuns: também foram proibidos os plásticos biodegradáveis e alternativos à base de plantas. Logo, os clientes deverão portar sacolas de malha, papel ou lona para transportar seus produtos - o foco é incentivar o uso de sacolas reutilizáveis.

 

A medida integra uma campanha mais ampla do governo contra os plásticos descartáveis, que inclui vários outros produtos, como a produção, venda e distribuição de pratos, tigelas e talheres descartáveis. Além disso, o setor hospitalar agora só poderá fornecer canudos descartáveis de plástico para pessoas com deficiência ou requisitos específicos de saúde. A mesma exceção é válida para a venda em farmácias ou outros locais de serviços de saúde.

 

O que você acha de uma medida assim aqui no Brasil?

Enquanto isso não acontece, podemos começar a mudança repensando nossas escolhas e eliminando o plástico descartável da nossa rotina.

 

Fonte: Ciclo Vivo

 

Nota do Blog: Eu, particularmente, sou a favor da substituição do plástico comum (derivado do petróleo) por plásticos à base de plantas. Não há como repassar apenas ao consumidor essa responsabilidade. E, especialmente, para o envase de líquidos, como sucos e refrigerantes, seguimos precisando de vasilhas para acondicioná-los.

 

Sem esquecer que a maior empresa poluidora dos oceanos é a Coca Cola. E que colocar vasilhas de vidro de volta aos mercados não é a melhor solução, tendo em vista que facilmente se quebra, não é biodegradável e sua reciclagem é em escala muito pequena.

 

Ou seja, alternativas ecológicas ao plástico ainda são a melhor alternativa para embalar, alimentos, bebidas, produtos de higiene, limpeza e cosméticos. Há muitos produtos que não tem como chegar até o consumidor sem que estejam previamente embalados.

 

Cabe ao consumidor evitar as sacolas plásticas, mas cabe também às grandes empresas a substituição de embalagens de plástico por alternativas biodegradáveis. Isso já é feito por algumas, é preciso expandir! Precisamos preservar nossos oceanos e vida marinha!

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Exportação de animais vivos fica proibida na Nova Zelândia a partir de abril de 2023

 



A Nova Zelândia anunciou que as exportações de animais vivos estarão proibidas a partir de abril 2023.

 

No ano passado, 134.722 bovinos foram exportados da Nova Zelândia. A cada ano, em todo o mundo, 11 milhões de animais são confinados em navios e transportados por longas distâncias para serem mortos em outros países.

 

Além do estresse do ambiente desconhecido, das temperaturas elevadas e do balanço constante dos navios, eles são obrigados a viver por semanas em espaços apertados e tendo que deitar sobre as próprias fezes e urina.

 

A ONG Mercy for Animals realizou o documentário "Exportação Vergonha", narrado por Luisa Mell, que mostra a crueldade que passam esses animais.

 

O Brasil é um dos grandes responsáveis por isso continuar acontecendo. Ao longo da última década (2012-2021), o país exportou, por via marítima, em torno de 2,6 milhões de bovinos vivos, quantidade inferior apenas à exportada pela Austrália.


Dizy Ayala

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quarta-feira, 29 de julho de 2020

Nova Zelândia reconhece legalmente todos os animais como seres sencientes



A Nova Zelândia reconhece legalmente o que todo defensor dos animais já sabe, que todos os animais são seres sencientes e tem sentimentos como eu e você.

A decisão se estendeu a todos os animais, não apenas a cães, gatos, símios e golfinhos.

O Projeto de Emenda ao Bem-Estar Animal, aprovado em maio de 2015, estipula que, agora, é necessário "reconhecer os animais como sencientes" e que seus tutores devem "atender adequadamente ao bem-estar desses animais". Ou seja, os animais devem ser tratados de maneira que não lhes sejam causados dor e angústia.

"Dizer que os animais são sencientes é afirmar explicitamente que podem experimentar emoções positivas e negativas, incluindo dor e angústia, disse a Dra. Virgínia Williams, presidente do Comitê Consultivo Nacional de Ética Animal, de acordo com o animalequality.net

Quaisquer animais podem igualmente sentir dor física e psicológica assim como os humanos. Aliás, os animais também são conscientes, eles tem consciência de si e do seu entorno. O que existe são diferentes níveis de consciência.

Também a França modificou sua legislação, recentemente, conferindo aos animais o status de seres sencientes, ou seja, retirando-os definitivamente da condição de coisa. Alguns países como a Alemanha, Suíça e Áustria já fizeram constar em seus textos legais que animais não são objetos.


Link do artigo de lei aqui 

Dizy Ayala

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Conheça mais sobre o movimento que mais cresce no mundo e faça escolhas conscientes! Por sua saúde, pela preservação do meio ambiente e por compaixão aos animais.