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segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Até 2030, Holanda quer se tornar o primeiro país vegano no mundo

Após receber um relatório do Conselho de Meio Ambiente e Infraestrutura do país, o governo holandês quer fazer uma revolução e mudar drasticamente a alimentação da população.

 

O primeiro objetivo é que ao menos 60% da alimentação seja de proteínas à base de plantas, com o objetivo de combater as mudanças climáticas e melhorar a saúde da população.

 

A indústria da carne é uma das maiores vilãs quando falamos em sustentabilidade. Poluição do ar, perda da biodiversidade, desperdício e o esgotamento da água, tudo isso já está acontecendo, de forma cada vez mais acelerada, e a Holanda já quer se antecipar para o que é praticamente inevitável se quisermos viver na Terra e também as próximas gerações.

 

Para que essa mudança seja feita, a ideia do governo holandês é unir o fazendeiro, a indústria de alimentos, o varejo e os consumidores em uma verdadeira coalizão, com o objetivo de mudar a alimentação de todo o país.

 

O objetivo é o de que, até o ano de 2030, a população mude sua dieta para uma alimentação vegana.

 

Via veguiaoficial 

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

segunda-feira, 19 de junho de 2023

Criador de porcos entrega animais a santuário e passa a cultivar vegetais, na África do Sul


O santuário de animais Greyton, localizado próximo à Cidade do Cabo, anunciou que está trabalhando para ajudar um antigo criador de porcos a transformar sua fazenda em uma plantação de vegetais e flores.

 

O fazendeiro entregou ao santuário as duas últimas porcas que mantinha e assinou um contrato afirmando que nunca mais criará animais.

 

Elize e Sophie, as porquinhas, foram resgatadas de uma situação triste a que nunca deveriam ter sido submetidas. Agora, elas só conhecerão o amor e a segurança pelo resto de suas vidas, podendo desfrutar de muitas frutas frescas, brincadeiras na lama e convívio com outros animais.

 

Através do programa "Pigs to Plants", criado pelo santuário, já foi possível salvar a vida de muitos animais e, também, transformar a vida de diversas famílias.

 

O fazendeiro ficou muito contente com a mudança, de maneira que iniciativas como essa podem impulsionar pessoas que estão dispostas a evoluir para uma economia compassiva, quando recebem ajuda e suporte.

 

Fonte: Carne Nunca Mais 

 Dizy Ayala

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segunda-feira, 3 de abril de 2023

Conselho da cidade de Oxford bane carne e passa a usar alimentação à base de plantas

 


O conselho da cidade de Oxford votou, por unanimidade, a favor de servir apenas alimentos à base de plantas em eventos internos.


A vereadora do Partido Trabalhista, Paula Dunne, propôs a moção, que foi apresentada devido a preocupações ambientais.  


“No Reino Unido, comemos duas vezes mais carne e laticínios do que a média global, o que não é sustentável em um planeta finito, pois não há terra suficiente no mundo para atender a essa demanda”, disse Dunne. 


“A taxa em que estamos comendo carne e laticínios é a principal causa da extinção de espécies modernas”. 


O Conselho da Cidade de Oxford segue os passos do Conselho do Condado de Oxford, que apresentou uma moção semelhante, proposta pelo Conselheiro do Partido Verde, Ian Middleton, em 2021. 


“Este Conselho reconhece que a produção de carne e laticínios contribui, significativamente, para as emissões de gases de efeito estufa e o desmatamento global, e que a redução do consumo desses alimentos é uma parte fundamental do combate às mudanças climáticas e da melhoria dos resultados de saúde”.


Nota do Blog:

Cabe ressaltar que a opção por uma alimentação à base de plantas é uma equação ganha-ganha, onde todos saem ganhando, pessoas, o planeta e os animais.

 Dizy Ayala

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segunda-feira, 20 de março de 2023

Universidade de Cambridge vota a favor da transição baseada em plantas

 


Estudantes de Cambridge votaram a favor do início das negociações para remover todos os produtos de origem animal de seus serviços de alimentação.

 

A moção foi proposta pelos organizadores da campanha Plant Based Universities (PBU). A iniciativa exige uma alimentação "sustentável e 100% vegetal" nos cafés universitários por razões ambientais.

 

Em votação realizada em 20 de fevereiro deste ano, 72% dos representantes estudantis, sem abstenção, votaram a favor da moção. A PBU Cambridge, apoiada pelo sindicato estudantil de Cambridge, agora entrará em diálogo com os Serviços de Catering da Universidade. Eles esperam chegar a um plano para fazer a transição dos cafés universitários para longe dos produtos de origem animal o mais rápido possível.

 

"A campanha Plant Based Universities foi criada como uma resposta direta a um enorme ponto cego na sustentabilidade universitária: sua alimentação", disse o co-fundador da campanha, Nathan McGovern, ao Plant Based News (PBN).

 

"Particularmente em Cambridge, uma instituição líder mundial, esta decisão foi tomada como um sinal claro de que os tempos estão mudando e os jovens estão tomando as medidas necessárias".

 

A Universidade de Cambridge é uma das universidades mais prestigiadas do mundo. Acredita-se que haja cerca de 24.000 alunos matriculados atualmente. A maioria dos estudantes que votaram foi a favor de um impulso à base de plantas.

 

No passado, a universidade removeu cordeiro e carne bovina de seus cardápios em meio a preocupações ambientais. Desde então, a Plant Based Universities elogiou sua decisão de dar o próximo "passo necessário".

 

Faculdades reprimem a carne

 

A Universidade de Cambridge não é a primeira instalação educacional no Reino Unido a adotar uma alimentação baseada em vegetais.

 

Em novembro do ano passado, o sindicato estudantil da Universidade de Stirling, na Escócia, anunciou que removeria todos os produtos de origem animal de suas lojas de alimentos até 2025. Essa decisão também veio após uma campanha da Plant Based Universities.

 

O custo ambiental da carne

 

A pecuária é uma das indústrias mais destrutivas que existem. É uma das principais causas de perda de biodiversidade e desmatamento e, também, é responsável por pelo menos 14.5% das emissões globais de gases de efeito estufa (embora algumas estimativas coloquem esse número muito mais alto).

 

Vários estudos descobriram que uma mudança para um sistema alimentar baseado em vegetais é essencial para evitar o colapso climático. Isso demanda uma compreensão por parte da população de quão críticas são nossas dietas.

 

Fonte: Plant Based News 

 Dizy Ayala

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quarta-feira, 19 de outubro de 2022

Empresa reutiliza redes de pesca para produzir móveis sustentáveis



Muitas são as ameaças que afetam as populações de animais marinhos: lixo, iluminação nas praias, ocupação desordenada do litoral, mas a principal ameaça é a pesca.

 

Diversas áreas de pesca interagem e matam animais marinhos, assim como as redes fantasmas, equipamentos de pesca perdidos ou descartados incorretamente que continuam no mar, causando dano a diversas espécies.

 

Consciente desta problemática, a marca brasileira Eco Flame Garden decidiu criar uma coleção de pufes reaproveitando redes de pesca.

 

A marca é especializada no desenvolvimento de mobiliários para áreas externas. Tais como lareiras, espreguiçadeira e pufes para jardim.

 

É justamente este último item que ganhou uma linha especial: uma porcentagem do enchimento dos assentos é fabricada com redes de pesca abandonadas ou perdidas no mar.

 

Segundo o Greenpeace, as redes correspondem a mais de 85% do lixo plástico nos oceanos.

 

Para produzir os pufes, as redes são retiradas do mar por ONGS parceiras, trituradas e confeccionadas para servirem de preenchimento.

 

A cada pufe vendido da coleção, 5% do faturamento é destinado ao Projeto Tamar.

 

Em paralelo, a marca se comprometeu a revitalizar o mirante e o bar do complexo Tamar na Praia do Forte.

Fonte: Yahoo / Ciclo vivo.

Imagens: Divulgação - Eco Flame Garden


Nota do Blog: Definitivamente, a melhor maneira de preservar os peixes é não comê-los. Não haverá redes de pesca no mar se não houver a captura de animais marinhos para alimentação. 

Outra questão fundamental é fazer o descarte adequado de plástico para reciclagem. 

E fundamental é o comprometimento de empresas para substituir embalagens de plástico por embalagens biodegradáveis. 

Há diversas alternativas de "plástico" como, por exemplo, a fibra do coco, da cana-de-açúcar, o bagaço de frutas como a laranja e o maracujá, dentre outros. Isso pra ontem! 

Não há como reciclar todo o plástico já existente no planeta, é preciso parar de produzir.

Dizy Ayala

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quinta-feira, 18 de março de 2021

Campanha Agro é Pop apresenta carne vegetal como alternativa alimentar e opção rentável para produtor agrícola

 


Campanha Agro é Pop apresenta carne vegetal como alternativa alimentar e opção rentável para produtor agrícola

Assista o vídeo aqui


Conforme a redação do comercial: 

A carne vegetal permite ao produtor agrícola conquistar novos espaços.

 

Ela é uma opção de alimento para quem precisa (deseja) substituir a proteína animal ou para variar o cardápio.

 

Com ela, um hambúrguer, por exemplo, pode ser feito com grão-de-bico, ervilha, proteína de soja e beterraba, para dar a cor vermelha.

 

A carne de soja tem mais de 50% de proteína.

A ervilha e a beterraba têm fibras e sais minerais.

Já o grão-de-bico é rico em potássio e fósforo.

 

Carne vegetal vem do campo.

Carne vegetal é Agro.

 

Nota do Blog: o fato de essa propaganda ser lançada no horário nobre da emissora Rede Globo, no intervalo comercial do Jornal Nacional, na campanha Agro é Pop, carro chefe da emissora, reconhece, enfim, a carne vegetal como uma alternativa alimentar e o potencial econômico contido em sua produção.

 

Também, por conta de sua audiência, expõe a opção por carne vegetal para um maior número de pessoas, apresentando seus benefícios como fonte de proteína.

 

Convém, ainda, salientar os aspectos intrínsecos a essa produção, que são a sustentabilidade e o fim da cruel exploração e desnecessária morte de animais.


Confira top 10 de receitas de burgers vegetais no link

http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com/2018/01/top-list-burgers-vegetais.html


Dizy Ayala

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Governo da Espanha libera recursos para produção de carne vegetal impressa em 3D

 

“Com esse investimento, poderemos acelerar o lançamento de nossa tecnologia que vai além das impressoras em 3D, produzindo milhares de quilos de cortes de carne vegetal por hora com máquinas industriais de microextrusão”, anunciou o diretor de desenvolvimento de negócios da Nova Meat, Alexandre Campos.

 

A empresa de alimentos espanhola Nova Meat comemorou a liberação de um valor equivalente a pouco mais de R$ 1,6 milhão por parte do governo espanhol para ampliar sua produção de carne impressa em 3D.

 

“Se quisermos acelerar a transição para um sistema de abastecimento alimentar sustentável e ético, as carnes à base de vegetais não podem ser apenas tão boas quanto as dos animais, elas devem proporcionar uma experiência sensorial superior e benefícios nutricionais”, declarou o fundador e CEO da NovaMeat, Dr. Giuseppe Scionti.

E acrescentou: “Para os consumidores, o fato de serem melhores para o meio ambiente e para o bem-estar animal deve ser um diferencial”.

As carnes vegetais da empresa têm sido criadas a partir de proteínas de ervilha, arroz e algas e não são se limitam a substituir a carne bovina, mas também de porco e salmão. O objetivo é disponibilizar produtos que desestimulem o consumo de alimentos de origem animal e o direcionar para uma alternativa sustentável e amiga dos animais.

Inclusive, a meta é também licenciar a tecnologia para que os produtos sejam fornecidos para empresas alimentícias que queiram revendê-los sob suas próprias marcas.

Dizy Ayala

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