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segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Até 2030, Holanda quer se tornar o primeiro país vegano no mundo

Após receber um relatório do Conselho de Meio Ambiente e Infraestrutura do país, o governo holandês quer fazer uma revolução e mudar drasticamente a alimentação da população.

 

O primeiro objetivo é que ao menos 60% da alimentação seja de proteínas à base de plantas, com o objetivo de combater as mudanças climáticas e melhorar a saúde da população.

 

A indústria da carne é uma das maiores vilãs quando falamos em sustentabilidade. Poluição do ar, perda da biodiversidade, desperdício e o esgotamento da água, tudo isso já está acontecendo, de forma cada vez mais acelerada, e a Holanda já quer se antecipar para o que é praticamente inevitável se quisermos viver na Terra e também as próximas gerações.

 

Para que essa mudança seja feita, a ideia do governo holandês é unir o fazendeiro, a indústria de alimentos, o varejo e os consumidores em uma verdadeira coalizão, com o objetivo de mudar a alimentação de todo o país.

 

O objetivo é o de que, até o ano de 2030, a população mude sua dieta para uma alimentação vegana.

 

Via veguiaoficial 

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
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segunda-feira, 10 de abril de 2023

Primeira Escola Vegana de Uganda conquista o Prêmio Internacional de Compaixão


Três crianças da Escola Comunitária Atlas, de Uganda, na África Oriental, segurando seu prêmio vegano TeachKind

Alunos comemoram o reconhecimento de sua escola por seus esforços compassivos.

Alfabetização, matemática e bondade são ensinados em igual medida na escola única, Atlas Community School, em Uganda, na África Oriental, que recebeu o prêmio TeachKind Compassionate School.


A divisão de educação humana da organização de direitos dos animais PETA, TeachKind , foi criada para ajudar a promover bondade e anti-especismo para crianças. E faz isso por meio de aconselhamento gratuito, recursos e apresentações que podem ser usados ​​nas escolas.

 

Construída no distrito de Kassanda, pela instituição de caridade LUV4ALL, a escola primária Atlas foi reconhecida por defender os valores veganos. Uma referência particular foi dada ao fornecimento de um menu totalmente vegano e exemplos claros de antiespecismo sendo ensinados.

 

Além do certificado, a escola recebeu uma série de livros sobre temas de bondade e empatia com os animais e uma doação de $ 1.000.

 

“Este é um presente de Deus e seremos capazes de fazer muito com isso”, disse um porta-voz da Atlas Community School.

 

“Os fundos tão necessários irão para os custos de funcionamento da escola e os materiais de ensino ajudarão não apenas os alunos do Atlas, mas, também, aqueles que frequentam as outras escolas que visitamos, como parte de nosso programa de divulgação vegana”.

 

Além de ser reconhecida pela PETA, a Atlas School recebeu uma mini-bolsa de um membro da organização de proteção animal.

 

Em Defesa dos Animais (IDA) deu à instalação $ 250 por seus esforços contínuos para apoiar os direitos dos animais e por nutrir as crianças na criação um mundo compassivo.

 

A doação foi alocada como parte do Mês de Apreciação de Ativistas da IDA 2023, que é realizado anualmente, ao longo de fevereiro.

 

A necessidade do veganismo em Uganda

 

De acordo com a Vegan Atlas School, problemas de saúde, devido a complicações após comer carne, são comuns em Uganda.

 

De modo que tênias e outras infecções zoonóticas, incluindo a brucelose (provocada pela ingestão de laticínios não pasteurizados), fazem parte da vida cotidiana. Assim sendo, a escola pretende educar as gerações mais jovens sobre como comer de forma saudável.

 

“Ano após ano, temos que enfrentar novas doenças infecciosas emergentes, por causa da prática, geradora de doenças, de criar, confinar e matar escravos animais”, diz o site da escola.

 

“Se não conseguirmos que as pessoas – não apenas nossa própria comunidade, mas o mundo inteiro – entendam que a pecuária deve ser abolida, essas crises nunca terminarão. E vão piorar”.

 

Fonte @plantbasednews 

 Dizy Ayala

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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Relatório da ONU alerta que 70% das doenças que infectam seres humanos derivam de alimentos de origem animal




Relatório da ONU alerta que 70% das doenças que infectam seres humanos derivam de alimentos de origem animal



Cerca de 70% das novas doenças que infectaram os seres humanos nas últimas décadas têm origem animal, afirma a agência alimentar das Nações Unidas, alertando que está se tornando mais comum que doenças mudem de espécies e se espalhem na população, em meio ao crescimento das cadeias de agricultura e de abastecimento alimentar.

A expansão contínua das terras agrícolas em áreas selvagens, juntamente com um ‘boom’ mundial da produção animal, significa que “o gado e os animais selvagens estão mais em contato uns com os outros, e nós mesmos estamos mais em contato com os animais do que nunca”, disse Ren Wang, diretor-geral assistente da área de agricultura e defesa do consumidor da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).



“Não podemos lidar com a saúde humana, a saúde animal e a saúde do ecossistema de forma isolada, temos de olhar para eles juntos, e abordar os condutores de surgimento de doenças, persistência e propagação, ao invés de simplesmente correr atrás das doenças depois que elas emergem”, acrescentou.

De acordo com o relatório ‘Pecuária Global: Mudando as Paisagens das Doenças’, é necessária uma nova abordagem – mais holística – para a gestão de ameaças de doenças.

O relatório busca entender como as mudanças na forma como os humanos criam e comercializam animais têm afetado o modo como as doenças surgem e se espalham.

A globalização e as mudanças climáticas estão redistribuindo patógenos, vetores e hospedeiros, e os riscos de pandemia para os seres humanos causada por patógenos de origem animal são uma grande preocupação. Ao mesmo tempo, os riscos de segurança alimentar e resistência aos antibióticos estão aumentando em todo o mundo, diz a agência da ONU.

fonte:
http://www.revistaforum.com.br/blog/2013/12/cerca-de-70-de-novas-doencas-que-infectam-seres-humanos-tem-origem-animal-alerta-onu/#respond

Dizy Ayala

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terça-feira, 31 de julho de 2018

Alimentação vegana e a complementação protéica


Alimentação vegana e a complementação protéica

É fácil reunir proteínas quando ingerirmos diferentes tipos de proteínas de origem vegetal ao mesmo tempo. Esse princípio é chamado de “complementaridade protéica”, Não é preciso saber muito acerca de nutrição para aplicá-lo. O agricultor que come seu feijão ou lentilha com arroz ou milho está praticando a complementaridade protéica. O mesmo está fazendo a mãe que dá ao filho um sanduíche com manteiga de amendoim e pão de farinha de trigo integral - uma combinação de amendoim e trigo, os quais contêm, ambos, proteína. 

As diferentes formas de proteína nos diferentes alimentos combinam-se de tal maneira que o organismo absorve mais proteína se forem ingeridas juntas do que se o fossem em separado. Entretanto, mesmo sem o efeito da complementaridade de combinar diferentes proteínas, a maioria dos alimentos de origem vegetal que ingerimos - não só nozes, ervilhas e feijões, mas também trigo, arroz e batatas - contêm proteína em quantidade suficiente para fornecer ao nosso organismo as proteínas das quais ele precisa. Quando evitamos “junk food ”, comidas ricas em açúcar e gordura e nada mais, a única maneira de não conseguirmos ingerir proteínas em quantidade que baste é se nossa dieta for insuficiente em calorias.

A proteína bem como os demais nutrientes podem todos ser facilmente obtidos de uma alimentação vegetariana sem qualquer cuidado especial. Os vegans, que não ingerem nenhum tipo de alimento de origem animal, precisam prestar atenção em um, e apenas um, nutriente necessário, que não está normalmente disponível em alimentos de origem vegetal, a vitamina B12. Ela que pode ser obtida de alguns tipos de algas marinhas, a partir de molho de soja feito pelo método japonês tradicional de fermentação, ou de tempê, um produto fermentado de soja, usado em algumas partes da Ásia e encontrado, com frequência, em lojas de produtos naturais no ocidente. Também é possível que seja produzida por microorganismos nos intestinos. 

Estudos de vegans que não tomaram nenhum suplemento de B12 por muitos anos mostram que, em seus níveis sanguíneos, essa vitamina ainda se encontra dentro da taxa normal. No entanto, para evitar-se alguma deficiência, com certeza, tomar vitamina B12 em cápsulas é simples e não dispendioso. A B12 contida nessas  cápsulas é obtida de bactérias cultivadas em alimentos de origem vegetal. Estudos com filhos de famílias vegans mostram que eles se desenvolvem normalmente com uma dieta vegan suplementada por B12, sem ingerir qualquer alimento de origem animal depois de desmamados.

trecho extraído do livro Libertação Animal de Peter Singer. 
ed. rev. - Porto Alegre, São Paulo: Lugano; 2004, (p. 206-207).


Dizy Ayala

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domingo, 10 de junho de 2018

Google faz agrado aos veganos ao retirar ovos de emoji de salada


Google faz agrado aos veganos ao retirar ovos de emoji de salada


O Android P, em sua nova versão do sistema operacional do Google, irá fazer um agrado aos veganos: a imagem animada da salada não terá mais ovo. 

A alteração foi comentada por Jennifer Daniel, gerente de experiência do Google: “Nós removemos o ovo [do emoji], tornando-o  uma salada vegana , mais inclusiva”, escreveu em seu perfil no Twitter.

A alteração foi incluída na segunda versão de testes do Android P, liberada durante o Google I/O, na conferência da empresa para desenvolvedores.
Segundo Jennifer, a exclusão do ovo seria uma “evidência” da “grande discussão sobre inclusão e diversidade no Google”.

Os adeptos ao veganismo não consomem qualquer alimento ou produto que tenha origem animal.

Depois da repercussão, Jennifer fez uma retificação e disse que a alteração foi feita para alinhar o conjunto de emojis do Android com as regras estabelecidas pela Unicode Consortium, o grupo de empresas que estabelece uma padronização para caracteres, símbolos, números e emojis usados em plataformas conectados. Elas valem para redes sociais, sistemas operacionais e aplicativos, como os de bate-papo.

“Alô, carnívoros, veganos e todo mundo entre uma coisa e outra. Fique claro que o objetivo do redesenho do emoji de salada foi criar uma imagem mais fiel à descrição da Unicode”, afirmou a gerente.

Durante o Google I/O, o presidente-executivo da empresa, Sundar Pichai, já havia feito piada com os emojis do Android. Em tom de chacota, ele anunciou que uma das grandes mudanças da nova versão do sistema seria a correção do emoji do chope.

Por G1
Sessão Economia/Tecnologia

Dizy Ayala

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domingo, 20 de maio de 2018

Pesquisa Ibope aponta que 14% dos brasileiros declaram ser vegetarianos


Pesquisa Ibope aponta que 14% dos brasileiros declaram ser vegetarianos
Levantamento pedido pela SBV revela que cerca de 22 milhões afirmam ‘sou vegetariano’; dentre as motivações estão a preocupação ambiental, saúde e exploração animal.
Conforme matéria de Priscila Mengue, de O Estado de São Paulo 
 Hippie pós-moderno? Comedor de alface? O perfil do vegetariano ultrapassou os estereótipos das últimas décadas e hoje atrai de adeptos da alimentação natural até quem não dispensa junk food.
Nova pesquisa Ibope Inteligência aponta que 14% dos brasileiros com mais de 16 anos – cerca de 22 milhões de pessoas – concordam parcial (6%) ou totalmente (8%) com a afirmação “sou vegetariano”. 
Na mesma tendência, estudo da Kantar Ibope Media aponta que, de 2012 até o ano passado, cresceu de 8% para 12% o total de adultos (de 18 a 75 anos) que se declaram vegetarianos nas Regiões Sul e Sudeste do País e nas áreas metropolitanas de Salvador, Recife, Fortaleza e Brasília. “Deixou de ser uma escolha restrita a um grupo. Hoje toda família tem um vegetariano, um vegano”, diz Cynthia Schuck, coordenadora da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB). 
Para ela, mesmo que nem todos sigam o vegetarianismo de forma estrita (sem nenhum ingrediente animal), se reconhecer como tal é positivo. “São pessoas que se identificam e estão no caminho. E, para o mercado, já é um público que conta”.
Professora do Departamento de Sociologia e Política da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Juliana Abonizio aponta que a religião foi o motivo predominante décadas atrás, enquanto hoje cresce a motivação ambiental, por saúde ou por não concordar com a exploração animal. “Tem gente que começa pela saúde e depois vira militante”.

O movimento ganhou força na internet, especialmente nas redes sociais. A estudante de Letras Leonora Vitória, de 18 anos, aderiu ao ovolactovegetarianismo após assistir filmes que envolvem o tema, como a ficção Okja, da Netflix. “No princípio eu não sabia o que consumir e como fazer. Procurei grupos no Facebook, receitas na internet e fui me virando”.

O vegetarianismo “saiu do obscurantismo”, resume a professora de Psicologia da Universidade Brasil, Pâmela Pitágoras, que estudou o tema no doutorado. “Quando uma coisa começa a crescer, a ser divulgada, atrai mais pessoas”, explica. 
Vice-presidente da Associação Alagoana de Nutrição, Viviane Ferreira aponta que a procura de um nutricionista especializado e a realização de um check-up são importantes na transição. “É preciso aprender a comer mais vegetais, o que as pessoas no geral não comem, mas é um mito achar que vegetariano é anêmico”, aponta.
A pesquisa Ibope ouviu 2 mil pessoas em 142 municípios de todas as regiões do País e classes sociais. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais.
Saiba mais sobre o modelo nutricional de alimentação saudável, sem carne http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2017/03/conheca-as-4-dicas-para-uma-alimentacao.html
Especificações:
- Vegetariano estrito
Não consome alimentos com ingredientes de origem animal, tais como carnes, leite e seus derivados, ovos e mel.
- Ovolactovegetariano
Não consome carnes. Consomem ovos e laticínios, in natura ou em receitas de pães, bolos, sobremesas, etc.
- Vegano
Mantém dieta vegetariana estrita. Consome leites, queijos e “carnes” à base de plantas e faz uso de substituições vegetais no preparo de receitas.
Exclui o uso de produtos de origem animal, para higiene pessoal e limpeza, vestuário, como couro, peles e seda, entretenimento e serviços advindos da exploração de animais.
Texto adaptado de matéria publicada do jornal online Estadão
Fonte: SVB


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