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segunda-feira, 18 de novembro de 2024

Um dos mais tradicionais produtores de carne da Itália anuncia transição para carnes vegetais


Após 136 anos de história, um dos produtores de carne mais tradicionais e antigos da Itália, Grupo Tonazzo, não venderá mais carnes de origem animal, apenas de origem vegetal, a partir de 2025.

Há 40 anos, a empresa lançou uma nova marca, com opções à base de vegetais chamada Kioene, a qual apresentou uma aceitação significativa por parte do público.

Em 2024, anunciaram que todas as operações do grupo que envolvem animais serão encerradas e substituídas exclusivamente por alimentos vegetais.

As instalações de carne da Tonazzo serão adaptadas para novas produções e os funcionários da divisão de carne de origem animal terão a possibilidade de migrar para outras funções, garantindo os empregos. 


Fonte: MFA (Mercy for Animals)


Evolui mundo! Multiplica!

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

segunda-feira, 17 de junho de 2024

Como a alimentação à base de plantas contribui com os 5 pilares do desenvolvimento sustentável, proposto pela ONU?

 


Em 2015, a Organização das Nações Unidas criou uma nova agenda de desenvolvimento sustentável, para até 2030, para 193 países, incluindo o Brasil.

 

Nessa agenda, há 17 objetivos, que podem ser resumidos e categorizados em 5 pilares: Planeta, Pessoas, Prosperidade, Paz e Parcerias.

 

Planeta

Um sistema alimentar que prioriza os vegetais reduziria o número de animais explorados, o desmatamento, o consumo de água e emissões de gases do efeito estufa.

 

Alguns impactos do atual sistema alimentar, baseado na exploração de animais, incluem:

 

Globalmente, 60% dos mamíferos (não humanos) e 70% das aves são explorados para consumo. Ou seja, há mais animais criados para o consumo que animais selvagens no Planeta.

 

A agropecuária brasileira é o setor que emite cerca de 69% de todas as emissões de CO2 no país.

 

Para produzir 1kg de carne é necessário usar 15.400 litros de água.

 

Cerca de 75% de toda a área desmatada na Amazônia, após 1970, estava coberta por pasto, em 2018.

 

Por outro lado, em 1 ano, consumindo alimentos de origem vegetal, VOCÊ:

 

• Salva 365 animais;

• Deixa de emitir 3.311 kg de CO2;

• Economiza 401.500 galões de água;

• Salva 1.017 m² de floresta.

 

(Fontes: Embrapa; SEEG/Observatório do Clima; The Vegan Calculator; Cowspiracy; Mercy for Animals)

 

2 Pessoas

A alimentação à base de plantas traz benefícios para a saúde pública e o aumento da segurança alimentar.

 

O consumo de carne está relacionado a:

• Maior risco de doenças cardiovasculares;

• Diabetes tipo 2;

• Câncer;

• Resistência microbiana.

 

No sistema atual:

83% das terras agrícolas, no mundo, são utilizadas para produzir alimentos de origem animal, mas produzem apenas 15% das calorias necessárias para alimentar a humanidade.

 

(Fontes: American Heart Association, Harvard Health Publishing, The American Journal of Clinical Nutrition, Diabetes Care, World Câncer Research Fundo, American Institute for Cancer Research, Mercy for Animals, Alimentação Consciente Brasil)

 

3 Prosperidade

Seria possível gerar novos empregos e movimentar a economia, através do desenvolvimento de inovações e soluções sustentáveis.

 

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, a descarbonização e transição para uma economia neutra em carbono tem potencial de gerar 22.5 milhões de empregos até 2030, na América Latina, sendo 19 milhões associados à transição para produção de alimentação rica em vegetais.

(Fontes: Jobs in a net-zero emissions future in Latin America and The Caribbean/ILO)

 

4 Paz

Todos os seres viveriam em uma sociedade pacífica, justa, inclusiva e livre da violência.

 

Práticas comuns como confinamento, a separação de mães e filhotes, transporte estressante, abate violento e outras formas de exploração, que geram extremo sofrimento, teriam fim.

 

Inclusive, cessariam as atividades estressantes de empregados de matadouros, que, comprovadamente, apresentam transtornos psicológicos, após alguns anos de atividade, pelo ato contínuo de matar, e que estão, também, expostos a sérios acidentes no ambiente de trabalho, com lâminas de corte.

 

5 Parceria

Um trabalho feito em união promove, fortalece e aumenta a proporção de mudanças, duradouras e benéficas, para todas as partes.

 

Ajude a transformar o sistema alimentar para que seja justo e sustentável. Considere uma alimentação 100% vegetal.

 

Fonte: Mercy for Animals 


Dizy Ayala

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segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Até 2030, Holanda quer se tornar o primeiro país vegano no mundo

Após receber um relatório do Conselho de Meio Ambiente e Infraestrutura do país, o governo holandês quer fazer uma revolução e mudar drasticamente a alimentação da população.

 

O primeiro objetivo é que ao menos 60% da alimentação seja de proteínas à base de plantas, com o objetivo de combater as mudanças climáticas e melhorar a saúde da população.

 

A indústria da carne é uma das maiores vilãs quando falamos em sustentabilidade. Poluição do ar, perda da biodiversidade, desperdício e o esgotamento da água, tudo isso já está acontecendo, de forma cada vez mais acelerada, e a Holanda já quer se antecipar para o que é praticamente inevitável se quisermos viver na Terra e também as próximas gerações.

 

Para que essa mudança seja feita, a ideia do governo holandês é unir o fazendeiro, a indústria de alimentos, o varejo e os consumidores em uma verdadeira coalizão, com o objetivo de mudar a alimentação de todo o país.

 

O objetivo é o de que, até o ano de 2030, a população mude sua dieta para uma alimentação vegana.

 

Via veguiaoficial 

 Dizy Ayala

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segunda-feira, 28 de agosto de 2023

Cidade de Tomohon, na Indonésia, se torna a primeira a abolir comércio de carne de cão e gato no país


O famoso Mercado de Tomohon, na Indonésia, se tornou o primeiro do tipo no país a abolir completamente a venda de carne de cachorro e gato. Os seis últimos comerciantes que vendiam carne desses animais assinaram um acordo para encerrar suas atividades e o prefeito de Tomohon emitiu uma regulamentação para proibir o comércio em toda a cidade.

 

"Acreditamos que a melhor forma de reduzir o interesse das pessoas em consumir carne de cachorro e gato em Tomohon é deixar de vende-la nos mercados", disse Edwin Roring, secretário regional da cidade de Tomohon.

 

Essa medida veio após meses de campanha de grupos em defesa dos direitos animais. As ONGS descreveram o tratamento dos animais nos mercados como "brutalmente cruel" e equivalente a "andar pelo inferno".

 

Eles esperam que a proibição seja estendida para o restante da Indonésia, onde estima-se que cerca de 1 milhão de cães e gatos sejam mortos para consumo humano a cada ano.

 

Esse comércio causa imenso sofrimento aos animais e representa sérias ameaças à saúde humana, disseminando doenças como raiva, antraz e leptospirose.

 

Ativistas capturaram imagens em dois mercados na província de Sulawesi do Norte, mostrando trabalhadores retirando animais uivando e atingindo suas cabeças com bastões de madeira. Os animais eram pendurados e suas peles eram queimadas com maçaricos, enquanto ainda estavam vivos. 

Fonte: ANDA


Nota do Blog: Pelo fim da crueldade animal! Não precisamos comer carne de animais. E pelo mesmo motivo que não devemos comer carne de cachorro não devemos comer carne de vaca, ou de qualquer outro animal. Animais não são comida. São seres sencientes que sentem e sofrem como a gente. Temos inúmeras alternativas à base de plantas para nossa alimentação, com saúde e compaixão.


 Dizy Ayala

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segunda-feira, 17 de abril de 2023

Nova marca de leite vegano na Índia tem seu próprio santuário para resgatar vacas

Cada caixa de leite vegano Oatish vendida ajudará as vacas na Índia a escapar do setor de laticínios. Laticínios são um grande negócio na Índia e comprometem o bem-estar animal.

A recém-lançada marca de leite vegetal vegano da Índia, Dancing Cow, prometeu remover fisicamente as vacas do setor leiteiro, resgatando-as e realocando-as em seu santuário de fazenda próprio.

Os esforços de resgate estão ligados ao lançamento do primeiro produto da marca: uma combinação de leite, chamado Oatish, que usa aveia, painço e feijão mungo. A cada 10.000 litros vendidos, uma vaca ou búfala leiteira será libertada, mediante indenização legítima e justa. Após sua libertação, elas poderão viver o resto de suas vidas em paz. 

Além disso, para cada 10 litros vendidos, a Dancing Cow adicionará 10 tijolos ao seu santuário, criando assim espaço para mais animais resgatados na Índia.

Juntamente com o resgate de vacas, para cada 100 litros de Oatish vendidos, a Dancing Cow plantará três árvores. Além de doar cinco por cento de todos os lucros para uma organização sem fins lucrativos.

A nova marca vegana na Índia visa erradicar a exploração de animais leiteiros, uma vaca de cada vez.

Os criadores da Dancing Cow fundaram a marca de leite vegan com os princípios orientadores de impactar positivamente o meio ambiente e a saúde humana. Como tal, oferece comparações rígidas com laticínios comuns em seu site. Refere-se a isso como “reclamação de vacas”.

“Acreditamos que cada pessoa tem o poder de fazer a diferença no mundo ao optar por consumir alimentos à base de plantas”, disse Aarohi Surya, fundador da Dancing Cow, em comunicado.

“Nossa nova marca alternativa de lácteos oferece aos consumidores uma escolha deliciosa, saudável e ética que ajuda a proteger os animais, o meio ambiente e a saúde humana".

Dancing Cow diz que Oatish é responsável por 81% menos emissões de gases de efeito estufa do que a produção de leite de vaca. Além disso, 67% menos energia é necessária para produzir o leite vegetal, que contém 60% menos calorias.

A bebida vem em dois sabores: simples extra cremoso e rico em chocolate. Ambos são veganos, sem glúten e enriquecidos para fornecer vitaminas e cálcio.

O Dr. Atmakrui investigou a indústria de laticínios da Índia no filme vegano Maa Ka Doodh

A Índia abriga o maior setor de laticínios do mundo. Na última contagem, mais de 48 milhões de bovinos leiteiros viviam no país. No entanto, apesar da grande população, há pouca proteção previdenciária no local.

No início de março, o novo documentário Maa Ka Doodh expôs a verdade sobre a indústria de laticínios da Índia.

Filmado ao longo de dois anos, ele revelou os impactos multifacetados do aumento da produção de laticínios da Índia.

Em particular, imagens frequentes de animais brutalizados levam a mensagem anti-lácteos subjacente para casa.

Elogiado por sua franqueza e revelações investigativas, Maa Ka Doodh ganhou vários prêmios.


Fonte: Plant Based News

 Dizy Ayala

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segunda-feira, 3 de abril de 2023

Conselho da cidade de Oxford bane carne e passa a usar alimentação à base de plantas

 


O conselho da cidade de Oxford votou, por unanimidade, a favor de servir apenas alimentos à base de plantas em eventos internos.


A vereadora do Partido Trabalhista, Paula Dunne, propôs a moção, que foi apresentada devido a preocupações ambientais.  


“No Reino Unido, comemos duas vezes mais carne e laticínios do que a média global, o que não é sustentável em um planeta finito, pois não há terra suficiente no mundo para atender a essa demanda”, disse Dunne. 


“A taxa em que estamos comendo carne e laticínios é a principal causa da extinção de espécies modernas”. 


O Conselho da Cidade de Oxford segue os passos do Conselho do Condado de Oxford, que apresentou uma moção semelhante, proposta pelo Conselheiro do Partido Verde, Ian Middleton, em 2021. 


“Este Conselho reconhece que a produção de carne e laticínios contribui, significativamente, para as emissões de gases de efeito estufa e o desmatamento global, e que a redução do consumo desses alimentos é uma parte fundamental do combate às mudanças climáticas e da melhoria dos resultados de saúde”.


Nota do Blog:

Cabe ressaltar que a opção por uma alimentação à base de plantas é uma equação ganha-ganha, onde todos saem ganhando, pessoas, o planeta e os animais.

 Dizy Ayala

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