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quinta-feira, 20 de julho de 2023

País de Gales proíbe armadilhas de cola e laço para captura de animais

 


O País de Gales anunciou recentemente a proibição do uso de armadilhas de cola e laço para capturar animais.

 

Armadilhas de cola são recobertas com uma cola extremamente forte e são frequentemente usadas para capturar roedores, insetos e cobras.

 

Já as armadilhas de laço são nós de arame que, geralmente, são amarrados a objetos pesados como estacas ou árvores e são utilizadas para capturar animais maiores, como raposas e coelhos.

 

Ambas têm designs bárbaros, que causam sofrimento prolongado aos animais, resultando em uma morte lenta e extremamente dolorosa, uma vez que os animais lutam para fugir.

 

No ano passado, a Inglaterra, também, introduziu uma proibição ao uso de armadilhas de cola, que entrará em vigor em abril de 2024.

 

No entanto, existem algumas exceções a essa proibição que permitem que controladores de "pragas" licenciados continuem utilizando-as.

 

Em contraste, o País de Gales está prestes a implementar uma proibição completa - a primeira desse tipo no Reino Unido.

 

Todos os animais merecem nossa consideração moral e não devemos tratá-los com crueldade.

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

domingo, 17 de abril de 2022

Brasil declara fim dos testes em animais para vacinas veterinárias

Brasil declara fim dos testes em animais para vacinas veterinárias e testes repetitivos e cruéis em coelhos, bois, cavalos, camundongos e aves. 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) oficializou novo regulamento que permite isentar as empresas da realização de dois testes em animais considerados obsoletos e, cientificamente, desnecessários, usados no controle de qualidade de produtos biológicos veterinários, como vacinas.

“Milhões de vidas de bois, cavalos, coelhos e aves serão poupadas. Uma tortura repetitiva desnecessária para a garantia da segurança biológica. Essa notícia permite nortear novos avanços em grande escala na proteção dos animais e da própria sociedade brasileira naquilo que, realmente, seja seguro", comemorou Carolina Mourão, presidente da Confederação Brasileira de Proteção Animal.

Os testes em animais impactados pela nova regulamentação brasileira são conhecidos como teste de inocuidade, em inglês TABST e LABST (Target and Laboratory Animal Batch Safety Tests), e foram desenvolvidos há quase um século.

"É uma conquista esse reconhecimento, após uma ampla revisão científica que atualiza o Brasil com relação a grandes economias mundiais, seguindo o mesmo padrão de dispensa desses testes. Já podemos comemorar. Esse é um resultado de um trabalho minucioso e resiliente que remonta a um longo caminho de articulações", afirma Carolina.

Antoniana Ottoni, especialista em assuntos federais da Humane Society International no Brasil, disse: "Esta mudança regulatória é bem-vinda e um verdadeiro caso de ganho mútuo - poupando animais de sofrimento desnecessário e morte, reduzindo custos e burocracia para empresas e autoridades, garantindo um alto padrão de qualidade e segurança de medicamentos veterinários no Brasil. Somos gratos aos colegas do Ministério da Agricultura por sua colaboração e disposição em romper com uma tradição centenária em favor do alinhamento com o crescente consenso científico e regulatório internacional".

Via Carolina Mourão, presidente da Confederação Brasileira de Proteção Animal.

Nota do Blog:

Que cada vez mais os governos mundiais, independente de orientação ideológica ou legenda, sejam sensíveis aos direitos dos animais. Neste caso em específico, exaustivamente,  comprovada a possibilidade do uso de diversos métodos alternativos ao uso de animais, poupando vidas de sofrimento e exploração, e, sabidamente, mais eficazes e seguros.


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Itália determina o fim de todas as fazendas de criação e a comercialização de peles de animais


Decisão histórica do Senado da Itália determina que sejam fechadas todas as fazendas de criação de animais, como visons, raposas, chinchilas, lebres e guaxinins, e banida a comercialização de suas peles.

 

Após a aprovação final do Parlamento, o país deve se tornar o 16o na União Europeia a acabar com este mercado.

Há dez fazendas de produção de vison na Itália, que deverão encerrar suas atividades nos próximos seis meses. Os produtores receberão uma compensação financeira de 3 milhões de euros do Ministério da Agricultura.

 

A legislação italiana vai ao encontro de uma nova realidade, já praticada pela maioria das grandes casas de modas do país, entre elas: Valentino, Armani, Gucci, Prada e Versace, que pararam de vender peças feitas com peles animais.

 

Além da crueldade imposta aos animais, essas fazendas representam um grande risco para o aparecimento e disseminação de doenças zoonóticas. Em 2020, mais de 15 milhões de visons foram mortos na Dinamarca sob o pretexto do coronavírus.

 

“Esta é uma vitória histórica para a proteção animal na Itália e a Humane Society está imensamente orgulhosa de que nossa estratégia de conversão de fazendas de peles tenha desempenhado um papel central no desmantelamento dessa indústria cruel e perigosa em nosso país. Existem razões econômicas, ambientais, de saúde pública e, claro, de bem-estar animal muito claras para fechar e proibir fazendas de peles”, destacou Martina Pluda, diretora da entidade na Itália.

 

“A votação reconhece que permitir a criação em massa de animais selvagens para a moda frívola de peles representa um risco não somente para eles, mas às pessoas, e que não pode ser justificado pelos benefícios econômicos limitados que oferece a uma pequena minoria de pessoas envolvidas nessa indústria cruel”.


 Dizy Ayala

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segunda-feira, 26 de março de 2018

Coelho da Páscoa, o que trazes pra mim?

Coelho da Páscoa, o que trazes pra mim?


O coelho, infelizmente, é um dos animais mais explorados pelos humanos. Especialmente nessa época, costumam ser vendidos como pets para as crianças, enquanto ainda são filhotes, geralmente confinados em uma gaiola, que diminui, gradativamente, o espaço, à medida que vão crescendo. Então, começam a ficar indóceis, mordendo as grades, até porque, além do tamanho, biologicamente já estão prontos para correr e saltar.
Esse é o momento em que, após negociação com as crianças, os coelhinhos costumam voltar ao seu local de origem, os criadouros ou fazendas de criação, onde já são aguardados. Após entreter os pequenos, eles voltam em sua idade reprodutiva para procriar e então serem abatidos para o consumo de sua carne.

Em geral, são eletrocutados, pois a cobiça dos homens não pretende desperdiçar sua pele, muito valorizada para adornar o pescoço de pessoas que acreditam nesse status cruel. Nas fábricas de peles, costumam ser esfolados vivos para a produção de casacos, lã angorá e cashmiere. Saiba mais em http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2015/09/por-uma-sociedade-sem-peles-animais.html As lebres, coelhos selvagens, são alvo da caça “recreativa” e do paladar “requintado” e cruel dos que consomem a carne de caça.

De outra conta, são os coelhos uns dos animais mais utilizados em laboratórios para certificação de produtos. Um dia, alguém concebeu a ideia terrível de que seus olhos grandes seriam um bom suporte para testar cosméticos, produtos de higiene e limpeza, e até agrotóxicos. Os famigerados testes de irritação ocular que irritam, dilaceram e inflamam os olhos. A dor é tão intensa que eles tendem a arrancar os próprios olhos, por isso são contidos pelo pescoço. Testes abomináveis como esse continuam a ser feitos para empresas de cosméticos, agrotóxicos e alimentos. Confira a seguir a lista de produtos de higiene e beleza não testados em animais http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2016/04/lista-de-produtos-nao-testados-em.html Há ainda quem valorize alguns princípios medicinais, parecendo confundir plantas e animais, e conferem a esses últimos algumas propriedades curativas e, assim, crêem justificar a morte de inúmeros animais.  

Por tudo isso, se você verdadeiramente ama e se importa com os animais, não compactue com práticas cruéis e faça tudo que estiver ao seu alcance para defendê-los. E que se propaguem práticas e modos de produção, sem o uso de animais, porque afinal de contas, em pleno século 21, já dispomos de inúmeros recursos tecnológicos para tal.

Saiba mais sobre a senciência animal, atestada por cientistas, 
e métodos alternativos à experimentação animal em
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2015/08/a-ciencia-comprova-consciencia-dos.html


Dizy Ayala

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