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sexta-feira, 24 de julho de 2026

Agora é lei: o foie gras está oficialmente proibido no Brasil!

 


Vitória história! Presidente Lula sanciona a lei que proíbe a produção e a comercialização de foie gras no Brasil.

País se torna o primeiro da América Latina e o segundo do mundo a proibir venda, compra, importação e exportação de foie gras.


A lei entra em vigor em 180 dias, conforme previsto na legislação.

Foram 6 anos de campanha da Animal Equality com petição com mais de 300 mil assinaturas, investigações em granjas e matadouros, mobilização pública, protestos e pressão política.

Essa conquista só foi possível graças ao engajamento de milhares de pessoas e ao trabalho conjunto de outras organizações de proteção animal que fizeram parte dessa luta.

Todos que assinaram nossa petição e se engajaram pedindo o fim do foie gras são responsáveis por esse momento histórico para os animais.


Agora, milhares de patos e gansos serão poupados do sofrimento da alimentação forçada. Juntos estamos construindo um mundo melhor para os animais.

Fonte: Animal Equality Brasil

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

segunda-feira, 10 de março de 2025

Holanda bane o abate de pintinhos machos na indústria dos ovos

 


O setor avícola da Holanda, a Associação de Proteção Animal e o Ministério da Agricultura, Pesca e Segurança Alimentar definiram uma estratégia para banir o abate de pintinhos, até 2026.

Segundo o governo, as incubadoras já têm a capacidade de realizar a sexagem in-ovo, tecnologia que identifica o sexo do embrião ainda no ovo, impedindo o nascimento dos pintinhos machos, que seriam mortos.

Para quem não sabe, os pintinhos machos recém-nascidos são imediatamente mortos porque são considerados "inúteis" para a indústria, já que não produzem ovos e não têm as mesmas características das raças criadas para a produção de carne.

No Brasil, a Animal Equality têm dois projetos de lei em tramitação para proibir o descarte de pintinhos machos: PL 410/23 e PL 783/24.

O último já foi aprovado pela Comissão do Meio Ambiente e Sustentabilidade.

Ajude a banir a trituração de pintinhos machos no Brasil.

Assine a petição https://animalequality.org.br/.../pare-o-massacre-de.../... agora e mostre ao governo que a sociedade está mobilizada contra essa prática.


Convém salientar que essa é uma medida bem-vinda para minimizar o sofrimento de pintinhos recém-nascidos, que são imediatamente abatidos por não terem valor comercial. Ainda assim, é fundamental refletir sobre a crueldade da indústria de ovos, onde galinhas poedeiras são confinadas e forçadas a colocar o maior número de ovos, por conta da ganância humana. 

Galinhas são animais com forte instinto maternal, porém, na indústria, não terão jamais a chance de ter seus filhotes. Após meses de exploração, as galinhas, esgotadas, serão enviadas para o abate, depois de uma vida abreviada e infeliz.

Não seja cúmplice e prefira alimentos à base de plantas!

Dizy Ayala

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segunda-feira, 1 de julho de 2024

O que é o soro bovino fetal?

 


O soro bovino fetal é um subproduto do abate de vacas grávidas, produzido a partir do sangue de bezerros não nascidos (fetos), que é utilizado para o cultivo de células, com a finalidade de pesquisa e produção de medicamentos.

 

Ele é produzido em condições muito específicas e não são todos os frigoríficos que atendem os requisitos técnicos para sua produção. Mas, a Portaria 365/2021 do Ministério da Agricultura autoriza o abate em todos os frigoríficos, logo, podemos constatar que há uma grande parte de animais gestantes abatidos, que não são utilizados para a produção de soro bovino fetal.

 

Em 17 de julho de 2023, o TRF do Paraná publicou a decisão de indeferimento da Tutela antecipada, que solicitava a suspensão imediata do artigo 7º. A argumentação foi: "Aludido material (fetal serum bovine – FBS) possui larga aplicação na indústria farmacêutica e bioquímica, por conta do seu uso como suplemento de cultura de células, sendo também utilizado em medicamentos veterinários".

 

O artigo 7º trouxe um retrocesso na questão de animais gestantes, pois o abate e utilização da carne in natura daqueles em estágio avançado de prenhez, para fins de alimentação humana, passaram a ser permitidos, além de estender o tempo permitido do terço final para 90% da gestação.

Em setembro de 2021, Animal Equality, Fórum Animal, Alianima, Sinergia Animal e a Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins (CNTA) entraram com uma Ação Civil Pública na 11ª Vara Federal da Justiça Federal de Curitiba, pedindo pela suspensão do artigo 7º e, consequentemente, o fim do abate de animais em estágio avançado de gestação.

 

Entenda porque o abate de vacas grávidas deve ser proibido

Imagine um animal de 8 ou 9 meses de gestação viajando em pé, sem poder se sentar, em momento algum, em um caminhão lotado, sem ventilação adequada, sem alimento e água, por mais de 8 horas. É isso o que acontece com vacas grávidas, no transporte até o abatedouro.


Quando a mãe morre, logo em seguida, o bezerro sofre asfixia (hipóxia), afinal, é o oxigênio que ela respira, que mantém o seu filhote vivo. Assim que cortam o pescoço da vaca, é possível ver o desespero do bezerro dentro da barriga, se debatendo, até que ele, também, acaba morrendo e para de se mexer.

De acordo com os fiscais, que trabalham nos frigoríficos, essa prática vem se tornando cada vez mais comum, apesar de ser um desrespeito aos preceitos de bem-estar animal e, por isso, eles se viram obrigados a denunciar este caso que, segundo eles, é uma situação que envolve maus-tratos.

Precisamos exigir que o Ministério da Agricultura imponha que o abate, bem como o transporte de vacas grávidas, seja proibido. Assine e compartilhe a petição, para impedir esse terrível abuso animal!

https://animalequality.org.br/participe/abate-vacas-prenhes


Dizy Ayala

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quinta-feira, 3 de agosto de 2023

Brasil: Apelo pelo fim do abate de vacas grávidas é negado. Entenda o caso e assine a petição pelo fim dessa crueldade.

 


Campanha junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) pede a proibição do abate de vacas grávidas.

Clique aqui para assinar

https://animalequality.org.br/participe/abate-vacas-prenhes

Iniciamos essa campanha após nossa investigação de campo ter identificado o abate de vacas em estado avançado de prenhez e após denúncias de fiscais agropecuários, que não se conformam com o aumento do número de animais gestantes abatidos, desde a mudança no RIISPOA.


Até 2017, o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA) só permitia o abate de animais antes do terço final da gestação, proibindo e descartando as carcaças dos abatidos fora da norma. O descarte inibia o envio de vacas em estágio avançado para os matadouros, pois desta maneira, os fazendeiros ficavam com o prejuízo.

A atualização do Regulamento de 2017, flexibilizou a utilização das carcaças, permitindo o aproveitamento dos animais em boas condições de saúde, o que resultou em um aumento significativo do número de fêmeas gestantes abatidas.

De acordo com fiscais da Associação dos Fiscais Agropecuários do Rio Grande do Sul (Afagro), entre 2017 e 2020, o número de animais gestantes abatidos aumentou 1200%.

 

Em 2021, o MAPA emitiu o Regulamento Técnico de Manejo Pré-abate e Abate Humanitário e os métodos de insensibilização autorizados (Portaria 365/2021), no qual são estabelecidos os parâmetros de abate humanitário.

O artigo 7º trouxe um retrocesso na questão de animais gestantes, pois o abate e utilização da carne in natura daqueles em estágio avançado de prenhez, para fins de alimentação humana, passaram a ser permitidos, além de estender o tempo permitido do terço final para 90% da gestação.

Em setembro de 2021, Animal Equality, Fórum Animal, Alianima, Sinergia Animal e a Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins (CNTA) entraram com uma Ação Civil Pública na 11ª Vara Federal da Justiça Federal de Curitiba, pedindo que a suspensão do artigo 7º e, consequentemente, o fim do abate de animais em estágio avançado de gestação.


Em 17 de julho de 2023, o TRF do Paraná publicou a decisão de indeferimento da Tutela antecipada, que solicitava a suspensão imediata do artigo 7º. A argumentação foi: "Aludido material (fetal serum bovine – FBS) possui larga aplicação na indústria farmacêutica e bioquímica, por conta do seu uso como suplemento de cultura de células, sendo também utilizado em medicamentos veterinários".


Embora tenha indeferido o pedido, o Juiz "ressalvou nova análise do tema no momento subsequente à realização de diligências probatórias, a fim de que as questões equacionadas na decisão sejam elucidadas".



Entenda porque o abate de vacas grávidas deve ser proibido.

Imagine um animal de 8 ou 9 meses de gestação viajando em pé, sem poder se sentar em momento algum, em um caminhão lotado, sem ventilação adequada, sem alimento e água por mais de 8 horas. É isso o que acontece com vacas grávidas no transporte até o abatedouro.


Quando a mãe morre, logo em seguida, o bezerro sofre asfixia (hipóxia), afinal, é o oxigênio que ela respira que mantém o seu filhote vivo. Assim que cortam o pescoço da vaca, é possível ver o desespero do bezerro dentro da barriga, se debatendo, até que ele, também, acaba morrendo e para de se mexer.

De acordo com os fiscais que trabalham nos frigoríficos, essa prática vem se tornando cada vez mais comum, apesar de ser um desrespeito aos preceitos de bem-estar animal e, por isso, eles se viram obrigados a denunciar este caso que, segundo eles, é uma situação que envolve maus-tratos.

Precisamos exigir que o Ministério da Agricultura imponha que o abate, bem como o transporte de vacas grávidas seja proibido. Assine e compartilhe a petição para impedir esse terrível abuso animal!

https://animalequality.org.br/participe/abate-vacas-prenhes

Quais são os próximos passos


A decisão do Juiz ainda não é definitiva em primeira instância. O indeferimento da Tutela Antecipada indica, apenas, que ele não julgou que existem informações suficientes para ter a certeza do mérito do pedido, mas ainda está pendente a decisão final sobre a ação. Será apresentado um recurso à decisão defendendo que a produção de soro bovino fetal não será, significativamente, afetada com a proibição, pois, afinal de contas, a proibição do abate de animais gestantes era a regra até 2017.


O que é o soro bovino fetal?


O soro bovino fetal é um subproduto do abate de animais gestantes, produzido a partir do sangue de bezerros não nascidos (fetos), que é utilizado para o cultivo de células com a finalidade de pesquisa e produção de medicamentos. Ele é produzido em condições muito específicas e não são todos os frigoríficos que atendem os requisitos técnicos para sua produção. Mas, a Portaria 365/2021 autoriza o abate em todos os frigoríficos, logo, podemos constatar que há uma grande parte de animais gestantes abatidos que não são utilizados para a produção de soro bovino fetal.

 
Como você pode ajudar?


Você pode ajudar compartilhando a nossa petição para que mais pessoas tomem conhecimento desse problema e façam uma transição alimentar, deixando de consumir alimentos de origem animal e adotando opções ricas e variadas em vegetais que, além de salvá-los, contribui para a boa saúde.

Apesar de ser uma decisão não favorável, ainda acreditamos no parecer final positivo. Vamos continuar cobrando.

PS: O TRF do Paraná publicou decisão de indeferimento da suspensão imediata do abate de vacas grávidas. Porém, o Juiz ressalvou que 'nova análise do tema' precisa ser feita, nos dando esperança de um parecer final favorável. Sua assinatura em nossa petição é um argumento para pressionar nesta decisão. Clique aqui para assinar.

https://animalequality.org.br/participe/abate-vacas-prenhes

Fonte: Animal Equality. A 
Animal Equality é uma organização internacional que trabalha com a sociedade, governo e empresas para acabar com a crueldade contra animais criados para alimentação.


Nota do Blog Ação pelos Direitos dos Animais

Com toda certeza, toda a bárbarie cometida contra os animais terá um fim se as pessoas não financiarem a exploração animal. A começar pela preferência por uma alimentação à base de plantas.

Também esteja atenta ao seu cosmético e certifique-se de que é vegano. A indústria cosmética, no geral, faz uso de muitas substâncias oriundas da exploração e crueldade com animais. Não seja cúmplice!

Do mesmo modo, a concepção de que há algum proveito no uso de substâncias obtidas a partir do intenso sofrimento animal para medicamentos, sem nenhuma comprovação científica.

A Medicina Tradicional Chinesa é um exemplo disso, por considerar animais como recurso, os explorando das maneiras mais hediondas para obtenção, por exemplo, de bile (de ursos), do eijão (dos jumentos), sêmen (das baleias), soro bovino fetal (sangue de bezerros), barbatanas (dos tubarões), entre outros.

Faça sua parte, retirando-se do ciclo da violência, fazendo escolhas conscientes e compassivas.

 Dizy Ayala

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Ação civil pública pelo fim do abate de vacas grávidas. Assine a petição!

 


A @animalequalitybrasil e as organizações de proteção animal @alianima.br, @forum.animal, @sinergiaanimalbrasil, com o apoio da Associação dos Fiscais Agropecuários do RS (AFAGRO) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins (CNTA), protocolaram no dia 26/01/22, uma Ação Civil Pública (ACP) pedindo a proibição do transporte e abate de fêmeas em estágio avançado de gestação. A ACP irá tramitar na Vara Especializada em Meio Ambiente de Curitiba (PR).

 

As organizações autoras da ação civil pública apontam que as fêmeas gestantes são consideradas animais inaptos a viajar e, quando transportadas para os frigoríficos, podem sofrer de exaustão, são mais suscetíveis ao aborto e ao parto prematuro, estresse térmico, desidratação, lesões e distúrbios metabólicos. Além disso, durante a morte da fêmea, o feto não é insensibilizado e existem evidências científicas que fetos de mamíferos têm capacidade de sentir dor e de sofrer.

 

E para acabar com essa crueldade, como VOCÊ pode ajudar?

Assine e compartilhe a petição pelo fim do abate de vacas grávidas com o máximo de pessoas https://animalequality.org.br/participe/abate-vacas-prenhes

 

Fonte: Animal Equality Brasil

Nota do Blog: Você, também, pode deixar de consumir produtos de origem animal, que carregam em si exploração, sofrimento e morte. Não só a indústria da carne, mas, particularmente, a indústria do leite e seus derivados explora as vacas, separando mães e filhos, para que o leite sirva aos humanos.

Os bezerros são abatidos como descarte ou como ossobuco, baby beef. E as vacas mães, exploradas, sem trégua, por volta de três anos, com repetidas gestações forçadas, para sempre gerar leite, são mandadas para o matadouro. É por isso que muitas delas estão prenhes quando seguem para o abate. Um ciclo de violência e crueldade.

Temos diversas opções de leites vegetais, nutritivos e saborosos, sem o sacrifício de inocentes vidas animais. Experimente! Ganhe saúde e preserve vidas com escolhas compassivas.


 Dizy Ayala

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segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Mais de 50 ONGs globais convocam COP26 a ser baseada em plantas

Líderes mundiais estão sendo convocados a reconhecer o papel da pecuária na aceleração das mudanças climáticas. Evento acontece em novembro deste ano (2021), em Glasgow, na Escócia, Reino Unido.

Entre as organizações estão a RSPCA e a ProVeg International, que estão convocando líderes mundiais para reconhecer o impacto ambiental causado pelas indústrias de carnes e laticínios. 

As convocatórias para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas deste ano, também conhecida como COP26, também propõe que o evento ofereça um menu totalmente baseado em plantas. O pedindo foi encaminhado ao presidente da cúpula, MP Alok Sharma.

COP26 é convocada a ser baseada em plantas

Os apelos estão sendo feitos a fim de reconhecer o impacto catastrófico da pecuária nas mudanças climáticas, tema principal a ser discutido no evento, para que se cumpram metas climáticas globais efetivas.

Entre as 50 organizações estão Humane Society International, World Animal Protection, Animal Equality, ProVeg International e a RSPCA.

Fundamentalmente, essas organizações querem que os líderes globais se comprometam a reduzir o consumo de carne e laticínios, a fim de limitar o aquecimento global, conforme o Acordo de Paris.

De acordo com o documento: “Abordar essas questões urgentes na reunião da COP26 ajuda a impulsionar os governos em todo o mundo a agirem, proporcionando aos líderes mundiais outra opção de alto impacto para adicionar a sua caixa de ferramentas para combater a mudança climática”.

“Trabalhar com os agricultores para apoiar e catalisar uma mudança em direção a uma produção e consumo de alimentos mais centrados em plantas é um passo proativo. Isso deve ser levado para as indústrias agrícolas e alimentares globais para que estejam preparadas para o futuro. 

“Pedimos à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) que reconheça, formal e publicamente, o papel da pecuária como um dos maiores contribuintes para as mudanças climáticas. E, para abrir um espaço maior ao diálogo”.

Tais reivindicações acontecem porque as dietas à base de vegetais são consideradas uma das ações mais eficazes no combate às mudanças climáticas. Isso é amplamente aceito entre cientistas e ambientalistas.

“A ciência é clara com relação a quanto a redução do número global de rebanhos pode contribuir com até um quinto da mitigação necessária para cumprir a meta de Paris abaixo de 2° C”, acrescentam as organizações na carta.

Além disso, um político sênior do Reino Unido - do mesmo partido do presidente da COP26 – creditou, publicamente, o aumento nas dietas à base de vegetais como o principal fator para atingir as metas globais de mudança climática no início deste ano.

Oportunidade 'vital' para líderes mundiais

O vice-presidente da Humane Society International para Bem-estar de Animais de Fazenda enviou uma declaração ao Plant Based News sobre as convocações.

Julie Janovsky disse: “Quando se trata dos impactos da pecuária nas mudanças climáticas, não podemos continuar a chutar o balde”.

“Muitos governos e constituintes reconheceram e tomaram medidas para lidar com os impactos do setor de energia e transporte. Mas, os governos ainda precisam adotar políticas para reduzir o impacto da pecuária intensiva em grande escala sobre o meio ambiente”.

“Se quisermos, seriamente, evitar uma catástrofe climática, os líderes mundiais devem reconhecer a ciência. E implementar estratégias para mudar nosso sistema alimentar global para um que reduza, significativamente, a pecuária industrial.

“Reduzir o número de animais criados e abatidos é um componente legítimo e essencial para combater as mudanças climáticas”.

“Ignorar o imenso impacto climático da pecuária industrial não é mais uma opção. E a conferência sobre mudança climática COP26 oferece uma oportunidade vital para os líderes mundiais agirem”.

Outros co-signatários incluem Veganuary, The Vegan Society, Farm Sanctuary e Compassion In World Farming.

Fonte: Plant Based News

 Dizy Ayala

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terça-feira, 14 de setembro de 2021

Por que o Brasil está queimando? Campanha revela dados alarmantes e tem participação do ator global Mateus Solano.

Junte-se à campanha, assine o abaixo assinado e compartilhe

https://animalequality.org.br/par.../o-brasil-esta-em-perigo

 

Campanha da Animal Equality Brasil revela dados alarmantes sobre incêndios florestais no país e suas causas.

O vídeo da campanha tem locução e participação do ator global Mateus Solano. Confira aqui https://fb.watch/7-JueGNyu1/


Os investigadores da Animal Equality viajaram para o estado do Mato Grosso para monitorar o recorde de queimadas nas regiões do Pantanal e do Cerrado. Mais uma vez, descobriram que o desmatamento e os incêndios nestas regiões são consequência da indústria da carne do Brasil.

Entrevistas com bombeiros e ativistas locais, que frequentemente tentam combater os incêndios, revelaram que os fazendeiros estão ateando fogo ilegalmente para limpar a terra para criar vacas para produção de carne e plantar soja, em sua maioria para alimentar animais de produção.

Em 2020, 29% do Bioma Pantanal foi queimado, o equivalente a 6 milhões de campos de futebol.

Os responsáveis por esses incêndios ilegais, muitas vezes, ficam impunes. Alimentar as chamas é o resultado da demanda global por carne, levando-os a limpar cada vez mais terra. São em torno de 1000 focos de incêndio por dia.

Como o maior produtor e exportador de carne do mundo, a carne proveniente das terras desmatadas do Brasil estão indo para as mesas de consumidores de todos os países. A pecuária é responsável por mais de 80% do desmatamento no Brasil.

50% do Cerrado já foi desmatado, uma área equivalente ao tamanho de Espanha, Portugal, Itália e Inglaterra juntos.

Esses incêndios não regulamentados estão causando a destruição em massa de ecossistemas vitais ao nosso planeta e o sofrimento de milhões de animais. Só em 2020, 44 milhões de bois foram abatidos.

E sendo 99% do desmatamento da Amazônia ilegal, também a atividade pecuária não é fiscalizada e o abate dos animais é, muitas vezes, realizado nos chamados abatedouros clandestinos, onde acontecem as práticas mais cruéis.

A produção cada vez maior de carne e de soja para ração de animais de fazenda é a maior causa da destruição dos biomas brasileiros.

Por tudo isso, junte-se à campanha para que o Congresso Nacional tome ações específicas para responsabilizar a indústria da carne por seus crimes. Assine a petição https://animalequality.org.br/par.../o-brasil-esta-em-perigo

Você também pode ajudar a quebrar esse ciclo deixando os animais fora do seu prato.

 

Dados compilados a partir do vídeo produzido pela Animal Equality Brasil, da campanha:

Por que o Brasil está queimando? 

Dizy Ayala

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