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terça-feira, 26 de março de 2019

Garoto lança chocolate Talento orgânico e vegano


Atento a um público cada vez maior interessado em produtos orgânicos, sem lactose e sem glúten, a Garoto lançou uma nova linha para o chocolate Talento.


A linha Terruá tem quatro novos sabores: Cupuaçu, Açaí, Açúcar de coco e Maracujá com variações de 38 a 70% em teor de cacau.

Além dos novos sabores, a novidade é que os chocolates são preparados com cacau orgânico, com origem 100% da Mata Atlântica, sem glúten e sem lactose. Inclusive a embalagem destaca que o chocolate é vegano.

Assim sendo, a marca pretende atrair consumidores interessados em produtos dentro da especificidade: “saudável”, “orgânico” e “brasileiro”.

As quatro versões serão vendidas em edições limitadas. A versão de 50g terá preço sugerido de R$14,99 e a versão de 60g, R$ 19,99.

Fonte: Revista Exame.

Confira mais marcas de chocolate vegano em
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com/2016/02/top-5-marcas-de-chocolate-vegano.html

Dizy Ayala

Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
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segunda-feira, 6 de março de 2017

Energético Organique conquista público consumidor por sua composição exclusiva da flora brasileira.



Energético Organique conquista público consumidor 
por sua composição exclusiva da flora brasileira.

Por Dizy Ayala


O energético Organique, produzido no Brasil, é composto de  folhas e frutos típicos do país como o açaí, guaraná e erva-mate.


O açaí é um fruto com vários princípios ativos de ordem energética, rico em antioxidantes e vitaminas A, B e C.

O guaraná é um poderoso estimulante cerebral com elevada quantidade de cafeína natural.

A erva-mate, típica do sul do Brasil, é um energético para a mente e para o corpo, rico em minerais, polifenóis e vitaminas B e E.

Razões para comprar Organique:


_ Você contribui com a agricultura familiar de culturas orgânicas comprometidas com o cultivo sem químicos e que respeitam o meio ambiente.

_ As culturas orgânicas produzem plantas mais potentes, com propriedades ativadas naturalmente quando ingeridas e com melhor sabor.

_ Ao adquirir produtos orgânicos você contribui com a preservação da água, uma vez que o cultivo da matéria-prima não faz uso de pesticidas comumente descartados em outras culturas.

O produto está disponível fisicamente na rede de supermercados Asun, Zaffari, Pão de Açúcar, farmácias Panvel e lojas de produtos naturais, Mundo Verde, entre outros. 

Para compra on line, em 8 países: Brasil, Chile, Estados Unidos, Canadá, Espanha, Inglaterra, China e Japão.

Possui selo Ecocert, é reconhecido pela USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), sem ingredientes geneticamente modificados, sem taurina e selo Canada Organic Biologique.

Como tudo começou...
Trecho extraído do site oficial http://www.organiqueenergy.com/

João Paulo, CEO & Fundador da Organique, durante um curso de MBA em Barcelona, ​​Espanha, desenvolveu a ideia de um verdadeiro café orgânico brasileiro para exportação. Depois de terminar o curso, ele começou a viajar ao redor do mundo, em um período sabático. No roteiro de Santiago de Compostela, na Espanha à Kherala, na Índia, João aprendeu novos conceitos sobre a vida e nossa parte no universo. O principal conceito que ele descobriu foi a "Lei do Karma", que diz que toda a energia que você irradia para o universo, é dada a você de volta, na mesma quantidade. Inspirado por isso, ele decidiu que sua criação transmitiria somente energia positiva, e tinha que ser bom para as pessoas e para o mundo. Além disso, queria que o mundo conhecesse o melhor do Brasil, além do samba e do futebol.
Dizy Ayala

Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Formanda em Publicidade e Propaganda -  
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Conheça a obra Uma Escolha pela Vida e faça você também um consumo consciente 
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Moda Sustentável, muito mais que uma tendência, é um estilo de vida.


Moda Sustentável, muito mais que uma tendência, é um estilo de vida.

Público consumidor adota novo comportamento de consumo no mundo da moda e passa a investir em projetos de reciclagem e coleções feitas com tecidos tecnológicos.

Marcas veganas de produção artesanal e pequena escala ganham projeção nacional, com atenção especial à cadeia produtiva, respeitando tanto quem compra quanto quem cria e produz as peças.









A Pantone escolheu o verde como cor do ano, de maneira a suscitar um olhar mais atento à natureza. 



Esse novo estilo de vida revela um consumo consciente engajado com a sustentabilidade no mundo da moda. Para isso, se faz necessário procurar conhecer os produtos consumidos, sua origem e escolher aqueles que estão inseridos nessa visão sustentável.

O conceito chamado slow fashion é definido por alguns questionamentos na hora da compra, tais como: 


Quem é o fabricante?

De que material ele é feito?

Quanto tempo vai durar?

Preciso mesmo disso?

Se não se trata de uma necessidade, mas ainda assim é um objeto de desejo, há algo que possa me desfazer, doar ou vender para não acumular mais coisas em meu guarda-roupa?


Dica: as peças podem ser doadas diretamente para instituições beneficentes ou para brechós que aplicam valores acessíveis à população carente que serão revertidos para assistência de animais em situação de vulnerabilidade.





DÁ PARA GOSTAR DE MODA E TER ESCOLHAS CONSCIENTES?
Em recente matéria publicada na revista Elle, assinada por @isadora_a |isadora.almeida@abril.com.br foram colhidos os seguintes depoimentos:


Bárbara Mattivy é uma das fundadoras da marca vegana Insecta Shoes, que produz sapatos superestilosos a partir do reuso de materiais, desde a sola até o tecido do calçado. Ela declara sua preferência por brechós na hora das compras: “Me divirto neles, e ainda economizo. Também tento ao máximo comprar de marcas locais, brasileiras e em feirinhas”.

Para Marina Colerato, do site Modefica, uma de suas prioridades quando vai adquirir algo novo é que a peça combine com o resto do seu guarda-roupa e que, preferencialmente, venha de “marcas de mulheres brasileiras que estão aí esquentando o mercado de maneira independente”. 

Cristal Muniz do blog Um Ano sem Lixo  reforça: “Não adianta ter um guarda-roupa com 400 peças orgânicas, verdes, sustentáveis ou com tecido de reuso. Não é sustentável ter essa quantidade de peças. Moda sustentável tem a ver com o produto, mas também com o jeito como a gente consome“.

CUSTO X SUSTENTABILIDADE


Ainda segundo a matéria:

Quando comparados aos preços de fast fashion, os produtos que foram feitos a partir de preocupações com questões humanas e ambientais costumam ser mais caros. E Carla Lemos explica didaticamente o motivo disso: “A moda é uma indústria muito grande que envolve lojas, fábricas e plantações. É uma cadeia gigante, totalmente dependente do trabalho manual, e com uma carga tributária alta. Quando você começa a colocar no papel todas as pontas, você vê que é impossível uma blusinha ser vendida por 19 reais no Brasil, tendo sido produzida no sul da Ásia e percorrendo estradas e oceanos para chegar até a arara do shopping mais perto de casa”.

“Eu passei a entender que uma peça que custa R$ 20 não é normal ao passo que uma que custa R$ 20 mil também não. Hoje, eu prefiro comprar peças com valores medianos de marcas que sei que estão tentando trabalhar de maneira justa”, pondera Marina Colerato.

A estilista Flávia Aranha,  que prima pelo uso de tecidos e pigmentos vegetais, explica: “É caro e inacessível para grande parte da população. Então é necessário entendermos que o volume precisa ser repensado e que a qualidade precisa ser boa, para que os produtos que a gente compre durem mais também”.
A vlogger Nátaly Neri, do canal Afros e Afins, também aponta que o preço pode dizer muito sobre uma peça, mas é preciso ter cuidado. “Claro que nem toda peça cara é sinônimo de processo justo, vide grandes marcas que são sempre denunciadas. Vale a pena buscar saber mais sobre os processos produtivos dos locais em que escolher comprar”.

André Carvalhal acaba de lançar o livro “Moda com Propósito”, em que ele disserta sobre toda esta nova fase do consumo consciente. Para ele, seguir este estilo de vida é “garantir a sobrevivência dos nossos descendentes”. “O planeta está doente. As pessoas estão doentes em níveis físicos, mentais e energéticos. Se continuarmos com o nosso estilo de vida atual, dependendo do consumo desenfreado e inconsciente, vamos criar condições desfavoráveis à nossa sobrevivência”, explica. 

Joanna Moura, dona do blog Um Ano Sem Zara, acredita que não há um futuro sem empatia, por isso esta luta é tão importante: “Sustentabilidade nada mais é do que empatia pelo mundo e pelo restante da raça humana”.

 

DICAS PARA QUEM ESTÁ COMEÇANDO



A dica de André para o primeiro passo neste movimento é simples: pesquisar. “Existem sites, eventos, feiras e muitos conteúdos específicos direcionados ao tema. As opções não param de crescer”, ele afirma. “São várias ações em conjunto, mas todas vêm da consciência de que ter uma vida mais preocupada com as pessoas e o meio ambiente volta a nosso favor”.


A fundadora da Insecta Shoes também reforça: “Existem ótimas leituras e documentários sobre o assunto, que esclarecem de forma bem didática os problemas na cadeia de moda e como ela é poluente. Acho que uma das maiores referências atuais nesse assunto é o documentário The True Cost, que dá um panorama muito completo sobre a gravidade da situação toda”. 

Os questionamentos são uma grande parte para dar um passo maior rumo ao consumo sustentável como Nátaly Neri relembra: “Precisamos ter 30 blusinhas diferentes, que são descartadas a cada nova tendência? Ou podemos investir em algo bacana e bonito, que respeita o trabalho dos outros e contribui para um mundo melhor e mais justo?”.
Joanna Moura ainda ajuda a desmistificar o termo: “A palavra sustentabilidade parece complicada, mas não é. Tem um monte de coisas simples que você pode mudar na sua rotina agora mesmo pra tornar a sua vida mais sustentável. Depois que comecei a me interessar pelo assunto percebi que mudar não é difícil: passei a reciclar o lixo, evito produtos descartáveis, compro mais a granel, opto por produtos locais e orgânicos, consumo menos carne. Enfim, é um contínuo processo de olhar para a sua rotina e entender: como posso melhorar?“. 

Carla Lemos finaliza com um lembrete importante: “Respira e não pira. A gente ainda vive em um mundo que não foi feito para você ser sustentável. E você vai encontrar muitas barreiras e frustrações no caminho, mas o importante é ter consciência e ajudar a espalhá-la”.


Dizy Ayala

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