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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Estudo mostra que galinha atual é símbolo do impacto do homem na natureza


Animal foi domesticado há 8 mil anos, mas a criação em larga escala para o comércio alterou a morfologia da espécie.

O ser humano alterou completamente a morfologia das galinhas de criação em apenas algumas décadas, algo que se manifesta em corpos enormes, patas deformadas ou corações enfraquecidos, afirma um estudo publicado na revista Royal Society Open Science.

"A galinha de criação moderna é irreconhecível em comparação com seus ancestrais ou seus congêneres selvagens", explica à AFP Carys Bennett, da Universidade de Leicester, na Inglaterra, coautora da pesquisa, que destaca "o esqueleto superdimensionado, uma composição química dos ossos e uma genética distintas".

Oriundo do sudeste asiático, o animal foi domesticado há quase 8.000 anos, mas foi apenas a partir dos anos 1950, com a busca por ritmos de crescimento mais elevados, que começaram a formar uma nova espécie morfológica, aponta o estudo.

"Bastaram algumas décadas para produzir uma nova forma de animal, quando geralmente são necessários milhões de anos", afirmou Jan Zalasiewicz, também da Universidade de Leicester e coautor do estudo.

Apreciada por sua carne e seus ovos, a galinha é a carne mais consumida do mundo na atualidade. Hoje, o mundo tem 23 bilhões destes animais. "A massa total de galinhas domésticas é o triplo de todas as espécies de aves selvagens reunidas", destaca Carys Bennett.

Embora alimentem boa parte da humanidade, as galinhas de criação também representam um bom exemplo da forma como nós modificamos os organismos vivos que se desenvolvem na Terra e "um marcador potencial do Antropoceno", o período atual, marcado pela influência do homem nos processos terrestres, destacam os pesquisadores.

"Uma evolução trágica se consideramos as consequências para estas aves", afirma Carys Bennett. 


Via Estado de Minas Internacional

Nota do Blog Ação:

Convém salientar que das condições insalubres a que estão expostos e das alterações genéticas efetuadas nesses animais decorrem diversas doenças que os atingem e, por consequência, lhe são administradas vacinas e antibióticos para minimizar seus efeitos. Esse é o ambiente propício para o surgimento das super bactérias e a carne derivada de seu abate carrega consigo toda essa carga química e de potenciais doenças infecciosas para aqueles que a consomem.

Galinhas de produção têm vírus 100 vezes pior que o coronavírus, alerta cientista norte-americano.


O consumo de animais é fator de risco para a saúde humana, ambiental, uma vez que todos os dejetos dos animais são despejados no solo e rios próximos às propriedades, e ainda causa dor e sofrimento a milhares de animais sencientes, sem a menor necessidade. Podemos ter uma alimentação saudável e sustentável ao preferir alimentos de origem vegetal.

Dizy Ayala


Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Surto de Coronavírus na China tem origem animal e está 'mutando e se espalhando' em outros países.


O coronavírus mortal  que surgiu na China está se adaptando e sofrendo mutações, alertaram autoridades chinesas nesta quarta-feira, 22/01/20, enquanto o número de casos confirmados continuava a crescer.

Quase 500 pessoas foram infectadas em todo o país, com o total de mortes aumentando para pelo menos 17, todas na província de Hubei, onde os primeiros casos foram registrados em dezembro.
O surto teve origem em Wuhan, capital da província de Hubei, e causa febre, tosse e dificuldades respiratórias. Segundo a Agência de Notícias Alemã, os coronavírus podem infectar animais e pessoas, causando doenças que variam do resfriado comum a doenças graves, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS).
As autoridades de saúde confirmaram a transmissão de humano para humano, e os casos começaram a se espalhar para outras cidades chinesas e no exterior. O principal meio de transmissão é através das vias respiratórias e a mutação permite espalhar ainda mais a doença, disse Li Bin, vice-diretor da comissão nacional de saúde da China.

Os casos têm sido associados ao mercado público de frutos do mar em Wuhan. Ainda que alguns mamíferos aquáticos possam portar o coronavírus, como a baleia-beluga, também são comercializados no mercado outras classes de animais selvagens vivos, o que inclui galinhas, morcegos, coelhos e cobras — e são apontados como fontes mais prováveis.

Em Wuhan, que possui 11 milhões de habitantes, as autoridades locais estão pedindo às pessoas que evitem grandes reuniões sociais nos esforços para conter a disseminação e estão impedindo a importação de gado e animais selvagens para a cidade, disse Li.

Nota: Convém destacar que já houve episódios recentes da chamada gripe aviária e gripe suína  emergindo da China. Que a intensa atividade de exploração animal para uma grande demanda de carne no país mais populoso do mundo está a adoecer milhares de animais. Inclusive, foram reportados episódios de doenças respiratórias graves e fatais em porcos, chamados de deltacoronavírus suíno em 2012 e 2014, confira aqui https://news.osu.edu/new-pig-virus-found-to-be-a-potential-threat-to-humans/ , que geraram por parte das autoridades uma busca frenética por medidas para contenção das epidemias, que já na época representavam risco de contágio a humanos. A partir de então cientistas trabalharam na mutação genética desses animais para tentar evitar doenças. Conforme artigo https://www.stlucianewsonline.com/gene-edited-farm-animals-are-on-their-way/ Dentre as preocupações, além do maltrato animal, está o fato de que os produtos de animais modificados podem desencadear alergias ou que genes neles inseridos entrem no DNA humano. 

E, por fim, em 2019, foi reportada a morte de milhares de porcos por peste suína. Agora, a contaminação é atribuída a morcegos, que além de infectar porcos, também fazem parte do cardápio da China. Ou seja, além dos impactos ambientais da pecuária, como o aquecimento global e a poluição fortemente percebida nos países asiáticos, o sofrimento animal tem gerado doenças com novos e cada vez mais potentes vírus, inclusive nos humanos e, na tentativa de contê-los, com um verdadeiro coquetel de medicamentos, a resistência a antibióticos.  Prefira uma alimentação à base de plantas e tenha uma vida mais saudável, preservando o meio ambiente e vidas animais.

A doença despertou alarme em lugares como Taiwan, Hong Kong, Coréia do Sul, Tailândia e Filipinas, onde autoridades disseram que montariam zonas de quarentena ou examinariam passageiros da China em busca de sinais da doença.

A embaixada dos EUA na China emitiu um alerta de saúde instruindo os viajantes a Wuhan a evitar animais, mercados de animais, carne não cozida e contato com pessoas doentes.
mais
Em todos os países da Ásia e de lugares tão distantes quanto os EUA, foram adotadas medidas de triagem nos aeroportos para viajantes vindos da China, em um esforço para conter o surto. A Coréia do Norte também fechou suas fronteiras para todos os turistas estrangeiros, a maioria dos quais visita da China.
Medidas de saúde pública na China também foram implementadas, incluindo a triagem de passageiros em Wuhan, para evitar a repetição do surto de SARS, que se originou na China e se espalhou globalmente, matando quase 800 pessoas em 2002 e 2003.

Há uma grande preocupação em torno do Ano Novo chinês, no fim de janeiro, período em que centenas de milhões de pessoas viajam. Cingapura e Hong Kong tem escaneado passageiros que chegam de avião de Wuhan, medida que autoridades dos Estados Unidos passaram a adotar desde a última sexta-feira em três grandes aeroportos em San Francisco, Los Angeles e Nova York.

Os EUA, Coréia do Sul, Japão e Taiwan confirmaram um caso cada. Também, mais recentemente, a Rússia comunicou um caso.
"Os indivíduos devem procurar atendimento médico se desenvolverem sintomas respiratórios dentro de 14 dias após visita a Wuhan, na China", recomenda o Dr. Nick Phin, vice-diretor do Serviço Nacional de Infecção do Public Health England.
Uma reunião de emergência foi convocada pela Organização Mundial da Saúde hoje em Genebra para determinar se o surto de coronavírus constitui uma emergência de saúde global e intensificar os esforços para conter a infecção.

Fonte:
https://www.telegraph.co.uk/news/2020/01/22/coronavirus-outbreak-china-rises-440-cases-9-deaths/https://aawsat.com/english/home/article/2077051/mystery-illness-china-caused-coronavirushttps://www.nationalhogfarmer.com/animal-health/bats-attributed-new-coronavirus-killing-pigs-chinahttps://www.seudinheiro.com/2019/onu/fao-eleva-para-7054-milhoes-numero-de-animais-eliminados-por-peste-suina/





















Dizy Ayala
Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
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