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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Top 5 Marcas de Chocolate Vegano


Top 5 Marcas de Chocolate Vegano


Por Dizy Ayala

Nas opções de chocolates sem leite, o sabor do cacau prevalece, diminui o teor de gordura e  açúcar no sangue e as vaquinhas agradecem!

Segue abaixo a relação de algumas das principais marcas nacionais 
de chocolates sem lactose, leite de vaca ou produtos de origem animal
e links dos sites com a linha de produtos e pontos de venda:

Chocosoy


Os chocolates Chocosoy são produzidos pela empresa Olvebra.
Tem várias opções de sabores, todas com leite vegetal de soja.


Tri-gostoso 

A marca Tri-gostoso produz seus chocolates com alfarroba.
Opção sem açúcar, sem lactose e sem glúten.
acesse http://tri-gostoso.com.br/


Tnuva 

A Tnuva tem chocolates de variados sabores e todos sem lactose.
Possui selo internacional kosher.
acesse http://www.tnuva.com.br/pontosdevenda.php


Chocolah

Os chocolates Chocolah tem certificação da Ecocert com garantia de produto orgânico e variados sabores com opções sem lactose.
acesse http://www.chokolah.com/chokolah/index.php#menu


Genevy

A Genevy tem uma linha bem variada de chocolates sem lactose, glúten, caseína ou qualquer ingrediente de origem animal. Com opções com ou sem açúcar.
acesse http://www.chocolatesgenevy.com.br/

Opções estrangeiras

A Zotter é uma marca austríaca com vendas no Brasil. 
Tem várias opções de chocolates finos orgânicos, sem lactose e veganos. 
acesse http://loja.zotterbrasil.com.br/

A Rede Carrefour (francesa) tem produção própria de chocolates Carrefour, cacau 70%, sem leite ou produtos de origem animal com distribuição em todo território nacional.


Há várias opções de chocolates artesanais veganos anunciados na web, particularmente nos grupos veganos no facebook e que são também vendidos em feiras e empórios de alimentos naturais.


Pode interessar:
Não basta ser 0% lactose
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2016/01/nao-basta-ser-0-lactose.html


Dizy Ayala
Defensora dos Direitos dos Animais, 
Formanda em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Página no facebook

Ação pelos Direitos dos Animais  


terça-feira, 18 de agosto de 2015

A Revolução do Couro Vegetal e as Grifes de Ponta




A Revolução do Couro Vegetal e as Grifes de Ponta

Por Dizy Ayala

É importante ressaltar que as expressões couro sintético, couro vegetal e couro ecológico, muito usadas no país, na verdade estão em desacordo com a legislação brasileira. No Brasil, existe a lei 4.888/65, que determina que apenas produtos feitos em pele animal podem receber a denominação “couro”. 
Por esses tecidos terem uma aparência e, às vezes textura, semelhantes ao couro, passaram a ser associados à palavra, porém com processos de produção mais sustentáveis. Pela legislação, se o couro não é legítimo, ou seja, feito de pele animal, não pode receber essa denominação.
O fato é que independentemente da denominação, alinhar sustentabilidade e moda se tornou um importante motor na indústria de tecelagem. 
A matéria-prima vegetal pode ser usada para roupas, sapatos, bolsas, uma vasta gama de acessórios de moda e estofamentos. Não só é mais rentável, mas também mais forte, como uma alternativa mais durável e sustentável ao couro animal.












O Látex é uma matéria-prima obtida da seiva da seringueira, na Amazônia.



Começou a ser produzido a partir de projetos sociais de sustentabilidade.





 Assim que é feita a coleta a partir do tronco das árvores, o látex é transformado em tecido. Na floresta, os seringueiros usam a defumação. Em um barracão fechado, acende-se a fornalha e a fumaça sobe, aquecendo o ambiente.


O látex é derramado sobre uma manta de algodão. A partir do calor, se fundem os dois materiais em um tecido emborrachado e a fumaça ajuda na coloração. Com auxílio técnico, foi possível eliminar o forte odor do tecido, característico da vulcanização da manta, com a defumação com coco de babaçu.
A produção foi ampliada, com apoio de entidades como o Sebrae, difundindo para além das comunidades, com distribuição para outros estados, como São Paulo.

É possível produzir pastas, bolsas e sapatos a partir desse material que se parece com o couro e possui ótima qualidade.















Exemplos de belos calçados artesanais produzidos na Amazônia que vem conquistando mercados internacionais!





A Ananas Anam Ltda, empresa criada pela designer de acessórios Carmen Hijosa, acaba de desenvolver o Piñatex, um material feito a partir das folhas do abacaxi, que pode substituir o couro na fabricação de sapatos, bolsas e até estofados.

Macio, leve, flexível, moldável e de fácil tingimento, o produto, que começou a ser desenvolvido nas Filipinas, já foi testado de acordo com as normas internacionais de ISO para ruptura, costura, resistência ao rasgo, resistência à tração, luz e solidez da cor e resistência à abrasão.


As fibras são extraídas das folhas, em comunidades agrícolas, por agricultores que ainda podem utilizar o subproduto desse processo como fertilizante orgânico.

 "Segundo a designer Carmen, o produto pode ser tingido, impresso e tratado, conferindo a ele diferentes texturas."




Toda a pesquisa e desenvolvimento desse material ecológico foi feito nos laboratórios da Royal College of Art, de Londres, em uma parceria com a Camper, Puma e o designer Ally Capellino, para lançar produtos utilizando o Piñatex.

Outro grande passo está sendo dado com Richard Wool, engenheiro de pesquisa nos Estados Unidos, que desenvolveu o que ele chamou de eco-couro artificial. O eco-couro é produzido a partir de fibras naturais tais como: algodão ou linho misturado com milho, soja e outros óleos vegetais. As fibras são montados em camadas múltiplas. O resultado é muito convincente e muito semelhante ao do couro dos animais.




A boa notícia é que o interesse nesse material aumenta exponencialmente e empresas como Nike, Puma e Adidas solicitaram amostras a fim de experimentar esta inovação verde, que irá fornecer produtos livres de matéria animal.
 
O produto ainda está em fase de testes. De qualquer forma, é certo que esta inovação é muito promissora para o futuro dos animais. 
 
Como Richard mesmo diz, "nós podemos projetar um couro de qualidade muito melhor do que o de um animal. É realmente uma situação ganha-ganha para os homens e para os animais".
 
Agora só cabe à criatividade dos designers desenvolver peças inovadoras com matéria-prima ecológica e sustentável, livre de sofrimento animal, e as empresas aderirem e fomentarem essa inovação no mercado!





Acre Latex Design Lab
O Látex que vem do Acre produz roupas, calçados e acessórios
que agradam mercado interno e estrangeiro








Dizy Ayala


Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Formanda em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
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Ação pelos Direitos dos Animais  
dizyayala@gmail.com






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