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quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Polônia proíbe produção de peles de animais

 


O Presidente da Polônia acaba de assinar uma lei que proíbe a criação de peles de animais.

Depois de mais de 10 anos de investigações, campanhas e pressão implacável, a criação de peles, no segundo maior país produtor de peles do mundo, está a chegar ao fim.

Todas as fazendas de peles polonesas fecharão até 2033, o mais tardar, poupando mais de 3 milhões de animais todos os anos de uma vida de confinamento e crueldade.

Milhões de visons, raposas, chinchilas e cães-guaxinim nunca saberão sobre as jaulas em que os seus antepassados sofreram.

Esta vitória pertence a todos os ativistas, investigadores, apoiantes e organizações que se recusaram a desistir.

O futuro é #furfree

Raposa na fazenda de peles, Polônia, dezembro de 2024 por @rloviconi


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

sábado, 29 de novembro de 2025

Semana de Moda de Londres proíbe peles de animais exóticos, a partir de 2025


A partir de 2025, a Semana de Moda de Londres (London Fashion Week) irá proibir o uso de peles de animais exóticos, como crocodilos, jacarés e cobras, nas coleções apresentadas durante o evento.


Essa iniciativa dá continuidade ao banimento das peles tradicionais, prometido em 2018 e implementado, oficialmente, em dezembro de 2023.


Apesar de muitos designers londrinos já evitarem o uso de peles exóticas, a oficialização dessa proibição consolida o posicionamento do evento e evidencia a diferença em relação a outras grandes semanas de moda, como Milão, Paris e Nova York, que ainda permitem essa prática.


Enquanto Londres lidera esse movimento entre as grandes semanas de moda, outros eventos ao redor do mundo também vêm adotando medidas similares.


Melbourne e Copenhague, por exemplo, baniram penas de animais selvagens, enquanto Helsinque proibiu o couro, incentivando o uso de alternativas sustentáveis e éticas.


Embora essa seja uma mudança modesta, no contexto global, é um passo importante na direção certa.


Com a variedade de alternativas livres de exploração animal disponíveis, criar moda sem crueldade é mais viável e acessível do que nunca.


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

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sexta-feira, 7 de outubro de 2022

Copenhagen Fashion Week realiza pela primeira vez evento completamente sem peles de animais

 



A Copenhagen Fashion Week (CPHFW) aconteceu no último mês de agosto, na capital dinamarquesa, e, pela primeira vez, baniu completamente o uso de peles de animais.

 

Na edição do ano passado, a PETA e outras organizações de proteção animal, realizaram protestos do lado de fora do evento e criaram campanhas pelo fim desse absurdo, alegando que "pele é morte, e não um acessório de moda".

 

Os organizadores da CPHFW anunciaram ainda no início deste ano que haviam proibido peles em suas passarelas, pelo interesse no bem-estar animal e na sustentabilidade.

 

Desse modo, o evento se alinha às semanas de moda de Londres, Amsterdä, Oslo e Helsinque que já proibiram peles. A Finlândia foi ainda mais longe ao banir todo o couro animal dos seus desfiles.

 

Essa mudança pode vir a pressionar Milão e Paris a seguirem o exemplo e abandonarem as peles e, idealmente, tudo que explore os animais.

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

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