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segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Búfalas de Brotas – crueldade com animais expõe a realidade da indústria de laticínios.




O caso teve início há pouco mais de uma semana, em Brotas (SP), quando um fazendeiro da pecuária de leite desistiu da atividade por questões, meramente, financeiras, trocando a atividade por produção de milho e soja para alimentar animais tidos como de produção. O fato é que ele, simplesmente, abandonou seu rebanho, nada menos que 1000 búfalas, sentenciando os animais à morte, lenta e dolorosa.

Como o fazendeiro foi arrendando a propriedade para o cultivo, acabou por encurralar as búfalas em um pequeno espaço de terra, sem que as mesmas tivessem qualquer fonte de alimento ou água. Com a apuração da polícia, presume-se que tal situação já perdura por quatro meses!

Por conta de serem fêmeas explorados para o leite e seus derivados, como o queijo de búfala, a maioria delas está grávida, o que agrava ainda mais a terrível situação a que foram submetidas.

Búfalas vieram a óbito com seus bebês no ventre, outras deram à luz e não sobreviveram, bem como muitos dos filhotes.

Assim que tomaram conhecimento do caso, um coletivo de protetores se organizou, junto ao grupo do Santuário Vale da Rainha. Eles tiveram autorização judicial para adentrar na propriedade. Patrícia, que junto ao esposo são os mantenedores do santuário, relatou que no primeiro momento a cena era desoladora, com várias carcaças, odor pútrefo e evidências do desespero dos animais, ao constatar as cascas das árvores arrancadas, como uma tentativa de alimentação. Estava evidente que além de um crime contra os direitos dos animais, também um crime ambiental estava ali configurado.

O proprietário da fazenda foi preso no dia 11/11 e liberado após pagamento de fiança. Foi autuado por maus tratos e irá responder por cada animal encontrado.

Foi, então, montado um hospital de campanha para atender os animais, lhes prestando os primeiros socorros, para evitar mais mortes em agonia. Porém, o fazendeiro proibiu, no último fim de semana, a entrada dos protetores para prestar esse serviço voluntário para salvar os animais. O que só foi revogado ao final deste domingo.

Hoje, com representação jurídica, junto à OAB, na pessoa de Reynaldo Velloso, medidas cabíveis serão adotadas para responsabilizar, criminalmente, o fazendeiro e auxiliar os protetores para que possam dar seguimento ao trabalho de salvar vidas.

O caso tem gerado forte comoção pela situação de total abandono e agonia a que essas búfalas foram submetidas, em estado de prenhes.

Faço minhas as palavras de vários protetores, inclusive Patrícia, que mesmo diante de toda dor que presenciou, enfatizou que não se trata de demonizar o fazendeiro. Sim, ele tem de ser responsabilizado pelo crime de negligência que cometeu, inclusive crime ambiental. Muitos desses animais que morreram nem mesmo foram enterrados, pois ali há um lençol freático para o qual há risco de contaminação.

Para além desse crime hediondo, é fundamental que todos nós façamos uma revisão de consciência sobre nossas escolhas. Qual o impacto que elas geram? Quanta dor e sofrimento geram a outras vidas? Quanta degradação moral e ambiental a impactar o planeta?

O consumo de leite, queijo e outros derivados financia esse sistema cruel que é a pecuária leiteira. Animais são tratados como mercadoria e, quando não se tem mais interesse, são descartados.

Nas prateleiras dos supermercados estão os produtos dessa abjeta exploração e cabe a cada um de nós escolher aqueles livres de crueldade, para que não sejamos cúmplices do fazendeiro.

 

Agradecemos a todos os protetores que estão, com amor e coragem, cuidando desses animais.

A quem tocar o coração, peço que compartilhe esse artigo para que o caso ganhe mais visibilidade.

Para seguir acompanhando, acesse @bufalas_de_brotas

Quem puder colaborar com qq valor, o PIX é 14732153/0001-38

 

Imagem do inquérito publicada por Reynaldo Velloso

Informações a partir do relato de ativistas e de Patrícia, mantenedora do Santuário Vale da Rainha.


💗

ATUALIZAÇÃO: Presidente da ONG ARA, Alex Parente ficou como fiel depositário de todos os animais da Fazenda Água Sumida em Brotas, SP. Agora, cabe ao judiciário manter essa decisão.

 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Exploração animal, solução ou problema? 70% das doenças modernas em seres humanos são de origem animal.



Exploração animal, solução ou problema?

70% das doenças modernas em seres humanos 

são de origem animal.


Por Dizy Ayala

A exploração animal está diretamente relacionada aos maiores problemas humanos. Observe:

Mais da metade da água potável do mundo é destinada à produção de carne, leite, ovos, lã, couro, dentre outros produtos de origem animal. 
Enquanto isso, 1 bilhão de pessoas passam fome no mundo.

80% do trabalho escravo no Brasil encontra-se na criação de gado.

A criação de animais e o setor frigorífico é a atividade que mais gera ocorrência de doenças e acidentes de trabalho no Brasil.

70% das doenças modernas em seres humanos são de origem animal e são as que mais matam no mundo todo, como as doenças cardiovasculares e os principais tipos de câncer, como o de mama e de próstata. Isso gera também um prejuízo crescente à saúde e economia pública, todos os anos.

Estudos comprovam a relação de que práticas cruéis aos animais tendem à dessensibilização humana e, portanto, a evoluir para atos insensíveis também contra humanos.

Quando você considera o veganismo passa a enxergar o animal não-humano como indivíduo e não como propriedade. 

É possível com atitudes simples, deixar de compactuar com práticas cruéis e não sustentáveis, como:

* Substituir carnes, laticínios e ovos por alimentos vegetais;
Saiba mais sobre o Programa Nutricional My Plate
recomendado pela ONU
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2014/09/voce-tem-fome-de-que-voce-come-para.html

* Evitar roupas que contenham couro, lã, pele;
Campanha para renovar o guarda-roupa
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2016/04/campanha-para-renovar-o-guarda-roupa.html

* Recusar produtos de empresas que testam em animais;
Lista de produtos não testados em animais
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2016/04/lista-de-produtos-nao-testados-em.html


* Não frequentar eventos que façam uso de animais como zoos, aquários, rodeios.




Dizy Ayala
Defensora dos Direitos dos Animais, 
Formanda em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Página no facebook

Ação pelos Direitos dos Animais  

Saiba mais sobre estes e outros temas no livro Uma Escolha pela Vida 
e faça você também um consumo consciente 
com maior qualidade de vida, respeito ao meio ambiente 
e as outras espécies que o dividem conosco.

Adquira já o seu! Informações no link

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Não se trata "apenas" de dó do bichinho.

Não se trata "apenas" de dó do bichinho.


Por Dizy Ayala

O sentimento de compaixão pelos animais é o mesmo em relação às pessoas. Aquelas que tem na indústria da morte, o seu ofício.

Enquanto é cômodo para as pessoas que frequentam os supermercados visitar suas prateleiras e adquirir os produtos fatiados nas bandejas, outras estão diariamente com as mãos e os corpos manchados do sangue de inocentes, que lutam e se debatem por suas vidas.

O quanto é conveniente pagar o preço para um outro alguém cumprir a malfadada tarefa de matar? 
A linha de produção atroz que transforma homens em potenciais assassinos como diversos estudos já apontam. A relação desse perfil de pessoas que, habituados ao ato de matar, estão mais propensos à prática desse mesmo ritual de morte com seres humanos.

Quantos casos abafados de demência. Também os humanos tem tempo determinado dentro da linha de produção. Quando começam a pifar estão fora da linha de montagem.

Enquanto isso confortavelmente em sua "inconsciência", o público consumidor se seduz pelos anúncios do capricho do paladar. A associação não é com a linha de produção, senão apenas com as fatias de bacon tostando ou a ostentação de fartos hambúrgueres.

Objetos de consumo tem sua linha de produção aberta à visitação como no caso dos carros, roupas e cosméticos, apesar destes últimos, em alguns casos, também conterem casos de crueldade, mas o que dizer da linha de produção da indústria da morte? Quantos de nós são capazes de acompanhar a produção na jornada de trabalho dos matadouros e seus matadores.

Nas paredes celadas, nunca mostradas, senão pelos vídeos dos que tem dó de bichinho, os gritos ecoam, há luta corporal, sangue e excrementos de fundem e contaminam os leitos dos rios e solos, bem como as almas e corpos de seus algozes.

Quem vê apenas o produto da morte tem uma visão entorpecida da realidade.
A coisificação que desassocia vida animal de objeto de desejo, no caso comida.

E ainda que a crítica seja a linha industrial e a opção seja pelo abate nas propriedades, quem de nós seria capaz de matar um animal?
Mais uma vez é destinado a outro alguém a tarefa de matar. O animal criado próximos às famílias, até mesmo com estima, até o dia da sentença.

É bem verdade que a todos que vivem nas cidades é dada a comodidade de consumir sem produzir.
Toda linha de produção de alimentos é feita por alguns produtores, desde grãos até verduras e frutas. Porém, quando você perceber a diferença de visitar uma horta e um matadouro, você vai entender o porque de ser vegetariano.



Pode interessar

Do ponto de vista da saúde 
Programa My Plate recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e FAO (Organização para Alimentação das Nações Unidas)

Do ponto de vista ambiental

Do ponto de vista animal
Declaração de Cambridge, Stephen Hockins e Philip Low

Sobre Comportamento Social


Dizy Ayala
Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana
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quinta-feira, 31 de julho de 2014

A importância de nossas escolhas diárias de consumo


A importância de nossas escolhas diárias de consumo
Dizy Ayala

Movido por compaixão, pela não violência, pelas pessoas, pelo planeta e pelos animais o veganismo vem se expandindo por todo mundo! E isso acontece de uma maneira bastante simples através de nossas escolhas diárias de consumo. É abrangente, pois vivendo em uma sociedade de consumo, são essas escolhas que determinam boa parte da nossa ação como indivíduo, no grupo familiar, sociedade como um todo e no planeta. Por exemplo:

Escolhas do que você usa!

Em laboratórios de pesquisa científica inúmeros animais, inclusive cães e gatos, aqueles que estamos mais habituados a dedicar estima, são usados para testes que torturam e matam esses animais! Boa parte desses testes para produtos cosméticos, de higiene e limpeza! Aqueles produtos que a gente usa todo dia! Portanto se posso optar por um shampoo ou creme dental livre de crueldade, cruelty-free, eu o farei! É possível, há opções no mercado! E à medida que o consumidor está se afirmando nas suas escolhas, mais marcas e estabelecimentos estão se voltando para esse público.  É papel de cada um de nós direcionar o  consumo! Produtos vegan além de não testar, também não contém em sua composição nenhum ingrediente animal!


E mesmo para medicamentos, onde boa parte dos que estão no mercado, já tem seus princípios e efeitos comprovados, não carecem repetir os testes. Para novas substâncias, com o avanço da tecnologia, há vários métodos substitutivos que realizam testes com protótipos robôs, simuladores, testes in vitro com células tronco e também pele produzida em laboratório. Métodos que se aplicam também para o ensino. Para aqueles casos de universidades que ainda não se adaptaram a nova realidade, os alunos podem recorrer ao recurso de objeção de consciência, onde ele não é prejudicado por se negar a participar de aulas de vivissecção e/ou testes em cobaias.



lista completa de produtos e marcas que NÃO testam acesse http://www.pea.org.br/crueldade/testes/naotestam.htm


Escolhas do que você veste!

Optar por fibras vegetais ou sintéticas nas roupas e acessórios que você usa faz uma grande diferença! Você poupa o sofrimento de inúmeros animais que são esfolados vivos para obtenção de suas peles e em se tratando do couro dos bovinos, poupa-se, além da vida do animal, a contaminação do solo e rios pela ação dos dejetos dos curtumes, altamente tóxicos. Hoje, no Brasil, 70% dos calçados e acessórios já são em couro sintético. Dos 30% restantes a maioria ainda serve ao mercado de exportação. Produtos sintéticos não perdem nada em qualidade e ganham muito como ação ecológica! Pensando nisso é que empresas como a Picadilly são 100% sintéticas!

Escolhas do que te diverte!

Para algumas das opções ainda hoje reconhecidas como de diversão e lazer, animais são submetidos à prisão e maus-tratos. Em zoológicos eles estão completamente privados de sua liberdade e constantemente expostos aos olhares curiosos de seus frequentadores. Diferente do que a prática comum de retirar animais de seu habitat natural para encarcera-los em jaulas ou cubículos, os santuários acolhem animais que um dia já foram vítimas de tráfico, maus tratos em zoos ou qualquer outro dano. Esses locais se  empenham em conferir espaço e vida digna àqueles animais que não tem condições de retornar à natureza ou precisam apenas de um período de recuperação para serem reinseridos. O mesmo se aplica aos aquários. Animais marinhos e mesmo pequenos peixes necessitam de espaço aberto para nadar e não viver uma vida inteira em uma vitrine de vidro.
Quanto você pagou por seu ingresso?
Eu paguei com minha liberdade.

Rodeios, vaquejadas e touradas são tortura trasvestida de cultura. Não há graça nenhuma em ver um animal sendo induzido a um comportamento de angústia e dor para que aquele que se impõe através de instrumentos de tortura se sinta mais valente!








E por fim o circo com animais, modelo ultrapassado, onde animais são adestrados de maneira cruel para realizar proezas diante do público.



Uma vez que você e sua família deixam de frequentar esses locais, esvazia-se o público e perde-se o efeito desses “espetáculos”. É o que vem acontecendo em algumas cidades de Portugal e Espanha no que diz respeito às touradas, onde há forte pressão da população para o fim dessa prática.

Aqui no Brasil, muitos grupos estão atuando pelo fim dos rodeios, algo bastante polêmico aqui no sul, uma vez que se atribui ao tradicionalismo gaúcho, o que não serve de argumento, uma vez que estamos aqui para evoluir em conceitos e moral.

Poderia seguir falando dos casos de caça, safaris turísticos, mas proponho adentrar em outro quesito fundamental onde podemos fazer toda a diferença!

Escolhas do que você come!

A escolha do que você coloca no prato tem um efeito fundamental sobre sua saúde e a maneira como atua em relação a outras espécies e ao ambiente.

À princípio ouso afirmar que toda criança nasce vegan e em algum momento de sua vida ela foi ensinada a comer animais e condicionada a entender que aquele mesmo animalzinho a quem ela dedica afeto irá lhe servir de alimento.
Campanha Manifestação pela Vida
ocorrida em junho 2014 PoA/RS


A única coisa que os difere é a maneira que você os vê
É na infância que temos contato com inúmeros personagens como a galinha pintadinha, a quem a criança se afeiçoa. Porém, gradativamente esse vínculo vai se desfazendo e por convenção social passamos a ver alguns animais apenas como comida.


Ao afeto são determinadas algumas espécies em específico, como cães e gatos, apesar de não haver diferença alguma entre um porco e um cachorro, entre um boi e um gato, ou mesmo as galinhas. Todos são seres sencientes, capazes de sentir dor, assim como os humanos. E mais, em recentes pesquisas realizadas ano passado pelo neurocientista Philip Low, foram comprovados níveis de consciência em animais como o porco, proporcionais a uma criança de 4 anos! Segundo suas próprias palavras, isso muda tudo, não é mais possível dizer que não sabíamos, animais sentem dor e sentem a empatia( a dor do outro). São capazes de se organizar como grupos e se importar com sua própria sobrevivência e dos demais.


Se não bastassem os argumentos com base na moral e ética, a produção de produtos animais é considerada por órgãos internacionais, como a ONU como insustentável.

A pecuária em uma escalada industrial e brutal em seus números é a principal responsável pela degradação do meio ambiente. O pasto que avança em áreas de floresta e em apenas 3 anos desgasta o solo o tornando impraticável para cultivo de qualquer outra cultura.


Os recursos hidrográficos dispendidos para a produção de carne e a poluição da atmosfera são outros alarmantes motivos para recorrer a outras alternativas de alimentação.

E como toda boa indústria que pretende exclusivamente o lucro, em pouco tempo e a baixo custo, organiza suas estruturas de maneira a confinar os animais cada vez em espaços menores e obter seu produto cada vez mais rápido, através do uso de hormônios, antibióticos e muita crueldade.

Sem contar que se toda a produção de grãos destinada para produzir um único bife fosse direcionada diretamente ao consumo humano iria alimentar 40 pessoas.
Pode-se dizer que acabaria a fome no mundo se todos optassem por uma dieta vegetariana!

Quando você decide deixar de comer animais você se torna um verdadeiro salva-vidas!


E o que difere um vegano de um vegetariano, em termos alimentares. Eu diria que Informação!

Quanto ao leite, o queijo e os ovos, ainda está muito presente em nossa mente a fantasia da fazendinha feliz, onde a vaquinha oferta o leite e a galinha, em seus ninhos de palha, nos presenteia com ovos.
Porém, a realidade é bem diferente e cruel!


Todo leite produzido pela vaca, assim como qualquer outra fêmea da ordem dos mamíferos, inclusive as mulheres, é produzido para seu filhote. Ou seja para manter a indústria leiteira, as vacas são induzidas ao cio, por meio de hormônios, e inseminadas, ou seja estupradas, para que fiquem grávidas. E tão logo, nasça seu bezerro, ele é afastado de sua mãe, porque afinal seu leite será destinado aos humanos! Mãe e filho são submetidos à dor da separação, onde a vaca estará constantemente grávida, sem nunca poder ser mãe e quando esgotar suas forças o que acontece por volta de 2 a 3 anos, ela vai para o abatedouro.


O bezerro, em fazendas exclusivamente leiteiras é morto logo após seu nascimento e descartado. Para aquelas que se especializaram na produção de carne, eles são mantidos em celas, isolados um a um e morrendo lentamente pois não são alimentados, se tornam anêmicos, pois assim a carne torna-se mais macia.
A chamada carne de vitela ou baby beef!

 Quanto aos ovos, pintos são produzidos em chocadeiras e tão logo eles nascem são separados por gênero. Machos, não irão por ovos, portanto não tem função para a indústria, são descartados, às centenas, em sacos plásticos morrendo por asfixia, ou serão conduzidos por uma esteira, onde deslizam para um triturador que os mói vivos! São esses pintinhos triturados, com penas, bicos e olhos que se tornam nuggets! As pintainhas serão as poedeiras, que tem seus bicos imediatamente serrados, pois no confinamento, proporcional a um tamanho A4, elas se bicam e se auto mutilam! Ficam confinadas nessas gaiolas, por toda a sua vida, sem descanso, induzidas a comer e colocar o maior número de ovos e quando adoecem e os antibióticos não fazem mais efeito, seguem para o abate!



"Uma vez que você abre os olhos para a cruel realidade que os animais suportam em fazendas de criação intensiva, laboratórios de pesquisa, etc. você se torna mais compassivo com tudo ao seu redor e começa a fazer diferença para aqueles que sofrem. Isso beneficia não só a você, mas também todas as outras vidas que você está tocando." Robert Cheeke (fisiculturista vegano e autor do livro Bodybuilding and Fitness)


Material informativo contendo os tópicos descritos acima, 
de forma reduzida, com links para mais informações,
distribuído ao público em geral,
em manifestações, palestras e lugares comerciais.


Dizy Ayala


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