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sexta-feira, 26 de novembro de 2021

Pelo Fim do Massacre dos Golfinhos! Assine a petição.

 


Pelo Fim do Massacre dos Golfinhos! Assine a petição.

https://secure.avaaz.org/campaign/po/end_the_dolphin_grind_rb_loc/?bhjfjhb&v=136768&cl=18863376384&_checksum=76021c0723cf4b406df304d4392e3b8cc27235492e43474c5186bf78f3054256


Vamos chegar a 1.000.000

 

Os locais das Ilhas Faroé chamam isso de "Grind" -- uma caça brutal em que centenas de golfinhos são presos e esquartejados numa baía.

Mas este ano foi diferente.

Mais de 1.400 golfinhos foram levados para a praia e abatidos um a um. Golfinhos aterrorizados foram também arrastados enquanto mães grávidas e crias eram mortas. Muitos foram asfixiados na areia. Dias mais tarde, outras 53 baleias-piloto foram mortas.

Os golfinhos são uma das espécies mais inteligentes da Terra. Têm memórias e chamam-se a si próprios pelo nome. Compreendem a alegria… e o luto. Imagine o terror que enfrentaram naquela enseada sangrenta.

Estas caçadas brutais têm de acabar.

Mais de metade dos cidadãos das Ilhas Faroé querem que a caça aos golfinhos cesse, e após enorme indignação pública, o Primeiro Ministro comprometeu-se a rever os regulamentos de caça -- mas agora há um grande risco de que essa revisão seja apenas superficial. Não podemos deixar isso acontecer -- com um milhão de vozes, podemos fazer com que isso volte à pauta do dia e exercer uma enorme pressão sobre o Primeiro Ministro. Assine com um clique -- antes que a próxima caçada aconteça.

https://secure.avaaz.org/campaign/po/end_the_dolphin_grind_rb_loc/?bhjfjhb&v=136768&cl=18863376384&_checksum=76021c0723cf4b406df304d4392e3b8cc27235492e43474c5186bf78f3054256


Ao Primeiro Ministro das Ilhas Faroé, Bárður á Steig Nielsen:

Como cidadãos de todo o mundo, entristece-nos profundamente a recente caça aos golfinhos nas Ilhas Faroé -- um sentimento partilhado por mais de metade do povo faroense. Juntos, acreditamos que estas caçadas devem ser proibidas. Embora respeitemos as tradições culturais, o mundo está mudando e todas as nossas culturas têm que evoluir. Apelamos a que coloque uma moratória completa sobre estas caçadas enquanto é realizada uma avaliação científica rigorosa, com a sincera esperança e convicção de que devem acabar de vez.

Via Avaaz


 Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quinta-feira, 18 de junho de 2020

#StopYulin Milhões assinam pelo fim do festival de carne de cachorro.




Pesquisa chinesa Horizon, encomendada pelo grupo chinês China Animal Welfare Association, em colaboração com a Human Society International e Avaaz, aponta que a maioria dos cidadãos chineses (64%) quer ver o fim do festival Yulin.

Há apenas alguns dias do infame festival de Yulin, os matadouros de cães da cidade estão cheios de animais aterrorizados, capturados com a finalidade de serem abatidos brutalmente para o consumo de sua carne. Muitos desses animais foram roubados de casas e ruas antes de serem transportados para Yulin. 

O festival de Yulin é um espetáculo sangrento que não reflete os hábitos alimentares da maioria do povo chinês, e sua continuação despreza o sentimento expresso pelo Ministério da Agricultura. O Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China oficializou há três semanas que os cães são companheiros e não "animais" para comer.

Como observou o Ministério: “as atitudes e apetites sobre os cães mudaram e agora é hora dos matadouros de cães de Yulin depor a faca do açougueiro e entregar o festival aos livros de história”.

A declaração oficial do Ministério confirmou o que a maioria das pessoas que participaram do processo de consulta pública manifestou, a oposição a considerar cães como animais de consumo. 

A mesma afirma, ainda, que os cães têm uma longa história de domesticação, tradicionalmente ajudando a proteger a casa da família, passando a ser companheiros e animais de estimação, procurando e resgatando cães policiais, ajudando aqueles com deficiência visual e geralmente tendo um relacionamento íntimo com os humanos. 

Observa, também, que a lista de animais da FAO das Nações Unidas não inclui cães e que, internacionalmente, os cães não são tratados como animais de consumo. (Almejamos pelo dia que TODOS os animais, seres sencientes, saiam do cardápio).

A declaração é concluída refletindo sobre o fato de que os tempos estão mudando e que a conscientização e a dieta das pessoas também, incluindo mudanças em algumas tradições e costumes em relação aos cães.

 Fatos sobre o comércio de carne de cachorro na China

  • Trinta milhões de cães por ano são mortos em toda a Ásia por carne. Estima-se que existam mais de 90 milhões de cães e gatos mantidos como animais de estimação na China. Estima-se que 10 milhões de cães por ano são mortos para o comércio de carne de cachorro na China.

  • A Organização Mundial da Saúde adverte que o comércio de cães espalha raiva e aumenta o risco de cólera.

  • A maioria das pessoas na China não come cães; na verdade, a carne de cachorro é consumida com pouca frequência por menos de 20% da população chinesa. Uma pesquisa de 2017 revelou que, mesmo em Yulin, sede do festival de carne de cachorro, a maioria das pessoas (72%) não come carne de cachorro regularmente, apesar dos esforços dos comerciantes de carne de cachorro para promovê-la. 

  • Em toda a China, uma pesquisa realizada em 2016 pela empresa de pesquisa chinesa Horizon e encomendada pelo grupo chinês China Animal Welfare Association, em colaboração com a Humane Society International e Avaaz, descobriu que a maioria dos cidadãos chineses (64%) quer ver o fim do festival Yulin , mais da metade (51,7%) acha que o comércio de carne de cachorro deve ser completamente proibido e a maioria (69,5%) nunca comeu carne de cachorro.

Dados da Human Society Internacional / China

Dizy Ayala
Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Ambientalista e Defensora dos Animais.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos


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quinta-feira, 3 de maio de 2018

União Europeia acolhe proibição total dos pesticidas que matam as abelhas.


União Europeia acolhe proibição total dos pesticidas que matam as abelhas.  

Todos os países da União Europeia acolheram o clamor da opinião pública pela proibição total dos pesticidas que matam as abelhas.  

O movimento iniciado há 07 anos teve iniciativa e coordenação da organização Avazz junto a várias entidades ambientalistas, de proteção à fauna e flora e de nutrição humana. E junto aos colaboradores de todo o mundo foram “catalisadores” dessa vitória. Algumas das estratégias utilizadas foram a divulgação de uma sólida petição que contou com 05 milhões de assinaturas, o engajamento na consulta pública na EU, passando por financiamento coletivo a cientistas, até correr atrás de ministros em aeroportos.
 Um oficial da Comissão Europeia escreveu: "Agradecemos muito a vocês por seus esforços e dedicação ao assunto!"

A resolução proíbe o uso dos inseticidas mais usados mundialmente, os neonicoticóides, que matam abelhas e outras espécies polinizadoras, inclusive aves.

Os neonicotinoides representam uma classe relativamente nova de inseticidas e que resguardam grande semelhança química à nicotina. O primeiro e principal neonicotinóide do mundo, o imidaclopride, foi introduzindo em meados da década de 90 pela multinacional alemã Bayer. Alem de apresentarem grande potencial de contaminação ambiental, preocupante é a altíssima toxicidade que os neonicotinóides apresentam às abelhas. Para piorar esse cenário, os neonicotinóides são atualmente a classe de inseticidas mais usada no mundo. Milhões de litros são despejados nas lavouras todos os anos.

No Brasil, Lionel Gonçalves, professor da USP, criou o movimento “bee or not to be” para alertar as autoridades e o público em geral sobre o problema. “Uma previsão catastrófica de Einstein falava que, se um dia, as abelhas desaparecessem da natureza, os homens desapareceriam em seguida”, revelou.

Saiba mais aqui

A medida enfrenta as maiores indústrias químicas do mundo e as pressiona a desenvolver um modelo completamente novo de agricultura não tóxica! Dave Goulson, Professor de Biologia, Universidade de Sussex referenciou que esta é uma vitória fantástica para a ciência e para o meio ambiente; os membros da Avaaz deveriam estar orgulhosos do papel que desempenharam para garantir esse resultado".

Um dos principais argumentos usados para adiar uma votação era que os agricultores não tinham alternativas a estes produtos químicos e eram contra a proibição. Então, o time da Avaaz reuniu agricultores orgânicos e convencionais a favor do banimento em uma carta aberta que desmascarou essa ideia, e a publicou por toda a UE -- desde La Libre Belgique na Bélgica a Dagens Nyheter na Suécia. Até mesmo o maior sindicato de agricultura da Itália se uniu a nós! 
Membros da Avaaz foram de país em país pressionar pela proibição

França
A campanha começou em 2011, quando um milhão de membros da Avaaz encorajou a França a assumir a liderança deste assunto e banir os neonicotinóides no país. E, governo após governo, continuamos clamando pela liderança da França no assunto. Até que a Avaaz encontrou no Ministro do Meio Ambiente francês, Nicolas Hulot, um importante parceiro o qual lutou firmemente para que a UE banisse de vez os neonicotinóides. 
Após a votação de sexta-feira, Hulot disse: "São boas notícias para as abelhas, mas também são boas notícias para a humanidade. O paradigma está mudando e eu quero homenagear a forte mobilização popular que levou isso adiante!"

Alemanha
Vencer na Alemanha era a nossa próxima batalha! Ao longo dos anos, os membros da Avaaz, de maneira incansável, entregaram nosso clamor pela proibição a três ministros da agricultura sucessivos. Em um certo ponto, o ministro precisou configurar um novo email devido o alto volume de mensagens enviadas por nossos membros! Como pressão final, conduzimos uma pesquisa de opinião que mostrou aos ministros da Agricultura e do Meio Ambiente que os eleitores de seus partidos apoiavam a proibição, e funcionou! E, finalmente, a Alemanha optou pelo banimento! 

Reino Unido
Durante anos, o Reino Unido representou um bloqueio. Inclusive, o ex-Secretário do Meio Ambiente chegou a classificar as mensagens dos membros da Avaaz como um "ataque cibernético". Mas ano passado, após a Avaaz e seus parceiros fazerem uma forte pressão nacional, o país se tornou um líder para salvar as abelhas. Há rumores que nenhum outro tópico gerou tanto volume de correspondência entre membros do parlamento e seus eleitores!

Depois que as três maiores nações europeias estavam a bordo, países menores como Irlanda, Luxemburgo, Áustria e Eslovênia se uniram. Mas ainda não era suficiente para garantir a vitória...

Para ganhar a maioria qualificada, precisávamos que Espanha e Itália se unissem a nós
Então, nas últimas semanas, focamos toda nossa energia para ganhar em ambos os países:
·  Conduzimos pesquisas de opinião que mostravam que 87% dos espanhóis e 78% dos italianos queriam a proibição;
·  Publicamos anúncios nos principais jornais El Mundo e Il Sole;
·  Enviamos uma enxurrada de mensagens no Facebook e Twitter direcionadas aos ministros, e os entregamos as opiniões de agricultores e cientistas; e
·  Falamos com políticos e oficiais dia após dia, até a manhã da votação. Inclusive, foi um membro do time da Avaaz que avisou um funcionário do Gabinete em Madri que a Espanha tinha votado sim – estávamos tão envolvidos no assunto que anunciamos as notícias sobre o voto do seu próprio governo!

O membro do parlamento espanhol, Juan López de Uralde, (Unidos Podemos/EQUO) disse: "Nada disso teria sido possível sem a mobilização de milhões de pessoas que exerceram pressão nos governos para que isso fosse feito."

Mas não paramos por aqui, também fomos com tudo para os Países Baixos, Grécia, Polônia e outros países menores... 

Países Baixos
Algumas semanas antes da votação, nos Países Baixos, três membros da Avaaz iniciaram sua própria campanha nacional para salvar as abelhas que rapidamente viralizou e apoiada por 10 dos cientistas mais importantes do país, dois ex primeiros-ministros e até mesmo uma princesa! Depois, conduzimos uma pesquisa de opinião mostrando que quase 80% dos eleitores holandeses apoiavam o banimento -- e entregamos a campanha diretamente para o ministro da Agricultura do país. O ministro pegou a petição para "emoldurar e pendurá-la no corredor"! Assim, dois dias antes da votação, os Países Baixos se posicionaram a favor do banimento! 
Grécia
Na Grécia, enviamos nossa enorme petição ao Ministro da Agricultura, junto com pote de mel orgânico feito em sua cidade natal, e milhares de membros enviaram emails e tweets. Então, um dia antes da votação, garantimos uma notícia de primeira página no jornal pró governo mais lido do país e entramos em contato com o Vice-Ministro para conseguir falar com o próprio ministro por telefone. Finalmente, conseguimos falar com ele horas antes da votação, enquanto saía do avião! Quando ele soube que o banimento poderia depender do posicionamento da Grécia ele imediatamente se comprometeu a apoiá-lo! 
"As preocupações públicas sobre o impacto nas populações de abelhas na Grécia e na Europa têm sido muito fortes e duradouras para que a gente ignorasse."
-- Vangelis Apostolou, Ministro Grego de Agricultura e Alimentos

"Uma petição do movimento global da Avaaz, assinada por quase 5 milhões de pessoas a favor do banimento dos pesticidas que matam abelhas, foi o catalizador do resultado da decisão."
-- Efsyn – jornal grego

Foi um esforço enorme e longo para conseguir essa vitória. Parceiros como PAN, Greenpeace, Amigos da Terra e SumOfUs fizeram fortes campanhas junto com a nossa comunidade e trabalhamos de mãos dadas com cientistas, apicultores, líderes e políticos espetaculares.

Hoje, celebramos juntos. Este banimento pode representar a primeira mudança substancial na agricultura intensiva baseada em pesticidas em direção a um novo e emocionante modelo de agroecologia, no qual a produção de alimentos se dá em harmonia com a natureza e não contra ela.

Mas não podemos nos empolgar com nossas vitórias e esquecermos da luta. Temos que levar esta vitória aos EUA e ao Canadá, que analisarão proibições similares ainda este ano. E temos de seguir vigilantes na Europa -- a Bayer e a Syngenta apresentaram uma contestação judicial perigosíssima no Tribunal de Justiça da União Europeia. Temos que continuar lutando no mundo todo se quisermos proteger nossa terra da desertificação e nossa preciosa biodiversidade do colapso.

Mas nosso movimento foi construído para este tipo de luta... e esta campanha maravilhosa mostra que se um número suficiente de pessoas como nós levanta a voz de forma inteligente, PODEMOS SIM fazer com que nossos governos protejam o bem público. Então, obrigada, obrigada, obrigada e fique de olho para a próxima batalha nessa luta!


Com amor e alegria,

Alice, Antonia, Emma, Ricken, Lisa, Iain, Nell, Pascal, Nick, Camille, Francesco, Daniel, Rene, Luis, Oscar, Spyro, Julie, Marie, Olivia, Joseph, Nick, Mia e todo o time da Avaaz 


Fonte: Avazz com acréscimos e edição da redação.


Dizy Ayala

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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Fechado em Hong Kong, o maior mercado de marfim do mundo


Fechado em Hong Kong, o maior mercado de marfim do mundo


Por Dizy Ayala

O mercado de marfim em Hong Kong é o maior do mundo e responsável pela morte de milhares de elefantes. Com o risco iminente de extinção destes animais, foi levado à votação no Conselho Legislativo de Hong Kong, o pedido do fim do comércio de marfim que contou com mais de 1 milhão de assinaturas, de pessoas de todo o mundo, em uma petição da Avazz.




Petição com 1.1 milhão de assinaturas pela proibição do mercado de marfim 
foi entregue ao Conselho antes da votação. 

A campanha contou com a divulgação de um video produzido pela WildAid Hong Kong que demonstrava as terríveis consequências do comércio do marfim. E que alerta sobre a possível extinção dos elefantes no planeta. O impacto é tão grande da ação violenta e cruel dos caçadores, que alguns elefantes começaram a nascer sem presas, como um último e surpreendente recurso evolucionário de sobrevivência à crueldade humana. Segundo uma recente pesquisa, 98% das fêmeas em algumas regiões africanas não tem mais presas! 

A boa notícia é que pela primeira vez na história a China - maior importadora de marfim do mundo - anunciou que vai proibir esse comércio.

E com a denúncia de mercados de marfim na Europa - maior exportadora de marfim do mundo - , a próxima etapa da campanha é a de exigir o seu fim também.

É evidente que o mercado legal de marfim dá cobertura para a venda ilegal, perpetuando assim o extermínio dos elefantes. Tendo em vista que a União Europeia tem desempenhado um papel de liderança na luta contra a caça e a China está fora do mercado, não há justificativas para a Europa continuar permitindo a venda de marfim. 

Participe você também desta campanha urgente e compartilhe com todo mundo! Vamos fazer uma grande mobilização para acabar com o comércio de marfim para sempre.


Os elefantes são animais incríveis que defendem e ajudam uns aos outros, agrupam-se em famílias, são capazes de reconhecer a morte e fazer luto pela perda de seus entes.



Dizy Ayala

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segunda-feira, 10 de julho de 2017

A caça é uma desgraça!


A caça é uma desgraça!


Animais de várias espécies são caçados, todos os dias, por esporte, por um capricho do paladar, bem como por suas peles. O fato de esta prática estar presente ainda nos dias atuais, não a faz menos cruel, diante de um mundo dito civilizado e evoluído. Com o uso de artefatos e emboscadas que geram muita dor e sofrimento, a caça é uma verdadeira desgraça!

 








Animais como este na foto são vítimas de armadilhas que os prendem para que, depois de muita dor e sofrimento, a pele do animal morto seja vendida para aqueles que, ainda nos dias de hoje, têm coragem de usar!

Embora a maioria dos animais mortos por sua pele tenham origem de terríveis indústrias e fazendas para obtenção de peles, todos os anos as armadilhas matam 10 milhões de animais tais como guaxinins, coiotes, lobos, castores, lontras, raposas, chinchilas e muitos outros.

Há vários tipos cruéis de armadilhas, desde as que ficam submersas na água até armadilhas de metal, as mais usadas, que prendem e esmagam a pata do animal. Este dispositivo simples, mas cruel tem sido banido em 88 países e em vários estados dos Estados Unidos como a Califórnia, Flórida, Rhode Island, New Jersey, Massachusetts e Washington. 


Conheça o Manifesto da Rede Animalista do Brasil contra o PL 6268/2016 de autoria do Dep. Federal Valdir Colatto - PMDB-SC que pretende liberar a caça de animais silvestres e a sua eutanásia em centros de triagem.
Dê seu apoio e assine a petição pela proteção aos animais e à vida selvagem! 


divulgação Acapra https://www.facebook.com/direitosanimaissc/


Dê seu apoio à campanha em Portugal

Assine a Petição: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT84351Movimento pela Abolição da Caça à Raposa





Armadilha mais utilizada para prender o membro do animal. 
Conhecida como legholder. 


Quando um animal pisa em uma armadilha, as garras da armadilha se fecham e prendem a perna esmagando-a. O animal irá freneticamente lutar sentindo uma indescritível dor à medida que a armadilha adentra e corta a sua carne, geralmente até o osso, mutilando a pata ou perna. 
Alguns animais, principalmente as mães desesperadas para voltar para seus filhotes, lutam tão vigorosamente que chegam a tentar torcer ou mastigar seu membro perdido para tentar fugir. Esta luta pode durar horas. No final, o animal sucumbe à exaustão e morre.

 
 



Coiote preso em armadilha



 Se os animais presos em armadilhas não morrem com a perda do sangue, infecção ou gangrena, eles provavelmente serão mortos por caçadores ou predadores. Vítimas das armadilhas submersas na água, incluindo os castores, podem levar até 20 minutos afogando-se.

Já que muitos animais presos são mutilados por seus predadores antes que os responsáveis pelas armadilhas retornem, armadilhas suspensas são normalmente usadas. Esta armadilha funciona como a armadilha que prende a pata ou a perna do animal, só que os animais presos a ela são puxados para cima e ficam pendurados pelo seu membro preso à armadilha até morrerem ou até a chegada da pessoa, que matará o animal se ainda estiver vivo.

Outros tipos de armadilhas para pegar os ursos normalmente esmagam o pescoço, aplicando uma pressão de muitos quilos sobre o animal. Os animais levam de 3 a 8 minutos para morrerem sufocados com esta armadilha.
     

Armadilhas nem sempre matam

Para aqueles animais que não morrem na armadilha, mais torturas aguardam por eles quando os caçadores de peles retornam. Para evitar estragar a “pele”, os caçadores normalmente batem no animal até que eles morram. A forma mais comum de matar é esmagar a cabeça do animal com um pé e, com o outro, apertar a área peitoral (bem perto do coração) por vários minutos, sufocando o animal até a morte.

"Vítimas Acidentais"

Todos os anos, cachorros, pássaros, gatos e outros animais, incluindo aqueles com perigo de extinção, são encurralados ou mortos por estas armadilhas. Os caçadores chamam estes animais de “lixo” porque não têm valor econômico. 

 
   





Cachorro "lixo" preso em armadilha

Preocupações Ecológicas

De fato, as armadilhas e suas consequências desequilibram as populações de vida selvagem: matando animais saudáveis, necessários para manter as espécies fortes e as populações que sofrem com a perda de animais que, sendo mãe ou pai, ao morrerem em emboscada, deixam seus filhotes vulneráveis a predadores e caçadores.

Caçar animais é um ato motivado por ganância e ignorância.


Você pode desencorajar estes atos cruéis não usando casacos de pele.
Abaixo, a lista de animais necessários para se fazer apenas 01 casaco de pele de comprimento médio:

125 arminhos 
100
chinchilas 
70
martas-zibelinas (passam em média 3.000 horas na armadilha)
50
martas canadianas (passam em média 3.000 horas na armadilha)
30
ratos almiscarados (passam em média 1.500 horas na armadilha)
30
sariguéias 
30
coelhos 
27
guaxinins (passam em média 2.400 horas na armadilha)
14
lontras (passam em média 1.200 horas na armadilha)
11
raposas douradas (passam em média 2.520 horas na armadilha)
11
linces (passam em média 1.080 horas na armadilha)
9
castores (passam em média 225 horas na armadilha)
16
coiotes (passam em média 960 horas na armadilha)

Fonte: http://www.uniblog.com.br/mundoanimalma/

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https://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/search?q=sem+peles+animais




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