Carne
de frango com salmonella rejeitada pela Europa
será vendida no Brasil
União Europeia confirma a
proibição de importar carne de frango para o bloco econômico de 20 frigoríficos
brasileiros do grupo BRF, a maior produtora mundial de frango, dona das marcas
Sadia e Perdigão.
O Brasil é o maior exportador de frango do mundo e
a União Europeia é seu principal comprador. O bloco é responsável por 7,5% do
frango vendido pelo país ao exterior, em toneladas, e 11% em receita, segundo
dados da ABPA.
"Nós confirmamos que os representantes dos
países votaram por unanimidade a favor de deslistar 20 estabelecimentos
brasileiros de exportar carne e seus derivados (especialmente frango). A medida
proposta pela comissão europeia é relativa a deficiências detectadas no sistema
brasileiro oficial de controle sanitário", disse a UE, em comunicado da
comissão sanitária.
A UE disse apenas que eles terão que
"construir um histórico de conformidade com as normas da UE", sem
especificar prazos e critério. Fontes da UE disseram à TV Globo que a
reabilitação dos frigoríficos pode levar anos.
Fonte: Marina Gazzoni e Marta Cavallini, G1
E você vai seguir comendo alimentos de origem animal, contribuindo com
empresas de caráter duvidoso, com a crueldade animal e com o risco à saúde da
população?
É preciso se questionar sobre a
segurança alimentar dos produtos de origem animal, uma vez que essas
irregularidades tem sido recorrentes, envolvendo todos os postos da cadeia
produtiva desde o matadouro até as empresas de produção de alimentos.
Preserve sua saúde e prefira
alimentos vegetais. Você tem a opção de se alimentar de alimentos frescos,
saborosos e saudáveis e não em decomposição ou vergonhosamente maquiados e
adulterados, com prejuízo a sua saúde e seu bolso.
Saiba mais
Fraude escandalosa na indústria
brasileira da carne é revelada pela Polícia Federal.
Veja o que recomenda o modelo
nutricional mundial da ONU, amparado no mais completo estudo sobre alimentação
humana, realizado pela Universidade de Harvard.
Retorno da famosa campanha publicitária "Mamíferos", sucesso na década de 1990, pretende fomentar o setor de lácteos no Brasil através da Parmalat.
Mais um capítulo da fraude do leite!
Após as mais de seis edições da chamada Operação do Leite Compensado que revelou inúmeras fraudes no setor de distribuição de leite com adulterações, onde foram adicionadas água oxigenada, uréia e até formol nos lotes de leite, agora, empresas autuadas como a Batavo e a Elegê fecham negócio com a Parmalat para movimentar o setor.
Com sede na Itália, a Parmalat, após um escândalo financeiro foi retirada do mercado em 2004.
Em 2011, a empresa francesa do setor alimentício Lactalis assumiu o controle do grupo italiano.
Em 2013, a Lácteos Brasil (LBR), pediu recuperação judicial.
A LBR, em 2014, teve lotes identificados pelo Ministério da Agricultura com problemas de contaminação no leite cru adquiridos de fornecedores do Rio Grande do Sul e foi notificada pelo Procom por não alertar aos consumidores sobre as consequências à saúde pela ingestão do produto.
Em setembro do mesmo ano, a empresa de alimentos BRF fechou um acordo para vender suas unidades e marcas de láteos para a Parmalat, por 1,8 bilhão.
A BRF é a 7a maior companhia de alimentos do mundo em valor de mercado, detentora das marcas Sadia, Perdigão, Qualy, Batavo e Elegê.
Houve um declínio acentuado no consumo de leite e seus derivados, segundo levantamento divulgado pela Associação Brasileira de Produtores de Leite, a Leite Brasil em 2015. Seja pelo esquema de irregularidades ou seja pela opção do consumidor por evitar alimentos de origem animal, há uma maior informação sobre os malefícios do leite na saúde humana e também sobre a exploração animal.
Através do ressurgimento da campanha dos mamíferos da Parmalat, com intenso apelo publicitário, pretendem mais uma vez fomentar as vendas.
Assista aqui:
A mais de um década, a Parmalat lançou uma promoção de troca de brindes que distribuiu cerca de 17 milhões de mascotes de pelúcia, na troca das embalagens de leite. Está a considerar a possibilidade de relançar a promoção nessa nova edição.
E quem não se lembra dos mamíferos da Parmalat!
Adulto ou criança, todos foram cativados pela carinha linda dos bichinhos de pelúcia.
Também deu o que falar a origem irregular dessas pelúcias, importadas da China! O que teria oportunizado o lucro nas vendas, uma vez que não tiveram custos de produção nos brindes.
Naquela primeira edição, muitas das pelúcias eram animais de fazenda, interpretados pelas criancinhas vestindo fantasias. Porcos, vacas, ovelhas, entre outros.
Eu mesmo fui cativada por eles, antes de tomar conhecimento sobre a cruel indústria leiteira.
Enquanto esses bichinhos fictícios eram afagados no colo de adultos e crianças, os verdadeiros animais eram explorados nos currais pela indústria da carne e laticínios.
E mesmo agora, na nova edição, com animais silvestres representados, eu pergunto no que difere uma categoria de animais em relação aos outros, senão o especismo?
Especismo é determinar que algumas espécies animais sejam categorizadas como produtos, simples ingredientes, enquanto espécies selvagens, sejam preservadas. Ou os domesticados, cães e gatos, sejam tratados como membros da família.
São os animais de fazenda, submetidos à exploração para o consumo humano de produtos de origem animal.
Em se tratando especificamente do leite, o ser humano é a única espécie que pretende bebê-lo mesmo na idade adulta!
A natureza concebeu que toda fêmea da espécie animal concebesse o leite materno para o seu próprio filhote!
O leite da vaca é para o bezerro!
Não é apenas uma questão de intolerância ou não à lactose, a caseína, hormônio presente no leite, não foi feito para o metabolismo humano e sim para o bezerro.
Não há benefícios comprovados na obtenção de cálcio e ferro como amplamente divulgado, por conta da diferenciação na síntese desses componentes, no organismo humano.
Para saber mais assista o video do Dr. Lair Ribeiro, cardiologista e nutrólogo sobre
O mito do leite! Por que estamos todos sendo enganados? Acesse e imagem
Laticínios não fazem parte de uma alimentação saudável afirma estudo da Universidade de Harvard
Contrariando a própria natureza, o ser humano tem retirado desses animais o direito de viver sua própria existência, os mantendo cativos em uma indústria cruel.
Para a produção do leite, vacas são separadas dos filhotes, pois seu leite será destinado aos humanos. Estarão constantemente grávidas, por meio de inseminação, uso de hormônios e antibióticos, sem nunca serem mães. Os bezerros, no confinamento se tornam anêmicos, até que sigam para a morte tornando-se carne de vitela ou baby beef.
É preciso quebrar a fantasia da fazendinha feliz. Hoje toda fazenda que pretende fazer parte da cadeia produtiva já faz uso do maquinário e manejo instituídos pela indústria leiteira.
Prefira leites vegetais, eles são nutritivos e funcionais e não maltratam os animais!
Há várias opções no mercado!
O leite não tem que vir da vaca!
Aprenda 12 receitas de leite vegetal!
Cosméticos
e limpeza: BioBriz, Lavarte, Minuano (Flora),
Francis
Albany, Hydratta, Neutrox, Ox.
Ração:
Funpet (ração para animais).
Outros: Canal rural, Banco
original, Megashop outlet, Dupe, couro e seus produtos
derivados como calçados, bolsas e estofamentos.
Também é fornecedora de carne para a rede McDonalds no Brasil.
BRF Alimentos
Fonte: site oficial do grupo J&S e BRF alimentos.
Empresas de exploração animal
costumam frequentemente estar envolvidas em escândalos financeiros, por
corrupção, trabalho escravo e crueldade animal. Prefira empresas de produtos
orgânicos e de origem vegetal, tanto do ramo de alimentos quanto de higiene,
vestuário e acessórios. Dando preferência a pequenos produtores para evitar o
financiamento de grandes corporações que só visam o lucro a qualquer preço.
Pode interessar
Conheça as 4 dicas para uma alimentação saudável, sem carne, indicada pela ONU.
Fraude escandalosa na indústria brasileira da
carne é revelada pela Polícia Federal.
Por Dizy Ayala
Investigação realizada pela Polícia Federal revela que os principais grupos de frigoríficos do país estão envolvidos na operação
chamada A Carne é Fraca em seis estados investigados: Paraná, São Paulo, Santa
Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás e no Distrito Federal. Trata-se da maior operação já realizada na história da PF.
Empresas de alimentos líderes de mercado global
também estão envolvidas no escândalo: a BRF alimentos, bem como a JBS em acordo
com agentes da Vigilância Sanitária que faziam vista grossa às irregularidades.
Executivos
do frigorífico JBS e da empresa BRF Brasil foram presos.
A BRF é a 7a maior companhia de alimentos do mundo em valor de mercado, detentora das marcas Sadia, Perdigão, Qualy, Batavo e Elegê.
Carne em decomposição foi mascarada com
produtos químicos e teve a produção adulterada com presença de papelão. Segundo
a PF, as empresas investigadas (entre elas, a BRF e a JBS)usavam carnes podres
com ácido ascórbicopara disfarçar o gosto, frango com papelão, pedaços de
cabeça no recheio de linguiças, e reembalavam produtos vencidos. (Exame)
Convém lembrar que, há dois anos atrás, já
havia sido relatada a adulteração da carne da JBS quando foi negada por
importadores na Europa por sua questionável qualidade. Nessa mesma época, é que
foram lançadas campanhas na mídia com celebridades globais para promover a
marca para o mercado interno. Ou seja, o embuste foi repassado ao consumidor brasileiro,
inclusive no repasse à merenda escolar das escolas públicas.
Foram revelados vários esquemas de corrupção,
com pagamento de propina aos órgãos competentes para liberação da carne por
parte de agentes públicos. A
operação detectou em quase dois anos de investigação que as Superintendências
Regionais doMinistério da Pesca
e Agriculturado Estado do Paraná, Minas Gerais e Goiás “atuavam
diretamente para proteger grupos empresariais em detrimento do interesse
público”.
Chefe da regional de Londrina recebia propina para ajudar as empresas fiscalizadas e, segundo a PF, usava franquia do Subway para lavar dinheiro. Ele é alvo de mandado de prisão preventiva pela Polícia Federal.
A carne adulterada também foi negociada no
exterior com alguns dos principais compradores: China, Hong Kong, Egito, Irã, Chile, Rússia Itália, dentre outros.
Será possível avaliar o dano à saúde causado
a tantas pessoas ao longo de todo o período dessa operação?
A operação Carne Fraca nos faz lembrar a recente
operação Leite Compensado, onde também houve fraude com a adulteração do leite e
seus derivados, com alto risco à saúde do consumidor.
É preciso se questionar sobre a segurança
alimentar dos produtos de origem animal, uma vez que essas irregularidades tem
sido recorrentes, envolvendo todos os postos da cadeia produtiva desde o
matadouro até as empresas de produção de alimentos.
Conheça a lista completa das empresas
envolvidas no link
Preserve sua saúde e prefira alimentos
vegetais. Você tem a opção de se alimentar de alimentos frescos, saborosos e saudáveis e não em decomposição
ou vergonhosamente maquiados e adulterados, com prejuízo a sua saúde e seu
bolso.
Conheça os 10 piores alimentos e aprenda a substituí-los.
Veja o que recomenda o modelo nutricional
mundial da ONU, amparado no mais completo estudo sobre alimentação humana, realizado
pela Universidade de Harvard.