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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Retorno da Campanha Mamíferos da Parmalat omite malefícios do leite e a exploração animal

Retorno da Campanha Mamíferos da Parmalat 

omite malefícios do leite e a exploração animal



Por Dizy Ayala

Retorno da famosa campanha publicitária "Mamíferos", sucesso na década de 1990, pretende fomentar o setor de lácteos no Brasil através da Parmalat.

Mais um capítulo da fraude do leite!

Após as mais de seis edições da chamada Operação do Leite Compensado que revelou inúmeras fraudes no setor de distribuição de leite com adulterações, onde foram adicionadas água oxigenada, uréia e até formol nos lotes de leite, agora, empresas autuadas como a Batavo e a Elegê fecham negócio com a Parmalat para movimentar o setor.

Com sede na Itália, a Parmalat, após um escândalo financeiro foi retirada do mercado em 2004.

Em 2011, a empresa francesa do setor alimentício Lactalis assumiu o controle do grupo italiano.

Em 2013, a Lácteos Brasil (LBR), pediu recuperação judicial.

A LBR, em 2014, teve lotes identificados pelo Ministério da Agricultura com problemas de contaminação no leite cru adquiridos de fornecedores do Rio Grande do Sul e foi notificada pelo Procom por não alertar aos consumidores sobre as consequências à saúde pela ingestão do produto.

Em setembro do mesmo ano, a empresa de alimentos BRF fechou um acordo para vender suas unidades e marcas de láteos para a Parmalat, por 1,8 bilhão.

A BRF é a 7a maior companhia de alimentos do mundo em valor de mercado, detentora das marcas Sadia, Perdigão, Qualy, Batavo e Elegê.

Houve um declínio acentuado no consumo de leite e seus derivados, segundo levantamento divulgado pela Associação Brasileira de Produtores de Leite, a Leite Brasil em 2015. Seja pelo esquema de irregularidades ou seja pela opção do consumidor por evitar alimentos de origem animal, há uma maior informação sobre os malefícios do leite na saúde humana e também sobre a exploração animal.

Através do ressurgimento da campanha dos mamíferos da Parmalat, com intenso apelo publicitário, pretendem mais uma vez fomentar as vendas.

Assista aqui:



A mais de um década, a Parmalat lançou uma promoção de troca de brindes que distribuiu cerca de 17 milhões de mascotes de pelúcia, na troca das embalagens de leite. Está a considerar a possibilidade de relançar a promoção nessa nova edição.

E quem não se lembra dos mamíferos da Parmalat!
Adulto ou criança, todos foram cativados pela carinha linda dos bichinhos de pelúcia.

Também deu o que falar a origem irregular dessas pelúcias, importadas da China! O que teria oportunizado o lucro nas vendas, uma vez que não tiveram custos de produção nos brindes.

Naquela primeira edição, muitas das pelúcias eram animais de fazenda, interpretados pelas criancinhas vestindo fantasias. Porcos, vacas, ovelhas, entre outros.

Eu mesmo fui cativada por eles, antes de tomar conhecimento sobre a cruel indústria leiteira.

Enquanto esses bichinhos fictícios eram afagados no colo de adultos e crianças, os verdadeiros animais eram explorados nos currais pela indústria da carne e laticínios.

E mesmo agora, na nova edição, com animais silvestres representados, eu pergunto no que difere uma categoria de animais em relação aos outros, senão o especismo?

Especismo é determinar que algumas espécies animais sejam categorizadas como produtos, simples ingredientes, enquanto espécies selvagens, sejam preservadas. Ou os domesticados, cães e gatos, sejam tratados como membros da família.

São os animais de fazenda, submetidos à exploração para o consumo humano de produtos de origem animal.

Em se tratando especificamente do leite, o ser humano é a única espécie que pretende bebê-lo mesmo na idade adulta! 

A natureza concebeu que toda fêmea da espécie animal concebesse o leite materno para o seu próprio filhote! 

O leite da vaca é para o bezerro!





Não é apenas uma questão de intolerância ou não à lactose, a caseína, hormônio presente no leite, não foi feito para o metabolismo humano e sim para o bezerro.

Não há benefícios comprovados na obtenção de cálcio e ferro como amplamente divulgado, por conta da diferenciação na síntese desses componentes, no organismo humano.

Para saber mais assista o video do Dr. Lair Ribeiro, cardiologista e nutrólogo sobre
O mito do leite! Por que estamos todos sendo enganados? Acesse e imagem





Laticínios não fazem parte de uma alimentação saudável afirma estudo da Universidade de Harvard


Contrariando a própria natureza, o ser humano tem retirado desses animais o direito de viver sua própria existência, os mantendo cativos em uma indústria cruel.

Para a produção do leite, vacas são separadas dos filhotes, pois seu leite será destinado aos humanos. Estarão constantemente grávidas, por meio de inseminação, uso de hormônios e antibióticos, sem nunca serem mães. Os bezerros, no confinamento se tornam anêmicos, até que sigam para a morte tornando-se carne de vitela ou baby beef.

É preciso quebrar a fantasia da fazendinha feliz. Hoje toda fazenda que pretende fazer parte da cadeia produtiva já faz uso do maquinário e manejo instituídos pela indústria leiteira.



Prefira leites vegetais, eles são nutritivos e funcionais e não maltratam os animais!

Há várias opções no mercado!

Sugestão de video que mostra os bastidores nas fazendas de leite
https://www.facebook.com/pelofimdoespecismo/videos/1596202380625772/



Dizy Ayala
Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Formanda em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos
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Uma Escolha pela Vida
Ação pelos Direitos dos Animais  
dizyayala@gmail.com




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e faça você também um consumo consciente 
com maior qualidade de vida, respeito ao meio ambiente 
e às outras espécies que o dividem conosco.

Informações no link

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Conheça os 10 Piores Alimentos e Aprenda a Substituí-los



Conheça os 10 Piores Alimentos e Aprenda a Substituí-los


1º e 2º LUGAR - Refrigerante Diet e refrigerante comum


Para começar, saiba que uma latinha de refrigerante tem pelo menos 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, em torno de 30mg de cafeína e, claro, corantes artificiais e sulfitos.

São necessários 30 copos de água para neutralizar a acidez do refrigerante. É por isso que as pessoas costumam declarar que não perdem a sede ao ingerir essa bebida! 

Imagine o trabalho que seus rins têm... E não são só os rins que sofrem! Os ossos também ficam prejudicados, já que liberam muitos minerais e cálcio para o sangue para ajudar a acabar com a acidez do refrigerante. Nosso corpo precisa do equilíbrio em acidez e alcalinidade.

Se refrigerante normal já é um veneno, o diet é ainda pior. Além de ser tão danoso quanto qualquer refrigerante, o diet tem aspartame – ou AminoSweet. Essa substância está relacionada com o aparecimento de muitas doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tontura, epilepsia, fadiga, dores de cabeça, perda auditiva, hiperatividade, insônia, dor nas articulações e muitos outros problemas.

A dica é consumir água e sucos naturais. Há também as opções em supermercados de sucos integrais, que contenham no rótulo a menção: Sem adição de açúcar, sem corantes ou conservantes. Ou faça você mesmo(a)! Opte por sucos de frutas. Dica: preparar com água mineral gaseificada, dá um sabor mais refrigerante ao suco!

3º LUGAR – Donuts 

Os donuts são mais populares nos EUA, mas também são consumidos aqui no Brasil. São ricos em gorduras trans. Esse tipo de gordura tem relação com doenças cardíacas, cerebrais e com o câncer. Como se não bastasse, rosquinhas fritas são cheias de açúcar, condicionadores de massa artificiais e outros aditivos que vão transformar cada rosquinha em uma verdadeira bomba calórica. 

As crianças adoram os cookies e há muitas opções no mercado, de granola, castanhas e bloquinhos de cacau. Uma opção maravilhosa é trazer seus filhotes ou alunos para fazer com você! O entusiasmo é enorme e os ganhos alimentares, certeiros! Experimente!

Obs. Ler o rótulo! Biscoitos Bell Vita, cookies Mãe Terra da Jasmine e bolachas Maria da Mossman são opções sem leite!

 4 – Cachorro-quente
Esse lanche popular está associado ao aumento de câncer no pâncreas. Um dos estudos efetuados por Michelle Schoffro Cook revelou que esse aumento chega a ser de 67%. O nome do vilão em questão é nitrito de sódio. Ele está presente em carnes processadas, salsicha, bacon, salame... E essa substância do mal é altamente cancerígena, tendo relação com leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebês. Há também estudos que comprovam que a substância pode causar câncer colorretal.

Uma em cada 10 salsichas tem vírus da hepatite E. Mulheres, nos três últimos meses de gravidez, são ainda mais suscetíveis.
Para preparar um saboroso cachorro-quente, dê preferência a salsichas veganas, o sabor assemelha-se em muito, porque o que vai determiná-lo é o tempero! Marcas Superbom e Goshen, disponíveis na rede Carrefour e Zaffari.
Superbom, a marca pioneira no Brasil, também oferece a 
maionese de origem vegetal Vegetale. Opção sem colesterol, pois não contém ovos, nem leite!

5º LUGAR – Bacon O consumo diário eleva a 42% o risco de doenças cardíacas e a 19% as chances de desenvolver diabetes. Um estudo feito pela Universidade de Columbia, nos EUA, constatou que ingerir 14 porções de bacon por mês (uma a cada dois dias) prejudica o funcionamento do pulmão e aumenta a incidência de doenças pulmonares. Opte por bacon vegetal (Tofurky) ou glutadela (Goshen).


6º LUGAR – Salgadinhos de batata

Se a batata frita tem acrilamida, cancerígena, os índices contidos nos salgadinhos de batatas (chips) são muito mais altos. Evite o consumo!

7 º LUGAR – Batata frita

O problema nas batatas fritas usuais não está só na conta da fritura e das grandes quantidades de gorduras trans, mas também na substância mais cancerígena de todas: a acrilamida, que se forma quando batatas brancas são superaquecidas. Também, a presença do óleo, que causa o mesmo efeito que o salgadinho: inflamações que aceleram e agravam problemas cardíacos, câncer e artrite.

Em todas as situações o sal deve ser apenas adicionado ao final, sobre as batatas. Se ele vai para o aquecimento, torna-se sempre mais prejudicial, pois libera doses sempre maiores de sódio.
 Quanto menos você comer, melhor. 
Dica: Vá introduzindo chips de batata doce, banana verde ou aipim (cortados crus). Adicionando o sal após a fritura, ficam deliciosos.

8º LUGAR – Pizza

Muitas famílias já se acostumaram a comprar as pizzas pré-prontas, congeladas, à venda em qualquer supermercado. Elas são feitas com condicionadores de massa artificiais e muitos conservantes. Você acha que está comendo pizza, mas seu corpo entende que você está engolindo potes de açúcar, pois é nisso que esses alimentos se transformam assim que você os ingere. Tudo de ruim, além de que os ingredientes leite e queijo e mais, derivados da carne, em nada auxiliam o necessário detox de uma culinária saudável. A pizza calabreza é uma das mais danosas à saúde!



Você não precisa deixar de comer pizza. Faça você mesmo com massas pré-prontas (fique atento aos rótulos) ou prepare massa caseira. Prefira queijos vegetais como tofu, Requeisoy e Superbom.

9º LUGAR – Salgadinho de Milho

É preciso cuidar com o consumo de alimentos transgênicos, e o milho, no geral, está no topo. 
A própria OMS (Organização Mundial de Saúde) declara que atualmente o milho causa problemas de saúde para os humanos. O cultivo acontece especialmente para ração animal e biocombustíveis, mas, por tradição, o consumo humano permanece, sem que o consumidor conheça os perigos da ingestão diária de transgênicos. 
Assim, hora de deixar de lado os salgadinhos de milho. Eles são capazes de alterar os níveis de açúcar no sangue, ocasionando aumento de peso e alterações de humor. Lembre também que os salgadinhos são fritos em óleo. Essa mistura de milho transgênico e gordura (geralmente também transgênica) pode induzir inflamações diversas.
Dica: Para substituir os danosos salgadinhos, nada como uma pipoca, feita ao velho estilo caseiro! Aquela na panela, não no microondas! Lembrem que o sal é adicionado somente após. A pipoca possui o chamado carboidrato do bem, pois na parte macia possui o amido resistente e na casca, antioxidantes e fibras.


10º LUGAR – Sorvete 
O sorvete é uma massa gelada doce e cheia de gordura. E que quase todo mundo adora. O problema é que esses produtos contêm altos níveis de açúcar que aumenta a hiperatividade especialmente em crianças, além de gorduras trans. Além disso, há os corantes, espessantes, conservantes e saborizantes, todos prejudiciais ao organismo. Além disso tudo, alguns tipos de sorvetes têm neurotoxinas, que são substâncias capazes de prejudicar o cérebro e o sistema nervoso de um modo geral.

Sorvete instantâneo de banana, feito com a fruta congelada



VOCÊ VAI PRECISAR DE: 6 bananas maduras   

MODO DE PREPARO: Descasque as bananas e coloque-as no freezer por 2 horas. Quando ficarem completamente congeladas é que estão no ponto ideal para virarem sorvete. 
Corte as bananas em fatias finas e as coloque dentro de um liquidificador ou processador de alimentos. 
Bata a banana por cerca de 30 segundos ou até que ela fique cremosa e macia, com a consistência de sorvete.
Você pode cobrir o sorvete com a geleia de morango ou melado de cana. Ambos combinam muito bem com o sabor de banana.
Também é possível misturar outras frutas no preparo (congeladas) para obter outros sabores.



É preciso ter atenção sobretudo às crianças, que costumam consumir os alimentos da “lista negra” com bastante frequência.
— Hoje, os principais problemas de saúde infantil são colesterol alto, diabetes e hipertensão precoces. Há ainda a obesidade, que implica risco maior de infarto e câncer quando a criança se tornar adulta — explica Valéria Abrahão Rosenfeld.
Para o nutricionista Marcelo Barros, do Instituto Nacional de Cardiologia, mais importante do que classificar os piores alimentos de todos os tempos é incentivar a mudança de mentalidade em relação ao que faz bem à saúde:
— O maior vilão não é a comida que faz mal, mas o pensamento das pessoas quanto aos alimentos bons. É preciso mostrar que o saudável também pode ser saboroso.


fonte: Estudo da nutricionista clínica canadense Michelle Schoffro Cook, membro da Sociedade Internacional de Medicina Ortomolecular, que elaborou um ranking das iguarias mais prejudiciais à saúde.

http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/saiba-quais-sao-os-10-piores-alimentos-para-corpo-humano-9960700.html#ixzz4GkXXYs3x

http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/08/conheca-os-10-piores-alimentos-e.html





Dizy Ayala
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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Você tem noção do que realmente se trata o "querido" nuggets tão ofertado às crianças?



Você tem noção do que realmente se trata o "querido" nuggets tão ofertado às crianças?

NUGGETS, COMO SÃO PRODUZIDOS:

* Ingredientes: tudo que sobrou de um frango. Sim: olhos, ossos, patas, miúdos, bico, etc.

* Como fazer: triture tudo bem trituradinho até que vire uma massa rosada e cremosa parecida com um sorvete. Para tirar as bactérias, inclua amônia (sim, a mesma de produtos de limpeza) na receita.

* Como servir: vai ficar muito fedido, então coloque um aromatizante para disfarçar e um pigmento para dar uma cor mais próxima à de carne mesmo. Corte em pedaços, empane, frite e sirva.

* O nugget é o reaproveitamento de muito material que seria desperdiçado, ou melhor dizendo, o que seria descartado pela indústria. A ciência de alimentos, com o uso de agentes químicos, pretende aumentar a quantidade de comida produzida tornando atraente as partes digamos não tão atraentes.

E ai, quem tá a fim de nuggets aí? — via Nutricionista Sara Bicalho.

Descarte da indústria de ovos. Todos os pintos machos são descartados ou moídos vivos para produção de nuggets, com bico, olhos e penas!


Prefira alimentos vegetais, preserve sua saúde e salve vidas!

Saiba mais sobre o modelo de alimentação saudável My Plate desenvolvido pela Universidade de Harvard e recomendado pela FAO (Organização para Alimentação das Nações Unidas) no link



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domingo, 31 de janeiro de 2016

Não basta ser 0% lactose!



Não basta ser 0% lactose!

Por Dizy Ayala


Com o mercado em ascensão na busca por produtos sem leite, fique ligado! Várias marcas que tem  leite de vaca na composição anunciam produtos 0% lactose. Mas não basta ser 0% lactose!

Seja por opção ou restrição alimentar, por alergia ou intolerância, as pessoas precisam ter o que se chama: segurança alimentar. Assegurar-se que o alimento é mesmo fonte de nutrição e não intoxicação! Especialmente no que diz respeito às crianças, gestantes e idosos.

Por meio de uma recente consulta pública, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pretende implementar mudanças em rótulos de alimentos com substâncias que podem causar alergia.

A proposta é colocar em evidência os ingredientes alergênicos, como cereais com glúten, crustáceos, ovo, peixe, leite, bem como os com algum potencial para alergia, em casos específicos, como a soja, amendoim, castanhas, nozes e sulfitos (presentes no vinho).

A ideia surgiu depois de ser criada a campanha #Poenorotulo, no Facebook, em 2015, por um grupo de 700 mães que têm filhos com alergia alimentar. O objetivo, segundo o perfil da comunidade da rede social, é alertar os consumidores sobre o risco que a falta de informação no rótulo pode trazer às pessoas com alergia alimentar.

Ingredientes como o leite estão presentes em boa parte dos produtos, desde a margarina até os biscoitos "água e sal". Não é apenas uma questão de intolerância à lactose. 

Lactose é o nome dado ao açúcar do leite e o que as pessoas tem, especialmente as crianças, é intolerância à proteína do leite. A caseína, hormônio presente no leite, não foi feito para o metabolismo humano e sim para o bezerro.

Não há benefícios comprovados na obtenção de cálcio e ferro como amplamente divulgado, por conta da diferenciação na síntese desses componentes, no organismo humano.



Assim como para toda a ordem dos mamíferos, o leite materno é concebido pelas fêmeas como principal fonte de alimento para seus filhotes, na primeira infância.

Porém, os seres humanos são a única espécie que pretende beber leite mesmo na idade adulta. 

O leite da vaca é para o bezerro! Para que seja concebido para alimentação humana, ele é adulterado desde a sua fonte, a vaca!

Para a produção do leite, vacas são induzidas ao cio, por meio de hormônios, para que estejam constantemente grávidas. Após os nascimento e separação de seu filhote, o leite desviado para o consumo humano virá da ordenha frequente ao ponto de inflamar o ubre, e tanto o pus quanto os antibióticos administrados estarão presentes no leite!




A própria proteína do leite, a caseína, produzida para o bezerro, quando sintetizada no organismo humano se torna caseomorfina. Para humanos a morfina está ligada a casos de diabete tipo 1, autismo e esquizofrenia.

Seguem-se então as várias alterações a partir daí, muitas delas para mascarar cheiro e aspecto, uma verdadeira maquiagem, com o uso de químicos, agressivos ao organismo e com potencial cancerígeno, como o formol.


Saiba mais em: Laticínios não fazem parte de uma alimentação saudável afirma estudo de Harvard
http://acaopelosdireitosdosanimais.blogspot.com.br/2015/06/laticinios-nao-fazem-parte-de-uma.html

Prefira leites e queijos vegetais, eles são nutritivos e funcionais e não maltratam os animais!




Há várias opções de queijos vegetais como o tofu, Queijoquinha, a linha de queijos da Superbom, entre outros. São muitas as opções de pastas vegetais, similares ao requeijão, inclusive com sabores como o queijo gorgonzola e provolone.




A Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia estima que 8% das crianças no Brasil são alérgicas. O consumo de leite está relacionado ao câncer, especialmente o de mama e o de próstata, osteoporose, alergias, dermatites, inflamações, infecções de repetição como amigdalites, bronquites, otites, sinusites, rinites.

Dependendo do grau da alergia, a pessoa pode ter choque anafilático, com fechamento da glote, e outras reações, que podem levar até a morte.


Programa Melhor pra Você: O Leite é um veneno, alerta nutrólogo

É de interesse público estar ciente do conteúdo dos alimentos para fazer valer os direitos do consumidor nas suas escolhas de consumo, seja por motivo de saúde e também pela opção de regime alimentar diferenciado.



Linha de sorvetes da Trivialy sem leite animal
A linha de produtos sem leite de origem animal só faz aumentar e você não precisa se privar! Há que se considerar que há um parcela significativa da população brasileira, em torno de 10%, com dieta vegetariana ou vegana. E nesse sentido há um empenho do consumidor por se informar acerca de muitos alimentos que tem aditivados ingrediente de origem animal, como o leite, corantes cochonilla (cascudos torrados) em salgadinhos e biscoitos, ácido láteo em chimias, gordura animal e ovos, entre outros. É preciso estar atento aos rótulos e procurar pelo SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) sempre que necessário.





O Código de Defesa do Consumidor (CDC) assegura o direito básico à informação adequada e clara com relação à composição do produto, além da quantidade, das características e dos riscos que apresentam. A obrigatoriedade de informação em embalagens está regulamentada na Lei 10.674, de 2003, que trata, por exemplo, do glúten. Pelo texto, o rótulo deve informar se no alimento contém ou não a substância, para segurança alimentar de pessoas portadoras de doença celíaca.
Em países europeus, essa rotulagem já é vigente desde 2003 e nos Estados Unidos desde 2006.
Art. 6º – São direitos básicos do consumidor:

I – a proteção da vida, saúde e 
segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos;

II – a educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a 
liberdade de escolha e a igualdade nas contratações;

III – 
a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem; (Redação dada pela Lei 12.741, de 2012)

IV – 
a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços;

V – a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;

VI – a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos.






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