China e Índia são os maiores
exportadores de couro do mundo.
Na Índia, as vacas são
consideradas sagradas, então, o gado é transportado em Bengala Ocidental, em
Kerala e nos matadouros de Dhaka, ilegalmente, da Índia para Bangladesh,
através do Rio Ganges, onde são recertificados como "produtos" de
Bangladesh.
2 milhões de animais são
transportadas em um raio de 4.000 km da fronteira.
Outros são transportados em
caminhões, onde o transporte de 4 animais é permitido, e eles carregam 70.
Muitos morrem no final da jornada. Os animais não têm permissão para comer e
beber água durante todo o trajeto.
Muitos animais são saudáveis e
inadequados para a indústria do couro, por isso quebram suas pernas e os enviam
para o matadouro.
Exaustos e famintos, os animais
desmaiam. Para que voltem a andar, aplicam o método de afogamento, conhecido
como "afogamento simulado".
Eles jogam um pano sobre o rosto
do animal e despejam água com o objetivo de causar afogamento, para que a vaca
se levante e se mova em direção ao abate. Outros são esfolados vivos.
Aqueles que conseguem chegar aos
matadouros têm as pernas amarradas e são mortos com marretas.
Os corpos dos animais mortos são
transportados para os 200 curtumes de Dhaka.
Os produtos químicos dos curtumes
estão poluindo tudo.
Existem 32.000 matadouros ilegais
na Índia, contra 3.600 legais.
A Índia exporta US$ 6 bilhões em
couro.
Há uma grande demanda da
Alemanha, EUA, Reino Unido, mas também de toda a Europa.
O couro não é um subproduto da
indústria... é um coproduto da indústria de laticínios e de carne.
Em muitos casos, é uma indústria
em si.
Animais vivos e saudáveis estão
sendo abatidos por esse motivo.
Não seja cúmplice da crueldade,
não use couro animal!
Use couro sintético ou alternativas veganas como
couro de cacto, abacaxi, cortiça, maçã, cogumelo etc.
Fonte: JUSTICE FOR ANIMALS VEGAN
GROUP (Myro Ligerou)
Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana. Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos |


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