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quarta-feira, 22 de julho de 2020

Empresa brasileira lança leite vegetal com textura e gosto de leite de vaca


Imagem Pamalani

Pamalani, empresa paulista fundada em 2014, no segmento de bebidas lácteas à base de plantas, lançou recentemente uma versão de leite vegetal com textura e sabor igual ao de vaca.

A linha é chamada de Eco Milk e possui 2 sabores: um neutro e outro de chocolate. Os ingredientes base da nova opção são o inhame e o coco.

Como garantia de que os produtos são livres de qualquer contaminação cruzada, eles possuem a certificação Kosher Parve.

“A bebida também é livre de caseína, colesterol, hormônios e antibióticos”, diz o CEO e fundador da empresa, Márcio Lemos.

Comparado ao leite de vaca, o Eco Milk é sem lactose e tem 25% menos gordura, 50% a menos de sódio e a mesma quantidade de cálcio.

Lemos também destaca que o novo Eco Milk apresenta o que os consumidores mais precisam neste momento. “É um produto excelente para a saúde, porque a sua base é composta de inhame e coco, dois ingredientes reconhecidos por ajudarem na melhora da imunidade do corpo a doenças”.

Além desses produtos, a empresa também conta com outros leites vegetais, de amêndoas, coco, castanhas, avelãs e macadâmia, e também iogurte vegetal, suco de uva, açaí orgânico e pães artesanais.

A linha pode ser encontrada na Casa Santa Luzia e nas redes Marchê, Muffato e Oba.

A Família Pamalani atua no mercado há seis anos, tendo se especializado em alimentos livres de glúten, leite e soja.

Fonte: hiperattivo Linkedin

Para conhecer e adquirir os produtos acesse


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e do Meio ambiente.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Vitória! Fazenda leiteira mais antiga da Califórnia torna-se vegana.




Fazenda de laticínio de 125 anos está fechando em Kings Country, na Califórnia. 

As razões citadas são de ordem econômica, à medida que os laticínios se tornam cada vez menos lucrativos, por conta de uma mudança de comportamento em relação ao consumo de produtos de origem animal em geral.

Conhecido como o mais antigo laticínio a oeste das Montanhas Rochosas, o Giacomazzi Dairy leiloou suas últimas 2.000 vacas e as trocou por amendoeiras.

"É um grande marco, poucas famílias duram tanto tempo em um setor", disse o produtor de leite Cornell Kasbergen. “Como essa fazenda leiteira tem mais de 125 anos, não é muito eficiente. Não é moderno, então temos que investir para atualizar esse negócio ou investir em outra coisa”, disse o produtor de leite Dino Giacomazzi.

Não foi uma decisão fácil para a família encerrar seu negócio de gerações, mas a pressão sobre a indústria de laticínios, devido aos baixos preços do leite, aos regulamentos e à mudança nas demandas dos consumidores, a tornaram necessária.

Muitas fazendas leiteiras estão se convertendo em culturas mais lucrativas. “É melhor você investir seu dinheiro em árvores... amêndoas, pistache, uvas. Existem muitas alternativas que proporcionam um retorno maior do que as vacas leiteiras”, disse Kasbergen.

Um capítulo é encerrado e outro começa para o clã Giacamazzi com o começo de sua comunidade em Hanford, como fazendeiros de amêndoas. Eles já têm mais de 400 acres de amendoeiras com planos de expandir para 900 acres em um futuro próximo.

As vaquinhas agradecem!

Fonte: Vegan News (Brandon Kirkwood)

Dizy Ayala
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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Crescimento do veganismo expande mercado de produtos lácteos a base de vegetais no Brasil, seguindo tendência mundial.



O mercado de produtos lácteos à base de vegetais é a nova grande aposta da indústria vegetariana do Brasil. Após a consolidação dos produtos à base de plantas que imitam o sabor e a textura da carne animal, como hambúrgueres e embutidos, agora é a vez dos leites vegetais. O grande diferencial neste caso é o perfil da demanda, que cresce com a mesma velocidade do surgimento de doenças e intolerâncias associadas ao consumo do leite animal – direcionando um público enorme para os leites alternativos.
Embora não exista um cálculo específico sobre o tamanho do mercado brasileiro de produtos livres de proteína animal, a Associação Brasileira de Supermercado (Abras) avalia que a demanda por produtos vegetarianos é maior do que a oferta no país e responde por boa parte dos R$ 55 bilhões faturados pelo segmento de produtos naturais, anualmente.
Empresários estimam ainda que o mercado vegano tenha crescido a uma taxa anual de 40%, nos últimos anos, em média.
Os dados refletem um fenômeno social: atualmente, 14% da população se declara vegetariana, segundo pesquisa divulgada pelo Ibope Inteligência, em abril de 2018. Em grandes capitais como São Paulo, Recife, Curitiba e Rio de Janeiro, esse percentual sobe para 16% — o que representa um crescimento de 75% da população vegetariana nessas regiões, nos últimos seis anos. A mesma pesquisa do Ibope Inteligência mostra que 55% dos brasileiros consumiriam mais produtos veganos, se existissem indicações sobre os produtos no ponto de venda.
De olho nesse mercado em ebulição, empresas como a brasileira Vida Veg apostam alto no Brasil. A companhia está prestes a inaugurar a maior e mais moderna fábrica de substitutos lácteos do País, o que irá causar um grande impacto no segmento de produtos veganos, nos próximos anos. O portfólio de produtos 100% vegetal oferece aos consumidores iogurtes, shakes, queijos e a nova linha de leites vegetais frescos nos sabores de coco, amêndoas e castanha de caju. Anderson Rodrigues, diretor executivo da Vida Veg, afirma que os lácteos de origem vegetal produzem menor impacto ambiental em comparação com os produtos de origem animal. “A produção de cada litro de leite de amêndoas ou de coco demanda 70% menos água em comparação ao leite de vaca, além de não precisar explorar nenhum animal”, explica.
A multinacional de origem grega Violife também enxerga o atual momento como oportunidade. O desembarque dos produtos está previsto para setembro e deverá contemplar uma linha completa de queijos do tipo mozzarela, prato, provolone, parmesão, entre outros. Os queijos veganos da Violife estão entre os mais consumidos nos Estados Unidos e ficaram entre as 20 marcas de queijo mais vendidas no Reino Unido em 2018 – sendo o primeiro do tipo vegano a aparecer na tradicional pesquisa da The Grocers. “O queijo Violife é unanimidade entre as pessoas que já experimentaram. No teste cego, é muito comum confundirem os produtos com o queijo de origem animal”, explica Paulo Treu, diretor da Global Picks Brasil, empresa responsável pela venda no País.
MERCADO AMERICANO
O fenômeno observado atualmente no mercado brasileiro já foi presenciado nos Estados Unidos, há alguns anos. O mercado por lá está mais consolidado e com fôlego cada vez maior. De acordo com dados da Consultoria Nielsen, o mercado varejista de leites vegetais nos Estados Unidos apresentou crescimento de 20% no volume de vendas, em comparação a 2017. As receitas destes produtos cresceram 9% no mesmo período, atingindo US$ 1,6 bilhão e representando um percentual de 13% do mercado total de leites. Os iogurtes (+55%), queijos vegetais (+43%) ocuparam lugar de destaque, seguidos pelas carnes vegetais (+24%) e ovos/maioneses (+16%). Um detalhe em comum que pode ser observado é o crescimento na casa dos dois dígitos.
Mais do que um simples movimento ou tendência, o vegetarianismo e o veganismo se tornaram hoje um grande reflexo do comportamento veggie que tomou conta do Brasil.
Matéria publicada pela Revista Exame com dados da Vida Veg.

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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Canal History divulga Vegan Milk Machine e os benefícios do consumo de leites vegetais

Canal History divulga Vegan Milk Machine 
e os benefícios do consumo de leites vegetais


A máquina de fazer leite Vegan Milk Machine permite o processamento de castanhas, amêndoas, coco, aveia, gergelim, entre outros, para a produção de leites vegetais.

A propaganda da Polishop, exibida no canal History, promove os benefícios dos leites vegetais e vantagens em comparação ao leite de vaca, afirmando que os leites de origem vegetal tem 8% a mais de cálcio se comparado aos de origem animal.

Que consumir leites vegetais é um hábito mais saudável, sem presença de conservantes, e que contempla indivíduos intolerantes à lactose. Também apresenta os múltiplos usos dos leites vegetais no preparo de bolos, tortas, doces, queijos, iogurtes e shakes, e que o custo financeiro também compensa.

Confira o vídeo

Para saber mais sobre leites vegetais confira as matérias abaixo

Aprenda 12 receitas de leite vegetal

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