quinta-feira, 16 de abril de 2026

Reino Unido proíbe a exportação de animais vivos

 


A Lei de Bem-Estar Animal proibiu, oficialmente, a exportação de animais vivos (bovinos, ovinos, suínos, caprinos e equinos) para engorda e abate.

Esta medida histórica visa garantir que os animais não sofram viagens longas e estressantes, tornando o país líder em proteção animal na Europa.

Objetivo: Acabar com o sofrimento animal em viagens longas, proibindo a exportação para engorda ou abate.

Apoio Popular: A medida teve forte apoio, com 87% dos consultados favoráveis à proibição.

Impacto: A lei proíbe o envio de gado a partir da Grã-Bretanha ou através dela para destinos no exterior.

A decisão reflete uma preocupação crescente com o bem-estar animal e coloca o Reino Unido à frente de outros países na proteção dos animais de produção.

Fonte: Compassion in World Farming

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Em decisão histórica, Justiça Federal da Bahia proíbe o abate de jumentos


A Justiça Federal da Bahia acaba de proferir uma sentença histórica proibindo o abate de jumentos, muares e bardotos (cruzamento de jumento com equino) em todo o estado da Bahia.

De forma clara e direta, a justiça determinou o fim de uma prática cruel que vinha crescendo nos últimos anos.

De acordo com a decisão, não é mais permitido abater esses animais no estado, de maneira que os frigoríficos que realizavam essa atividade devem cessar o abate imediatamente.

E os animais devem ser encaminhados e mantidos financeiramente em santuários de proteção, garantindo que vivam com dignidade.

Nos últimos 30 anos, o Brasil teve uma redução de 94% de sua população de jumentos, colocando a espécie em risco de extinção nos próximos anos.

A principal demanda vem da indústria chinesa de ejião, um produto feito a partir do colágeno extraído da pele dos jumentos, comercializado na Ásia como suplemento para aumento da vitalidade.

A ação aprovada na Bahia busca expandir essa decisão para todo o terrorismo nacional.

Autoras da ação civil pública:

Frente Nacional de Defesa dos Jumentos

Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal

Causa Animal Bahia

REMCA


Advogados:

Yuri Fernandes Lima

Gislane Brandão

Joice Medeiros

Cínthia Samenho

Graça Paixão


Fonte: SVB

Dizy Ayala

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sexta-feira, 10 de abril de 2026

A China cria bioplástico de bambu que degrada na natureza em 50 dias

 


A China criou um plástico de bambu tão forte quanto o plástico de petróleo, totalmente biodegradável em apenas 50 dias.

Enquanto o mundo discute como reciclar garrafas, a China resolveu o problema na raiz. Pesquisadores desenvolveram um bioplástico de bambu que promete mudar tudo!

Por que isso é um divisor de águas?

Velocidade Recorde: O plástico comum leva até 1.000 anos para sumir. O de bambu se degrada totalmente em 50 dias, em compostagem.

Matéria-Prima Infinita: O bambu cresce até 90 cm por dia! É um recurso renovável, barato e que não depende de petróleo.

Resistência Real: Ele aguenta o tranco. Tem a mesma força mecânica do plástico convencional para embalagens e utensílios.

Menos carbono na produção e zero rastro no oceano.

É a inovação que o planeta e a vida marinha realmente precisam!

Dizy Ayala

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terça-feira, 24 de março de 2026

Guatemala deixa de extrair petróleo para proteger jaguares e araras na biosfera maia


O governo da Guatemala decidiu impedir a extração de petróleo em partes da Reserva da Biosfera Maia, território protegido que concentra uma das maiores áreas contínuas de floresta tropical da América Central e possui reconhecimento internacional da UNESCO.

A decisão busca preservar ecossistemas frágeis e garantir a sobrevivência de espécies em risco de extinção, como o jaguar e a arara vermelha, que dependem diretamente da integridade dessas florestas. A região também abriga importantes vestígios da antiga civilização maia.

Especialistas em conservação afirmam que a retirada da atividade petrolífera reduz riscos de contaminação, desmatamento e conflitos ambientais.

O anúncio foi recebido de forma positiva por entidades ambientais e pesquisadores.


Dizy Ayala

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quinta-feira, 12 de março de 2026

França determina o fim de animais selvagens em circos

 


Uma nova lei determina o fim definitivo do uso de animais selvagens em circos itinerantes até 2028. A mudança acontece de forma gradual: desde 2023, os circos já não podem comprar nem reproduzir novos animais.

A medida busca proteger espécies que sofrem com viagens constantes, confinamento, barulho e pressão dos espetáculos. Para defensores dos direitos dos animais é um passo necessário rumo a um entretenimento mais ético e responsável.

Do outro lado, artistas e trabalhadores do circo expressam preocupação com empregos, tradição e o futuro dos animais que ainda vivem sob seus cuidados.

O governo afirma que oferecerá apoio financeiro, alternativas de espetáculos e soluções seguras para realocação dos animais.

Mais do que uma lei, essa decisão levanta uma reflexão importante: até que ponto nossa diversão pode justificar o sofrimento de outras vidas?


Fonte: Dapatapet


Dizy Ayala

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domingo, 1 de março de 2026

Agora é lei, resgatar animais em desastres é obrigação do poder público

 


Aprovado no Congresso: o poder público terá obrigação de resgatar os animais em desastres "naturais".

Um marco histórico para a Medicina Veterinária de Desastres e para a proteção animal no Brasil foi alcançado com a aprovação, pelo Congresso Nacional, do projeto de lei que estabelece como obrigação do poder público o resgate de animais em situações de desastres "naturais".

Até então, a ausência de uma legislação clara deixava milhares de vidas, humanas e não humanas, à mercê do acaso durante enchentes, deslizamentos, incêndios e rompimentos de barragens. Essa lacuna institucional gerava um vazio ético e técnico, no qual o sofrimento animal era tratado como consequência secundária e não como parte integrante da gestão do desastre.

Com a nova medida, os planos de contingência e protocolos de resposta a emergências deverão incluir estratégias específicas de resgate, acolhimento, triagem e atendimento veterinário, reconhecendo que o bem-estar animal está intrinsecamente ligado à saúde pública, segurança alimentar e equilíbrio ecológico.

Para a Medicina Veterinária, essa conquista representa o fortalecimento de uma área essencial, que une ciência, logística e compaixão. O Resgate Técnico de Animais (RTA), antes restrito a iniciativas isoladas de universidades, ONGs e grupos de voluntários, passa agora a ter respaldo legal e institucional.

Que esse avanço seja o início de uma nova era na gestão de desastres, uma era em que nenhuma vida seja deixada para trás e que o olhar técnico e humanitário do médico veterinário seja reconhecido como pilar da resposta emergencial.

Salvar animais é salvar vidas, ecossistemas e dignidade.

Fonte: Abrafvet


Dizy Ayala

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Coreia do Sul acaba com a exploração de ursos para extração de bile

 


A Coreia do Sul anunciou que, a partir do início deste ano, 2026, está, oficialmente, proibida a criação de ursos e a extração de sua bile no país.

A medida decorre de uma revisão da legislação de proteção aos direitos dos animais e representa um avanço relevante em uma região onde essa prática cruel ainda persiste sob o argumento da "medicina tradicional".

A extração de bile de ursos é uma das formas mais brutais de exploração animal ainda existentes na Ásia.

Os animais são mantidos por anos, muitas vezes até décadas, em jaulas extremamente pequenas, sujas e inadequadas, que impedem qualquer movimento natural.

Durante toda a vida, são submetidos a procedimentos invasivos e dolorosos para retirada da bile da vesícula, causando sofrimento físico crônico e danos psicológicos irreversíveis.

Não existe qualquer base científica que justifique essa prática. O principal composto ativo da bile, o ácido ursodesoxicólico (é esse nome mesmo!), é sintetizado em laboratório há décadas, com segurança, baixo custo e eficácia comprovada.

Apesar do anúncio do governo sul-coreano, a situação ainda é preocupante. Apenas 21 ursos foram resgatados e transferidos para um santuário público. Outros 199 continuam presos em 11 fazendas, enquanto autoridades e criadores discutem compensações financeiras.

Organizações de defesa animal alertam para a falta de estruturas adequadas e cobram apoio estatal para a criação de santuários privados.

Hoje, mais de 20 mil ursos seguem confinados legalmente em fazendas de bile na China, além de milhares explorados ilegalmente em outros países asiáticos.

Mesmo onde a prática foi banida, como no Vietnã, desde 2005, o comércio ilegal ainda resiste.

Nota do Blog: É preciso erradicar essa prática cruel e pessoas que fazem uso desse composto têm de se assegurar da procedência e exigir que seja sintético.

Não é possível ser cúmplice da crueldade, ainda mais numa era tecnológica, com outros recursos.

Dizy Ayala

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domingo, 22 de fevereiro de 2026

Cidade indiana é a primeira a proibir o consumo de carne e os matadouros



Cidade indiana de Palitana se torna a primeira do mundo a proibir o consumo de carne e fechar todos os matadouros

A cidade de Palitana em Gujarat tomou uma decisão que fez manchetes globais.

Líderes locais proibiram a venda de carne dentro dos limites da cidade. Os matadouros foram fechados. Os talhos estavam fechados. A lei também inclui peixes e ovos. Animais não podem ser mortos por comida dentro da cidade.

Essa mudança foi fortemente influenciada por seguidores do Jainismo, uma fé que prega a não violência para com todos os seres vivos. Para muitos moradores, não se tratava de política, mas sim de alinhar a cidade com suas crenças mais profundas.

Palitana é considerada uma cidade sagrada para os jainistas. É o lar de centenas de templos e atrai milhares de peregrinos todos os anos.

Moradores argumentaram que uma cidade santa deveria refletir a compaixão em ação. Eles acreditavam que permitir o abate de animais não correspondia àquela visão.

Nem todos apoiaram a decisão. Vendedores e trabalhadores de carne foram diretamente afetados. Alguns negócios tiveram que fechar, mas outros mudaram o que vendem para sobreviver.

E, assim, a cidade avançou com a aplicação das regras. Com o tempo, Palitana tornou-se amplamente conhecida como a primeira cidade legalmente livre de carne do mundo.

Quer concorde ou discorde, Palitana deu um passo que nenhuma outra cidade tinha dado antes. E foi coerente com sua proposta de não violência.

Que mais cidades no mundo despertem para essa possibilidade! Não precisamos de carne para viver. Os animais, sim, merecem viver e desfrutar de suas vidas. Um mundo de respeito e compaixão é possível!

Dizy Ayala

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