quinta-feira, 12 de março de 2026

França determina o fim de animais selvagens em circos

 


Uma nova lei determina o fim definitivo do uso de animais selvagens em circos itinerantes até 2028. A mudança acontece de forma gradual: desde 2023, os circos já não podem comprar nem reproduzir novos animais.

A medida busca proteger espécies que sofrem com viagens constantes, confinamento, barulho e pressão dos espetáculos. Para defensores dos direitos dos animais é um passo necessário rumo a um entretenimento mais ético e responsável.

Do outro lado, artistas e trabalhadores do circo expressam preocupação com empregos, tradição e o futuro dos animais que ainda vivem sob seus cuidados.

O governo afirma que oferecerá apoio financeiro, alternativas de espetáculos e soluções seguras para realocação dos animais.

Mais do que uma lei, essa decisão levanta uma reflexão importante: até que ponto nossa diversão pode justificar o sofrimento de outras vidas?


Fonte: Dapatapet


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão


domingo, 1 de março de 2026

Agora é lei, resgatar animais em desastres é obrigação do poder público

 


Aprovado no Congresso: o poder público terá obrigação de resgatar os animais em desastres "naturais".

Um marco histórico para a Medicina Veterinária de Desastres e para a proteção animal no Brasil foi alcançado com a aprovação, pelo Congresso Nacional, do projeto de lei que estabelece como obrigação do poder público o resgate de animais em situações de desastres "naturais".

Até então, a ausência de uma legislação clara deixava milhares de vidas, humanas e não humanas, à mercê do acaso durante enchentes, deslizamentos, incêndios e rompimentos de barragens. Essa lacuna institucional gerava um vazio ético e técnico, no qual o sofrimento animal era tratado como consequência secundária e não como parte integrante da gestão do desastre.

Com a nova medida, os planos de contingência e protocolos de resposta a emergências deverão incluir estratégias específicas de resgate, acolhimento, triagem e atendimento veterinário, reconhecendo que o bem-estar animal está intrinsecamente ligado à saúde pública, segurança alimentar e equilíbrio ecológico.

Para a Medicina Veterinária, essa conquista representa o fortalecimento de uma área essencial, que une ciência, logística e compaixão. O Resgate Técnico de Animais (RTA), antes restrito a iniciativas isoladas de universidades, ONGs e grupos de voluntários, passa agora a ter respaldo legal e institucional.

Que esse avanço seja o início de uma nova era na gestão de desastres, uma era em que nenhuma vida seja deixada para trás e que o olhar técnico e humanitário do médico veterinário seja reconhecido como pilar da resposta emergencial.

Salvar animais é salvar vidas, ecossistemas e dignidade.

Fonte: Abrafvet


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Coreia do Sul acaba com a exploração de ursos para extração de bile

 


A Coreia do Sul anunciou que, a partir do início deste ano, 2026, está, oficialmente, proibida a criação de ursos e a extração de sua bile no país.

A medida decorre de uma revisão da legislação de proteção aos direitos dos animais e representa um avanço relevante em uma região onde essa prática cruel ainda persiste sob o argumento da "medicina tradicional".

A extração de bile de ursos é uma das formas mais brutais de exploração animal ainda existentes na Ásia.

Os animais são mantidos por anos, muitas vezes até décadas, em jaulas extremamente pequenas, sujas e inadequadas, que impedem qualquer movimento natural.

Durante toda a vida, são submetidos a procedimentos invasivos e dolorosos para retirada da bile da vesícula, causando sofrimento físico crônico e danos psicológicos irreversíveis.

Não existe qualquer base científica que justifique essa prática. O principal composto ativo da bile, o ácido ursodesoxicólico (é esse nome mesmo!), é sintetizado em laboratório há décadas, com segurança, baixo custo e eficácia comprovada.

Apesar do anúncio do governo sul-coreano, a situação ainda é preocupante. Apenas 21 ursos foram resgatados e transferidos para um santuário público. Outros 199 continuam presos em 11 fazendas, enquanto autoridades e criadores discutem compensações financeiras.

Organizações de defesa animal alertam para a falta de estruturas adequadas e cobram apoio estatal para a criação de santuários privados.

Hoje, mais de 20 mil ursos seguem confinados legalmente em fazendas de bile na China, além de milhares explorados ilegalmente em outros países asiáticos.

Mesmo onde a prática foi banida, como no Vietnã, desde 2005, o comércio ilegal ainda resiste.

Nota do Blog: É preciso erradicar essa prática cruel e pessoas que fazem uso desse composto têm de se assegurar da procedência e exigir que seja sintético.

Não é possível ser cúmplice da crueldade, ainda mais numa era tecnológica, com outros recursos.

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Cidade indiana é a primeira a proibir o consumo de carne e os matadouros



Cidade indiana de Palitana se torna a primeira do mundo a proibir o consumo de carne e fechar todos os matadouros

A cidade de Palitana em Gujarat tomou uma decisão que fez manchetes globais.

Líderes locais proibiram a venda de carne dentro dos limites da cidade. Os matadouros foram fechados. Os talhos estavam fechados. A lei também inclui peixes e ovos. Animais não podem ser mortos por comida dentro da cidade.

Essa mudança foi fortemente influenciada por seguidores do Jainismo, uma fé que prega a não violência para com todos os seres vivos. Para muitos moradores, não se tratava de política, mas sim de alinhar a cidade com suas crenças mais profundas.

Palitana é considerada uma cidade sagrada para os jainistas. É o lar de centenas de templos e atrai milhares de peregrinos todos os anos.

Moradores argumentaram que uma cidade santa deveria refletir a compaixão em ação. Eles acreditavam que permitir o abate de animais não correspondia àquela visão.

Nem todos apoiaram a decisão. Vendedores e trabalhadores de carne foram diretamente afetados. Alguns negócios tiveram que fechar, mas outros mudaram o que vendem para sobreviver.

E, assim, a cidade avançou com a aplicação das regras. Com o tempo, Palitana tornou-se amplamente conhecida como a primeira cidade legalmente livre de carne do mundo.

Quer concorde ou discorde, Palitana deu um passo que nenhuma outra cidade tinha dado antes. E foi coerente com sua proposta de não violência.

Que mais cidades no mundo despertem para essa possibilidade! Não precisamos de carne para viver. Os animais, sim, merecem viver e desfrutar de suas vidas. Um mundo de respeito e compaixão é possível!

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Indonésia proíbe passeios de elefante em todo o país

 


Vitória! Indonésia proíbe passeios de elefante em todo o país - um marco para o turismo ético de vida selvagem

O governo indonésio anunciou, oficialmente, a proibição dos passeios de elefante, encerrando uma das práticas mais exploratórias enfrentadas por elefantes em cativeiro.

A medida nacional se aplica a todos os zoológicos, centros de conservação e instalações turísticas, incluindo o Zoológico de Bali, e proíbe o uso de elefantes em atrações de montaria.

A World Animal News há muito denuncia a crueldade por trás dos passeios de elefante. Esses animais são submetidos a treinamentos dolorosos, confinamento e ao esforço constante de carregar pessoas nas costas, apesar de suas colunas não serem feitas para suportar peso excessivo. As condições frequentemente resultam em lesões crônicas e estresse severo.

Fonte Olhar Animal

Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Mocidade Independente faz homenagem a Rita Lee, cão Orelha e dispensa adereços de origem animal

A escola de samba carioca (Rio de Janeiro) Mocidade Independente de Padre Miguel fez, no Carnaval 2026, homenagem a Rita Lee, cantora brasileira, defensora dos direitos dos animais, clamando por justiça pelo cãozinho Orelha e dispensando adereços de origem animal em suas fantasias.

A vida de Rita Lee foi marcada pelo ativismo em prol dos animais. E a escola, oportunamente, aproveitou a ocasião para prestar, também, uma homenagem ao cão Orelha, cãozinho comunitário que foi, brutalmente, assassinado por adolescentes e teve o caso divulgado em janeiro deste ano. O ocorrido comoveu o país inteiro, inclusive com repercussão no exterior, que clama por justiça, tendo em vista que os delinquentes são filhos de gente importante e que tem coagido testemunhas e influenciado as investigações.

O amor de Rita Lee pelos animais inspirou a Mocidade Independente de Padre Miguel a dispensar adereços de origem animal em suas fantasias, durante o desfile na Sapucaí, nesta segunda-feira (16/02). As "penas" utilizadas pela escola são, na verdade, um tipo de capim, tingido à mão, um a um. Um processo artesanal que conferiu beleza às fantasias, sem crueldade com animais.

As aves, de diversas espécies, que são, brutalmente, exploradas para as fantasias de Carnaval, têm suas penas arrancadas de si, vivas, uma a uma, ficando em chagas, até que cicatrizem, para que lhes sejam arrancadas novamente. Inúmeras passam por esse tormento, por pura vaidade (des)humana.

A promoção de penas sintéticas ocorreu, também, no mundo da moda, com a estilista Stella McCartney, tendo várias semanas de moda abolido as penas e plumas de origem animal.

O mesmo deveria se aplicar aos travesseiros de pluma de ganso. Cujo processo doloroso e cruel é o mesmo para esses animais.

Que cada vez mais se faça ecoar a defesa dos indefesos animais. Em todas as esferas da sociedade. Sejam os cães e gatos comunitários, os animais explorados para alegorias, vestuário, para o entretenimento, para a tração, em carruagens, rodeios, para testes clínicos e para a alimentação.

Os animais são sujeitos e têm o direito de existir e viver uma vida digna por seus próprios propósitos e não para servir como objeto de exploração, para servir a espécie humana.


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Caso do cão Orelha, um grito por proteção a todos os animais

  


O caso do assassinato brutal do cãozinho Orelha, em SC, comoveu o país inteiro e repercutiu até mesmo no exterior.

Orelha, um cãozinho idoso, dócil, comunitário é a expressão de um serzinho amável, protegido e querido por toda uma comunidade.

O fato de ter sido tão violentamente morto chocou a todos.

São muitos os pontos de reflexão nesse caso:

*Sobre o direito à vida e proteção dos cães comunitários

Cada vez mais tem-se fomentado a ideia de a comunidade amparar cães e gatos que vivem nas ruas. Isso significa que não é porque estão nas ruas que não tem quem olhe por eles. Eles têm casinha, alimento e carinho dos moradores daquele local. Uma guarda compartilhada que atenua o fato de que, diante do número absurdo de animais vivendo nas ruas e outros mais sendo abandonados diariamente, não há lar para todos.

Atentar contra a vida desses anjos é pura crueldade.

O país tem de avançar cada vez mais em projetos de castração em massa, para que menos animais estejam expostos ao abandono e o perigo das ruas.

 

*Sobre o fenômeno de dessensibilização a que os jovens estão expostos na Internet

Assunto recente, mas que ocorre há pelo menos uma década, o ambiente digital é lugar perigoso, mesmo nas plataformas, aparentemente, mais inocentes, com jogos digitais, ali, estão sendo fomentados jogos mortais, em chats (fóruns), que vão desde desafios suicidas até a prática de violência, extrema, com animaizinhos.

Esse é um fenômeno mundial, fortemente, presente na China, onde não há leis de proteção animal, com a produção desse tipo de conteúdo online, que tem sido disseminado por todo o mundo.

Eventualmente, os crimes cometidos no privado, em quartos e banheiros, onde se escondem as fábricas de psicopatas juvenis, extravasa para o mundo real, sendo praticados em praças e parques públicos.

É preciso leis para criminalizar essas plataformas, que permitem esse tipo de conteúdo, e pais vigilantes no que os filhos consomem na Internet.

 

*A reflexão sobre a violência em nossa sociedade

O caso ocorrido com o cãozinho Orelha trouxe à memória outros casos recentes, de ampla repercussão, de animais violentamente mortos, como o caso do cavalo de Bananal que teve as patas decepadas ainda vivo, porque caiu de exaustão.

Lembro que diante da comoção e revolta de todos, o rapaz disse: “Eu não sou um monstro, sou do meio, eu trabalho com gado e cavalos”.

 

E aí está uma importante consideração, incômoda para a maioria!

Se, com razão, nos ressentimos tanto em relação à violência praticada contra um cão, um gato, um cavalo, como somos capazes de tolerar e financiar uma máquina mortífera, a indústria da morte, que “cria” animais, desde o nascimento, com práticas violentas, de apartar das mães, extrair dentes, rabos, parte do bico, castração, TUDO sem anestesia? Para, ainda bebês, seguirem para o matadouro. Sim, na indústria, porcos, bezerros e galinhas são abatidos, em média, com seis meses de vida!

 

ANESTESIADOS ESTAMOS TODOS!

Isso acontece TODOS os dias.

Por você acreditar que alguns animais são pets e outros comida.

TODOS os animais sentem e sofrem da mesma maneira.

Porcos são, cientificamente, mais inteligentes que cães.

Galinhas ronronam assim como os gatos.

Vacas têm vínculos estreitos de amor com seus bezerros.

 

A VIOLÊNCIA, INFELIZMENTE, JÁ ESTÁ INSTITUCIONALIZADA!

ELA FAZ PARTE DA NOSSA SOCIEDADE.

Eventualmente, ela extravasa as paredes dos matadouros e é cometida com pets.

 

E não há argumentos, a carne não é uma necessidade, há proteína nos vegetais.

E não há bem-estarismo que justifique matar um animal que preza pela sua vida e não quer morrer. Não há maneira certa de fazer a coisa errada!

Não, não há Deus no matadouro. Se você o vê ali, não sei quem é o seu Deus!

 

O cachorro protegido no Ocidente é carne pra comer no Oriente.

Mudam as espécies, as culturas. ANIMAIS SÃO TODOS IGUAIS!

 

ENQUANTO A VIOLÊNCIA FIZER PARTE DE NOSSAS ESCOLHAS DIÁRIAS, ESTAMOS FADADOS AO FRACASSO, NÃO SÓ COMO COMO COMUNIDADE, SOCIEDADE, MAS COMO HUMANIDADE.

TODOS OS PRECONCEITOS DECORREM DA IDEIA DE QUE ALGUNS SÃO MELHORES QUE OUTROS. E QUE, POR ISSO, SE TEM AUTORIDADE E PODER PARA SUBJUGAR OS CONSIDERADOS INFERIORES.

É PRECISO RETIRAR A VIOLÊNCIA DO PRATO E ENSINAR AS CRIANÇAS A RESPEITAR OS ANIMAIS. A VIDA HUMANA E ANIMAL, EM TODAS AS SUAS FORMAS.


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

A gripe aviária está acabando com os elefantes marinhos na Antártida

 


A gripe aviária (H5N1) está provocando um grande desastre no sul do mundo. Na ilha Geórgia do Sul, quase metade das fêmeas de elefante-marinho desapareceu devido a este vírus mortal.

Isso significa que cerca de 53.000 exemplares dessa espécie foram perdidos. Como esta ilha abriga a maior colônia do mundo, uma perda tão significativa representa uma séria ameaça.

Os cientistas temem que esta doença contagiosa altere completamente o delicado equilíbrio da vida animal na Antártida.


Nota do Blog: doenças zoonóticas como a gripe aviária são decorrência da atividade de exploração animal, onde milhares de aves são mantidas em confinamento, em ambiente insalubre, privadas de seu habitat natural e expostas ao contágio de doenças.

Além de sacrificar inúmeras galinhas que são, recorrentemente mortas, na tentativa de conter o vírus da gripe aviária, esse é um perigo real de saúde pública, inclusive humana, tendo em vista que ele migra para outras espécies, como os mamíferos. Como é o caso dos elefantes marinhos, dentre outras espécies.

Suas escolhas alimentares podem sacrificar animais considerados de produção como, também, animais selvagens, rompendo com ciclos sutis de equilíbrio da natureza.

Faça escolhas alimentares à base de vegetais e poupe vidas animais, sua saúde e a natureza. 


Dizy Ayala

Redatora, Blogueira, Revisora, Escritora, Vegana.
Defensora dos Animais e da Natureza.
Comunicadora Formada em Publicidade e Propaganda -  
Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos

Autora dos Livros:

Uma Escolha pela Vida - A Importância de Nossas Escolhas Diárias de Consumo & Veganismo em Rede - Conexões de um Movimento em Expansão