sábado, 31 de outubro de 2026

Mais de 50% dos experimentos com animais acontecem em universidades

De acordo com as estatísticas de 2025 divulgadas pela Universidade de Cambridge, mais de 1,3 milhão de procedimentos foram realizados apenas em 10 organizações do Reino Unido. Isso inclui as Universidades de Cambridge e Oxford, UCL, King's College London e Imperial College London, que representaram mais da metade de todos os procedimentos científicos do Reino Unido no ano passado. Isso nem inclui os procedimentos realizados em outras universidades do país.

Apesar do crescente investimento em métodos de pesquisa relevantes para humanos, o progresso continua lento. Em comparação com 2024, o número de procedimentos nessas organizações caiu apenas 2,3%.

É preocupante que as principais universidades continuem ensinando ciência desatualizada e não confiável para a próxima geração de cientistas.

Ao continuarem a depender fortemente de experimentos com animais, elas correm o risco de reforçar a ideia de que o uso de animais é a abordagem padrão para pesquisa, em vez de acelerar a transição para métodos mais avançados, confiáveis ​​e relevantes para humanos. E gentis com os animais.

As universidades moldam os cientistas de amanhã. Se quisermos que a próxima geração de cientistas abrace uma ciência melhor, essa mudança precisa começar em nossas universidades.

Fonte: Animal Defenders Internacional

Dizy Ayala

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quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Após elefante Sandro, Ministério Público pede transferência de ursos para santuário

 


Depois da transferência do elefante Sandro, os ursos Penélope e Pepito, do Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, de Sorocaba (SP), viraram alvo de um pedido de transferência para o Santuário Rancho dos Gnomos, em Joanópolis (SP). É o mesmo local para onde o filhote do casal foi levado, em 2022.

A ação civil pública, ajuizada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) e pela Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA), exige a remoção imediata dos animais da espécie urso-de-óculos.

A medida foi fundamentada após investigações e um laudo técnico da Secretaria do Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado (Semil), que constatou condições inadequadas no recinto do zoológico.

Fonte: Portal G1

Dizy Ayala

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terça-feira, 27 de outubro de 2026

Projeto de Lei propõe o fim do uso de penas e plumas de animais em fantasias

 


A Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara aprovou projeto que proíbe penas e plumas de origem animal em fantasias e alegorias, incluindo as do Carnaval.

A multa vai de R$ 5 mil a R$ 1 milhão, em dobro na reincidência. O relator rejeitou exceções para reaproveitamento de plumas, citando risco de fraude.

O PL 1097/19 ainda não é lei. Agora, ele segue para outras comissões. Se aprovado pela Câmara, será analisado pelo Senado.

Fonte: Mercy for Animals

Dizy Ayala

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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Nova York, enfim, proíbe charretes

 


Após décadas de campanha, o Conselho Municipal de Nova York votou pelo fim da indústria de charretes até 1º de junho de 2028.

A pressão ganhou urgência depois que um jovem turista, Romanch Mahajan, de 18 anos, morreu em um acidente com uma charrete desgovernada. A legislação leva seu nome: Lei de Romanch.

Em seguida, vem a aposentadoria humanitária dos cavalos, proteções contra abate ou transferência para outra empresa de charretes e um plano de transição para os trabalhadores. Os defensores estão preparando locais de santuário, com financiamento e arranjos ainda a serem garantidos.

Um marco muito aguardado. Agora, devemos garantir que cada cavalo alcance segurança, liberdade e paz. A PETA também doará US$ 50.000 para aposentar os cavalos!

Chega de cavalos morrendo e sendo forçados como escravos, em temperaturas extremas.

Gratidão a todos os ativistas que fizeram parte desta vitória!

Fonte: Vegan Green Planet

Dizy Ayala

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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Justiça confirma proibição da pega do porco em todo o Rio Grande do Sul

 


A Vara Regional do Meio Ambiente do TJRS confirmou a proibição da chamada "pega do porco" em todo o território gaúcho.

A sentença foi proferida em ação civil pública ajuizada pela Associação Catarinense de Proteção aos Animais (ACAPRA).

A decisão alcança atividades em que suínos são perseguidos e capturados para diversão ou entretenimento, independentemente do nome utilizado, inclusive quando os animais são oferecidos como prêmio, brinde ou troféu.

Um dos pontos centrais da sentença é o reconhecimento de que a crueldade não depende da existência de ferimentos físicos.

Para a Justiça, a própria dinâmica de perseguição provoca medo, angústia e estresse nos animais, e regras destinadas apenas a evitar chutes ou outras agressões não eliminam o sofrimento inerente à atividade.

A magistrada destacou ainda que a proteção constitucional contra a crueldade alcança os animais individualmente considerados, em razão de sua senciência, e afirmou que a reação de medo de um animal não pode ser transformada em mecanismo de entretenimento.

A decisão tem eficácia em todo o Rio Grande do Sul, nos limites fixados na sentença, e prevê multa de R$ 50 mil por evento realizado em descumprimento da ordem.

Fonte: Proteção aos Animais (ACAPRA) e JUS/RS

Depois de 10 anos de atuação de ativistas e entidades de defesa dos animais, junto ao Tribunal de Justiça, a proibição da Pega do Porco se estende a todo o estado do RS. Estive presente em uma reportagem à emissora do TJRS, em 2016, quando da primeira proibição na cidade de Araricá. Depois, outros municípios com essa prática também tivera proibição, até a presente resolução. Gratidão a todos os envolvidos!

Dizy Ayala

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quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Se você usa couro, está apoiando a indústria mais violenta do mundo

 


China e Índia são os maiores exportadores de couro do mundo.

Na Índia, as vacas são consideradas sagradas, então, o gado é transportado em Bengala Ocidental, em Kerala e nos matadouros de Dhaka, ilegalmente, da Índia para Bangladesh, através do Rio Ganges, onde são recertificados como "produtos" de Bangladesh.

2 milhões de animais são transportadas em um raio de 4.000 km da fronteira.

Outros são transportados em caminhões, onde o transporte de 4 animais é permitido, e eles carregam 70. Muitos morrem no final da jornada. Os animais não têm permissão para comer e beber água durante todo o trajeto.

Muitos animais são saudáveis ​​e inadequados para a indústria do couro, por isso quebram suas pernas e os enviam para o matadouro.

Exaustos e famintos, os animais desmaiam. Para que voltem a andar, aplicam o método de afogamento, conhecido como "afogamento simulado".

Eles jogam um pano sobre o rosto do animal e despejam água com o objetivo de causar afogamento, para que a vaca se levante e se mova em direção ao abate. Outros são esfolados vivos.

Aqueles que conseguem chegar aos matadouros têm as pernas amarradas e são mortos com marretas.

Os corpos dos animais mortos são transportados para os 200 curtumes de Dhaka.

Os produtos químicos dos curtumes estão poluindo tudo.

Existem 32.000 matadouros ilegais na Índia, contra 3.600 legais.

A Índia exporta US$ 6 bilhões em couro.

Há uma grande demanda da Alemanha, EUA, Reino Unido, mas também de toda a Europa.

O couro não é um subproduto da indústria... é um coproduto da indústria de laticínios e de carne.

Em muitos casos, é uma indústria em si.

Animais vivos e saudáveis estão sendo abatidos por esse motivo.

Não seja cúmplice da crueldade, não use couro animal!

Use couro sintético ou alternativas veganas como couro de cacto, abacaxi, cortiça, maçã, cogumelo etc.

Fonte: JUSTICE FOR ANIMALS VEGAN GROUP (Myro Ligerou)

Dizy Ayala

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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Finalmente, Indonésia proíbe os cruéis "topeng monyet", ou shows de macacos dançarinos

 


Finalmente, Indonésia proíbe os cruéis "topeng monyet", ou shows de macacos dançarinos, após anos de campanhas de grupos de bem-estar animal.

Nenhum macaco deveria passar a vida acorrentado, treinado e forçado a fazer truques apenas para entreter as pessoas nas ruas.

A proibição não se trata apenas de fechar os shows. Autoridades e socorristas, também, começaram a tirar macacos do comércio e dar-lhes a chance de se recuperar.

Desde a proibição, a Rede de Ajuda Animal de Jacarta, capital da Indonésia, onde teve início a proibição, em 2013, cuidou de mais de 130 ex-macacos dançarinos, reabilitando-os em grupos sociais naturais e preparando aqueles que estão saudáveis ​​o suficiente para retornar à natureza.

Alguns macacos foram soltos em habitats protegidos, enquanto aqueles traumatizados ou fisicamente danificados demais para sobreviver na natureza permanecem sob cuidados vitalícios.

A partir de 2019, a proibição se estendeu à toda Indonésia e o trabalho de resgate ainda está acontecendo. Em 2024, 31 macacos-de-cauda-longa foram resgatados de um dos últimos centros de treinamento de macacos dançarinos da Indonésia e levados para um centro de reabilitação. Após anos de cativeiro, os macacos, finalmente, tiveram a chance de se recuperar.

Em abril de 2026, outros 46 macacos resgatados foram soltos em uma ilha protegida da Indonésia após a reabilitação, dando-lhes sua primeira chance real de viver livremente novamente. Eles já foram forçados a se apresentar para turistas e compradores. Agora, eles podem subir em árvores, encontrar sua própria comida e viver com outros macacos.

Um macaco pertence às árvores, com os seus — não em uma fantasia, acorrentado a um tratador e forçado a dançar para uma multidão.

Jacarta ajudou a acabar com os shows de rua.

Embora seja considerado ilegal no país, operações de resgate continuam ocorrendo, esporadicamente, para desmantelar redes clandestinas e reabilitar os animais em santuários florestais.

As equipes de resgate seguem ajudando a dar aos sobreviventes algo que eles nunca tiveram antes: liberdade!

Fonte: PawsMint

Dizy Ayala

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